“(…) Em conclusão, e ressalvando que nos limitamos ao documento apresentado ontem pelo Ministério das Finanças, faltando considerar os planos de cada um dos ministérios e do conjunto do governo, o que daqui sai só nos poderá conduzir ao desastre: um aumento brutal da carga fiscal, nenhuma reforma sectorial da intervenção do estado que verdadeiramente a extinga ou diminua radicalmente, e a aposta numa variável incontrolável para o crescimento económico – as exportações – e que no que de nós depende, isto é, nas condições concorrenciais das nossas empresas, não augura nada de bom. Lamento imenso, mas por este caminho só nos pode esperar o desastre.”, desastre à vista, por Rui Albuquerque.
Setembro 1, 2011
1 Comentário »
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O desastre parece cada vez mais certo.
Quem tem algum património, que o venda.
Quem tem empresas reduza drásticamente ou desfaça-se delas.
Poupanças e investimentos financeiros, transferir para países onde se respeite a propriedade.
Actividades por conta própria, reduzir e transferir sede fiscal para outro país comunitário.
Aceitar novos trabalhos, só “toma lá, dá cá” , sem papéis.
Dinheiro em Portugal, só numa cova no jardim.
Comentário por ricardo saramago — Setembro 1, 2011 @ 14:38