Via Marginal Revolution,
The President does not have power under the Constitution to unilaterally authorize a military attack in a situation that does not involve stopping an actual or imminent threat to the nation.
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o obama não é Deus, é um humano com tantas falhas e omissões como qualquer mortal. Agora, deixando o politicamente da treta correcto de lado, apagar o Kadafhi do mapa seria a justiça tardia para quem acolheu, financiou e liderou terroristas. Lembram-se do avião da Pan Am abatido sobre a Escócia nos anos 80 com 300 inocentes a bordo ?
Comentário por jorge — Março 20, 2011 @ 11:17
sim, deixe-se de lados as tretas constitucionais “politicamente correctas”
Comentário por CN_ — Março 20, 2011 @ 12:30
“o obama não é Deus, é um humano com tantas falhas e omissões como qualquer mortal”
Não é Deus mas apenas alguém que, ungido pelo prémio Nobel da Paz, não descansou enquanto não conseguiu, por si mesmo, uma guerra. Ainda que para tal tenha praticado o que a constituição americana expressamente proíbe renegando aquilo que ensinou. Nada fica a dever a Bush. Pelo contrário, os níveis de hipocrisia são substancialmente maiores.
Comentário por Eduardo F. — Março 20, 2011 @ 14:50
Ai se fosse o Bush! Caía o Carmo e a Trindade
Comentário por A. R — Março 20, 2011 @ 19:26
“apagar o Khadafi” não parece ser muito polémico – nem pelos vistos “apagar” todas as pessoas que morrerão por causa de tal operação – meras estatísticas.
Comentário por AA — Março 20, 2011 @ 19:58
Se o presidente fosse Bush a guerra era um ataque neoconservador às riquezas petrolíferas dos povos árabes.Sem desculpa.
Mas com o ungido Obama, trata-se de salvar o povo líbio dum ditador sanguinário e promover a democracia.
A diferença é que agora a intenção é boa, trata-se de salvar as almas dos infiéis.
Comentário por ricardo saramago — Março 20, 2011 @ 22:30