“É um imposto [sobre património, sucessões e doações] que existe na generalidade dos países e que visa corrigir a distribuição de riqueza no momento em que uma pessoa recebe por herança ou por doação algo que não ajudou a construir”, disse.”, Cavaco Silva citado pelo Público.
Socialismo puro e duro. O Estado esmaga o Indivíduo.
A hierarquia do Funcionalismo Públicos adora “…corrigir a distribuição de riqueza…”.
Pataca a mim, pataca a ti, pataca a mim … Lindo enterro.
Comentário por JS — Agosto 28, 2011 @ 19:43
Cavaco Silva junta Keynes e Marx e atira uma pedra ao Governo. Em simultâneo, dá um murro no estômago aos tolos do centro e da direita que votaram nele.
Comentário por ramiro marques — Agosto 28, 2011 @ 20:39
Trata-se apenas de retirar a isenção a favor de ascendes e descendentes do Imposto de Selo e assim VOLTAR A TER o famoso Impsto Sobre as Sucessões e Doações que entrou em vigor em 1958. Temos uma vertente socialista no Anterior Regime ???
Comentário por Armando — Agosto 28, 2011 @ 20:45
Cá está. O “pai do monstro” ataca de novo ! O “Estado esmaga o Indivíduo” e o poder corrompe. E, tratando-se de um poder não escrutinado, como acontece em Portugal, corrompe e imbeciliza pela arrogância. Quem não se lembra da célebre frase: “Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas”?
Comentário por Pável Rodrigues — Agosto 28, 2011 @ 20:48
Estes individuos, não têm vergonha. Não ajudou a construir, mas ajudou a destruir, as pescas, venderam o nosso mar, para os espanhóis, virem cá pescar.
Para quando, a responsibilização criminal, desta gentalha.
Comentário por Jose Domingos — Agosto 28, 2011 @ 21:00
O Pai do Monstro é o 25 de Abril…
excelente proposta!!! O dinheiro que se paga aos advogados nos processos de herança vão passar a ser pagos ao Estado, Cavaco quer retirar advogados do processo…os seja, não existem custos adicionais! A advocacia são uns parasitas do Estado…
Comentário por tric — Agosto 28, 2011 @ 21:37
Não percebo a admiração.
Comentário por Bernardino Vieira — Agosto 28, 2011 @ 22:04
Concordo com Cavaco. As heranças são a antítese da meritocracia.
Comentário por Gentleman — Agosto 28, 2011 @ 22:49
“Concordo com Cavaco. As heranças são a antítese da meritocracia.”
E qual é a parte que o Estado, na sua infinita bondade, devia permitir que o pai, por morte, deixasse ao seu filho? 90%? 10%? Se a coisa é pela meritocracia talvez o melhor fosse fixar os 0%. Que acham?
Comentário por Eduardo F. — Agosto 28, 2011 @ 23:39
Irrelevante. Uma pessoa deve poder dispor do seu dinheiro para fazer o que quiser.
Se viver num Estado Soci@lista obviamente que não é livre.
Devo pagar imposto porque ajudei uma pessoa a salvar-se de um carro incendiado?
Comentário por lucklucky — Agosto 28, 2011 @ 23:40
O Estado vai finalmente moralizar as viúvas alegres que ficam a gozar o graveto dos defuntos.
A Maria C. que se cuide.
Comentário por ricardo saramago — Agosto 29, 2011 @ 00:22
O indivíduo que herda não ajudou a construir. Supõe-se então que o estado deve ter ajudado para depois querer sacar uma parte, não? Já é pouca a pilhagem fiscal…
Comentário por joão — Agosto 29, 2011 @ 00:50
Porque é que diz que não ajudou a construir. Os filhos não ajudam os pais em muita coisa?
Comentário por lucklucky — Agosto 29, 2011 @ 02:08
Não, lucklucky, hoje não é assim…como sabe.
Cavaco Silva é daquelas personagens que uma certa Direita trôpega sempre acreditou. como tem um ar salazarento, a testinha curta vai atrás.
Não é incoerente, atenção, a sua tese de Doutoramento é clara sobre a dívida pública, e o seu Keynesianismo claro, só que neste burgo a iliteracia é MEDONHA.
Comentário por Autoridade — Agosto 29, 2011 @ 02:45
Pois, sacar dinheiro a quem trabalha através dos impostos, no problema; agora tirar 1 ou 2% aos ricos (não digam que não os há), já é crime!!!
Começo a ficar enjoado e enojado com uma certa corja que defende que o egoísmo é um direito que só assiste aos ricos!
Comentário por pjardas — Agosto 29, 2011 @ 09:53
Mas olhe que não é um socialismo qualquer.Nada disso!É um socialismo internacionalista que carrega nos ombros do contribuinte a feitura daquele mundo novo da fraternidade sobre a terra.Não vai tardar nada e ainda nos vão informar que a nossa participação terrena tem certificado de entrada no paraíso celestial…
Comentário por Lusitânea — Agosto 29, 2011 @ 14:53
“Não, lucklucky, hoje não é assim…como sabe.”
Não sei. Mas nem é esse o ponto. O Dinheiro é das pessoas e devem poder fazer bem o que dele quiserem.
Comentário por lucklucky — Agosto 29, 2011 @ 15:42
Esta ideia de que a riqueza herdada deve ser taxada, é uma aberração.
Em 1º lugar é injusta: o indivíduo que poupa para dar aos filhos é penalizado face ao que gasta à tripa-forra, não se preocupando com os seus. Isto é ainda mais grave, quanto ignora a importância da família na própria acumulação de riqueza. O que leva a generalidade das pessoas a acumular, a investir, a trabalhar , é justamente o facto de terem família e sentirem necessidade (instinto?), de salvaguardar o mais possível o futuro dos filhos.
Em 2º lugar é perversa: só pode ser aplicada ao património (como se pode aplicar ao capital? se eu der 100 euros ao meu filho, há imposto? e se forem 200? e 300? e se eu lhe der 20 000 em várias tranches de 100?), o que , na verdade, “desincentiva” o investimento em bens.
É uma refinada estupidez e advém da ideia peregrina, veiculada por Marx, de que a família é uma coisa “má”.
Comentário por Jose — Agosto 30, 2011 @ 09:14
Desculpem lá a eventual ignorância que eu demonstre nas questões que vou colocar:
- As heranças e doações não pagam já um imposto de selo de 10% ?
- Esse “justo” imposto sucessório vai eliminar o imposto de selo ou é para somar ao mesmo?
- Se se comprovar que o património a ser herdado, foi acumulado durante um período em que os herdeiros trabalharam sem salário para essa acumulação de património, ainda se paga imposto sucessório, ou além disso ainda tem de se pagar a TSUs em atraso correspondente a esse trabalho dos herdeiros, multas por uso de trabalho escravo, etc ?
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Mentat
Comentário por Mentat — Agosto 30, 2011 @ 17:33
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