Os criminosos de Londres são filhos do Welfare State e do multiculturalismo?

É uma pergunta que ainda me faço e que estou submetendo à análise e cotejamento das informações veiculadas pela imprensa, pelos artigos de opinião e pelos estudos produzidos sobre as consequências do Welfare State e do multiculturalismo.
Por ora, recomendo alguns textos:

Inglaterra

– British Degeneracy on Parade, por Theodore Dalrymple.

– British rioters the spawn of a bankrupt ruling elite, por Theodore Dalrymple.

– Raised to rampage, por Allison Pearson.

– London riots: This is what happens when multiculturalists turn a blind eye to gang culture, por Damian Thompson.

– Anarchy in the UK, The Economist.

– These rioters are Tony Blair’s children, por Harriet Sergeant.

– London riots: Absent fathers have a lot to answer for, por Cristina Odone

– The nanny state cannot fix problem parents, por Cristina Odone.

– Cameron sets out his stall, por James Forsyth.

– A Conservative Disposition, por John Gray.

Portugal

– Reino Unido: o medo de viver, por dos Santos.

– A respeito dos motins em Inglaterra, por Samuel Paiva Pires.

Estados Unidos

– Britain tackles the welfare state, por George F. Will.

– The Sun Never Sets on the British Welfare System, por Anne Coulter.

– London Riots: What Nobody Dares to Say, por Gary North.

– Sons of anarchy, por Cal Thomas.

Brasil

– London Calling, por Martim Vasques da Cunha.

3 thoughts on “Os criminosos de Londres são filhos do Welfare State e do multiculturalismo?

  1. Durante anos pensei que a resposta a esta sua pergunta seria um inequívoco SIM. Acreditava que as casas oferecidas aos desfavorecidos e as “living allowances” concedidas aos pais por cada filho etc etc contribuíam decisivamente para uma cultura de “direitos sem responsabilidades” que promove a marginalização e a criminalidade(isto é verdade, até certo ponto). Quem conhece os malfadados “estates” na GB sabe do que eu estou a falar. Acreditava também que a (neo) liberalização total (fim do welfare state em todas as suas formas), ao libertar os indivíduos da benevolência contraproducente do estado, poderia fazer deles cidadãos autónomos e responsáveis. Mais tarde percebi que “left to their own devices” (Maggie T), eles e elas não se transformavam em cidadãos independentes e responsáveis. Percebi então que o estado social e o neo-liberalismo não são soluções credíveis. Como seria de esperar, senti-me confuso, tal como o Bruno. Esta confusão é salutar, meu caro. Reflecte a nossa incapacidade de criar um sistema que resolva os problemas sociais do ocidente liberal-democrata. Em suma, o estado social e o neo-liberalismo falharam. É sobre as ruínas destes dois sistemas que teremos que inventar um novo paradigma. Por esta razão, os meus congrats pela sua (e minha) confusão. É um sinal inegável de que está a pensar criticamente sem se render ao mui confortável jugo dos established dogmas. Quem não sente confusão hoje não é um ser pensante.

    Obrigado pelos artigos. Gostei bastante do texto do J Gray. Foi meu professor.

    Melhores cumprimentos
    |Y|

  2. epá anne coulter?!!? porque é que alguém no seu perfeito juízo haveria de ler anne coulter?!!?

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