Mas os seus poderes de Super-Herói, capazes de fazer países crescer ao mesmo tempo que se aumenta os impostos, caducam em 2013. Aí, quem nos vai dar mama é o Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, explica a Standard & Poor’.
Ou seja, como já é óbvio para muitos (curiosamente menos para a nossa direita que, talvez com reminiscências salazaristas, não fosse a nossa direita mais moral que intelectual, parece achar que pagar as dívidas se resume a uma questão de honrar compromissos – mesmo que matematicamente impossíveis – sob pena de, vergonha!, sermos vistos pelos nossos superiores colegas europeus como caloteiros), a reestruturação da dívida é inevitável. O FMI só cá está para nos colocar em banho maria e vigiar enquanto não estreia o novo tabuleiro monopoly 2.0 da EU. Até lá, demos graças pelo FMI e rezemos para que, como que por milagre, a factura a pagar pelo FMI+reestruturação seja menor do que a factura a pagar por uma reestruturação imposta já.
[...] Leitura complementar: O FMI é o nosso Salvador! [...]
Pingback por O FMI é o nosso salvador (2) « O Insurgente — Abril 18, 2011 @ 14:42