Tudo está bem quando acaba bem. Passos e Portas não perdem a face e Nobre fica com um potencial para causar danos francamente limitado: Fernando Nobre desiste de ser presidente da AR, mas fica como deputado
Fernando Nobre recebeu, na primeira volta, 106 votos, 101 deputados votaram em branco e registaram-se 21 votos nulos. Dos 230 deputados, votaram 228. Na segunda volta volta recebeu 105 votos, menos um que na primeira. Recebeu ainda os mesmos em branco (101) e mais um nulo (21). Não votaram dois deputados, ambos do PS.
O candidato do PSD não conseguiu sequer o pleno da bancada que o propôs nas duas votações.
com uma só cajadada. Por Rui A.
A legislatura que aí vem não vai de romantismos, nem de amadorismo político, e carecerá de uma liderança política forte, que Nobre estava longe de assegurar. Passos fica, apesar de tudo, bem na fotografia por ter feito os possíveis para honrar a sua palavra (dada imprudentemente muito antes do tempo, é certo), e teve também a sorte de, com a sua honrada insistência, se ver livre de um possível ministro de qualquer coisa que se ligasse ao “social”, que inevitavelmente lhe traria sarilhos a curto prazo.
Para além de quaisquer desculpas, o Parlamento está refém de outras incompetências e corrupções enraizadas. O passado glorioso do Parlamento não nos poupou à humilhação em decurso.
Comentário por PALAVROSSAVRVS REX — Junho 20, 2011 @ 19:36
Para além de quaisquer desculpas, o Parlamento está refém de outras incompetências e corrupções enraizadas. O passado ‘glorioso’ do Parlamento não nos poupou à humilhação em decurso.
Comentário por PALAVROSSAVRVS REX — Junho 20, 2011 @ 19:36
[...] problema que foi criado inutilmente acabou por se resolver de forma feliz. Sigamos em [...]
Pingback por Fernando Nobre e os abrantes « O Insurgente — Junho 21, 2011 @ 00:52