O Insurgente

Abril 16, 2011

Uma fraude política chamada Fernando Nobre

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:21

A entrevista ao Expresso que visava – presume-se – acalmar os ânimos acaba por ser mais um estridente tiro no pé: Nobre assume que só lhe interessa lugar de presidente da AR, PSD dividido

A maioria dos críticos próximos de Passos prefere manter o anonimato. Ou porque não querem fragilizar o combate eleitoral, ou porque preferem esperar pelo Conselho Nacional deste domingo. Mas já há quem tenha questionado a opção. Pacheco Pereira, por exemplo. Durante a pré-campanha para as presidenciais, a 27 de Dezembro, criticara a “postura” de Fernando Nobre no seu blogue Abrupto por lhe adivinhar “uma mistura de vaidade e aproveitamento biográfico sem pudor, populismo e ignorância”. Acusou-o de fazer “política do pior”. Ao PÚBLICO disse que o retrato que faz de Nobre não mudou: “As minhas opiniões são as mesmas, não deixei de as ter.”

Já Marques Mendes, que até não critica a escolha de Nobre para deputado pelo PSD, considerou esta semana “uma fraude” para o partido que escolheu Nobre e para os eleitores que nele votarem se ele abandonar a Assembleia da República se não for eleito presidenta da mesma.

Santana Lopes também não poupou críticas e o PÚBLICO sabe que mesmo no círculo mais íntimo de Passos Coelho no PSD o assunto é polémico.

Entrevista de Nobre torna mais difícil voto do CDS-PP, avisa Paulo Portas

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, criticou hoje as declarações de Fernando Nobre avisando que assim se torna “muito difícil” ter o voto dos centristas e alertando que não são os políticos que impõem condições aos eleitores, mas o contrário.

Sinais do passado

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 14:02

Jordi Savall tem feito um trabalho notável na recuperação de uma cultura que também é nossa. Mas os verdadeiros guardiões desta memória tão mal recordada na Ibéria estão em Sarajevo, Belgrado, Salónica, e em mais três cantos mundo. Quando quisermos entender-nos enquanto povo e cultura, vamos ter que olhar para o Levante. Na verdade, até deveríamos dar a volta ao Mediterrâneo. O problema é que agora estamos muito preocupados em progredir, e em  transformarmo-nos em finlandeses ou suecos.

A força da má imprensa

The United Arab Emirates will stop individuals and small businesses accessing the most private data services offered by BlackBerry, a UAE newspaper said on Saturday, months after resolving a dispute over its access to information.

Apelar ao consumo nacional é perigoso?

Filed under: Diversos,Portugal — elisabetejoaquim @ 12:42

A acreditar pelas reacções liberais à campanha que por aí anda nesse sentido, sim.

Aparentemente, compra nacionalista traduz-se em proteccionismo. Como explicar aqui o fantasma do proteccionismo dado que o movimento não advoga nenhum tipo de enquadramento legal que pudesse forçar outros a comprar nacional contra a sua vontade? Apenas com uma crença: a compra reiterada de produtos nacionais só porque são nacionais teria efeitos perniciosos na saúde da nossa economia por se viciarem as leis da concorrência ao premiarem-se os não competitivos.

O problema dessa crença que permite identificar escolha livre de produtos nacionais com proteccionismo é que parte de uma crença prévia e anti-liberal: a irracionalidade do consumidor. É preciso acreditar que o consumidor é por natureza irracional, capaz de comportamentos de consumo reiteradamente estúpidos que o prejudiquem, escolhendo repetidamente produtos não competitivos, e que nesse sentido é preciso educá-lo.

Ora, o que a campanha advoga é optar por produtos portugueses sempre que pudermos, mesmo que isso implique pagar mais uns cêntimos. “Sempre que se possa” não é o mesmo que “sempre” – prevê-se que se escolham produtos portugueses mas apenas enquanto forem competitivos; e aceitar “pagar mais uns cêntimos” é preferir português desde que o custo dessa preferência seja mínimo.

O Made in Portugal passa então a ser uma marca como qualquer outra, inocuamente sujeita à preferência dos consumidores, como sucede com qualquer outra marca que incorpora por definição a sua imagem no custo do produto: escolhida enquanto tal se isso se apresentar como racional para o consumidor.

Acreditar que sem espartilhos legais esta campanha que já junta quase 80 000 no Facebook se possa sequer aproximar de um perigoso proteccionismo é não compreender que há fenómenos que, graças à racionalidade intrínseca do mercado, apenas podem acontecer quando o Estado impõe a sua mão educando os estúpidos dos consumidores.

Robert Fishman e a crise portuguesa

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 12:00

Robert Fishman e um Portugal sem Problemas. Por Filipe Faria.

Depois de ler este texto do sociólogo Robert Fishman chego à conclusão que afinal Portugal não tem problemas de maior e que apenas as agências de rating são culpadas. É isto verdade? Claramente não. Sou um acérrimo crítico da falta de competição no mercado das agências de rating mas fingir que o problema está apenas no lado delas é esquecer que estamos a chegar rapidamente a uma dívida pública de 100% do PIB que vai hipotecar as próximas gerações. Isto não foi culpa das agências de rating mas dos nossos políticos e dos incentivos da UE.

Environmentalism Is the New Religion

Filed under: Ambiente,Política — António Costa Amaral (AA) @ 11:56

It’s Official: Environmentalism Is the New Religion:

Robert Nelson, in the Independent Institute’s recent book, The New Holy Wars, points out that environmental religion owes its moral activism, ascetic discipline, reverence for nature, and fallen view of man to the Protestant theology of John Calvin.

Manhattan’s new Church of Earthalujah is perhaps the most striking—though hardly rare—expression of this new religion.

…these freak storms and tsunamis and flocks of blackbirds are not a coincidence—it’s the Earth talking to us. The Earth’s physical systems are in revolt.

Consensus of lies

Filed under: Ambiente,Política — António Costa Amaral (AA) @ 11:41

Ten Major Failures of So-called Consensus Climate Science:

We will look at some of the major findings, assessments or model predictions from the IPCC and other national climate centers and NGOs, that we believe have failed and let you decide then whether or not the their science and model projections should be the bedrock onto which we build public policy.

The ten issues:

1. Warming is said to be unprecedented and accelerating. It is neither.
2. Global warming is not GLOBAL
3. Winters would grow increasingly warm
4. The entire Northern Hemisphere would experience less snow and snowcover
5. The arctic oscillation (AO) would become increasingly positive, aiding in the warming
6. Global warming would lead to a permanent or semi-permanent El Nino
7. Atmosphere will warm faster than surface (because that is where the heat trapping gases are).
8. Record highs and heat waves are increasing
9. Sea levels are rising at an increasing, alarming rate
10. Droughts and floods will worsen

Desastroso

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 09:00

Quantos votos irá custar ao PSD a escolha atabalhoada de vários dos cabeças de lista?

Fernando Nobre está longe de ser o único erro de casting entre os nomes divulgados, mas prepara-se para ser – por larga margem – o mais gravoso para as aspirações de Pedro Passos Coelho e do PSD.

O FMI é o nosso Salvador!

Filed under: Economia,Política,Portugal — elisabetejoaquim @ 02:48
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Mas os seus poderes de Super-Herói, capazes de fazer países crescer ao mesmo tempo que se aumenta os impostos, caducam em 2013. Aí, quem nos vai dar mama é o Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, explica a Standard & Poor’.

Este mecanismo europeu, que só entra em funcionamento a partir de 2013, permitirá, por exemplo, que os países recomprem dívida nos mercados com dinheiro europeu e irá, à partida, incluir um cenário de reestruturação da dívida, onde os países em risco poderiam negociar o reescalonamento da sua dívida de uma forma coordenada a nível europeu.

Ou seja, como já é óbvio para muitos (curiosamente menos para a nossa direita que, talvez com reminiscências salazaristas, não fosse a nossa direita mais moral que intelectual, parece achar que pagar as dívidas se resume a uma questão de honrar compromissos – mesmo que matematicamente impossíveis – sob pena de, vergonha!, sermos vistos pelos nossos superiores colegas europeus como caloteiros), a reestruturação da dívida é  inevitável. O FMI só cá está para nos colocar em banho maria e vigiar enquanto não estreia o novo tabuleiro monopoly 2.0 da EU. Até lá, demos graças pelo FMI e rezemos para que, como que por milagre, a factura a pagar pelo FMI+reestruturação seja menor do que a factura a pagar por uma reestruturação imposta já.

Abril 15, 2011

A reestruturação da dívida portuguesa

Filed under: Economia,Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:58

Quanto mais tarde se avançar para o haircut, piores serão as suas consequências: A PRIMEIRA REESTRUTURAÇÃO? Por Álvaro Santos Pereira.

A reestruturação da dívida grega poderá acontecer ainda antes de 2013. Se tal acontecer, as grandes questões que se colocam são: e a Irlanda? E Portugal? Valerá esperar por 2013 só para que os bancos alemães (e franceses e espanhóis e, de certa forma, portugueses) tenham tempo para se livrarem dos activos “tóxicos” da dívida pública destes países antes que a reestruturação da dívida seja feita em 2013 ou 2014?

Delicioso

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Portugal — ruicarmo @ 23:39

Como era previsível, por Filipe Nunes Vicente no Mar Salgado.

(…) Do lado do PS-Governo, o mesmo calculismo eleitoral. É evidente para qualquer mesencéfalo  que mais vale eleições agora, perto das últimas, do que lá para o fim da legislatura. Agora pode queixar-se do coito interrompido, mais tarde  seria o deserto ( a margem sul). Pouco  importa se a casca de banana e  a armadilha resultaram. Um governo é feito para governar , não para organizar safaris. Se entendiam estar no bom caminho, insistiam as vezes que fossem necessárias.

Também  preocupante é o registo infantil e virulento da discussão. Assessores, agências, blogojornalistas agenciados ( um enxame…)  e wannabes diversos  vestem a camisola e dedicam-se ao arremesso de bolas de golfe. Se isto  era irrelevante em tempos  normais, agora é muito mau sinal. Quando as coisas aquecem a sério, dispensa-se a histeria: manter  a cabeça fria, refrear a réplica indigente  e conter as emoções são requisitos essenciais.
Resumindo: vamos  ter uma  campanha eleitoral para discutir quem  provocou a campanha eleitoral. Uma democracia, portanto, inimiga da liberdade. Uma simples representação.

A crise de 2011 comparada com a crise de 1891

Filed under: Economia,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:00

Semelhanças e diferenças entre duas crises (1891 e 2011). Por Luís Aguiar Santos.

Que “lições” retiraria para a época actual em termos de risco de default parcial e de eventualidade de uma reestruturação da dívida (em 1892 houve uma redução unilateral dos juros da dívida consolidada, como o Luís refere [aqui])?

Comparativamente, a dependência do endividamento e o seu peso superam hoje o da crise de 1891 e mesmo o do pico anterior de 75% do PIB no fim da I República. Nos nossos dias o endividamento do Estado financia a subsistência de uma percentagem muito grande da população e qualquer “dieta” pública comparável à de 1892-1902 afectará directamente o rendimento de milhões de portugueses muito relutantes em apoiar medidas que os prejudiquem durante um período relativamente longo. Um default com suspensão unilateral de pagamentos a credores não é alternativa, pois a estrutura da despesa é muito mais rígida do que há 120 anos e o recurso à pressão fiscal estaria longe de acudir à parte nuclear das necessidades de financiamento (acresce que a utilização dos sofisticados mecanismos fiscais dos nossos dias para tentar compensar a diminuição do recurso ao endividamento crescente pode deprimir seriamente a economia numa escala inimaginável em 1890 – aliás, hoje já estamos em recessão e crescimento nulo crónicos, ao contrário do que aconteceu na crise anterior). Hoje, a seguir ao default continuaria a não haver recursos para acudir àquelas necessidades no médio prazo. As «lições» parecem-me ser que o ajustamento actual será socialmente muito mais doloroso e que o Estado o fará sob um regime de protectorado de instâncias externas que, apesar de tudo, esteve em condições de evitar em 1890-1902.

Recomendo a leitura integral aqui.

A redução do número de funcionários públicos e a contabilidade criativa

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:17

A VERDADE DA REDUÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. Por Álvaro Santos Pereira.

Nos últimos dias, uma das notícias que dominou os meios de comunicação social foi a redução do número de funcionários da Administração Central, uma redução de quase 17 mil trabalhadores nos últimos 14 meses. A notícia desta extraordinária diminuição do número dos trabalhadores do Estado foi saudada como sendo demonstrativa do enorme esforço de contenção de despesas que tem sido levado a cabo nos últimos meses, sendo ainda mais uma prova dos efeitos dessa impressionante reforma estrutural que tem por nome de PRACE.

(…)

Os trabalhadores da Administração Central não incluem nem os trabalhadores do Sector Empresarial do Estado (SEE), nem aqueles(as) trabalhadores(as) que transitaram para as autarquias locais ao abrigo de protocolos com o próprio Estado.
Este é um pormenor importante, porque quando, por exemplo, um hospital do Estado é transformado em hospital empresa (i.e. transita para o SEE), os trabalhadores desse hospital deixam de ser classificados como funcionários públicos. Os trabalhadores que transitam da alçada da Administração Central para as autarquias nem sequer figuram na contabilidade oficial do Estado.
Ora, sabendo que o Ministério das Finanças se vangloria por esta diminuição “inédita” do número de funcionários públicos, interessa perguntar: quantos destes funcionários transitaram para as empresas públicas do Estado e deixaram de aparecer como funcionários públicos?
Entre 2005 e 2009, mais de 53 mil. Assim, e como podemos ver no gráfico abaixo, a transformação dos hospitais públicos em hospitais-empresas levou a que o número de trabalhadores do SEE aumentasse de cerca de 96 mil em 2005 para mais de 150 mil em 2009. Obviamente, esta subida do número de trabalhadores do SEE foi compensada por uma redução equivalente (eu diria até “inédita”) do número de funcionários públicos.

(…)

Por outras palavras, mais uma vez, a contabilidade criativa no seu melhor. Infelizmente para o governo e felizmente para nós, ainda existem entidades independentes que têm denunciado o que tem sido feito nos últimos anos. Assim, aconselho vivamente a leitura dos relatórios do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado e os relatórios da UTAO. O Banco de Portugal também já analisou o assunto e concluiu que mais de dois terços da extraodinária redução das despesas com o pessoal de 1,9% do PIB entre 2004 e 2008 se ficou a dever à transformação dos hospitais públicos em entidades do SEE. Uma redução verdadeiramente inédita, sem dúvida.
Para 2010 ainda não temos números definitivos, mas já temos alguns dados que nos dão uma ideia que a redução dos 17 mil trabalhadores propagados pelo governo é, em parte, uma mera continuação deste processo.

An Undemocratic Bailout

Filed under: Economia,Política,Portugal — elisabetejoaquim @ 21:03
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The European Union and the I.M.F. should give Portugal a bridge loan and wait to negotiate a deal until there is a new government in place. This would give Portuguese voters a chance to vote on proposals by each party to address the emergency, diz o editor do NYT, que obviamente não conhece Portugal. Nós não estamos preocupados com a legitimidade do pacote de ajuda; não queremos saber de alternativas; tratamos com escárnio os pequenos partidos que as discutem; e os nossos três maiores partidos, que nunca puseram em causa a legitimidade da ajuda, noblesse oblige, não saberiam como distinguir-se na campanha quanto às “propostas para fazer face à emergência”. Tudo isso são questões democráticas de interesse menor. O que realmente nos preocupa são as listas de candidatos, os podres, as caricaturas, os despiques, as vinganças, enfim, as lutas de galos pelos tachos entre as duas barricadas do poder centralizado. Bem vindos a Portugal.

A Sociedade Lusa de Negócios e o Grande Oriente Lusitano

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal,Religião — André Azevedo Alves @ 20:32

Presidente da SNL vai ser grão-mestre do Grande Oriente Lusitano

Fernando Lima, ex-presidente da construtora Abrantina e da antiga Engil, que sucedeu a Miguel Cadilhe na presidência da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) deverá ser o próximo grão mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL). A lista de Fernando Lima, classificada por fontes do i como potencial vencedora, concorre contra uma outra liderada pelo médico Prata da Costa. A eleição, que ocorrerá em Junho, é por voto secreto e nela participam os mestres de todas as lojas maçónicas que integram o GOL.

Fernando Lima subiu a chairmain da SLN em 2009, com o objectivo de reconstruir o grupo, pela defesa dos interesses de mais de 350 accionistas e 4.260 colaboradores.

Sobre a sustentabilidade do SNS

Filed under: Double standards,Economia,Política,Portugal,Saúde — André Azevedo Alves @ 20:29

Mais um efeito de décadas de socialismo que agora culminam na bancarrota Sócrates: Maternidade Alfredo da Costa está a pedir donativos aos utentes

Reagindo a esta notícia, o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, Pedro Lopes, considera “incorrecto” estar a pedir donativos aos utentes, confessando não estar a par deste tipo de iniciativas em nenhum hospital, indica ainda a RR online.

“Os hospitais têm um momento próprio para serem financiados. Discutem o financiamento e, depois, fazem uma execução orçamental na base desse orçamento. Imagine que todos os hospitais começam a pedir a utentes e doentes que dêem qualquer coisinha. Não é razoável”, argumentou Pedro Lopes.

(…)

Apesar do aperto financeiro, a ministra da Saúde, Ana Jorge, garantiu ontem que “não vai haver falta” de medicamentos nos hospitais.

Mais um “esquerdista mimado a querer mandar nos credores”

Filed under: Economia,Política,Portugal,Videos — elisabetejoaquim @ 20:01
Tags:

Tiago Caiado Guerreiro: “Nós vamos incumprir. O Banco Central Europeu, a Comissão Europeia, andam todos a tentar esconder a situação, mas nós vamos ter de renegociar a dívida (…). Simplesmente porque o Estado português, e ninguém tem coragem de dizer isto, está falido.

A culpa é da oposição que não aprovou o PEC 4 (3)

Filed under: Ambiente,Economia,Política,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 18:41

Maternidade Alfredo da Costa está a pedir donativos aos utentes,  para manter o  serviço de qualidade. Agradeçam a mais um superavit que apareceu hoje nos media.

Soninho de primeira

Miguel Portas: olha para o que digo, não por onde viajo.

15 de Abril

Filed under: Videos — Nuno Branco @ 14:34

Dia de pagar impostos, dia de estrear Atlas Shrugged.

Go Frisco!

DESCUBRA AS DIFERENÇAS COM JOÃO TÁVORA E JOÃO VILLALOBOS

Filed under: Insurgentes nos media,Internacional,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 14:31

DESCUBRA AS DIFERENÇAS

 O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO

(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)

 SEXTA-FEIRA, 15 de ABRIL – 18H05

Domingo, 17 de Abril – 19H05 (REDIFUSÃO)

 

Esta semana,André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com João Villalobos e João Távora.

Juntos, analisam alguns dos principais temas da actualidade:

 - Nobre lista  - O PSD convidou Fernando Nobre para a lista de deputados a eleger por Lisboa, prometendo-lhe também a presidência da Assembleia da República. É assim que se convence a sociedade civil a votar? 

- FMI em Portugal – O governo já pediu ajuda externa, faltando agora negociar  as medidas que a irão pagar. Como vai ser a vida, com o FMI a controlar as contas?

- Nuclear – O Japão elevou de 5 para 7 o nível do acidente nuclear em Fukushima, colocando-o no mesmo patamar da catástrofe de Tchernobyl. O nuclear já era?

- Justiça – Com o início do julgamento de Berlusconi, em Milão, e a detenção de Mubarak, no Egipto, podemos dizer que a Justiça é verdadeiramente cega?

 “Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

PODCAST: http://descubraasdiferencas.podomatic.com

descubraasdiferencas@radioeuropa.fm 

Emissão também disponível online em www.radioeuropa.fm ou através das boxes ZON

Um povo de especuladores

Filed under: Economia,Portugal — Nuno Branco @ 10:19

Portugueses recusam-se a emprestar dinheiro ao Estado. Aguardo ansiosamente pela denuncia do Governo deste comportamento “irracional”. Se calhar é tão irracional que devia ser probido… pensem lá nisso que eu gosto de ver até onde vai a vossa lógica.

Credores Vs Devedores: Quem manda?

Filed under: Cartoons,Economia,Educação,Política,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 08:45
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O mundo está cada vez mais dos devedores. Qualquer dia são eles que fixam as condições aos credores!

Nestas alturas lembro-me das 2 páginas de Irwin Schiff sobre o assunto:

Consequências:

- Sem direito à propriedade privada, não há incentivo à poupança

- Sem poupança, não há recursos para permitir o investimento

- Sem investimento não há produção

- Sem produção mais tarde ou mais cedo não haverá consumo

E depois ainda vem  a CGTP querer fixar as condições ao FMI

Treinadores Portugueses dão cartas

Filed under: Desporto,Internacional,Política,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 08:36
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Em 8 equipas nas Meias finais das 2 competições Europeias…

… 3 são Portuguesas.

… 4 são treinadas por Portugueses.

… 6 são Ibéricas. Só um jogo não tem ambas as equipas da Ibéria.

Pergunta: se temos tão bons cérebros no Futebol (50% dos treinadores), porque é que não temos a mesma inteligência na escolha de opções políticas e na condução da política económica?

O desgraçado

Deixou de ser apenas idiota. Passou a ser útil.

Podia ser o céu azul

Mas é o critério jornalístico que define as boas ou as más Primaveras.

Abril 14, 2011

CGTP continua a sua luta com a realidade

Filed under: Política,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 23:31
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Leiam se acharem piada.

Desde ditar a taxa de juro do FMI (3.1%) a antecipação da reestruturação da dívida, este documento tem tudo e o seu contrário, mostrando a confusão que vai naquelas cabeças. Recomenda-se.

Irracionalidades

Filed under: Comentário,Política,Portugal — Bruno Alves @ 22:55

(publicado também aqui)

O dr. Silva Pereira, que segundo consta, é Ministro do Governo do Partido Socialista que tão bem tomou conta dos destinos do país até que uma oposição “irresponsável” nos lançou no abismo, mostrou-se hoje muito agastado com “a irracionalidade” que, segundo ele, “vai nesses mercados”. Deixemos de lado a riqueza da linguagem do senhor ministro, e deixemos também de lado o facto de que quem está disposto a emprestar dinheiro a Portugal só o faz a juros altíssimos ser um comportamento que nada tem de irracional. Entre a “irracionalidade” dos “mercados” e a de governantes como os senhores do PS, dêem-me a irracionalidade “dos mercados” todos os dias. No mercado, só compra e vende quem quer às condições que bem entende aceitar ou rejeitar, enquanto que o Estado governado por inteligências como o sr. Silva Pereira me obriga a “comprar” um Estado Providência falido, um Serviço Nacional de Saúde ineficaz, um sistema educativo miserável, e uma série de políticas que não conseguem senão arrastar todo um país para a situação absolutamente desesperada em que Portugal actualmente se encontra.

3 em 4 num país à espera do FMI

Filed under: Desporto,Internacional,Media,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:42

FC Porto, Braga e Benfica: três em quatro nas mais-finais da Liga Europa. Nem tudo vai mal em Portugal…

Ricardo Rodrigues em acção

Filed under: Justiça,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 21:00

O cabeça de lista do PS pelos Açores, Ricardo Rodrigues, num dos momentos altos da sua carreira política.

Deputado do PS, Ricardo Rodrigues, ‘rouba’ gravadores a jornalistas @ RTP 2010

A crescente proximidade entre José Sócrates e Santana Lopes

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Separados à nascença? Por PPM.

Compreende-se que os seguidores de José Sócrates citem agora tão profusamente Santana Lopes. É que Sócrates está cada vez mais parecido com Santana – e vice-versa.

Cabeças de lista do PSD

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:29

Os 22 cabeças de lista do PSD às eleições legislativas

(mais…)

It’s all so quiet

Filed under: Economia,Política,Portugal — elisabetejoaquim @ 19:11
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Os jornais portugueses noticiam que os pobres dos gregos estão chocados com as notícias de que já se fazem avaliações sobre um “corte de cabelo” gigante, entre 40 a 70%, da dívida soberana do país. Um processo de reestruturação da dívida que parece imparável.

Por aqui, os juros da dívida portuguesa disparam com receios de reestruturação de dívida, mas ninguém está chocado, muito menos os principais partidos em campanha que não têm sequer referido o óbvio por não ousarem pôr em causa a bondade do FMI, o nosso omnipotente salvador, como se a hipótese de Portugal vir a devolver o dinheiro aos credores nos prazos estipulados fosse matematicamente possível. Para Pedro Silva Pereira, os níveis actuais das taxas de juro de Portugal reflectem “a irracionalidade que vai nesses mercados” – como é possível que tenhamos os piores resultados desde a nossa entrada no euro precisamente quando entra a ajuda? Os mercados só podem estar loucos.

Enquanto não se conseguem ouvir vozes dissonantes do PS no PSD ou CDS quanto à bondade de nos endividarmos ad infinitum, os tiririca anti-sistema BE e Verdes lá vão apresentando projectos de reestruturação (unilateral) da dívida. E mesmo recebendo dicas insuspeitas sobre usar a reestruturação da dívida como arma negocial, a nossa intrépida direita continua a piar baixinho para não afastar o festim do FMI e assim adiar acordar a ira do povinho, pelo menos para depois das eleições.

Ninguém apresenta números fiáveis

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 16:57

Eurostat: Portugal tem poucos escritores e artistas

Estes tipos do Eurostat não estão a ver bem a coisa. O que não falta nesta terra são artistas. Só no governo…

Falácias de esquerda- Nós ou a anarquia…

Filed under: Política,Portugal,Teoria — Ricardo G. Francisco @ 16:56

Foi a resposta a um “porque não fechar a Carris” e abrir o transporte privado de passageiros a privados? Entre o extremo socialista que existe hoje em que as decisões sobre a rede e a propriedade da rede são do Estado até ao Estado estar completamente fora vai uma distancia muito grande. Embora pessoalmente ache que o melhor caminho era simplesmente o Estado sair de todo deste negócio, não vejo razões para não avançarmos para um meio termo. Decisão de planeamento da rede e concessão da exploração das linhas.

Para quem ache que a privatização de um monopólio nesta área só vai trazer desgraças, lembro que muitos partilhavam dessa mesma posição antes da privatização do que se tornou a Portugal Telecom. Hoje temos um sector de telecomunicações avançado, eficiente e rentável. Podia ser melhor? Pois podia.  Mas se tivesse ficado como estava era mais um factor de atraso e mais um buraco orçamental.

São as boas experiências que demonstram a falácia do argumento “socialismo ou anarquia”. Um argumento falacioso porque exclui outros resultados. Dos que não interessam aos que vivem dos restos do monstro.

O “Mercado” não faz milagres. É moral porque não põe uns a pagar os desvarios dos outros, porque não obriga uns nem tira escolhas a outros e porque, já agora e em regra, é mais eficiente e eficaz a atingir os resultados.

Almeida Santos: “Estava a haver uma evolução espectacular”

Filed under: Media,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 16:14


(via Albergue Espanhol)

O socialismo e o colapso do Estado

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:41

O colapso de um país. Por Miguel Noronha.

Depois das forças de segurança são as forças armadas que agora estão sem dinheiro para pagar salários e pensões. Uma a uma, as funções nucleares do estado entram em colapso. Não estranhem daqui a dias atrasos no pagamento de funcionários públicos. Se o problema se resumir a atrasos já não será mau. A única coisa que ainda parece funcionar é a máquina abrantina.

Fernando Nobre e Ricardo Rodrigues

Filed under: Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:39

Um psicodrama. Por Helena Matos.

Pessoalmente não vejo qualquer vantagem na escolha de Fernando Nobre por Passos Coelho mas tenho a certeza que se Nobre tivesse aceite integrar as listas do PS o caso seria apresentado como um triunfo do secretário-geral do PS. Mas enfim esse duplo critério faz parte da política portuguesa e não está escrito nas estrelas que os sociais-democratas nao consigam dar a volta a isso, acabando até numa segunda fase a retirar benefício desa disparidade (por ex. Cavaco Silva, Rui Rio e Alberto João). O que de todo não entendo é que nem uns minutos se dediquem a debater a escolha do deputado Ricardo Rodrigues para cabeça de lista do PS nos Açores. Existe um patamar mínimo moral para se exercerem funções políticas e que a ditadura do politicamente correcto impeça que se faça esse debate é um sinal do psicodrama que é hoje Portugal.

Ultra-neo-liberais finlandeses ameaçam socialismo português

Filed under: Economia,Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 15:34

Depois dos malvados ultra-neo-liberais suecos terem criticado duramente a irresponsável governação socialista que conduziu à bancarrota Sócrates, agora são os ultra-neo-liberais finlandeses a ameaçar causar problemas à ampla coligação estatista que tem governado Portugal nas últimas décadas: Parlamento finlandês pode inviabilizar empréstimo do país a Portugal

A base de apoio dos partidos eurocépticos, que se opõem a um resgate financeiro de Portugal, tem aumentado no país, segundo sondagens recentes, a ponto de poderem gerar um novo equilíbrio parlamentar sobre esta questão.

O que vale é que Portugal continua a ter um governo capaz de criticar com voz grossa aqueles a quem mendiga ajuda depois de ter levado o país à bancarrota.

Moçambique será mais um narco-estado?

Filed under: Ambiente,Internacional,Justiça,Política,Saúde — ruicarmo @ 14:25

As aventuras e as ligações ao poder do  senhor Mohamed Bachir Suleman. Um artigo do Washington Times.

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Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

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