Mas ver Mário Soares convidado para falar na “universidade de Verão” do partido e a sair aclamado aos gritos de “Soares é fixe!” (por mais reserva mental que houvesse nos seus protagonistas) é coisa para deixar uma pessoa de boca aberta.
Mais um prenúncio da “morte do cavaquismo”?
Chama-se boçalidade. Qualidade pela qual os infantes começam a vida politica…só.
Comentário por direita ponto! — Setembro 3, 2011 @ 15:55
Teria sido oportuno distribuir previamente aos participantes uma cópia do livro de Rui Mateus, e ter-lhes dado algum trabalho de casa para que no período de perguntas e respostas se praticasse democracia.
Comentário por José António Salcedo — Setembro 3, 2011 @ 17:13
Podem juntar os trapinhos PS e PSD.
Nunca houve diferença apreciável entre Cavaco e Soares. A guerra deve-se em boa parte à luta pelo mesmo espaço político.
Comentário por lucklucky — Setembro 3, 2011 @ 17:24
Pronúncio, ou prenúncio?
Comentário por Pi-Erre — Setembro 3, 2011 @ 17:30
Desde que o PSD ficou controlado pela loja do GOL que o Marinho é sempre muito bem tratado.
E o CC e a sua organização garantem o resto. Business as Usual…
Comentário por Ricardo Campelo de Magalhães — Setembro 3, 2011 @ 18:08
Obrigado pela correcção.
Comentário por João Luís Pinto — Setembro 3, 2011 @ 19:09
[...] pai da social-democracia portuguesa é Mário Soares – e não Cavaco Silva – pelo que a aclamação faz, também por isso, todo o sentido. Classificar isto: Share [...]
Pingback por Sem esquecer os aventais « O Insurgente — Setembro 3, 2011 @ 21:01
Seria interessante que o Primeiro Ministro fosse à audiência com o Presidente de República. com os dados reais, actualizados, já detectados, do estado da Nação, e que justificam o compromisso eleitoral falhado que é o aumento de impostos já em curso.
Seria interessante que o Primeiro Ministro, visto que está a faltar ao prometido em campanha eleitoral, entregasse ao Presidente a sua carta de resignação.
Seria interessante que o Presidente da República, como lhe compete, estudasse a situação e decidisse: ou aceitar a resignação e convocar novas eleições, com base na agora conhecida situação do País, ou achar que em face destes “novos” dados a acção deste Governo é a única possível, pelo que mantem este Primeiro Ministro e o seu Governo.
Aclarado o dilema nem a oposição teria munições para a sua (auto-destrutiva) demagogia, nem alguém se lembraria, um dia deste, de discursar sobre boas ou más moedas…
Comentário por JS — Setembro 4, 2011 @ 19:41
Caros Amigos.
Eu participei na Universidade de Verão.
Somos libertos nas ideias económicas e politicas, mas fechadinhos quando toca a comentar títulos populistas da Comunicação Social.
Aclamar Soares aos “gritos” dizendo “Soares é fixe” tem razão de o ser e não significa simplesmente que o “pupilos” ou “meninos” da JSD não saibam o que gritam ou que não tenham conhecimento de causa.
A Universidade de Verão da JSD/PSD é exímia em receber muito bem os seus Oradores e como tal espera o mesmo destes. Soares não teve uma intervenção política, nem muito menos socialista. Esteve a contar passagens da sua vida, da luta que teve para contribuir com a restauração da liberdade em Portugal e tendo sempre a coragem de responder integralmente ao que lhe era questionado. Ninguém disse que ele era um exemplo, ninguém disse que as ideias dele tinham razão de existir ou muito menos ninguém disse que ele foi o melhor primeiro ministro de sempre em Portugal.
“Aclamado aos gritos de Soares é fixe!” não foi nada mais que agradecer ao convidado a sua presença, a sua simpatia e a forma simples e directa que respondeu nas questões que lhe foram colocadas. Por curiosidade, também se gritou JSD, mas infelizmente ninguém mencionou.
Diogo Vasconcelos disse: ” Antigamente éramos por aquilo que tinhamos, hoje somos por aquilo que partilhamos.” . Aprender, ouvir e questionar não faz nem nunca fez mal a ninguém.
E já agora, não é gritar Soares é fixe que deve preocupar as pessoas. O que realmente deve incomodar e preocupar é o facto desta geração, que esteve presente na UV 2011 ser adversa a palavras como “Liberalismo”, “Redução do Estado” ou “Privatizações”. Para exemplificar, o Ministro das Finanças foi chamado de “Falcão Liberalista”!!!!!
Comentário por Ricardo Santos — Setembro 4, 2011 @ 23:09