O Insurgente

Abril 30, 2011

Mozart Was a Red

Filed under: Cultura,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 23:50

Mozart Was a Red – a play by Murray Rothbard

Garcia Pereira, o endeusado

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Double standards,Media,Portugal — ruicarmo @ 23:49

Uma estupidez, apenas. No Porta da Loja.

Três boas razões

Filed under: Agenda,Ambiente,Cultura,Diversos,Energia — ruicarmo @ 23:32

Amanhã é um dia importante,  o Sporting ganhou e em prol da incansável luta contra a ortodoxia.

Continua assim que vais longe

Filed under: Política,Portugal — Nuno Branco @ 21:04

Passos Coelho andou a fazer contas, devem ser das boas porque garante que isto vai tudo ao sítio certo sem despedir ninguém e sem cortar salários. Maravilha. Ninguém o viu com nenhuma pressa para saber que contas fez para evitar subir impostos. A razão é simples, porque essas contas ele não fez.

Ainda não foi eleito e já me está a chegar a mostarda ao nariz.

Sócrates, o conservador socialista

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:06

Sócrates: portugueses exigem que PSD apresente as suas propostas

“O tempo não está para experiências nem para experimentalismos, e muito menos para radicalismos”, afirmou, salientando que “os portugueses sabem tudo o que têm de saber sobre o PS”, mas não sobre o PSD.
José Sócrates reafirmou que o PS está nesta campanha eleitoral “para defender Portugal”, procurando também defender o modelo social em que os portugueses estão “habituados a viver”.

O candidato ideal da direita socialista. Por João Miranda.

PEC 5

Filed under: Economia,Portugal — BZ @ 19:46

Tive conhecimento recente do site PEC 5. Neste, todos podem sugerir e/ou subscrever medidas de austeriadade. Já inseri a minha (baseada em meu anterior post).

Entretanto, que dizer da contribuição para a solvabilidade do país das medidas mais populares?

1. Cancelar o recebimento de pensões de reforma do estado em duplicado.

Mas o Estado (Segurança Social) não teve problemas em receber os descontos em duplicado. De qualquer forma, este é apenas o declínio inicial deste esquema da pirâmide.

2. Controle severo da evolução da dívida pública, tomando-se a decisão de suspender imediatamente as grandes obras – TGV e novo aeroporto – e renegociação das PPPs [Parcerias Público-Privadas]. [CDS]

Isto é “politiquês”!!! A evolução da dívida pública só é controlada severamente com a eliminação de despesa pública, incluindo “investimentos” públicos. Não os protelando através de suspensão ou renegociação…

(mais…)

Free Market Hostility

Filed under: Diversos,Economia,Política,Videos — António Costa Amaral (AA) @ 16:01

Walter E Williams – Free Market Hostility

Evolution To Liberty

Filed under: Política,Videos — António Costa Amaral (AA) @ 15:59

John Stossel – Evolution To Liberty

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 15:54

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1Um país à deriva
2Fui
3Falta de vergonha na cara
4Descubra o elo comum
5Fight of the Century: Keynes vs. Hayek Round Two

Desaparecido e fora de combate

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:00

Cómico ou Trágico?

Filed under: Cartoons,Política,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 12:37
Tags:

Esta imagem pode ser encontrada no blog “Democracia Participativa” e é agora muito actual pois estamos a escassos dias de conhecer a “solução” do FMI para Portugal.

Questão: Tal como em 1983, fala-se em pagar salários com dívida pública. Será que também, tal como em 1983, o Estado vai preferir um novo imposto em vez de aumentar a dívida? Fica a pergunta. Mas agora voltem a olhar para a imagem e reparem se ainda se riem…

FMI: Inimigo Público

Filed under: Cartoons — Ricardo Campelo de Magalhães @ 12:27
Tags: , ,

Um excelente artigo do Inimigo Público sobre o FMI.

No meio do artigo lê-se:

“Começando a conhecer as idiossincrasias nacionais, o FMI descobriu os “arrumadores” e aconselha os portugueses a não lhes darem moedas, devendo preferir papéis sem valor, como os Título do Tesouro (porque o Estado português está falido) ou bilhetes da Carris (porque os funcionários estão sempre em greve e os autocarros parados).”

Realmente, um pouco de humor agradece-se.

Movimento “Mais Sociedade” pede mais Estado

Filed under: Economia,Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:37

Mais uma proposta trapalhona e mal fundamentada do movimento “Mais Sociedade”. Se há coisa de que a economia portuguesa não precisa é de mais mecanismos através dos quais o Estado possa distorcer a concorrência favorecendo algumas empresas em prejuízo de outras e do conjunto da sociedade.

As palhaçadas do Bloco de Esquerda e o estado do país

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:26

O razoável seria que um partido de extrema-esquerda, irresponsável e cujas intervenções públicas se reduzem a este tipo de palhaçadas não fosse levado a sério. Em Portugal, deverá ter – no mínimo – 6% ou 7% e é o partido favorito dos media e do establishment universitário.

Consequências imediatas da bancarrota Sócrates

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:21

Câmaras. Governo assume risco de falência

As câmaras municipais estão em risco de ruptura a curto prazo. Quem o diz é o governo e a Associação Nacional de Municípios (ANMP), que admitem que há autarquias em sério risco de colapso financeiro e de deixarem de pagar salários e de cumprirem com os fornecedores.

“Relativamente a algumas câmaras temo o pior dentro de algum tempo em matéria de liquidez”, admite ao i o secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro. E “o pior” pode significar o não pagamento a trabalhadores e a fornecedores. Com o agravar da crise financeira e o pedido de ajuda externa, o governante lembra que há câmaras que podem entrar em “falta de liquidez, em incumprimento”.

Transportes públicos “à beira do abismo”, alerta presidente da Carris

É mais uma daquelas bombas que, tarde ou cedo, vai explodir nos contribuintes. Facto que “não pode surpreender ninguém”, conforme avançou ontem Silva Rodrigues, presidente da Carris, referindo-se às empresas de transporte CP, metros de Lisboa e Porto, Refer, STCP, Transtejo e Soflusa. Todas juntas têm uma dívida acumulada de 16 mil milhões de euros – que algum dia recairá nos contribuintes -, pouco menos de 10% do produto interno bruto português.

(…)

As empresas públicas de transportes têm vivido com a corda da garganta nos últimos meses, já que estão sem acesso a financiamento, isto apesar dos quase mil milhões de euros em reembolsos que enfrentam a curto prazo, isto além de salários e demais custos operacionais.

Em relação aos transportes públicos, recomendo a leitura dos posts sobre o tema que Ricardo Arroja tem vindo a publicar nos últimos dias no Portugal Contemporâneo.

Beatificação de João Paulo II incomoda jornalistas progressistas

Filed under: Media,Política,Portugal,Religião — André Azevedo Alves @ 11:15

Quando são esperadas centenas de milhares de pessoas no Vaticano para a beatificação de João Paulo II, uma das figuras mais marcantes do Século XX, o título em destaque no site do Público é este: Santo? Críticos de João Paulo II duvidam

Obama e o voto negro

Filed under: Internacional,Política — Ricardo Campelo de Magalhães @ 11:03
Tags:

Um programa de rádio muito bom para conhecer a relação com a comunidade negra e com os empreendedores negros.

Já muitos escreveram sobre este tema, mas nada como ouvir do líder do Black Chamber of Commerce, Harry Alford.

Recomendo.

Super Mario – Obama version

Filed under: Cartoons,Economia,Internacional,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 10:00

Super MariObama

A maior fraude da História

Filed under: Ambiente — António Costa Amaral (AA) @ 09:55

Why windmills won’t wash:

.. So how much would each of the seven billion people on the planet have to cough up over the next century to forestall the 3.4 C global warming that IPeCaC hopes will happen by 2100? It will cost each of us more than £3.8 million ($6.3 milllion), and that’s probably a large underestimate ..

.. After the biggest and most expensive propaganda campaign in human history, leading to the biggest tax increase in human history, trying to stop “global warming” that isn’t happening anyway and won’t happen at anything like the predicted rate is the least cost-effective use of taxpayers’ money in human history, bar none – and that’s saying something.

The thing about gesture politics is that the politicians (that’s us) get to make the gestures and the proles (that’ll be you) get to get the bill ..

Passos Coelho tem a obrigação de desalojar Sócrates

Filed under: Media,Política,Portugal,Sondagens — André Azevedo Alves @ 09:00

Expectativas racionais. Por ANL.

No Verão de 2009 escrevi que Manuela Ferreira Leite tinha a obrigação de ganhar a José Sócrates dado o péssimo estado da economia nacional. Agora, que já se sabe que o governo conseguiu o impensável e degradou ainda mais a situação económica e social do país, tenho de escrever que Passos Coelho tem ainda maior obrigação de desalojar Sócrates a 5 de Junho.

Passos Coelho está condenado a perder as eleições?

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 08:00

PSD: ter poder ou ter razão? Por Helena Matos.

Ninguém sabe o que defende o PSD ou porque o defende. Isso nem sempre foi um problema: no passado já era assim e Cavaco por pouco não teve três milhões de votos em 1991. Aliás, repetir Cavaco e o seu perfil de mais competência e menos ideologia foi uma obsessão durante anos para o PSD: havia de vir aquele que repetiria o milagre Cavaco e nessa ilusão foram queimando líderes. Mas o PSD esqueceu que Cavaco ganhou num país de gente que vivia mal, mas que achava que podia mudar a sua vida. De gente que via as eleições como um factor de mudança, quanto mais não fosse de governantes. De gente que à direita e à esquerda não tinha medo do futuro.

Esse país não existe mais. Hoje temos mais de 6 milhões de pessoas dependentes de subsídios ou de ordenados da função pública. Seis milhões de pessoas que cativam perto de 87% de todas as receitas do Estado. Chegámos a estes 6 milhões de pessoas com anos e anos de PS e PSD competindo entre si para ver qual deles fazia crescer mais este número de dependentes do Estado e a terem como principal discurso distintivo os benefícios que dariam, caso fossem governo, a estas pessoas e às outras, já poucas que ainda não faziam parte do grupo.

(…)

Agora que se entrou na fase da gestão do medo da perda, o PSD não tem discurso, enquanto o PS, antes pelo contrário, encontrou o que anos de desgaste e escândalos lhe tinham retirado: algo para prometer.

Todos os dias uma notícia, ou duas, ou três, dão conta de que o PSD quer tirar, cortar, destruir… enfim se propõe alterar no sentido da perda aquilo com que contam para a vida. Já o PS diz-lhes que mudará o menos possível e que vai defender o Estado social, uma entidade que se foi tornando tão mais omnipresente nas nossas vidas quanto mais o Estado gastava.

(…)

Quer isto dizer que Passos Coelho está condenado a perder as eleições? Depende. Apetecia-me dizer que se mentisse as ganhava, mas francamente para isso já vai tarde e Sócrates fá-lo melhor. Falar verdade também não é suficiente – veja-se o caso de Manuela Ferreira Leite. Pode optar por gerir o medo da perda, como vai fazer o PS, ou antes, pelo contrário, tentar convencer os portugueses de que é possível viver sem medo. A outra alternativa é esforçar-se por perder as eleições (confesso que há dias que acredito que já fez esta escolha!). Enquanto faz farófias – o que sempre é um avanço gastronómico em relação a tantos outros candidatos a primeiro-ministro e presidentes desta República que antes de si pousaram ao lado das mulheres, dizendo que não sabiam estrelar um ovo, mas que as respectivas mulheres, essas, confeccionavam excelentes pratos de bacalhau – pode divertir-se imaginando os técnicos do FMI reunindo-se com Sócrates e sobretudo explica ao seu partido que o FMI vai impor a Portugal aquelas medidas que perante os microfones desligados os dirigentes do PSD e muitos do PS dizem ser necessárias, mas que mal os microfones se ligam passam a classificar como não compatíveis com a Constituição, com o Estado social, com o estado do programa do partido ou com a falta dele. Não é uma perspectiva muito grandiosa, mas é aqui que se chega quando se abdicou do essencial num partido: ter um discurso ideologicamente coerente e distinto.

Abril 29, 2011

Estádio da Luz coberto de granizo

Filed under: Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:46

O Estádio da Luz gelado, desta vez sem a presença do FC Porto.

Ideias a reter

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:37

“Qualquer candidato pode nadar no rio Tejo”, diz Sócrates

Onde está e para que serve o Carter?

Filed under: Ambiente,Comentário,Double standards,Internacional,Política — ruicarmo @ 20:38

Não está com o senhor Assad. Está na Coreia do Norte, onde chegou e mostrou que é possível descer mais um grau patético na política.

Temporal de granizo em Lisboa

Filed under: Ambiente,Media,Política — André Azevedo Alves @ 20:30

Ainda ninguém associou o temporal ao aquecimento global, mas deve ser uma questão de tempo…

Queda de granizo e gelo em Lisboa (Benfica) 29/04/2011

Chuva e Granizo deixam branca zona de Benfica e surpreende lisboetas

Manuela Paula ficou 45 minutos debaixo de um viaduto em Benfica à espera que o mau tempo abrandasse. “Tinha ido ao Colombo [centro comercial]. Quando saí, o céu estava muito escuro mas não chovia. Andei uns dez metros e começou a cair granizo. Parei debaixo do viaduto e fiquei aí uns três quartos de hora”, contou à agência Lusa.

Segundo Manuela Paula, alguns carros pararam também porque o granizo caía com tanta intensidade que não tinham visibilidade e a rua “era um rio que não se conseguia atravessar”.

“Nunca tinha visto nada assim. Só na Serra da Estrela”, afirmou.

Também Luzia Carrola, comerciante no terminal de autocarros de Benfica de 70 anos, garantiu nunca ter visto um cenário destes em Lisboa, onde vive há seis décadas.

“Na minha terra, no norte, já vi chover assim. Mas aqui não. E as pessoas daqui parecem que não podem ver chover um bocadinho mais… foge tudo”, comentou.

Temporal de chuva e granizo gera caos em Lisboa – vídeo e fotos

Segundo Arlinda Delgado, moradora da zona, por volta das 15h30 caiu sobre a Damaia uma forte trovoada seguida de queda de granizo que arrastou diversas viaturas estacionadas.

“Ficaram vários carros parados no túnel [passa por baixo da estação] e outros foram arrastados pela água. Isto parece um filme de guerra, com as ruas todas destruídas”, disse.

Outro dos moradores da Damaia disse que “parece que estamos na serra da Estrela”.

Bernanke 0 – 1 ZéDu

Filed under: Economia,Internacional — António Costa Amaral (AA) @ 19:01

Discurso do Presidente José Eduardo dos Santos, no IV congresso extraordinário do MPLA:

Assim, é uma operação estratégica do Executivo reduzir a taxa de inflação para baixo de 10 por cento, de modo não apenas a proteger os rendimentos gerados na nossa economia, mas também a permitir que o crédito possa ser menos oneroso e capaz de continuamente estimular o crescimento sustentável da economia.

Assim, as pequenas, médias e grandes empresas privadas dos angolanos poderão, através do crédito bancário ou de empréstimos, realizar investimentos em todo o território nacional, criar empregos, produzir mais riqueza e ajudar a combater a pobreza.

Mas os bancos só podem emprestar dinheiro quando têm esses recursos depositados em contas por inúmeras pessoas individuais ou colectivas.

Por essa razão, todos aqueles que têm economias ou poupanças, em vez de guardar o seu dinheiro em casa, devem guardá-lo num banco, pois são essas poupanças individuais depositadas nos bancos comerciais que constituem a Poupança, de que uma parte é destinada ao investimento ou a financiar o consumo.

Cento e cinquenta anos

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 16:19

Aterramos ao final da tarde.  Sob chuva e um céu cor de chumbo, apanhamos um táxi para o hotel, para a via Nizza, a malfadada avenida que acompanha, a nascente, a linha de comboio na sua chegada à cidade e à estação de Porta Nuova. Quando entramos em Turim, aparecem as primeiras bandeiras italianas penduradas nas varandas, solitários traços de cor em prédios que parecem pintados com fumos industriais. São os cento e cinquenta anos da unificação de Itália. Garibaldi e essas coisas, e o nascimento do estado-nação, o maravilhoso conceito que não pudemos exportar para os Balcãs porque ali, ao contrário de aqui (risos), não servia (mais risos). Era o tempo de Verdi e de Nabucco, quando os italianos, diz a lenda, cantavam o coro dos escravos como hino do Risorgimento, inflamados (e doutrinados) pelo ímpeto patriótico. Comemora-se o aniversário de Itália e recorda-se uma época na qual as revoluções se faziam após uma récita de ópera. Hoje, é o twitter e cento e quarenta caracteres. Adiante.

Aproximamo-nos do centro e aparecem os primeiros bairros tipicamente italianos (e franceses, e belgas): kebabs-falafel, véus islâmicos, casas de chá, e alguns restaurantes chineses. Alfabeto latino, só no nome das ruas. Estamos na Europa unida, sem dúvida: cheguei a pensar que estava a entrar em Bruxelas.

Chegamos finalmente ao centro. São 7 da tarde. A Piazza della Republica é um deserto pontuado por estranhas criaturas e assusta até o mais afoito. Subimos a Via Roma e chegamos à estação ferroviária. A ala este já não parece aquela espécie de Bronx que recordo de uma passagem pela cidade há quinze anos, mas ainda mete respeito, e há que andar pelas ruas do San Salvario com o passo decidido de quem quer deixar claro, aos mais atrevidos, que ali está um predador e não uma presa fácil. Não, não é bonito, mas já vi sítios piores. O cheiro, no entanto, é quase insuportável, e dos hotéis saem senhoras que nos fazem duvidar das três estrelas que, em néones de bar de alterne, brilham por baixo de nomes como Taverna Dantesca.

Turim, 2011

Escurece. As ruas do San Salvario estão agora quase vazias. As bandeiras nas janelas e varandas agitam-se com um vento frio que nos recorda que os Alpes estão mesmo aqui à porta. Há um toque de decadência no ar, mas sem o encanto da decadência assumida, aquela que se ri de si própria e que veste, voluntariamente, a roupa e os gestos de cabaret (Antuérpia, Berlim Oriental). É apenas Itália. Cento e cinquenta anos. O paradigma do Estado-nação. Mas eis que chega à salvação. Tártaro de fassone, agnolotti (ravioli do Piemonte) com três carnes (sejam quais foram, estavam de chorar por mais), e outra vez fassone, desta vez bochecha, tenra como manteiga, com puré de batata. Um pão excelente, um vinho razoável do Piemonte (Dolcetto D’Alba 2008), e é assim, estamos em Itália, e o melhor que podemos fazer é sentarmo-nos a uma boa mesa e ver o tempo a passar desde a janela de uma trattoria. Não dizem que foi à mesa que começou a perdição de Roma? Que venha a queda então, e que nos apanhe de barriga cheia.

DESCUBRA AS DIFERENÇAS ESPECIAL – GRAVADO AO VIVO

Filed under: Economia,Insurgentes nos media,Política,Portugal,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 14:04

DESCUBRA AS DIFERENÇAS

 ESPECIAL – GRAVADO AO VIVO

O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO

(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)

SEXTA-FEIRA, 29 de ABRIL – 18H05

Domingo, 1 de Maio – 19H05 (REDIFUSÃO)

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Adolfo Mesquita Nunes e Tiago Gillot, numa emissão especial, gravada ao vivo, com público, na biblioteca da Junta de Freguesia dos Anjos, em Lisboa.

Juntos, analisam alguns dos principais temas da actualidade:

- Feriados revolucionários – 37 anos depois do 25 de Abril e do primeiro 1º de Maio, a lei laboral pode ser profundamente alterada. Qual a melhor forma de proteger quem trabalha?

- União Nacional – Cavaco Silva e os anteriores presidentes da República pediram, a uma só voz, unidade nacional. O unanimismo é o caminho?

- Sócrates – Na sua última entrevista televisiva, José Sócrates mostrou-se disponível para um entendimento com Passos Coelho. Será possível?

- O regresso das fronteiras – Nicolas Sarkozy e Sílvio Berlusconi defenderam a alteração do Tratado de Schengen, como modo de travar a imigração do norte de África. É o fim da Europa tal como a conhecemos?

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

PODCAST: http://descubraasdiferencas.podomatic.com

descubraasdiferencas@radioeuropa.fm  

Emissão também disponível online em www.radioeuropa.fm ou através das boxes ZON

 

Gaza: o bloqueio acabou

O Egipto abriu a fronteira, as flotilhas humanitárias têm por onde entrar, acabou-se o martírio.

Onde estão os festejos?

Quem se mete com a China, leva

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Internacional,Media,Política — ruicarmo @ 11:56

Desta vez a taluda saíu a Salman Rushdie.

12 motivos de grande satisfação

Filed under: Blogosfera,Economia,Política,Portugal — ruicarmo @ 11:36

O “Orgulho” (!?) de Sócrates, por Miguel Frasquilho.

(Para ler o quadro, clicar na imagem.)

Descubra o elo comum

Filed under: Diversos — elisabetejoaquim @ 09:45

Do site – de verdadeiro serviço público – Despesa Pública:

330 000€ por uma exposição, que tem como comissária-geral Maria Barroso Soares e que foi realizada pela empresa recém criada Blue Velvet, que tem como sócia Annick Burhenne, mulher de João Barroso Soares. A empresa foi criada a 09/01/2009 e encerrada a 23/11/2010.

E libertar o nosso tremendo potencial crítico?

Filed under: Política,Portugal — elisabetejoaquim @ 09:34

O Financial Times publicou ontem uma carta de protesto de Ricardo Reis e de Luís Garicano contra a exigência da UE e do FMI de um acordo pan-partidário, antes de eleições, em torno do plano de ajuda externa. A legitimidade do pacote está em causa, dizem, e a atitude política correcta seria permitir aos portugueses escolher qual o pacote de impostos e de redução da despesa que pretendem.

Isso implicaria imaginar um Portugal que não existe, um Portugal em que os nossos principais partidos não se digladiam no espaço público para ver quem ganha o título de menino melhor comportado aos olhos da “troika” e dos “mercados”. A nossa noção de responsabilidade esgota-se na nossa capacidade de acatar, acriticamanente, os ditames dos nossos superiores e salvadores. Falar em alternativas é um tabu intelectual motivado por rebeldia extremista.

O Financial Times não esteve longe da razão quando sugeriu há um mês que nos anexássemos como província do Brasil: protectorado por protectorado, mais vale escolhermos o Senhor que nos garante melhor protecção.

Vinho de Carcavelos

Filed under: Política,Portugal — BZ @ 00:53

Enquanto continua a envelhecer o vinho da região onde, centenas de anos atrás, o marquês de Pombal “pisava” uvas, decidi matar a curiosidade – iniciada aqui e inspirada no recente Despesa Pública – sobre quanto a Câmara Municipal de Oeiras gastou, nos últimos anos, neste produto essencial para os oeirenses (por ordem cronológica):

Pelo menos 500 mil euros já “investidos” no que os oeirenses esperam ser… um sucesso de mercado.

Reconciliação

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Energia,Internacional,Política,Saúde — ruicarmo @ 00:19

A paz e a concórdia são muito bonitas mas já se faz tarde e o vosso lugar é em casa.

Abril 28, 2011

Cenas bestiais

Filed under: Ambiente,Cartoons,Cultura,Educação,Energia — ruicarmo @ 23:38

Animal lovers should stop calling their furry or feathered friends “pets” because the term is insulting, leading academics claim.

O que se chamará a este académico?

Dedicado a todos os políticos

Filed under: Cultura,Política,Teoria — ruicarmo @ 23:28

Milton Friedman. Afinal, a educação é demasiado importante para ser deixada aos governos.

Em busca de um deus não religioso e militar

Religião ateísta em campanha.

A bondade da ditadura comunista

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Internacional,Justiça,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 22:27

Em caso de necessidade, não vá o diabo tecê-las. Deve estar para breve uma nota do deputado Bernardino.

Notícias do dia (todas relacionadas)

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 17:26

Ministro garante que «não há nenhuma alteração» ao TGV

Sócrates nega que PS tenha abandonado obras públicas

Guitarrista dos Bon Jovi regressa à reabilitação
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