Hoje diziam-me que a maioria das pessoas aceitou bem o imposto extraordinário. Claro que sim, os socialistas que estão no poder garantiram que a vasta maioria não paga. Não há diminuição da despesa, são os mesmos de sempre que pagam, os tais 15% de burritos do costume por cá andam a alimentar os espertalhões, os tais que aceitaram muito bem o imposto.
O tuga adora uns almoços grátis. Depois admirem-se que não há investimento nem empreendedorismo e que há fuga de cérebros. A culpa será concerteza dos mercados.
Em Atlas Shrugged, Ayn Rand cria uma sociedade globalmente e progressivamente socialista em que os tais “burros” deixam de produzir. No mundo real as coisas não funcionam assim. Os que produzem fogem do socialismo. As empresas Portuguesas investem fora de Portugal. Quem tem capacidade e possibilidade emigra. Ficam os espertalhões e os que não podem saír. O que é acontecerá no fim? Empobrecimento (também) dos espertalhões que acham que modelo é justo. No fim haverá pelo menos essa justiça. Não há almoços grátis.
É por essas e por outras que trabalhar em Portugal outra vez para mim … só se for num futuro longínquo …
E adivinham-se as novas vagas de recém licenciados a deixarem Portugal para trás à procura de um destino que lhes garanta o profissionalismo que procuram bem como a carteira com algum lá dentro.
Comentário por Marco — Julho 15, 2011 @ 17:11
Pois é. Mas esses espertalhões, para não lhes chamar outra coisa, já começam a uivar por um outro qualquer Oliveira Salazar que lhes garanta poderem continuar a explorar os que produzem, em nome de um qualquer nacional/socialismo em tudo idêntico ao social/socialismo que nos desgraçou.
Comentário por Pável Rodrigues — Julho 15, 2011 @ 19:47
Emigração é que está a dar. Para um sítio civilizado, tipo Suécia, Alemanha, Reino Unido…
Vir cá à parvónia só para ver família e amigos por uns dias e depois voltar para a civilização.
Comentário por Rafael Ortega — Julho 15, 2011 @ 22:28