O “Prós e Contras” – programa televisivo que muito tenho criticado ao longo dos últimos anos – de logo à noite é bem capaz de valer a pena. Os convidados, graças a Deus, não são os mesmos do costume. E o tema, “Quem salva o euro?”, é porventura o mais importante da actualidade.
Julho 18, 2011
pergunta retórica (III)
O que é que leva a Polícia, importunando pessoas que vão para os seus empregos, a realizar Operações STOP (na Praça do Império, no Porto) às 7h30 da manhã de uma segunda-feira?
Julho 17, 2011
Entrevista sobre Portugal, Espanha e o euro
Foi publicada hoje uma entrevista que dei a Ángel Martín, na qual respondi a questões sobre a situação das economias portuguesa e espanhola, as primeiras medidas do novo Governo português, as agências de rating, a política monetária do BCE e a possibilidade de Portugal abandonar o euro: Entrevista a André Azevedo Alves: “La salida de Portugal del euro tendría un coste brutal para la población”.
O Estatuto de Super-Estado Europeu, Impostos Europeus, Fuga de Capitais e o Ódio ao Capitalismo
Em suma, a União Europeia quer ter o poder para taxar directamente.
Otto von Habsburg – Funeral – Kaiserhymne
Leitura complementar: Otto von Habsburg (1912 – 2011).
Daniel Hannan: Hasta la Victoria Siempre
Além da intervenção de Daniel Hannan, é de realçar também a panorâmica geral do Parlamento Europeu…
Top posts da semana
Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:
1 – Comunismo selvagem
2 – Não Somos Todos Federalistas
3 – nacionalização dos lucros, uma notícia por realizar
4 – Se houvesse justiça…
5 – Amigos da “onça”
pergunta retórica (II)
“Yes, I’ve found a flaw. I don’t know how significant or permanent it is. But I’ve been very distressed by that fact.”, Alan Greenspan (Outubro 2008)
Será que o actual Presidente da República, Cavaco Silva, que agora nos incentiva a regressar à agricultura – e outrora o Primeiro-Ministro que, porventura, mais contribuiu para a destruição dessa mesma agricultura – e a uma moeda mais fraca, alguma vez admitirá, publicamente, uma falha?
mea culpa
“Portugal aderiu à UE em 1986, era então primeiro-ministro o actual Presidente da República, e assim continuaria nos dez anos seguintes, quando todas as principais instituições que caracterizam hoje a UE foram definidas, como o Mercado Único Europeu e a Moeda Única (Euro). O diagnóstico que então foi feito de Portugal pelos responsáveis europeus e pelos dirigentes políticos nacionais foi o seguinte. Portugal tinha então uma elevada percentagem do PIB e da população activa na agricultura e nas pescas. E isso era considerado próprio de uma país “atrasado”. A indústria portuguesa era, então, constituída predominantemente por indústrias tradicionais, como os têxteis, o vestuário, o calçado, a metalomecânica, etc. E isso era também considerado “atrasado”. Portugal tinha também uma produtividade do trabalho inferior à média da União Europeia, e esse era mais um sinal de um país “atrasado”. E o escudo, que era uma moeda forte até 1974, tinha desvalorizado fortemente até 1986, devido aos desmandos da governação democrática (que entretanto recorrera por duas vezes à ajuda do FMI). E este era também um sintoma de que o país estava “atrasado” (…) E é agora o próprio Professor Cavaco Silva que diz que temos de voltar à agricultura e que precisamos de uma moeda fraca.”, em “o fio da história”. Por Pedro Arroja.
Bestial
A ideia passa por evitar a esterilização das futuras gerações de muçulmanos: A dose of reason.
Leitura dominical
À espera de um milagre, a crónica de Alberto Gonçalves, no DN.
Julho 16, 2011
Capileira, Las Alpujarras, 16 de Julho de 2011
(…) nadie va a encontrar en España un país modelo, como Suecia o Suiza, condicionado por el ritmo de sus máquinas, sino, por el contrario, un país que hasta la fecha ha insistido en conservar una cierta dosis de anarquía y rebeldía. Me es imposible decir hasta cuándo durará esta situación, pero es cierto que al sur de los Pirineos vive todavía una sociedad que antepone las más profundas necesidades del alma humana a la organización técnica necesaria para alcanzar un nivel de vida más alto.
Gerald Brenan, Al Sur de Granada
Gerald Brenan pretendia recuperar o tempo perdido na guerra. Queria ler, e aprender filosofia e grego. Por isso, com vinte e cinco anos, fez contas à vida, deixou a Inglaterra e o grupo de Bloomsbury, e meteu-se num navio que o levou a Espanha. Desembarcou na Corunha em Setembro de 1919 sem saber onde pousaria as malas. Percorreu a Galiza, desceu até Madrid, e acabou nas Alpujarras, a sul de Granada, onde viveu durante catorze anos, entre pedras, neve, livros e baptizados. Um ex-militar não é um ex-primeiro-ministro e os rendimentos e poupanças de Brenan não lhe permitiam um ano sabático de luxo em Paris. Quando não há dinheiro, nunca há palhaços. Ou quase nunca.
Depois de passar algumas semanas entre Granada e as Alpujarras e visitar quase todas as aldeias da região (esteve certamente nesta Capileira — 1500 metros de altitude, 500 habitantes —, onde escrevo esta nota), Brenan encontrou finalmente uma casa em Yegen, uma aldeia remota e pobre pendurada no flanco meridional da Serra Nevada, virada para as serras de Lújar e Contraviesa. Como a propriedade só estava disponível no final do ano (1919), decidiu passar algumas semanas em Málaga, onde chegou após cinco dias, uma caminhada de duzentos quilómetros, e um ataque de disenteria (leram bem, peregrinos de Fátima, duzentos quilómetros em cinco dias com disenteria, pelas serras de Granada e Motril). Pouco antes do Natal partiu definitivamente para Yegen, e ali passou os últimos dias de espera, debaixo das laranjeiras, lendo o Ética de Espinoza. Os seus livros ainda não haviam desembarcado em Almeria, mas Gerald Brenan aproveitava os dias lentos do Inverno alpujarrenho para começar o processo de aprendizagem de filosofia. E começava pela ética. Se fossem todos assim…
primeiros sinais
“Um dos argumentos que descrevo no livro ‘Cem Argumentos’ consiste na chamada falácia do jogador que é pensar que se já joguei centenas de vezes no Euromilhões e nunca saiu é agora que vai sair, ou se não ganhei em determinado número de partidas de poker, agora é que vai ser. Agora estamos a passar pelo mesmo exercício. Nenhum governo soube pôr Portugal em ordem, mas agora é que vai ser. Eu não caio muito na falácia do jogador. No entanto, a mudança tem sempre alguma inovação no que está a ser feito, por isso é expectável que haja alguma melhoria. Mas, repito, continuo sempre muito céptico em relação a Portugal sobre o terreno e o terreno em Portugal é definido por uma Constituição que está desactualizada, com leis ultrapassadas e excessivamente processualista…É um terreno pantanoso. Acho que os primeiro sinais são sempre importantes. Será que o Governo entrou mesmo a matar ou não? Não me parece que tenha entrado a matar, porque mais uma vez a primeira medida que tomou, invariavelmente, é daquelas que actua do lado da cobrança de impostos, que é a coisa mais determinística. Quem dera as empresas poderem gerir como um governo: quando houvesse dificuldades, aumentavam os preços, vendiam a mesma quantidade e tinham o problema resolvido.”, numa (excelente) entrevista a Paulo Morgado, na edição desta semana do jornal “Vida Económica”.
Vagas para o ensino superior público 2011
A lista de vagas disponíveis para a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público e as notas dos últimos colocados em cada curso na primeira fase em 2010 podem ser consultadas aqui.
É urgente aumentar as propinas
Em vez de apontar para um “aumento exponencial de vagas” no Ensino Superior público, Nuno Crato faria bem melhor em reduzir a sério o financiamento estatal e aumentar a componente de auto-financiamento das Universidades por via de propinas, a única forma de levar as Universidades a adaptar-se à procura e de ultrapassar as complexas e poderosas redes de interesses instaladas em torno do sistema universitário português. Sem isso, não há forma de combater os numerosos vícios instalados e promover reais melhorias no ensino superior e na investigação levada a cabo pelas Universidades.
Vale a pena ler também esta outra notícia: Universidades. É possível entrar com menos de 10 em 40 cursos
Num quinto dos cursos disponíveis nas universidades e politécnicos públicos (1152) é possível entrar com média de 11, sendo esta a maior fatia. Há ainda 40 cursos onde a nota de entrada, tendo em conta a média do último colocado em 2010, é inferior a 10 valores. E são tão variados como Agronomia, Filosofia, Marketing ou Engenharia Florestal.
Leitura complementar: Reformar as Universidades portuguesas: o exemplo do Reino Unido.
Salários no Estado acima da média
Não é fácil fazer este tipo de comparação de forma rigorosa, mas ainda assim é um exercício que vale a sempre a pena, quanto mais não seja para estimular maior transparência na esfera de acção do Estado: Funcionários do Estado ganham mais 500 euros que a média nacional
Cavaco pede mais inflação
Infelizmente, Cavaco Silva nunca conseguiu ir além do keynesianismo: Cavaco gostava que “o euro fosse mais fraco” para aumentar competitividade na Zona Euro.
Adenda: Sem surpresa, o Bloco de Esquerda congratula-se com a intervenção de Cavaco Silva.
Síria: back to basics XIX
Trinta e dois mortos e mais de 100 feridos é o balanço de mais uma Sexta-feira de protesto na Síria. Todos os males do regime de Bashar Assad fossem os desastres do photoshop.
Comunismo cumpre objectivos planificados e declara-se vencedor
O comunismo é o campeão na batalha pelos direitos humanos. O feito é noticiado pelo avante chinês.
All targets and tasks set by the National Human Rights Action Plan of China (2009-2010) have been fulfilled as scheduled, said a report released on Thursday by China’s State Council Information Office (SCIO). (…) It is China’s first national plan on the theme of human rights.
Obrigado, André
Obrigado, Moody’s é o primeiro artigo de opinião que o nosso André Abrantes Amaral escreve para o jornal I. É mesmo de leitura obrigatória.
Julho 15, 2011
To whom it may concern
Dear American citizens,
It has come to my attention that your President has tried to reassure you regarding the impending debt limit problem, by claiming that your current difficulties are not as serious as those of Greece or Portugal. That may be the case, although the veracity of the statement may depend on the definition of “serious”.
However, it may interest you to know that when the crisis blew up in Greece and people in Portugal started to worry it could spread here, our (then) prime minister, Mr Sócrates, said rather self-righteously that, and I quote, «Portugal is not Greece!»
I believe therefore that you should beware of the also self-righteous «We’re not Greece. We’re not Portugal.» which President Obama has recently uttered. It’s not a good sign, I tell you…
Nova Organização Curricular do Ensino Básico
A nova Organização Curricular do Ensino Básico está disponível aqui.
As primeiras medidas de Nuno Crato
Vão ser encerradas 266 escolas
O ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, anunciou hoje que “serão encerradas de imediato” 266 escolas do 1º ciclo com menos de 21 alunos. Isabel Alçada tinha previsto o encerramento de mais de 400.
Estudo Acompanhado e Área de Projecto terminam já no próximo ano lectivo
O Estudo Acompanhado e a Área de Projecto vão ser suprimidos no 3º ciclo, já a partir do próximo ano lectivo, anunciou hoje o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato. As disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática serão reforçadas, cada uma, com 45 minutos suplementares.
The Harbinger of Death and Destruction
Nos últimos dias tenho ficado mais e mais preocupado com o futuro. A coisa está preta. O sinal que despoletou esta minha neura pessimista foi o João Galamba a rir do Peter Schiff e a chamar-lhe «maluquinho». Por duas razões: Primeiro, a última vez que alguém chamou «maluquinho» ao Peter Schiff foi antes de estoirar a bolha imobiliária americana, justamente por este ter previsto que a mesma ia estoirar; segundo, porque o João tem o hábito notável de estar sempre do lado errado do debate sobre política económica; ainda me lembro de o ver a rir de quem dizia que o endividamento português era demasiado alto, ou de quem referia que o endividamento do estado impedia as empresas de aceder ao crédito (crowding out), ou ainda a forma entusiasta como apoiou o tristemente célebre manifesto a favor do investimento público.
Cortes na despesa, precisam-se (3)
Num Ministério com mais de 1500 edifícios e 10.500 funcionários, Assunção Cristas decidiu cortar… nas gravatas.
Leitura complementar: Cortes na despesa, precisam-se (2).
pergunta retórica
“No exame de Português, realizado por 68.409 alunos, a média foi negativa (…) os alunos internos [aqueles que frequentam as aulas o ano inteiro] ficaram-se pelos 9,6″, hoje, no Público (página 12).
Que futuro se pode esperar num país no qual os seus cidadãos, após completarem 12 (doze) anos de escolaridade, não sabem ler nem escrever?
Se houvesse justiça…(2)
Hoje diziam-me que a maioria das pessoas aceitou bem o imposto extraordinário. Claro que sim, os socialistas que estão no poder garantiram que a vasta maioria não paga. Não há diminuição da despesa, são os mesmos de sempre que pagam, os tais 15% de burritos do costume por cá andam a alimentar os espertalhões, os tais que aceitaram muito bem o imposto.
O tuga adora uns almoços grátis. Depois admirem-se que não há investimento nem empreendedorismo e que há fuga de cérebros. A culpa será concerteza dos mercados.
Em Atlas Shrugged, Ayn Rand cria uma sociedade globalmente e progressivamente socialista em que os tais “burros” deixam de produzir. No mundo real as coisas não funcionam assim. Os que produzem fogem do socialismo. As empresas Portuguesas investem fora de Portugal. Quem tem capacidade e possibilidade emigra. Ficam os espertalhões e os que não podem saír. O que é acontecerá no fim? Empobrecimento (também) dos espertalhões que acham que modelo é justo. No fim haverá pelo menos essa justiça. Não há almoços grátis.
à defesa ou ao ataque?
Há cerca de um mês, quando a Direcção Geral do Orçamento publicou o boletim de execução orçamental de Junho, referente ao período de Janeiro a Maio deste ano, verificava-se que a despesa efectiva havia diminuído 7,2%, mas que a despesa primária (antes de juros) havia apenas diminuído 5,7%, face a igual período do ano anterior. Ora, em face da escalada dos juros, o mínimo que se podia dizer acerca daquela divergência é que “a bota não batia com a perdigota”. Com a subida dos juros, seria de esperar que a uma redução global de X% nas despesas do Estado estivesse associada uma redução de X+Y% na componente mais rígida das despesas públicas, que depois seriam oneradas pelos juros mais altos no serviço da dívida. Mas tal não sucedeu; pelo contrário, com a despesa efectiva a baixar relativamente mais que a primária, disseram-nos que tal era o reflexo da poupança registada noutras rubricas de gastos (incluindo no pagamento de juros cujo aumento só se faria sentir lá mais para a frente) …
Mas entretanto surgiram notícias que dão conta de um desvio colossal de 1.800 milhões de euros, pelo que poderemos sentirmo-nos tentados a questionar a explicação que antes nos era dada e assumir, como premissa de base, que afinal aquela divergência anterior resultava, sim, de uma má execução orçamental. É lógico e, francamente, não espantaria ninguém que assim tivesse acontecido. Deste modo, sugiro que façamos a seguinte conta: Redução da Despesa Efectiva (7,2%) – Redução da Despesa Primária (5,7%) = 1,5% * OE2011 (50% do PIB) = cerca de 1.200 milhões de euros…et voilà, assumindo a premissa como boa, podemos, então, estimar o desvio orçamental em cerca de 1.200 milhões de euros. Um rombo substancial, mas inferior aos tais 1.800 milhões veiculados pelo PSD. Agora, regressemos à sobretaxa anunciada ontem pelo Ministro das Finanças, avaliada em cerca de 1.000 milhões, e à meta de redução da despesa, outros 1.000 milhões, também ontem anunciada, mas ainda não concretizada, por Vítor Gaspar. Ora, se até ao final do ano o Ministro concretizar esta redução da despesa, excedendo-a até (por exemplo, em 20%, elevando os cortes totais para 1.200 milhões), será a sobretaxa realmente necessária?
À pergunta anterior, a minha resposta é que não; o imposto extraordinário não é necessário, se o Governo cumprir os ajustamentos orçamentais a que se propôs do outro lado da equação, isto é, na despesa. Ou seja, do ponto de vista técnico – pois do ponto de vista polític0 já aqui me expressei acerca do assunto –, a sobretaxa de IRS representa uma manobra defensiva por parte do Ministro das Finanças e também do Primeiro-Ministro. É que, dado que, o desvio orçamental não deverá ser tão acentuado quanto o PSD nos faz crer, se a consolidação das contas públicas falhar do lado da despesa – onde politicamente existe maior probabilidade de falhar – a meta de redução do défice será compensada através da sobretaxa. Pelo contrário, e oxalá assim suceda, se a consolidação orçamental for atingida pelo lado da despesa, a sobretaxa torna-se dispensável e a sua retirada, em vésperas de Natal, tornar-se-á um magnífico triunfo técnico do senhor Ministro das Finanças e um magnífico trunfo político do senhor Primeiro-Ministro!
Notícias da eco-religião
Gatos provocam aquecimento global. Ora como não há uma causa, sem efeito…
Google+ vs. Twitter e Facebook
Google+, una gran amenaza para Twitter
Sin embargo, lo realmente novedoso es algo tan básico como su sistema de gestión de contactos, muy superior al de cualquier otra red social. Es asimétrico como Twitter, es decir, tú puedes añadir a un famoso sin que él te añada a ti. Eso sí, sólo recibirás el contenido que éste decida hacer público. El interfaz para agrupar en círculos a los contactos es muy sencillo, casi adictivo, y decidir con quién compartes tus contenidos es también muy fácil. Si Facebook hubiera sido así desde el principio nos hubiéramos ahorrado muchas de esas historias de personas despedidas por poner a caldo a su jefe teniéndolo de contacto…
Este sistema permitiría a Google+ reemplazar a Facebook, sí, pero también a Twitter, que muchos usuarios siguen considerando algo un poco esotérico y confuso, aunque hay que reconocer que su limitación de 140 caracteres hace más sencillo leer un buen número de tuiteos de un vistazo. Además, los principales usuarios de esta versión en pruebas de la red social de Google son los mismos frikis, perdón, early adopters que pululan por Twitter.
(…)
El problema al que se enfrenta Google+ es que una red social tiene más valor cuanta más gente esté en ella, de modo que un nuevo servicio de este tipo se enfrenta a la enorme barrera de entrada que suponen los 750 millones de usuarios de Facebook y los 200 millones de Twitter. Además, el tiempo no es infinito, y el que dediquemos a las redes sociales se acaba repartiendo entre todas ellas.
Sin embargo, esta barrera no es insalvable, como demostró el propio Facebook alcanzando primero a Myspace y haciéndola casi desaparecer del mapa, dejándole un papel testimonial como forma de comunicación ente músicos y fans. Además, Google+ cuenta con la baza de que quienes empleemos Gmail o cualquier otro de los servicios del gigante terminaremos cayendo en él con mayor o menor frecuencia. El servicio de fotos Picasa ya está integrado en la red social y no cabe duda de que pronto lo estarán muchos otros.
En cualquier caso, tanto por su modo de funcionamiento como por su posición algo más débil, es Twitter quien más tiene que temer, no Facebook. Google, además, no tiene tampoco necesidad en convertirse en la red social preferida de sus usuarios, aunque sin duda le gustaría. Le basta con ser un actor competitivo en ese sector.
Esam El-Erian vence Ricardo Rodrigues sem tomar posse dos gravadores
Vale a pena ler a entrevista completa.
MJT: What would you like American foreign policy to look like?
Esam El-Erian: Of course, that is up to Americans. You should advise them. I cannot advise them. You in the media play a very important role.
MJT: A little role.
Esam El-Erian: The media and think tanks play a very important role. You created a ghost, a monster, this terrorism. You magnify terrorism, and we face its vengeance. You in the media link every Arab, every Muslim, to terrorists. We were pushed to take off our shoes in your airports.
MJT: I have to take off my shoes, too.
Esam El-Erian: Why?
MJT: I don’t like it either.
Esam El-Erian: You make people live in terror.
MJT: Who does?
Esam El-Erian: You do. The media.
MJT: Who is living in terror?
Esam El-Erian: Your politicians. Your media. Your media.
MJT: We don’t live in terror. I don’t know a single person in the media who lives in terror.
Esam El-Erian: Can you answer one question? Why don’t we hear about trials for September 11?
MJT: Because the people who did it are dead. They killed themselves in the towers.
Armin Rosen: There was a civilian trial.
Esam El-Erian: Four thousand innocent people were killed, and there has been no trial.
MJT: That’s because the people who did it are dead.
Esam El-Erian: Nobody was put in a cage to face a trial.
MJT: They were on the planes. They blew themselves up in the towers.
Esam El-Erian: No. Who was behind it?
MJT: Osama bin Laden. And we just killed him, too.
Esam El-Erian: We know you have about 600 people in Guantanamo Bay. None of them have faced trials. Why? This is a very big mystery.
MJT: Well, what do you think happened? What’s your theory?
Esam El-Erian: And another 4,000 Americans were killed in Iraq and Afghanistan. You have almost 10,000 innocent Americans killed. Never mind the millions killed in Iraq and Afghanistan. You never put anyone on trial. Who is behind all this? Who made the conspiracy? Is Osama bin Laden alone? Who is behind Osama bin Laden?
Armin Rosen: Who do you think is behind Osama bin Laden?
Esam El-Erian: I want to know!
MJT: What’s your theory?
Esam El-Erian: You have the documents now that Osama bin Laden is dead.
MJT: What’s your theory?
Esam El-Erian: I don’t know.
MJT: You have a theory.
Esam El-Erian: I want to know. That is the question.
MJT: Everybody has a theory. What’s yours?
Esam El-Erian: Why 10,000 Americans killed? Why? Without any investigation.
MJT: Why does it have to be a conspiracy? It really isn’t that complicated.
Esam El-Erian: Is Osama bin Laden alone, or is somebody with him?
MJT: Why does anyone have to be behind Osama bin Laden?
Esam El-Erian: This must be investigated in America! There is this case in the U.K. about hacked telephones. 160 news people were fired.
(mais…)
Quem é o pai da criança?
(…) Mas para que serviu então o Plano da Matemática? Para nada. Ou melhor, serviu para encher as escolas com mais burocracia. Um plano destes traz sempre consigo milhares de papeis: diagnósticos, estatísticas, estratégias, implementações, avaliações, reflexões, reformulações, actualizações, etc.E por que não teve os efeitos anunciados? Pelos motivos do costume: é um plano de cariz estalinista, centralizado, minado pelo eduquês, pelo politicamente correcto e pela burocracia.Para além destas características já de si perniciosas, o Plano não teve em conta outros dois importantes factores: o 1º ciclo do ensino básico e a indisciplina. Nada se alterará no ensino em Portugal sem que se mexa nestes dois aspectos. Em relação ao 1º ciclo as orientações terão de ser para um ensino exigente da Língua Portuguesa e da Matemática – bases essenciais para os restantes ciclos de ensino. No que diz respeito à indisciplina, se não for combatida podem criar os planos que quiserem que estes não alterarão um átomo nas aulas e muito menos nos resultados. Como a indisciplina não faz parte das verdades oficiais que têm dominado o ensino em Portugal, é natural que qualquer Plano saído das luminárias do ME não a tenha em conta.Este é aliás um dos grandes motivos pelos quais nada parece resultar na área da Educação. A nomenklatura eduquesalurdesrodriguista que está instalada nos confortáveis gabinetes da 5 de Outubro e que está a anos-luz das salas de aula, é que decide tudo o que se faz e não faz no ensino. Por isso tudo o que conceberem não terá qualquer impacto no sistema.
Julho 14, 2011
“Generic Republican Candidate” beats Obama; Actual Republican candidates do not
O principal problema para os Republicanos neste momento é que nenhum dos candidatos na corrida pela nomeação republicana parece estar à altura do tal “Generic Republican Candidate”…
Ainda assim, as sondagens demonstram pelo menos que, depois de um péssimo mandato, Obama é perfeitamente derrotável.
A inflação das notas nas Universidades
A History of College Grade Inflation
The authors don’t attribute steep grade inflation to higher-quality or harder-working students. In fact, one recent study found that students spend significantly less time studying today than they did in the past.
Rather, the researchers argue that grade inflation began picking in the 1960s and 1970s probably because professors were reluctant to give students D’s and F’s. After all, poor grades could land young men in Vietnam.
They then attribute the rapid rise in grade inflation in the last couple of decades to a more “consumer-based approach” to education, which they say “has created both external and internal incentives for the faculty to grade more generously.” More generous grading can produce better instructor reviews, for example, and can help students be more competitive candidates for graduate schools and the job market.
The authors argue that grading standards may become even looser in the coming years, making it increasingly more difficult for graduate schools and employers to distinguish between excellent, good and mediocre students.
More disturbing, they argue, are the potential effects on educational outcomes.
“When college students perceive that the average grade in a class will be an A, they do not try to excel,” they write. “It is likely that the decline in student study hours, student engagement, and literacy are partly the result of diminished academic expectations.”



