“Lamaçal” na SIC N (com Alfredo Barroso e Teresa Caeiro)
Ninguém saiu limpo deste “lamaçal”, mas a actuação de Teresa Caeiro foi particularmente confrangedora.
Com “defesas” deste calibre, o governo não precisa de adversários externos.
“Lamaçal” na SIC N (com Alfredo Barroso e Teresa Caeiro)
Ninguém saiu limpo deste “lamaçal”, mas a actuação de Teresa Caeiro foi particularmente confrangedora.
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Basta ler o curriculum vitae da Teresa Caeiro para ver que ela é a girl prototípica. Não tem qualquer mérito independente da política.
Comentário por Luís Lavoura — Julho 27, 2011 @ 10:48
São pequenos incidentes que não comprometem a continuação da salvação do planeta…onde estão todos de acordo!
Comentário por Lusitânea — Julho 27, 2011 @ 11:02
. Não gostei do que vi. Contudo, por não responder «a nenhuma das 10 perguntas feitas por Alfredo Barroso», agora sim, comentário feito por um básico, Teresa Caeiro pareceu-me uma grande vigarista. Tudo o que na campanha eleitoral foi prometido pela direita, nomeadamente, Portas e Passos Coelho, Teresa Caeiro não respondeu, entrando num histerismo diabólico e falta de carácter. Mulher com muito descaramento. Quanto Alfredo Barroso, ainda que sem resposta às perguntas por ele feitas a Teresa Caeiro, não devia ter-se deixado «enrolar naquela teia traiçoeira, malabarista e badalhoca» para onde a adversária política o quis levar.
Comentário por David Santos — Julho 27, 2011 @ 18:54
… mas será que alguém tem algum mérito ou independência na política?
Comentário por Tim Tim — Julho 27, 2011 @ 19:08
Oh Lavoura e Sr. Alfredo tem CV ou cadastro?
Apenas lhe reconheço o mérito de ser sobrinho do emérito tio….
Comentário por José Castro — Julho 27, 2011 @ 22:14
[...] este comentário, aqui fica a versão integral do “debate” entre Teresa Caeiro e Alfredo Barroso, com [...]
Pingback por Teresa Caeiro e Alfredo Barroso, versão integral do “debate” na SIC Notícias « O Insurgente — Julho 28, 2011 @ 00:56
«Ninguém sai bem»?! Alfredo Barroso só peca pela brandura com que respondeu à javarda que tinha pela frente! Não é preciso muito para estas «tias» porem a mão na anca e serem mais desbocadas e falhas de decência e «nível» do que qualquer peixeira do Bolhão! Deparasse-se ela comigo e não me atinha a chamar «rasquice» ao que ela disse: saía do estúdio corada de vergonha, a chorar baba e ranho, a prometer a ela mesma nunca mais chamar «básico» a ninguém e a implorar ao Deus do Céu dela que nunca ninguém lhe voltasse a dar um bombardeio de insultos assim! Só a torpeza do «quer ficar com os louros de Ernâni Lopes» – uma canalha sem nome!!!
Comentário por João Vilela — Julho 28, 2011 @ 19:17
Alfredo Barroso iniciou o debate com a longa leitura do texto do jornal (por sinal num tom excitadinho e sem dotes declamatórios que tornou o texto atrapalhado e sem nexo), depois citou 4 frases de Paulo Portas, terminando com uma única primeira e final expressão própria, em tom de charada infantil sobre a responsabilidade do texto de Portas: “Quem é que foi que o escreveu, quem é?”. Teresa Caeiro criticou desde logo o papaguear de textos de outros para arrastar o debate ao nível mesquinho e desprovido de ideias próprias em que Barroso se tinha colocado. A partir de então fez questão de centrar sempre o debate nas idéias e nos comentários pessoais aos assuntos tratados, contra o próprio entrevistador que pretendeu por momentos levá-lo para a pieguice patética da ofensasinha pessoal, a que Teresa Caeiro, muito bem, resistiu. Os métodos de 30 anos de debatesinho enfático, brioso de títulos e fraco de ideias, recordado com ternura por Crespo e Barroso acabou. Acabou o clã Soares, e os aventais foram arrumados na última votação para Presidente na Assembléia da República. O discurso cansado dos que construiram e devoraram a terceira República (com a mesma fome com que se banquetearam com os restos esquecidos da carcaça do Império, abatida por si para outros), já não tem lugar. Aplausos a Teresa Caeiro, que no seguimento de Maria José Nogueira Pinto chama palhaços aos palhaços, enquanto estes se contorcem sem perceber que são espasmos do seu próprio estertor.
Comentário por Almendra — Julho 28, 2011 @ 20:30
[...] Manuel Villaverde Cabral: “Para aquela coisa da esquerda, eu realmente já não dou.” 4 – Alfredo Barroso e Teresa Caeiro na SIC-N 5 – [...]
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