Força Aérea da Líbia acusada de bombardear manifestantes
Membros do governo líbio renunciam e aumentam pressão sobre Kadafi: Ministro da Justiça e embaixador na Liga Árabe deixam o cargo; ditador perde apoio tribal
Líbia: «Khadafi, sai se és homem!»
Libya: protests focus on Tripoli as demonstrators set public buildings on fire
Libya protests: Col Gaddafi under mounting pressure
Fevereiro 21, 2011
Últimas notícias sobre a Líbia
LSE and Libya
Por falar na LSE, uma ilustração de como o poder facilmente corrompe. Pela positiva, é de louvar ainda assim o exemplo – pouco comum em países como Portugal – de transparência mesmo em circunstâncias pouco abonatórias: Statement on Libya
The School has had a number of links with Libya in recent years. In view of the highly distressing news from Libya over the weekend of 19-20 February, the School has reconsidered those links as a matter of urgency.
LSE Enterprise has delivered executive education programmes to Libyan officials, principally from the Economic Development Board, and managers. That programme has been completed, and no further courses are in preparation. We have also received scholarship funding in respect of advice given to the Libyan Investment Authority in London. No further receipts are anticipated.
LSE Global Governance – a research centre at the School – accepted, with the approval of the School’s Council, a grant from the Gaddafi International Charity and Development Foundation, chaired by Saif-al-Islam, one of Colonel Gaddafi’s sons and an LSE graduate. This note| from LSE Global Governance explains how that money has been used to date, on a North African programme of study, principally involving civil society issues. In current difficult circumstances across the region, the School has decided to stop new activities under that programme. The Council of the School will keep the position under review.
The School intends to continue its work on democratisation in North Africa funded from other sources unrelated to the Libyan authorities.
Maravilhas do estado totalitário que o PS tem vindo a criar
A socialista lei do tabaco já levantava todo o género de reservas, mas afinal, como bom instrumento totalitário, não pára sequer à porta das casas particulares de cada um e entende que é o Estado que tem de determinar quando e se alguém pode fumar em sua casa. Pois é: se houver uma empregada doméstica na casa, durante o horário de trabalho da empregada o proprietário da casa não pode fumar dentro da sua própria casa. Maravilha, não é?
No entanto a notícia do Público revela ainda mais profundamente a estupidez das leis com que nos cosemos. É que existe uma luminária especialista em direito do trabalho que considera que os proprietários de uma casa não podem fumar dentro dela enquanto lá dentro estiver a empregada doméstica, mas se essa empregada doméstica fumar dentro da mesma casa contra a vontade dos patrões, não pode ser apenas por isso – sendo o ‘apenas’ poluir o ar de uma casa para a qual está contratada para arrumar e limpar – despedida por justa causa. Sim, neste nosso país há uma luminária que considera que os proprietários de uma casa não podem fumar dentro dela mas que outra pessoa, porque tem um contrato de trabalho – essa coisa que em Portugal equivale, na prática, a uma parte ganhar exclusivamente direitos (trabalhador) e outra exclusivamente deveres (empregador) – com o proprietário da casa, é livre de fumar dentro dessa casa sem autorização do proprietário.
Bater no fundo
Uma criatura diz, num parlamento, e dirigindo-se a um deputado, manso é a tua tia. Essa mesma criatura, mais tarde, acusa outro cidadão de ser mal-educado. Seria apenas um episódio patético, se não fosse grave. É que a referida criatura, famosa também pelas reacções selvagens a tudo o que não satisfaz os seus caprichos e sede de poder, é o primeiro-ministro de um país. E se todos sabemos que o regime vigente nesse país nunca foi grande coisa, também é verdade que manteve sempre uma módica dignidade que o impedia de bater no fundo e de ser posto em causa. Até ao dia 12 de Março de 2005.
Líbia ao raio-x
O norte-coreano do norte de África.
O discurso do filho do amigo de Sócrates e Amado.
A Primavera -um artigo cheio de esperança, de 2009 – e o body-count actual, ambos da Human Rights Watch.
Não me digam…
Governo usa IAPMEI e AICEP para dar ajudas políticas a empresas inviáveis
O IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) tem vindo a ser utilizado pelo Governo para manter artificialmente vivas empresas sem viabilidade financeira. Fontes do Ministério da Economia relataram ao SOL que têm sido dadas instruções para serem concedidos apoios financeiros a «empresas que é politicamente necessário salvar, para garantir empregos num determinado momento» – ainda que estes não tenham futuro.
O resto da notícia está aqui.
Mas não se preocupem porque a execução orçamental está a correr às mil maravilhas.
O Egipto é quando um homem quiser
O estado do Wisconsin não tem dinheiro. O Governador do estado do Wisconsin, o republicano Scott Walker, pensou que, em vez de meter uns milhares de funcionários públicos na rua, era mais simpático pedir-lhes para abdicarem de uma parte dos seus privilégios. Foi um pedido modesto: pediu-lhes para passarem a contribuir para o seu próprio regime de pensões com 5,8% do seu salário (equivalente à média nacional) e com 12,5% para ajudarem a pagar os seus seguros de saúde (metade da média nacional).
Além disso, e aqui é que o caldo se entornou, quer limitar o poder de negociação colectiva dos funcionários públicos a matérias salariais, excluindo dessas negociações todos os outros potenciais benefícios. Como se isto não bastasse, o malandro do Walker quer deixar de deduzir automaticamente as quotizações sindicais dos salários dos funcionários públicos e dar-lhes a opção de nem sequer as pagar.
O que é isto faz do Scott Walker? Um tipo decente que quer limitar o poder que os sindicatos têm de eleger políticos que depois põem o contribuinte a pagar por cedências feitas “em sede de concertação social”, cedências cujas implicações só serão visíveis num futuro longínquo em que ninguém pode ser responsabilizado politicamente por elas? Não. Isto faz do homem a última reincarnação do Hitler. Porquê? Porque como o senhor que empunha o cartaz da imagem nos alerta, o Hitler também acabou com os sindicatos em 1933. Embrulhem.
No meio de tudo isto, o prémio para a dignidade política vai para os tais políticos que foram eleitos pelos sindicatos (os senadores estaduais democratas) que se piraram do estado para a lei não poder ser votada.
Eu não percebo nada disto mas, olhando para o nosso aparelho do Estado e para as nossas empresas públicas nas mãos dos sindicatos, parece-me que este episódio no Wisconsin ainda nos vai fornecer umas pistas importantes sobre o caminho que temos de percorrer para endireitarmos o país.
Ideias que podiam pegar por cá…
David Cameron promises public sector revolution
Private companies, voluntary groups and charities will be given the right to run schools, hospitals and vast swathes of council services under ambitious plans to end the “state’s monopoly” over public sector work, David Cameron announces today.
A ideia foi apresentada pelo próprio num artigo do Telegraph:
“We all know the damage caused by centrally controlled public services [...] In the past decade, stories about bureaucracy over-ruling common sense, targets and regulations over-ruling professional discretion, and the producers of public services over-ruling the people who use (and pay for) them – became the norm, not the exception.
[...]
The grip of state control will be released and power will be placed in people’s hands. Professionals will see their discretion restored. There will be more freedom, more choice and more local control.”
E depois espantam-se que o people só use o jornal para cantar o Jingle Bells
A propósito do que escreve o LT, aqui, acrescento o seguinte: esse Ferreira Fernandes que tente entrar na London School of Economics* num curso de Finanças Públicas, ou ser talhante numa mercearia ou num supermercado. Vai ver que é bem mais difícil, embora mais higiénico, do que ganhar a vida a fazer bicos jornalísticos a tudo o que aparece.
* corrigido
Fevereiro 20, 2011
Empreendedores em Portugal – Da falta deles
Outra ideia que aparece como consensual é que os Portugueses, em especial os mais jovens, são pouco empreendedores. Que existem poucos empreendedores em Portugal. Se é verdade que existem poucos empreendedores em Portugal não é por falta de capacidade ou competencia.
A falta de empreendedores em Portugal é de facto uma evidencia de que existem bons empreendedores em Portugal. A decisão de se deixar de trabalhar por conta de outrem para ir trabalhar por conta própria, talvez montando uma empresa, é uma decisão com contras altíssimos. A não tomada de dessa decisão apenas demonstra que os Portugueses, em média, têm uma boa capacidade para avaliarem as alternativas e escolherem (dentro do que podem) como devem desenvolver-se profissionalmente de forma racional.
Estamos em um país que não gosta de empresários. São capitalistas exploradores de trabalhadores. São ladrões que fogem ao fisco. São egoístas que não procuram o bem social.
Estamos em um país que iniciativas empresariais são vistas como fonte de receita fiscal e nada mais. Apesar disso existem todo o tipo de dificuldades para novas empresas ou negócios. Licenças e autorizações no mínimo. Concorrência distorcida na maior parte das ocasiões. O sucesso nas mãos do poder discricionário de um qualquer burocrata.
Só herois e/ou otários é que são empreendedores neste país. A maior parte dos potenciais empreendedores não se deixa enganar por cantos de sereia de políticos que no mesmo dia pedem empreendedorismo e se gabam de receitas fiscais record. A maior parte tem as qualidades que os fariam bons empreendedores.
Não temos falta de empreendedores, temos é falta um meio em que valha a pena ser empreendedor. Quanto o tivermos, os mesmos que tomam a decisão certa de ficar no emprego com rendimento certo, tomarão a decisão de criar e arriscar, de empreender.
Líbia, massacre nas ruas e liderança humanitária nas Nações Unidas
Poucas pessoas saberão que a Líbia — onde o massacre de protestantes ocorre neste preciso momento (Libya unrest death toll ‘tops 200′), faz parte do honrável Human Rights Council das Nações Unidas — esse organismo patético de inspiração socialista, que todo o ano faz de veículo de legitimação dos piores regimes do planeta.
Eis uma intervenção patrocinada pela ONG UN Watch, que revela bem como se faz gato-sapato de qualquer noção de decência institucional:
Libya Asks U.N. Chair to Delete UN Watch Speeches from the Record
Alguém leu o jornaleiro?
José Ferreira Fernandes é um jornaleiro notável. É o redactor-principal do Diário de Notícas, quarto diário generalista mais lido em Portugal (dito assim até parece fantástico) e conhece tanto do seu negócio (apesar da audiência do jornal ter caído 16% no último quadrimestre de 2010) que já passou por tudo o que é revistas (Sábado, Visão e Focus) e jornais (DN, Público e O Jornal), coleccionando prémios do meio (Prémio Pessoa de Jornalismo, Melhor Jornalista do Ano e Prémio FLAD de Jornalismo). Já como especialista de Finanças Públicas e defensor do regime, não sei. Mas suspeito que qualquer miúdo com a especialidade acabada de tirar na London School of Economics (ou participante de um qualquer blog corporativo) arranjaria mais depressa emprego na matéria. Ao contrário, insisto, do que se passa no delicado, difícil e tão concorrido métier de vender jornais, onde Ferreira Fernandes é uma autoridade internacional. Ora bem, esse jornaleiro emérito e menos reconhecido especialista de Finanças Públicas produziu hoje um texto de opinião onde critica Alexandre Soares dos Santos por dizer que “Portugal já está em recessão”. Para azar de JFF, até o senhor governador do banco de Portugal concorda com ASS. Sobre o efeito deste tipo de serviços prosas no mundo do jornalismo, em que ele é autoridade, saberemos mais tarde… talvez quando saírem os dados do Bareme Imprensa para o 1º quadrimestre de 2011.
A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama
No seguimento de A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama
Cuidado com as instalações de painéis solares
The literally shocking truth about the quality of solar arrays.
Solar experts have regaled me with tales of poor workmanship they find when they do spot checks of installed systems. As improperly installed joints corrode, connections loosen, and wires fray, we may be looking forward to a wave of breakdowns in the coming years. “Not only is there a potential for an increase in system failures, but there is also a potential for a rise in unsafe and potentially lethal situations,” says Corey Asbill of New Mexico State University.
Cá, pelo nosso burgo, nem quero imaginar como seja. Com a habilidade de desenrascar que nos é conhecida, muitas das instalações que há por aí devem ser ratoeiras mortais. Tenham cuidado, especialmente na altura de improvisarem…
A recessão como processo de cura
A Recessão como boa notícia. Por Carlos Novais.
A crise é o processo de cura da doença constituída pela bolha prévia induzida e alimentada temporariamente por uma expansão de crédito não baseada em poupança prévia, o que conduz ao sobre-investimento e sobre-consumo e sub-poupança, um ciclo insustentável que em última análise consome capital ou poupança. Será tanto melhor que comece mais cedo do que mais tarde, se começar mais tarde que se deixe a reafectação de recursos, os ajustamento de preços (em queda) operarem na maior velocidade possível, encurtando o período de recessão a um mínimo de tempo e a uma qualidade máxima.
A leitura dominical
Um “islamofóbico” confessa-se, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.
A importância de flexibilizar o mercado de trabalho
If we want to improve the supply-side we need greater efforts to deregulate the labour market. Por Len Shackleton.
Regulation raises the predictable expense of employing labour: for example, minimum wages, mandated hours and parental leave all raise costs. Perhaps more perniciously, regulation may also increase the risks associated with taking on new people, who may not be up to scratch but can be very difficult to get rid of, or who may take advantage in unpredictable ways of rights to request flexible working, or time for training, or to postpone retirement.
Entre a doçura e o fel das Democracias sem Liberdade
(Publicado também no Blue Lounge, aqui)
Anda meia blogosfera a discutir se as manifestações no Egipto, na Líbia, na Tunísia ou no Bahrein correspondem a verdadeiros movimentos pro-democráticos – algo que deveria merecer o nosso apreço – ou se, pelo contrário, o facto da inspiração da revolta ir beber a movimentos islâmicos mais ortodoxos, nos deveria deixar, a nós, ocidentais, relativamente perplexos, pelos problemas que provavelmente vamos passar a ter, em breve, mesmo à portinha da nossa casa europeia.
“Democracia” e “liberdade” são faces de uma mesma moeda? (mais…)
Fevereiro 19, 2011
A moção de censura do BE e a extrema-esquerda em Portugal (2)
Esquerda. Por Luciano Amaral.
O BE está obviamente a punir-se na carne pelos seus lamentáveis “desvios de direita”, que alguns dos seus membros alimentam e que tiveram a sua mais recente materialização no apoio a Manuel Alegre em conjunto com o PS. Alguns no BE sonham em entrar para o “arco da governação”, transformando-se numa “ala esquerda” do PS. Já vimos sinais disto na corrente legislatura, em que um intelectual gay e próximo do BE se transformou em deputado do PS para fazer avançar a agenda gay do BE. Mas é evidente que a concretização final desse passo só poderá ocorrer com uma cisão do BE. O PS, claro, espera-os de braços abertos. É também essa a sua missão histórica: reciclar antigos radicais de esquerda cansados de não terem influência. Mário Soares começou por ser comunista; Jorge Sampaio, João Cravinho ou Eduardo Ferro Rodrigues, esquerdistas; José Magalhães, Pina Moura ou Mário Lino, comunistas…
Pior é estas querelas de família terem consequências nacionais. Da moção de censura não resultará nenhum quadro parlamentar recomendável: não vai passar e continuaremos a ter um governo minoritário, agora com as relações completamente envenenadas com o resto da esquerda; caso passasse e houvesse eleições, arriscávamo-nos a ficar na mesma, fosse com o PS ou com o PSD. Uma boa parte da esquerda nunca gostou da democracia liberal. Porque haveria de querer ajudar a nossa a funcionar?
Empreendedores em Portugal – Da falta de qualidade deles
Uma ideia em que a classe política e os intelectuais do nosso país ventilam até à exaustão é de que existe uma grande falta de qualidade nos empresários portugueses em geral.
Deviam pensar no que é que Portugal tem de característico para que os empresários não tenham qualidade, ou para que não tenham as qualidades que gostariam que estes tivessem.
Vivemos em um país em que um empresário pode gerir a empresa às três pancadas desde que tenha uma boa relação com o Poder, quer seja Central ou o Local.
Para se ser um promotor imobiliário de sucesso a chave é conseguir lidar bem com as “burocracias” camarárias, conseguindo alterar planos municipais ou acelerando licenças. Dada a necessidade de licenciamento e autorizações variadas em qualquer sector ou actividade, para ganharem a concorrentes, basta que as autoridades dificultem a vida aos concorrentes (licenças ou inspecções) ou que ”os deixem em paz”.
Para se conseguir ser um empresário de sucesso basta conseguir atrasar ao máximo os pagamentos a fornecedores, desviar a receita para os seus bolsos e de seguida encerrar a empresa. O empresário de sucesso sabe que qualquer fornecedor, para recuperar uma dívida por mais pequena que seja terá custos de centenas de euros e terá, na melhor das hipóteses de esperar vários meses. O empresário de sucesso sabe que, se estiver bem ligado, nunca terá problemas com encerramentos fraudulentos seguidos de aberturas de nova empresa em nome de um familiar. Sabe que vive em um país onde apenas cumprem contratos os tais empresários para quem é muito difícil ter sucesso em Portugal.
Um empresário para ser inovador tem de aceder a incentivos e subsídios. Quanto melhor conhecer o sistema de incentivos à inovação mais sucesso terá. Tem de ser um bom gestor de burocracia…não um bom inovador.
Para se ser um grande empresário nada como grandes contratos de fornecimento, de concessão ou uma PPP.
Quantos empresários de sucesso o são por conseguirem bons contratos com o Estado. Contratos que garantem uma folga financeira que é usada na concorrencia com os outros que não têm essa “qualidade”.
Concordo que temos de facto muitos empresários cuja principal qualidade é conseguirem gerir bem o Estado. Temo-los em quantidade proporcional à intervenção e peso que o Estado tem na economia.
Depois temos os outros, mesmo que não exista branco e preto nesta história. Como em outras o mais provável é encontrarmos tons de cinzento. Os outros têm muito mérito por sobreviverem e em alguns casos chegarem a ter sucesso. Sobrevivem e vingam apesar da falta de qualidade dos nossos políticos e das nossas elites que criaram e mantêm um sistema de mercado anti-concorrencial financiado por impostos que eles pagam.
Por isso defendo e argumento contra quem vier. Em Portugal temos empresários de qualidade comprovada, os mais adequados para o mercado Português, para o mercado e sistema que os políticos e as elites construíram. Para termos mais dos outros, vai levar tempo e precisamos de novos políticos e elites que queiram mudar o sistema e as regras de mercado. Enquanto tivermos políticos e elites que, como receita para os problemas da intervenção do Estado, apresentam mais intervenção do Estado, teremos cada vez mais empresários que sabem que o o principal factor de sucesso empresarial em Portugal é a capacidade de gerir o Estado.
Homens da Luta – “Zero de Certezas”
Homens da Luta – “Zero de Certezas” @ Pingo Doce (versão)
Retrato do regime vigente (2)
Tudo normal na frente ocidental. Por José Manuel Fernandes.
Líbia ainda nas mãos de Khadafi (3)
Libyan protesters destroy Gaddafi monument
This amateur footage purportedly shows protesters in the city of Tobruk knocking over a statue of the “Green Book” on Thursday.
Muammar Gaddafi has ruled Libya for more than 40 years according to socialist principles set out in his “Green Book,” which bans top-down government sets out how the country should be run by committees of citizens.
A moção de censura do BE e a extrema-esquerda em Portugal
Moção de Censura de Louçã. Por Ricardo Vicente.
Ainda falta quase um mês para ser discutida no parlamento e a moção de censura de Louçã já está a ser de grande utilidade para a democracia portuguesa: nunca Louçã foi tão publicamente censurado por membros do seu próprio partido.
Top posts da semana
Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:
1 – Neofascismo
2 – Neve no Hemisfério Norte
3 – Leitura recomendada
4 – Et tu Marcelo?
5 – Carros eléctricos em Portugal
Retrato do regime vigente
Armando Vara passou à frente de utentes de centro de saúde
Armando Vara protagonizou, na passada quinta-feira, um episódio polémico num centro de saúde de Lisboa. O ex-ministro socialista passou à frente dos utentes que aguardavam a sua vez e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado médico, alegando estar com pressa e ter um avião para apanhar, avança a TVI.
Abrantes insultam Sócrates
Em clima de fim de festa, os abrantes que restam dão crescentes sinais de incompetência e desorientação: Miguel Abrantes compara Sócrates a Kim Il-Sung. Por DBH.
“Agora só falta aqui é… cimento !”
Documentário- Pare, Escute e Olhe
(via Carlos Botelho: Massa Cinzenta)
Líbia ainda nas mãos de Khadafi (2)
O Estado ao serviço da propaganda cância
Queremos um Secretariado de Propaganda Nacional? Por João Miranda.
Animais sofrem com o arrefecimento local
Animais do zoo também morrem de frio
No zoo de Tulsa, no estado de Oklahoma, depois de uma morte de uma girafa o ano passado, felizmente este ano tomaram medidas contra o arrefecimento global. Em Hanói, no Vietname, fazem-se fogueiras, com muito CO2, para manter os animais aquecidos. Na China, também morreram vários animais o ano passado. Na Índia há igualmente vários relatos, como em Ranchi, onde foi preciso ligar os aquecedores para manter os animais vivos, enquanto em Nainital e Patna os animais estão a ser alimentados de forma especial, por forma a resistirem às agruras deste Inverno…


