Será que a Troika do FMI vai aproveitar a tolerância de ponto amanhã?
Abril 20, 2011
Síria: back to basics VIII
A ONU é um caso terminal mas o que me deixa apreensivo é a falta de notícias da rosa do deserto. Ultrapassados que foram 48 anos de estado de emergência, por via legislativa, apesar das indicações relativamente duras de como tratar de quem não respeita o que deve ser respeitado, a pátria de Bashar Assad prepara-se para brilhar no seio da ONU. Faz todo o sentido.
Abril 19, 2011
A Terra precisa de ser salva
Falência à Portuguesa
A tolerância de ponto agora anunciada é apenas mais um pormenor a adicionar à lista que já vai longa. Desde a inauguração de obras públicas a novos investimentos continua o país a andar como se nada de estranho se passasse. Falidos? Pois claro, mas nesta terra o problema se calhar resolve-se mais depressa com psiquiatras do que com economistas. O FMI não tem disso?
Fernando Nobre e o PSD
Fernando Nobre é a Maior Bolha Especulativa Política de Sempre. Por Ricardo Vicente.
Fernando Nobre é uma bolha política que não necessitará de nenhum tiro para rebentar: o seu comportamento errático será mais que suficiente.
Só tenho muita pena que esta bolha vá acabar por estourar no parlamento português e, ainda por cima, nas mãos do PSD.
Duas perguntas a fazer
o valor negativo da democracia. Por Rui A.
Primeira, o governo em exercício merece continuar em funções? Segunda, na oposição há alguém que mereça incondicionalmente o nosso voto? A resposta às duas perguntas é diferentemente negativa: se os partidos da oposição estão longe de merecerem o nosso entusiasmo incondicional, nenhum governo que leve um país à bancarrota poderá manter-se por muito tempo mais em funções. Teremos, então, de arriscar nos partidos da oposição, esperando que não nos desiludam ainda mais do que aquele que pretendemos substituir.
Fernando Nobre, os bastidores de uma escolha
Algo que não sabe sobre Nobre, por Luís Osório, no Sol.
Why Britain shouldn’t join the Portuguese bailout
Ten reasons why Britain shouldn’t join the Portuguese bailout. Por Daniel Hannan.
5. You don’t help an indebted friend by pressing more loans on him. There is an argument for helping Portugal by restructuring its existing debt; there is no argument whatever for increasing its liabilities.
6. This is about rescuing the euro, not about rescuing Portugal. The bailout money will go to European bankers and bondholders, the repayment will come from Portuguese taxpayers. The people of one of the poorest states in Western Europe are being burdened with the cost of propping up the entire European banking system.
(…)
10.Portugal is our oldest and truest friend in Europe, and has ranged itself alongside us in quarrel after quarrel. We were prepared, through the centuries, to support our allies against pressure from Madrid and Paris. If we will not now support them against pressure from Brussels and Frankfurt, who will?
Adiar o inevitável
Lew Rockwell sobre O colapso da União Europeia:
O caso de Portugal e a reação finlandesa deveriam servir de alerta. Todos esses pacotes de socorro e de estímulos não podem ocultar o fato de que os governos e os sistemas bancários dos EUA e da Europa estão fundamentalmente quebrados, e são sustentados apenas pelo poder de seus respectivos bancos centrais de criar dinheiro do nada. Cada intervenção serve apenas para comprar tempo e adiar o inevitável; elas não atacam os problemas fundamentais. E, a cada vez que os problemas reaparecem, eles são piores do que antes.
Não é necessário ser um Verdadeiro Finlandês para reconhecer a injustiça de se dar pacotes de socorro para governos estrangeiros. Nem nacionalismo nem pacotes de socorro irão corrigir os problemas reais. O mundo eventualmente terá de voltar a uma moeda sólida. Porém, o caminho até esse fim será árduo, e haverá grandes convulsões.
Surely he hath borne our griefs
Para os incréus, há a música, felizmente. Porque nos permite entender, ainda que de uma forma superficial, o que é a devoção à Paixão. E porque também temos as nossas angústias.
Espiritualidades
Cursos espirituais. As datas de conclusão deverão coincidir com os eventos de 2014 e 2016. Imagem e notícia do blog de Reinaldo Azevedo.
Diagnosticar sem apresentar alternativas
PSD faz diagnóstico da situação do país à troika
O PSD não apresentará medidas para ajudar a resolver a situação financeira do país no encontro desta manhã entre elementos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional com representantes do partido. Pedro Passos Coelho indica que o PSD se limitará a fazer um “diagnóstico da situação e a apresentar algumas linhas de força para o futuro”.
um outro modelo. Por Rui A.
O que deverá então estar reflectido num documento programático de um partido que poderá chefiar o próximo governo é, a meu ver, o modo como o estado devolverá as funções que usurpou à sociedade nas últimas décadas. Para isto não chega «privatizar», como o documento refere de passagem, embora alienar todo o sector empresarial público seja, mais do que uma necessidade económica, uma obrigação moral: chega de empresas públicas desnecessárias, falidas e geridas por gestores políticos pagos com salários milionários. Mas, para além de privatizar, é necessário desestatizar a sociedade, começando por abrir à iniciativa privada e à liberdade contratual e individual, de forma ilimitada e sem os controles actualmente existentes, os sectores da educação, da saúde, da previdência, da regulamentação laboral e largos domínios da segurança, da justiça e até mesmo do direito público. Afastar o estado das corporações e deixar ao mercado a responsabilidade da livre escolha, em vez de manter os interesses instalados, será também essencial para o arejamento da nossa vida social. Mudar de paradigma, infelizmente a correr e à pressa, é o que nos vai suceder pela força das circunstâncias. Os governantes dos próximos anos terão de estar cientes disso e devem dizê-lo claramente aos portugueses.
Leitura complementar: Uma miséria.
Estatizar com a organização do protesto “Geração à Rasca” e o BE
Organização do protesto “Geração à Rasca” quer levar lei contra a precariedade ao Parlamento
O movimento que organizou o protesto “Geração à Rasca”, os Precários Inflexíveis, FERVE e Intermitentes do Espectáculo, começam hoje em Lisboa uma recolha de assinaturas para levarem o Parlamento a discutir a “Lei contra a Precariedade Laboral”.
(…)
Segundo o texto de apresentação, a “Lei Contra a Precariedade” baseia-se nas “três vertentes mais comuns e injustas [do mercado de trabalho]: os falsos recibos verdes, a contratação a prazo e o trabalho temporário”.
Oh oh, here we go again…
Portugal sofre de um claro problema de taxa de juro baixa face aos consumidores que tem:
- Poupa-se pouco, consome-se muito, levando ao aumento do crédito mal parado;
- Sectores que usem muito crédito sobem (os chamados bens de consumo duradouro).
Em Portugal não existe, pelo menos há 15 anos, uma cultura de poupança. Assim, gasta-se o que não se tem e todos se tornam proprietários da sua casa, inchando uma bolha até… até… até… …
Bem, a notícia hoje é que Portugal teve, segundo os últimos dados disponíveis, o 2º maior boom de construção na UE em Fevereiro de 2011.
Espero que seja algo episódico e que o indicador “corrija” nos próximos meses. Se acelerar, here we go again…
Here he goes again…
Muito se tem falado das sinuosas curvas ideológicas de Fernando Nobre que passou de fervoroso apoiante do Bloco de Esquerda a candidato a deputado/Presidente da Assembleia da República (riscar o que não interessa) pelo PSD, tendo, pelo caminho, experimentado uma glória ilusória baseada no fundamentalismo anti-partidário. Mas esta miséria de coerência tem representantes maiores. O que dizer de Freitas do Amaral que, depois do percurso político que construiu, ameaça mais desenhar-lhe mais uma curva apertada?
A comparação entre Madonna e Freitas do Amaral feita pelo Rui A. é, de facto, muito oportuna. Mas não tanto pela semelhança entre as opções abruptas da senhora na religião com as de Freitas na política. Antes porque a promiscuidade com que a senhora salta de marido em marido é quase tão grande como a de Freitas do Amaral quando faz o seu percurso político a saltar de partido em partido, de apoio em apoio, de opinião em opinião.
Infelizmente, a estatura intelectual que o próprio alcançou merecidamente não se fez acompanhar da construção do espírito de coerência e credibilidade que lhe devia corresponder e que só lhe ficava bem. É pena.
Uma miséria
A menos de dois meses das eleições e depois de quase um ano como líder do PSD, tudo o que Passos Coelho tem para apresentar ao país é isto. Um esboço que poderia ter sido (mal) redigido num guardanapo de papel depois de uma noite de copos. O conteúdo deste documento, que também poderia ter sido apresentado por Sócrates em 2005, não revela nem audácia nem ideias novas que se vejam. Tendo como visão estratégica algo tão específico como “Melhorar a vida dos portugueses” ou linhas orientadoras tão certeiras e detalhadas como “Segurança interna e externa”, o documento do PSD é um monumento ao rídiculo e ao amadorismo político.
Linhas Gerais para o Programa do PSD
As linhas gerais para o programa do PSD podem ser consultadas Aqui.
Resumidamente tem 5 pilares e algumas prioridade dentro de cada pilar. A saber:
Pilar 1 – Sociedade Civil e Instituições
- Focalização tendencial do Estado nas suas funções nucleares e de garante da coesão social;
- Reforma do Sistema Político, nomeadamente do sistema de representação eleitoral e do reforço do regime de responsabilidade de titulares de cargos públicos;
- Aprofundamento dos regimes autonómicos dos Açores e da Madeira;
- Renovação do sistema de justiça, como pilar da credibilidade do Estado e factor de eficiência da economia;
- Segurança interna e externa;
- Transparência nas relações do Estado com os cidadãos e adopção de medidas mais eficazes de combate à corrupção;
- Redefinição do Sistema Judicial a nível de organização administrativa e de simplificação processual.
- Programa de Estabilização Financeira (PEF) orientado para o controlo do endividamento externo, da dívida pública, e para o fortalecimento do sistema financeiro e do tecido empresarial.
- Uma Agenda para o Crescimento, Competitividade e Emprego (ACCE) com medidas para a melhoria da produtividade, como via para o aumento da taxa potencial de crescimento económico, incluindo uma agenda para a Justiça com medidas de simplificação, celeridade, reforço da independência dos operadores judiciários, incluindo a capitação de processos.
Pilar 3 - Estado Eficiente e Sustentável
- Sector Público Administrativo (SPA), visando a sua racionalização e dignificação;
- Sector Empresarial do Estado (SEE), incluindo PPP, Grandes Concessões e Política de Privatizações, tendo em vista a necessidade urgente de reavaliação dos investimentos na base da lógica custo-benefício e da consolidação das responsabilidades futuras, a sua racionalização e a adequação dos respectivos serviços públicos às disponibilidades inerentes à situação económica e financeira de Portugal;
- Qualificação dos Recursos Humanos (Sistema de Educação e Ciência, Formação Profissional, Cultura e Desporto) e sistema de Saúde, assentes nos princípios de progressividade da liberdade de escolha dos cidadãos, da responsabilização e autonomia dos respectivos agentes e na existência de processos de regulação, fiscalização e de avaliação externa;
- Ordenamento do Território, Descentralização Administrativa, Protecção dos Recursos, Naturais e Patrimoniais e Desenvolvimento Urbano, segundo a orientação de que temos de caminhar para um Estado mais simples e transparente e assente no princípio da subsidiariedade, que vise o reforço da responsabilização e da autonomia dos municípios.
- Gestão para o desenvolvimento dos sectores marítimo, ambiental e agrícola, segundo os princípios do desenvolvimento sustentável, do progresso económico e do aprofundamento do conhecimento científico sobre o nosso País.
Pilar 4 - Sustentabilidade, Inclusão e Solidariedade Sociais
- Novo modelo de inovação social, baseado numa parceria entre o Estado, Autarquias e Sociedade Civil (através das chamadas IPPSS, Misericórdias, etc.).
- Proposta para a reafectação de fundos do actual QREN reduzindo a componente afecta às infra-estruturas.
- Desenvolvimento da Economia Social (terceiro sector), assumindo-se as relações entre o Estado e este Sector numa base de parceria e de estabilidade das respectivas regras.
Pilar 5 – Política Externa ao Serviço do Desenvolvimento
- Pretende-se a reorientação dos esforços de política externa no sentido de esta ser um instrumento mais eficaz ao serviço do desenvolvimento do país e da recuperação da reputação financeira. Uma nova política externa que, para além dos domínios tradicionais da política, seja uma alavanca ao serviço do crescimento económico, da promoção das exportações, do apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação de investimento directo estrangeiro e no envolvimento dos cerca de cinco milhões de portugueses não-residentes e seus descendentes.
Abril 18, 2011
Parabéns (2)
«Did conservatives make “Atlas Shrugged – Part 1,” a low-budget adaptation of Ayn Rand’s famous 1957 novel, a box office hit? While the film’s opening weekend sales didn’t reach blockbuster levels, earning $1.7 million from about 300 theaters, the film’s backers are enthusiastic about the results.
“We’re at the upper edge of our expectations,” said “Shrugged” producer Harmon Kaslow. “And we’re a way above what the industry expected us to do.”
(…)
Working with distributor Rocky Mountain Pictures, which is known for its Christian-targeted releases, Kaslow hopes next weekend to increase the film’s reach from 300 to 1,000 theaters, and from its current 80 cities to around 250, which would include smaller towns in Texas, Kansas, Oklahoma, Colorado, and Montana.
(…)
“We’ve received an acknowledgment of the film’s commercial value, both in theaters and from the industry,” he said, noting that major studios have since contacted them, expressing interest in representing the film for overseas, television, DVD and VOD sales.
Whether the movie does break out or not, evidence of its potential impact can be felt on the increasing popularity of its source material: As of Sunday, Plume’s paperback edition of “Atlas Shrugged” was the No.4 bestselling book on Amazon.com.»
(Fonte)
De que é que Portugal precisa? De um novo Aeroporto!
O que falta a Portugal? Claramente mais um Aeroporto.
E não, não estou a falar do elefante branco de Alcochete. Estou a falar mesmo deste:
Com a enorme comunidade Cabo Verdiana que há no Alentejo, faz sentido.
É o “investimento” (sim, este nunca vai ter retorno, mas é a terminologia oficial newspeak) reprodutivo (aqui está correcto: tenho a certeza que atrás deste elefante branco hão-de vir muitos outros animaizinhos igualmente úteis…) no seu esplendor.
Mas alguém me tira de lá estes engenheiros antes que eles encimentem o país todo com coisas inúteis que só dão custos de manutenção?!?
Parabéns
Porque saber fazer dinheiro é uma virtude:
THANK YOU. After an incredible opening weekend, it would appear it’s time to expand. In only 300 theaters, Atlas Shrugged made 1.67 million dollars averaging $5,590 – 3rd only to Rio and Scream 4 in averages. Atlas Shrugged Movie = Free Market Working. Spread the word. This is our moment. Here we come.
Desesperante…
Enquanto se vão acumulando notícias mais ou menos bizarras sobre o processo de constituição das listas do PSD, o mais grave para o país é mesmo a falta de uma alternativa credível a Sócrates: Contra Passos Sócrates não tem de se esforçar. Por Camilo Lourenço.
Pedro Passos Coelho teve todo o tempo do mundo para se preparar para a crise política que vivemos.
Foi eleito no início de 2010, um ano antes da eclosão da actual crise política. No entanto todos os sinais que vai dando, são de que não está à altura do desafio.(…)
Pode um líder tão “desastrado” ganhar as próximas eleições? Pode. Mas uma coisa é certa: com tanta oposição que Passos Coelho faz a si próprio, José Sócrates tem bons motivos para acreditar que ainda pode dar a volta… ou que pode perder por poucos. Apesar de ter sido o segundo pior 1º ministro dos últimos 34 anos.
Leitura complementar: Contenção de danos; Os erros do PSD e os abrantes laranjas; Uma dura realidade; A educação de Nobre; Desastroso; Uma fraude política chamada Fernando Nobre.
O vanguardismo da Coreia do Norte
É provado pela eficaz prevenção de crimes. E agora, camarada Bernardino?
North Korea has begun publicly executing offenders again. The regime sentenced four people to death for petty crimes, one person for stealing about a litre of oil from a transformer, and forced residents in Seungho-district of Pyongyang to watch. “Perhaps the government is scared of the odd protest in the past month and decided to remind everyone who is in charge,” a South Korean source said.
A North Korean refugee who fled to the South reported the executions. According to the Daily North Korean (a website dedicated to Kim Jong-il’s regime), the executions were carried out on 11 December. The four people were convicted for theft, “One of them was for stealing oil from a transformer,” whilst “another stole 50 kilograms of corn”.
“It is important to note how minor the offences were. Until now, only deserters and traitors were executed in public,” the source said.
Fifty kilos of corn sold for US$ 20 on the black market. However, when the decision is made, “nothing can stop it. The offenders are lined up against the wall. They are given a small glass of liquor and then they die.”
In North Korea, 60 people have been executed in public, this according to Amnesty International. However, independent sources say the actual number is higher. What is certain is that Pyongyang is using Mao’s teaching about public security and is forcing people to watch executions to “prevent other crimes”.
Os cheques-bebé de Sócrates
É disto que Sócrates precisa, por David Levy, no Lisboa – Tel Aviv.
Natural seria, mas não seria a mesma coisa…
Paulo Campos, Ricardo Rodrigues, Basílio Horta, Luís Amado, Ana Paula Vitorino, lembrados por José Manuel Fernandes.
Contenção de danos
Dada a (compreensível) dificuldade de voltar atrás nesta altura, o melhor que o PSD poderá fazer em termos de contenção de danos será arranjar forma de Nobre falar o menos possível.
Entretanto, a guerra civil no interior do PSD continua ao rubro, desta vez com Marcelo Rebelo de Sousa a tomar iniciativa: Marcelo crítica Nobre a já diz que PSD só terá maioria com o CDS
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou este domingo que Fernando Nobre criou “problemas estupidamente” e que o PSD lhe deve pedir “cuidado” nas palavras nas próximas sete semanas.
Depois das asneiras das últimas semanas, resta pouco tempo a Pedro Passos Coelho para dar provas de que pode constituir uma alternativa séria e credível. No mais improvável dos cenários, José Sócrates continua a ter algumas razões para sorrir.
Leitura complementar: Os erros do PSD e os abrantes laranjas; Uma dura realidade; A educação de Nobre; Desastroso; Uma fraude política chamada Fernando Nobre.
O “grupo parlamentar de Lisboa” do bloco central
Uma arreigada e fortíssima “tradição”
Pelo que já se conhece das candidaturas ao Parlamento do PSD e do PS, nada muda: o “grupo parlamentar de Lisboa”, constituído por lisboetas e Calistos Elóis Benevides de Barbuda, continuará com elevada preponderância.
Assim se leva à falência um país
Para compreender a bancarrota Sócrates: TGV português já custou 300 milhões mesmo sem um quilómetro de linha.
NATO com falta de munições na Líbia
NATO runs short on some munitions in Libya
Less than a month into the Libyan conflict, NATO is running short of precision bombs, highlighting the limitations of Britain, France and other European countries in sustaining even a relatively small military action over an extended period of time, according to senior NATO and U.S. officials.

