O Insurgente

Março 20, 2011

War is peace

Filed under: Double standards,Internacional,Política — António Costa Amaral (AA) @ 20:00

Líbia, uma guerra ineficaz? II

Filed under: Comentário,Internacional,Política — ruicarmo @ 12:56

The Libyan War of 2011, por George Friedman.

Não é religião nem civilização

Filed under: Ambiente,Cultura,Economia,Educação,Internacional,Justiça,Saúde — ruicarmo @ 12:52

É um agilizar dos processos. Uma vitória.

Leitura dominical

Filed under: Media — ruicarmo @ 12:39

O rapaz talentoso que veio de longe, de muito longe é, para infortúnio geral e glória pessoal, o contrário de António Guterres; os lenços fedayin, o  prazer e a humilde defesa do assassinato de judeus continuam a marcar pontos no cartão a favor dos oprimidos;  não se zanguem por causa do dinheiro:  a mulher, o marido e os 72 mil euros e, por fim, a sabedoria dos peritos são os temas da crónica de Alberto Gonçalves, no DN.

Hope and Change

Filed under: Double standards,Política — António Costa Amaral (AA) @ 10:36

Via Marginal Revolution,

The President does not have power under the Constitution to unilaterally authorize a military attack in a situation that does not involve stopping an actual or imminent threat to the nation.

Senator Barack Obama, Dec. 20, 2007.

Não é religião, é civilização

Filed under: Internacional,Religião — Carlos Guimarães Pinto @ 05:32

Homossexual apedrejado até à morte nos EUA

A 28-year-old Pennsylvania man has been charged with murder after telling police he stoned to death a 70-year-old man after the senior citizen allegedly made unwanted sexual advances toward him, authorities said Friday.
John Joe Thomas of Upper Darby told police he beat Murray Seidman using a sock that was stuffed with rocks because he read in the Old Testament that homosexuals should be stoned to death.
Delaware County medical Examiner Fredric Hellman ruled that Seidman had been dead for five to 10 days before police found him.

(Fonte: Daily News)

Março 19, 2011

Parece-me bastante adequado

Filed under: Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 13:12

Uma organização que acha que o estado deve ser o paizinho que resolve todos os seus problemas marca uma manifestação de protesto contra o governo no dia do pai.

Realidade versus mitologia

Filed under: Internacional,Videos — elisabetejoaquim @ 00:51

Apesar do défice recorde dos EUA, o argumento financeiro para a retirada das tropas do Afeganistão até ao fim do ano não convenceu o Congresso (e não convenceu nem um dos deputados do novo Tea Party).

A resolução, que perguntava “O Afeganistão já é a guerra mais longa da história do nosso país. Como podemos nós permitir essas vidas (perdidas), como podemos nós gastar esses milhões e milhões?”, foi considerada “perigosa”. “O inimigo está em fuga. Está desmoralizado e dividido. Não podemos sair agora”, afirmou a presidente republicana da comissão dos Negócios Estrangeiros da Câmara, Ileana Ros-Lehtinen.

Sobre a génese da ideologia por trás da legitimação da ocupação de territórios (e sobre a relação entre neoconservadores e islamistas radicais): The Power Of Nightmares, um excelente documentário de Adam Curtis em três partes (com legendas em português).

Leitura complementar: Leitura para a conjuntura

Bahrain: back to basics V

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Internacional — ruicarmo @ 00:10

Cristãos do Hezbollah chegam ao Bahrain. O entendimento deve estar para acontecer a qualquer momento.

(mais…)

Março 18, 2011

O socialismo de Kadhafi

Filed under: Ambiente,Cultura — ruicarmo @ 23:44

Em acção preventiva.

(…) Several primary school teachers recount similar stories of young pupils being questioned by school employees aligned to the regime’s Revolutionary Committee Movement, which is being used to suppress dissent.
The conversations they have with these children, as young as eight years old, are along the lines of: “How are your parents? Are they sad about what’s happening in the country? What have they been saying? What news channels are you watching at home?”
All, it seems, in an effort to establish whether the students have parents or relatives that are potentially opponents of the regime. (…)

Líbia, uma guerra ineficaz?

Filed under: Ambiente,Internacional,Media — ruicarmo @ 23:14

Aconselho a leitura do artigo Are We Dumber Than a Hamster?
Uma nota de discordância com as intervenções militares apontadas no artigo de Mark Krikorian: tendo em conta, a resolução da onu e as declarações políticas de Obama e da Liga Árabe, o cenário militar será mais parecido ao da intervenção na libertação do Kuwait, ao impor no Iraque zonas de exclusão aérea ou mesmo a acção da nato na ex-Jugoslávia.

Líbia, uma guerra civil limpa

Filed under: Ambiente,Cultura,Internacional — ruicarmo @ 22:53

Apesar dos avanços e recuos no terreno e da ferocidade dos combates entre líbios, alguém viu muito mais que alcatrão enriquecido por pick-ups carbonizadas em paisagens semi-desérticas emolduradas por um ou outro depósito de combustível a arder? Alguém viu pessoas (as manifestações de propaganda não contam), prisioneiros, feridos ou mortos?

P(ós) S(ócrates)

Filed under: Agenda,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 19:46

O ex-deputado do PS, Medeiros Ferreira, defende que Sócrates não deve ser o candidato do partido se as eleições forem antecipadas

DESCUBRA AS DIFERENÇAS COM MARIA JOÃO MARQUES E TOMÁS BELCHIOR

Filed under: Insurgentes nos media,Internacional,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 14:07

DESCUBRA AS DIFERENÇAS

O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO

(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)

SEXTA-FEIRA, 18 de MARÇO – 18H05

Domingo, 20 de Março – 19H05 (REDIFUSÃO)

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Maria João Marques e Tomás Belchior.

Juntos, analisam alguns dos principais temas da actualidade:

- Crise Política – Depois de ter apresentado o novo PEC a Angela Merkel, Sócrates acusa o PSD de não o querer negociar. Somos todos parvos?

- À Rasca – A auto-denominada geração à rasca saiu à rua exigindo mudança. Querem mais direitos ou mais responsabilidade?

- Sindicalismo – Dizendo que nada tem para oferecer, o Governador do Wisconsin pretende cortar nas contribuições dos funcionários públicos, sem falar com os sindicalistas. Qual o futuro dos sindicatos?

- Nuclear – Depois do sismo no Japão e dos danos provocados na central de Fukushima, regressa a discussão sobre o nuclear. O petróleo volta a ser prioridade?

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

PODCAST: http://descubraasdiferencas.podomatic.com

Bahrain: back to basics IV

A conjuntura do Bahrain explicada do altar.


Leitura para a conjuntura

Filed under: Internacional,Política — elisabetejoaquim @ 12:10

 

ONU aprova acção militar na Líbia mas exclui ocupação do território.

Para saber como acaba a história, ler:

INVADAM O MUNDO, de Murray N. Rothbard

Tradução de Carlos Novais

Uma questão a “ponderar”

Filed under: Nanny State Watch,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 10:35

A criação do delito de “Insanidade no exercício de cargo público”.

Leitura complementar: Mas esta gentinha está louca; De multar os sonolentos ao volante.

Vale a pena ler

Filed under: Política,Portugal — Tomás Belchior @ 10:27

“A Propaganda Prospera e o Despesismo Continua”, uma excelente análise dos números da execução orçamental que o Primeiro-Ministro anda a vender como sendo extraordinários. Fiquem com um excerto:

“Como é sabido, os chamados consumos intermédios têm crescido muito nos últimos anos. Por isso, a cortar o despesismo do nosso Estado, não há lugar melhor por onde começar do que na aquisição de bens e serviços. Neste sentido, poderíamos estar tentados a pensar que a austeridade já tinha afectado o comportamento do nosso Estado. Se pensamos assim, estamos muito enganados. As aquisições de bens e serviços aumentaram nada mais nada menos do que 49%. Sim, leu bem. Quarenta e nove por cento. Quem é que disse que o nosso Estado estava em crise? A austeridade é só para os funcionários públicos, para os contribuintes, e (agora) para os pensionistas. Porém, a austeridade não chega ao nosso Estado, que continua a comportar-se como se a crise não existisse, ou como se o Estado estivesse acima das restrições que são impostas aos portugueses. Lamentável, no mínimo.”

Sobretudo não se esqueçam disto: foi o PSD que nos meteu na mão do FMI.

Bahrain: back to basics III

A defesa da intervenção estrangeira no Bahrain e a diabolização do Irão.

(mais…)

Revoltosos líbios ganham aliados internacionais

Filed under: Ambiente,Internacional — ruicarmo @ 00:17

A Onu aprovou o uso da força contra Kadhafi. Em Bengazi, parece que há festejos.

Para memória futura, os votos do Conselho de Segurança:  Reino Unido, França, EUA,  Bósnia-Herzegovina, Colômbia, Gabão, Líbano, Nigéria, Portugal e África do Sul, votaram Sim. Rússia, China, Índia, Alemanha e Brasil abstiveram-se. Nenhum país se opôs.

O que esta decisão impõe: à excepção dos aviões de ajuda, são proibidos todos os voos no espaço aéreo da Líbia; podem ser tomadas “todas as medidas necessárias” para se proteger os civis e as áreas populacionais sobre ameaça de ataque; exclui forças de ocupação; reforça o embargo e as vistorias de e para a Líbia; congela os bens de investimento e outros das autoridades líbias.

Março 17, 2011

De multar os sonolentos ao volante

Filed under: Portugal — Helder Ferreira @ 23:51

“There’s no way to rule innocent men. The only power government has is the power to crack down on criminals. Well, when there aren’t enough criminals, one makes them. One declares so many things to be a crime that it becomes impossible for men to live without breaking laws.” – Ayn Rand

Mas esta gentinha está louca II

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Internacional,Saúde,Teoria — ruicarmo @ 23:10

Método revolucionário cura doenças e o mal. As consultas, que têm o preço naturalmente regulado pelas autoridades competentes, custam entre 27 dólares (para a primeira) e os 160 dólares (para os casos mais difíceis mas já inclui tratamentos). Quem sabe… não poderá funcionar para resolver alguns dos muitos problemas que afectam o sector da saúde em Portugal em geral e dos governantes em particular?

Mas esta gentinha está louca

Em relação ao pagamento de multas por excesso de sono, o governante disse tratar-se de «uma questão a ponderar».” O autor da frase é  senhor secretário de estado da protecção civil,Vasco Franco.

Acho pouco. Para ajudar o país a sair da crise (da qual, como sabem, já se saíu graças ao governo aí… uma meia dúzia de vezes), deixo uma modesta sugestão: taxar os cidadãos sujeitos passivos por cada cumprimento social.

Não há maneira de acertarem…

Filed under: Política,Portugal — Tomás Belchior @ 16:45

Parece que o governo vai finalmente arranjar maneira de pôr na rua em tempo útil a malta que acha (e bem) que não precisa(va) de pagar renda a um senhorio para viver na sua casa. Como não poderia deixar de ser, tinham que arranjar um regime de excepção pago pelos proprietários que dá vontade de chorar. Atentem na fraternidade destes socialistas:

“Mas há excepções: os inquilinos com dificuldades financeiras podem pedir ao tribunal o adiamento do despejo por dez meses. Esta excepção aplica-se a:

- Beneficiários de prestações sociais, como complemento solidário para idosos;

- Inquilinos que estejam a receber o subsídio de desemprego ou estejam inscritos em centro de emprego, desde que verificada a condição de recursos;

- Inquilinos recém-divorciados se a renda apresentar uma taxa de esforço elevadas.”

E ainda temos de os ouvir a falar sobre o Estado de Direito e sei lá mais o quê. É preciso ter lata…

Da imbecilidade hiperbólica e da transcendência do desconhecimento

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Energia,Internacional,Política,União Europeia — Miguel Botelho Moniz @ 14:03

No espaço de dois dias, a propósito dos acidentes na central nuclear Fukushima Daichi, o hiperbólico comissário Guenther Oettinger afirmou frases desde «falou-se em apocalipse e, na minha opinião, é uma palavra muito bem escolhida» até «nas próximas horas, podem acontecer eventos catastróficos», passando por «estamos algures entre um desastre e um grande desastre» e referências a situações «fora de controlo». Depois da diarreia verbal de opiniões mal pensadas, afirmou ainda que a Europa deve interrogar-se se «num futuro próximo, pode assegurar as necessidades energéticas sem a energia nuclear».

Entretanto, os mercados reagem a estas declarações caindo a pique e o gabinete do comissário tem de desdobrar-se em declarações para “clarificar” a posição do chefe: «He just wanted to share his concern and that he was really touched by all the images of people and the victims…he said that according to what we have seen in the media it seems that in the nuclear power plants we do not have technical control.»

Pois claro, qualquer pessoa que siga as notícias com maior ou menor atenção fica logo unicamente qualificada para emitir julgamentos categóricos sobre aquilo que desconhece.

Nove anos, é muito tempo

Filed under: Ambiente,Cultura,Justiça,Portugal — ruicarmo @ 13:24

O estado da justiça.

Cortesia

Filed under: Comentário,Cultura,Internacional,Portugal — André Abrantes Amaral @ 11:30

There is overwhelming evidence that the higher the level of self-esteem, the more likely one will be to treat others with respect, kindness, and generosity.–Nathaniel Branden

Estamos todos estupefactos com o modo como os japoneses reagem à tragédia do sismo, do tsunami e da ameaça nuclear. Com calma, em silêncio, agindo sem lamentos e com os olhos postos no que precisa ser feito. Outra das inúmeras características que sobressaem é a educação. A senhora que agradece quando a tiram debaixo dos escombros da sua casa, como se lhe tivessem dado um lugar no autocarro; o senhor, já de idade, em cima do que resta do telhado de zinco da sua casa, estoicamente aguardando que o tirem do mar alto. A rapariga que vai de bicicleta, durante dois dias, em direcção ao centro onde se distribui comida. E regressa a casa, demorando mais dois dias, para alimentar o sobrinho. Altruísmo calmo e educado. Exemplos individuais associados a fortes laços comunitários.

A língua francesa tem a regra, que no português é mais um hábito, embora totalmente esquecido entre nós, de nunca iniciar as frases com o ‘eu’, quando se quer referir também outra pessoa. O outro vai sempre primeiro. Ele e eu. Nunca o contrário que é falta de educação. Na Antiguidade, os gregos davam sempre o melhor lugar, o melhor quarto, aos convidados. Parte disto, a que se chama de regras de cortesia, perdeu-se em Portugal. Ou se calhar, a este nível, nunca existiu entre nós, até porque por cá, a boa educação, ou o mero agradecimento, é entendido como sinal de fraqueza. Não sei. Sei, ficámos a saber, isso sim, a importância que a cortesia, mesmo que formal, tem para o desenvolvimento de um país.

Foto: EPA

 

Março 16, 2011

A doença crónica

Filed under: Ambiente,Comentário,Cultura,Internacional,Media,Política — ruicarmo @ 23:10

Na sequência de um crime inqualificável, Melanie Phillips, escreve:

(…) The western media and political class regard the latter as the ‘obstacle to peace’, while the slaughter of a Jewish family by Arab terrorists is apparently irrelevant to the achievement of peace. This even though if the atrocity turns out to have been committed, as has been speculated, by members of the Al Aqsa Martyrs’ Brigade, the armed wing of ‘moderate’ Mahmoud Abbas’s party Fatah, that would be a game changer for a ‘peace process’ predicated on the (ludicrous) assumption that Abbas/Fatah are legitimate ‘partners for peace’.

Such considerations are, it seems, quite irrelevant to Obama, the British government and the western media. All instead blame the ‘settlers’ for producing a ‘cycle of violence’ — even though massacres of Jews by Arabs have been taking place in the land of Israel since the 1920s. And that’s because the ‘settlement’ to which the Arabs react by mass murder is, as it always has been, the presence of Jews in any part of the land they currently occupy in the Middle East, including their own country.

This amoral response by the west is simply devastating. It means that it no longer possesses the capacity even to acknowledge Jewish victimisation at the hands of the Arabs – the actual cause of this nine-decade long conflict. Instead, Israelis have become literally dehumanised in the eyes of these British and American commentators. The murder of Israeli children is simply airbrushed out of the western media and political picture as just too inconvenient, because it gets in the way of what they have all persuaded themselves is an axiomatic fact: that this is merely a dispute over land between two rival peoples, and it is all Israel’s fault that it still isn’t resolved.

Indeed, some of the media couldn’t even bring themselves to call this atrocity an act of terrorism. But even ‘terrorism’ doesn’t accurately convey what happened in Itamar. Terrorism is when people murder the innocent to achieve a political end. Heaven knows, that’s bad enough. But this goes much further even than that. The Arabs who broke into the Fogels’ house and went from room to room murdering the family, slitting their throats while they slept, did so because they reach a psychotic state of ecstasy from murdering Jews.

We know that because the Arabs in Gaza handed out sweets and rejoiced at the slaughter. We know it because we have seen it before many times: Arab hands being dipped exultantly in the blood of the Israeli victims they have butchered. We know it because the Palestinian Authority-controlled media, mosques and educational materials tell their children that it is the greatest glory and a religious duty to kill Jews. We know it because the Palestinian Authority names squares and streets after such genocidal murders in order to honour their deeds.

This is not merely terrorism. This is a depraved death cult — one adopted by the direct heirs to the Arabs of inter-war Palestine who formed Hitler’s Middle East legion. And their present-day descendants use the very same Nazi motifs and tactics of psychopathic dehumanisation of the Jews to incite their murder. (mais…)

Párem as rotativas vitoriosas

Filed under: Ambiente,Media,Saúde — ruicarmo @ 22:43

Para saber tudo, clique aqui. A origem da coisa, poderá estar aqui.

Qual foi o real objectivo da “Geração à rasca”?

Filed under: Economia,Política,Portugal — Bruno Garschagen @ 15:12

Ao acompanhar do Brasil as notícias e comentários sobre a manifestação da “Geração à rasca” fiquei sinceramente sem o conhecimento sobre se o real objectivo do protesto era protestar contra:

1- O sistema legal, laboral e político, que impede o empreendedorismo, a prosperidade, a criação de novos empregos e o aumento dos salários e, por isso, deve ser profundamente reformado para que a intervenção estatal não atrapalhe e piore a vida; ou

2- O sistema legal, laboral e político, que não mais garante os benefícios que tal geração está a sustentar e que não mais vislumbra a possibilidade de aproveitá-los no futuro por acreditar ser aquele um direito social inegociável.

É ingenuidade ou extrema boa vontade acreditar que, apesar do discurso inarticulado, a geração protestava contra o primeiro ponto?

Os media: back to basics

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Educação,Internacional,Media — ruicarmo @ 12:45

As questões da Al-Jazeera.

Leitura recomendada: Os media e o Médio Oriente

happy face

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 06:12

Dead Kennedys – California Über Alles

Zen fascists will control you
100% natural
You will jog for the master race
And always wear the happy face

Ainda a resistência islâmica

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 01:53

(…) Esposaban a los judíos en largas cadenas, los subían a un puente, disparaban a un par de cada extremo y luego los empujaban al Danubio para dejar que el peso muerto arrastrara a los que estaban en medio. Tienes que tener un estómago fuerte para desempeñar esa labor, casi igual de fuerte que para matar a niños de tres meses. Pero, mientras mi amigo contaba su relato, yo no pensaba en los monstruos del puente, ni siquiera en los que estaban en las orillas jaleando, sino en las cifras mucho mayores de personas que seguían con sus asuntos y buscaban excusas a lo que estaba pasando. Eso es lo que marcó la diferencia, ayer y hoy.

Março 15, 2011

Síria: back to basics

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Educação,Internacional,Saúde — ruicarmo @ 23:43

Milhares de pessoas saíram para as ruas de Damasco exigindo mais liberdade. Mas quem suporta a rosa do desertoatravés do jornal estatal al-Watan – assegura que os panfletos que serviram de base à manif são originários de uma base militar israelita. Apesar do modernismo, a ideia base não se afasta muito daquela opinião que jura que a al-quaeda  colocou droga nos chás dos insurgentes líbios. Uma coisa será certa, quero crer, a repressão das autoridades sírias será também ela muito mais fashion, glamourosa, cultural e secular.

Bahrain: back to basics II

Filed under: Ambiente,Internacional,Media — ruicarmo @ 22:54

Diversificar fontes de informação. Agência de notícias iraniana relata em breakin’ news o que está a acontecer no Bahrain: Uma fatwa que permite matar os indígenas mais à vontade; a captura de 17 invasores pela juventude local; um não confirmado golpe de estado que depôs o rei; as forças de ocupação sauditas foram atacadas num hospital por milhares de pessoas que protegeram doentes e equipas médicas; vídeo que prova o ataque das forças ocupantes e que provocou, pelo menos, o martírio de cinco pessoas  e mais uns milhares de feridos.

Closer to the end edge

Filed under: Economia,Portugal — LT @ 22:35

Moody’s corta rating de Portugal de A1 para A3. Nos próximos dias (amanhã?) serão os bancos nacionais. E tudo ficará ainda mais complicado.

PM extraordinário

Filed under: Portugal — ruicarmo @ 21:51

O Me, Myself and I que dirige o governo do país chegou à SIC no seu carro eléctrico para promover a mobilidade eléctrica. Consequência imediata: os camionistas acabaram com a greve. O que se pode desejar mais?

Uma das coisas boas é que a forma despudorada como este execrável PS nos chama de parvos parece estar para acabar

Filed under: Política,Portugal — Maria João Marques @ 15:45

Na sequência da notícia que informava que a mulher do ministro da Justiça havia recebido, contra vários pareceres de quem de direito e antes de decisão do tribunal competente, 72 mil euros por decisão do ministério do seu marido, o senhor ministro da justiça vem dizer-nos o seguinte: como marido, sabia que a mulher recebera 72 mil euros por decisão do seu ministério, contra pareceres do MP e antes da decisão do tribunal competente; como ministro, não sabia que a sua mulher  recebera 72 mil euros por decisão do seu ministério, contra pareceres do MP e antes da decisão do tribunal competente.

Perante a mentira despudorada – emulando o chefe, que há tempos também sabia de um certo negócio como particular, mas não fazia ideia desse negócio enquanto pm – nem vale a pena determo-nos em mais uma tentativa de colocar as culpas nos subalternos, ou na questão ‘deveria a mulher de um ministro requerer fundos por decisão política ao ministério do marido, ou deveria ter cuidados acrescidos e esperar que o tribunal decidisse se esses fundos são devidos? deveria ou não um ministro ser especialmente cuidadoso com atribuição de fundos do seu ministério a familiares?’.

E, já agora, além de investigar, não seria conveniente o senhor ministro, ou a sua mulher, devolver os 72 mil euros ao ministério, enquanto se decide nos locais competentes se se deve o pagamento?

A invasão das ventoínhas gigantes

Filed under: Internacional — Nuno Branco @ 14:46

Chancellor Angela Merkel has announced the temporary shutdown of seven of Germany’s 17 nuclear plants pending a three-month safety check in response to the Fukushima accident. Opposition parties say is it’s a calculated move to allay public fear and avert defeat in three regional elections this month.

Após a tragédia no Japão surge outra mais perto de casa. Parece uma batalha perdida à partida explicar a esta gente os avanços que foram feitos na tecnologia nuclear desde que foi construído o reactor em Fukushima (que tem já 40 anos e aguentou muito mais do que aquilo para que foi desenhado). A invasão das ventoínhas gigantes está prestes a ganhar nova força e não fosse a cera um produto derivado do trabalho escravo das abelhas ainda nos metiam à luz das velas.

De futuro, para tirar o mundo da crise, basta soprar.

Comportamentos

Filed under: Ambiente,Cultura — ruicarmo @ 14:12

Compare-se a reacção da generalidade das pessoas perante as tragédias, no Japão e nos EUA.

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