Procuradora preocupada com aumento de crime violento no distrito de Lisboa
A criminalidade violenta aumenta e espalha-se já de forma indiscriminada pelas diferentes regiões do distrito de Lisboa, alerta a procuradora-geral distrital de Lisboa, Francisca Van Dunen.
(…)
Também o presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), José Manuel Anes manifestou-se, no mês passado, preocupado com “a espectacularidade dos assaltos” registados nos últimos tempos, cada vez mais “violentos, graves e com tácticas assustadoras”.
Leitura complementar: Um país a saque; Um país cada vez mais perigoso; Incompreensível; Infelizmente, já não surpreende…; Setúbal, 2009; Socialismo e insegurança; Quem quer segurança, paga-a (duas vezes, pelo menos); Que bom que é ser cumpridor da lei em Portugal; Portugal não está recomendável; Ganha quem mais danos causar; Animais glorificados; E que tal contratar a Blackwater?
.Liberalizar o porte de armas
.Legalizar o uso da força letal contra criminosos, quer em protecção da propriedade como da vida/liberdade
.Privatizar todas as ruas, bairro a bairro, dando-as aos proprietários imobiliários que as circundam, e autorizar os donos destes condomínios a dicriminar o acesso às suas propriedades, inclusivamente num critério étnico.
.Autorizar a constituição de milícias privadas e de companhias de mercenários, autorizando associações de bairro e actuais empresas de segurança a se armarem.
.Liberalizar o acesso à profissão de segurança, suprimindo a necessidade de alvará (para as empresas) e de certificação obrigatória (para os trabalhadores)
.Retirar o direito de voto a pretos, ciganos e mulheres
.Não contratar mulheres para posições regalianas do Estado, nomeadamente, polícia e justiça
.Autorizar as vítimas de crimes a se vingarem elas próprias, ou a contratarem alguém para fazê-lo, para que os criminosos saibam que a sua libertação (ou não aprisionamento) por motivos processuais não os vai proteger duma qualquer retaliação. Sujeito a uma certa proporcionalidade na sanção do crime por parte da vítima
.Acabar com a cultura chunga, ressentida e parasita dos bairros sociais, destruindo o Estado-social que a cria. Abolição do RMG, do subsídio de desemprego, da construção de alojamento camarário, do abono de família e do divórcio sem culpa, do salário mínimo, assim como dos impostos que financiam todo este desperdício.
.Acabar com a guerra às drogas, que ao atacar as actividades pacíficas e produtivas de bairros inteiros, promove ressentimento desnecessário contra a polícia, impedindo-a posteriormente de exercer as suas funções legítimas (combate ao crime contra a propriedade e contra a vida).
.Restabelecer a pena de morte, aplicada pelos familiares das vítimas (mas não pelo Estado), no caso dos crimes muito graves
Em suma, ganhar colhões e esmagar impiedosamente a ralé.
Comentário por Pedro Bandeira — Julho 5, 2011 @ 23:07
Logo agora que se esgotaram as massas que poderiam comprar os potenciais criminosos segundo as lições da Palma.Mas isso de aumentar à carga dois exércitos de pobres anualmente por nacionalização teria que ter consequências não é?
Comentário por Lusitânea — Julho 6, 2011 @ 08:26
Sim, mas a criminalidade vulgar, que é a que mais afeta as pessoas em geral, está em forte diminuição.
O que se passa é que o número de crimes está a diminuir, mas está a aumentar o número e a espetacularidade de alguns crimes muito especiais, como os assltos a caixas Multibanco, os quais, no entanto, em pouco afetam a segurança geral dos cidadãos.
Comentário por Luís Lavoura — Julho 6, 2011 @ 10:05
Caro Pedro Bandeira
Não tenha pressa, lá chegaremos.
Basta deixar os senhores procuradores e deputados entretidos a fazerem o que têm feito até aqui.
Quando os cidadãos, entregues a si próprios, tiverem mais medo dos bandidos do que das autoridades, tomarão a sua protecção em mãos.
Comentário por ricardo saramago — Julho 6, 2011 @ 17:12
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