SONDAGENS. Por Paulo Morais.
Em primeiro lugar, as sondagens constituem uma estimativa da intenção de voto num dado momento, mas são interpretadas pelo público, e até pelos media, como uma previsão. É necessário dissipar esta confusão. Impõe-se que os institutos passem a apresentar não só o resultado das sondagens, mas que expliquem também de que forma estes podem antecipar (ou não) os resultados eleitorais.
Sobre as sondagens. Por Pedro Magalhães.
As empresas, pela voz dos seus responsáveis, já frequentemente assinalam que intenções de voto não são previsões. Lamentavelmente, essa argumentação é um bocado descredibilizada quando vêm depois a público reclamar sem mais que as suas sondagens foram as que mais se aproximaram dos resultados eleitorais como se isso tivesse um significado mais especial do que aquilo que tem.