Barbara Branden on Atlas Shrugged
To a remarkable degree, the movie captures the spirit, the sense of life, that was Ayn Rand’s alone.
Does it have faults? I suppose so. I could not care less — and I suspect you won’t care either.
Barbara Branden on Atlas Shrugged
To a remarkable degree, the movie captures the spirit, the sense of life, that was Ayn Rand’s alone.
Does it have faults? I suppose so. I could not care less — and I suspect you won’t care either.
O pior é que, no meio do seu discurso atabalhoado e pouco coerente, Isabel Alçada tem razão na parte em que afirma que o sistema educativo está “a colher os frutos do ideário da I República”.
Isabel Alçada – Sistema educativo está “a colher os frutos do ideário da I República”
Sosseguem as almas: o Guia não se encontra acampado em Lisboa. O evento subordinado ao tema “Problemas da sociedade contemporânea” levado a cabo pelo Instituto Luso-Árabe para a Cooperação, tem cerca de três anos. A “análise” esteve a cargo de Muammar Al Kadhafi. Dos resultados nada transpirou mas ficaram os registos para a eternidade numa rica galeria fotográfica. Recordar, é viver.
Aterrorizados, por certo, pelos acontecimentos locais e regionais, os senhores Mehdi Karroubi e Hossein Mousavi foram levados para um local seguro pelas autoridades iranianas.
O bom, o vitorioso e o revolucionário.
In an interview today on the Al Arabyia news network, an informed source within the Revolutionary Guards Corps revealed that Iran has several military bases in Libya.
The source, who requested anonymity due to his sensitive position within the Guards, elaborated further that the Iranian military bases are located mostly along Libya’s borders with the African countries of Chad and Niger. From there, he said, the Guards actively smuggle arms and supply logistical assistance to rebellious groups in the African countries.
According to this source, Guards enter Libya under the guise of oil company employees. Most of these companies are under the control of the Revolutionary Guards.
The source, who is a colonel in the Guards, added that Gaddafi and his government are quite aware of these activities and have even signed joint contracts with those Iranian oil companies so that the the Guards can enter Libya without any trouble.
The colonel stated that with the current unrest in Libya, over 500 Guards have been unable to evacuate and are under orders to destroy all documents.
According to this source, the military collaborations between the Revolutionary Guards and the Gaddafi government date back to 2006.
Nada como começar a semana com mau hálito, daquele político. Desta vez o bafo veio do Daniel Oliveira, com a sua defesa “racional, justa e coerente” do fim da ADSE.
O Daniel começa por dizer que a ADSE é irracional porque “entregamos a gestão de recursos a quem não os paga. Quem fornece o serviço não só não tem de promover a racionalidade de custos como tende a ganhar tanto mais quanto mais irracional for. Junta-se a isto o facto de, como acontece com as seguradoras, os beneficiários da ADSE poderem usar os hospitais públicos em atos médicos mais complexos ou dispendiosos.“
Presumo que o Daniel esteja a falar da velha questão da “carne do lombo” em que os privados ficam com o que dá dinheiro e o público fica com os tratamentos que não interessam, e em que os privados ganham à peça, logo, têm todos os incentivos para impingir aos seus utentes despesas inúteis.
A parte que o Daniel esquece no meio de tudo isto é que, no caso da ADSE, entre o Estado e os privados, há a parte que assegura a racionalidade da coisa: a carteira dos beneficiários. Como na ADSE uma parte significativa do pagamento sai sempre directamente do bolso do utente, este tem todo o interesse em não ser enganado. Isto de presumir que as pessoas podem pensar pela sua própria cabeça pode parecer completamente lírico para um defensor do Estado Social mas há tipos que juram a pés juntos que é isto que acontece quando se dá liberdade de escolha à maralha.
A seguir o Daniel diz-nos que a ADSE é injusta porque “não há forma de defender que enquanto os trabalhadores do privado estão obrigados, caso não tenham rendimentos para mais, a usar um serviço do Estado, os trabalhadores do Estado nas mesmas circunstâncias possam optar por serviços privados financiados pelo Estado. A mensagem que o Estado passa é a de que o que é bom para os funcionários dos outros não chega para os seus.“
Não percebo o que é que isto tem a ver com justiça ou falta dela. Das duas, uma, ou o serviço público tem qualidade e não há necessidade de recorrer ao privado, ou o serviço público é uma trampa e é bom que haja alguém que possa escolher serviços melhores. Especialmente quando essa possibilidade de escolha, além de não me impedir a mim de ter acesso à saúde, até me permite pagar menos impostos.
Por fim, o Daniel diz-nos que “é incoerente criticar as parcerias público-privado que dilapidam os cofres públicos ou o cheque-ensino e defender a ADSE. Quem defende que o SNS deve ser para todos e não apenas para os mais pobres não pode depois aceitar que haja um sistema de exceção para os funcionários do Estado.“
Isto já é um problema que o Daniel e o resto da esquerda vão ter de resolver com os seus respectivos psicólogos. Eu bem sei que a ideia de ter o Estado fora do circuito de vida da população é uma coisa que lhes dá suores frios mas, cá fora, no mundo real, nós estamos mais preocupados em saber se os nossos políticos estão a fazer alguma coisa para assegurar que temos acesso a melhores cuidados de saúde. Só para que fique claro, “melhor” significa a mesma saúde por menos dinheiro, mais saúde pelo mesmo dinheiro ou até, cruzes credo, mais saúde por menos dinheiro.
Se o Daniel me conseguir explicar como é que a extinção da ADSE vai permitir que isto aconteça, pode contar comigo para descer a Avenida da Liberdade. Enquanto isso não acontece, preferia vê-lo a defender o alargamento de um sistema que tem inúmeras vantagens face aos serviços de saúde públicos do que a perpetuar a ideia de que temos uma qualquer obrigação de sustentar esses mesmos serviços de saúde, apenas porque são públicos.
Hoje em dia é muito interessante conversar com arquitectos. Não sobre casas e edifícios, tendências estilísticas e cores, mas sobre trabalho. Para quem não saiba o mercado dos arquitectos é, em Portugal, um dos mais exigentes e mortíferos. São muitos os que se esfalfam a trabalhar dias e noites infindas em ateliers que pouco lhes pagam. A alternativa tem sido a busca de clientes próprios e, tantas vezes, a diversificação: em vez de projectos, procurar levar a cabo obras, por pequenas que sejam, arranjos, restauros, o que quer que faça clientela e dê nome. Pôr mãos à obra é puxar pela cabeça. Alargar horizontes é muitas vezes sujar as mãos e fazer todo o tipo de trabalhos. Lembrei-me disto ao saber que Alexandre Soares dos Santos, presidente do grupo Jerónimo Martins, referiu que o problema do país não são os salários, mas a falta de mão de obra qualificada para determinadas profissões com grande oferta. Este assunto foi um dos escolhidos e analisado no ‘Descubra as Diferenças’ com Miguel Botelho Moniz e Ricardo Francisco. A estratégia centralista que o Estado escolheu para, cumprindo estatísticas, encaminhar milhares de jovens para cursos sem qualquer saída profissional, induzindo mais ainda o preconceito relativo a determinadas profissões, como se não fossem dignas, por serem manuais, tem tido efeitos desastrosos.
Nos últimos anos, não só se impediu que as necessidades da população fossem o motivo preponderante na escolha das profissões dos jovens, possibilitando-lhes um emprego com rendimento e boas perspectivas de vida, como também se estimulou a necessidade do emprego de ‘fato e gravata’ como imagem e garantia de sucesso. A busca do emprego na empresa ‘certa’, de nome conceituado, como se de marca de roupa se tratasse, o desprezo por trabalhos tradicionais e manuais, mesmo que melhor pagos, é uma mentalidade errada, não produtiva e que, sendo tantas vezes forçada, conduz à insatisfação pessoal de quem não se realiza no trabalho.
Foi Margaret Thatcher quem disse num discurso no Partido Conservador, em Outubro de 1980, que o que faltava no Reino Unido era um zest for achievement. Entusiasmo de quem tenta com esforço. There are many things to be done to set this nation on the road to recovery, and I do not mean economic recovery alone, but a new independence of spirit and zest for achievement.
Vencer a estagnação económica onde encalhámos há 15 anos passa também por aqui. Ultrapassar o estigma do que deve ser aceitável e bem visto. Centrarmo-nos mais no que é merecedor de respeito: o brio profissional, qualquer que seja o ofício. Focarmos o sucesso na facturação conseguida, na criação de mais emprego, permitindo que outros se juntem a nós. Não mais o ênfase na busca solitária do emprego certo, dado como garantido e como garante de estatuto.
Hitler vs. Stalin: Who Killed More?, um artigo de Timothy Snyder no The New York Review of Books.
A inteligência entre aspas, de Alberto Gonçalves (uma vez insurgente, sempre insurgente), no DN.
Libya: rebels seize control of Zawiyah
Armed rebels opposed to Libyan leader Muammar Gaddafi were in control of Zawiyah, close to the capital Tripoli, on Sunday and their red, green and black flag flew above the town.
Libya unrest sparks refugee crisis at Tunisia border
Libya’s border with Tunisia is being overrun with migrants, many of them from Egypt, fleeing turmoil in Libya, aid workers say.
In Libya Capital, Long Bread Lines and Barricades
A bold play by Col. Muammar el-Qaddafi to prove that he was firmly in control of Libya appeared to backfire Saturday, as foreign journalists he invited to the capital discovered blocks of the city in open defiance of his authority.
Witnesses described snipers and antiaircraft guns firing at unarmed civilians. Many said security forces had been removing the dead and wounded from streets and hospitals, apparently in an effort to hide the mounting toll.
Gaddafi ‘losing grip’ over Libya
Most of Libya is out of control of the government, and Muammar Gaddafi’s grip on power may soon be confined only to the capital, Tripoli, Libya’s former interior minister has said.
General Abdul Fatteh Younis told Al Jazeera on Saturday that he had called upon Gaddafi to end his resistance to the uprising, although he does not expect him to do so.
Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:
1 – O Egipto é quando um homem quiser
2 – Alguém leu o jornaleiro?
3 – Empreendedores em Portugal – Da falta deles
4 – Seis anos
5 – A diferença entre os sindicatos do sector público e os do sector privado
O Insurgente comemora hoje o seu sexto aniversário. Num ano em que muito mudou, creio que o espírito do projecto se mantém intacto e com vitalidade reforçada.
Além da média estável em torno das 2000 visitas diárias (segundo o Sitemeter), ao sexto ano de vida o blogue expandiu-se definitivamente para outros canais. Destaco a página d’O Insurgente no Facebook, que agrega já mais de 550 pessoas, sendo que o blogue regista actualmente mais de 3000 post views diários só no Facebook.
Além das largas centenas de pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados blog readers e por email, o blogue conta com mais de 700 seguidores via Twitter e 570 via NetworkedBlogs no Facebook. Considerando o conjunto dos canais de distribuição – e mesmo sendo difícil ter uma estimativa fiável do número total de leitores diários dada a proliferação de meios de divulgação dos conteúdos do blogue – julgo que é seguro afirmar que nunca tanta gente leu O Insurgente como hoje em dia.
Last but not least, e dando seguimento à tradição de anunciar reforços do blogue em dia de aniversário, é com muito agrado que anuncio que o economista Ricardo Campelo Magalhães passa, a partir de hoje, a escrever n’O Insurgente, reforçando a ala austríaca e de análise económica. No que provavelmente deve ser lido também como um sinal dos tempos, as primeiras interacções do Colectivo Insurgente com o Ricardo Campelo Magalhães tiveram lugar, precisamente, via Facebook.
Resta-me agradecer a preferência continuada de todos os leitores e desejar que daqui a um ano o balanço de actividades possa ser pelo menos tão positivo como o do ano que agora se assinala.
Versão progressista e cultural turca.
Gem of Christian History at Risk in Turkey.
Percebe-se melhor o mundo: um dos premiados por Kadhafi teve um encontro marcante com et’s.
The Nation of Islam, long known for its promotion of black nationalism and self-reliance, now is calling attention to another core belief that perhaps isn’t so well-known: the existence of UFOs.
When thousands of followers gather in suburban Chicago this weekend for the group’s annual Saviours’ Day convention, one of the main events will include a panel of scientists discussing worldwide UFO sightings, which they claim are on the rise.
The idea of seeking the divine in the skies is deeply rooted in the Chicago-based Nation of Islam, whose late leader Elijah Muhammad detailed in speeches and writings a massive hovering object loaded with weapons he called “The Mother Plane” – although religion experts, Nation of Islam leaders and believers offer very different interpretations of what exactly happens aboard the plane, its role or how it fits into religious teachings.
It’s one of the group’s more misunderstood – and ridiculed – beliefs, something organizers took into account when planning the convention, which starts Friday and ends Sunday with Minister Louis Farrakhan’s keynote address.
“There’s enough evidence that has been put before the world and public,” Ishmael Muhammad, the religion’s national assistant minister, told The Associated Press. “There have been enough accounts and sightings and enough movies (documentaries) made, I don’t think you would find too many people that would call it crazy.”
During last year’s Saviours’ Day speech, Farrakhan for the first time in years discussed in detail a vision he had in Mexico in 1985 involving an object he calls “the wheel.” Using charts, photos and drawings, he spent almost four hours describing how he was invited aboard and heard Elijah Muhammad speak to him. Farrakhan says that experience led him to inklings about future events.
Farrakhan, 77, has said the wheel, with its great capacity for destruction, contains the “wisdom to purify the planet,” but has harmed no one so far. He also claimed there have been governmental attempts to cover-up proof of the wheel, which he says many call UFOs.
A mesma vontade, as mesmas receitas. A bom passo, rumo à desgraça.
“‘The fight against unemployment and especially against youth unemployment will be brought forward with determination”. The statement was made by president Abdelaziz Bouteflika during his speech in occasion of the double anniversary of the general union of workers (UGTA) and of the nationalisation of oil.
He added that ”For the next five year period I have set as an objective the creation of three million jobs”. According to Bouteflika, half will be generated by the economic growth driven ”by the substantial investments scheduled for this period” and the other half by ”public devices for the promotion of labour”.
Se há ou não falta de jeito para o negócio depende, no entanto, da perspectiva a partir da qual se analisa a conduta dos governantes em causa: Falta de jeito para o negócio, redux. Por Fernando Martins.
Pode ler-se no site da revista Economist que a Venezuela de Chávez corre o risco de “falir”. É caso para dizer, com o norte de África mergulhado num imenso turbilhão, que os nossos responsáveis políticos sabem bem em quem e onde apostar quando se trata de tentar induzir “crescimento ” externo nos negócios públicos e privados portugueses.
Gaddafi’s empire crumbles as his inner circle abandon him
From the desert sands of North Africa to the diplomatic salons of New York, the pillars of Muammar Gaddafi’s dictatorship crumbled as rapidly as rebels advanced across Libya last week.
Gaddafi’s followers told to leave him now to prevent more bloodshed
Anti Gaddafi forces have given the dictator’s remaining followers a last chance to leave him now and avert a bloodbath in the next few days.
Civis armados pró-Khadafi patrulham as ruas de Trípoli
A capital líbia está mergulhada num silêncio de medo, com o centro da cidade sob vigilância apertada das forças leais ao coronel Muammar Khadafi – apoiantes civis armados e camiões em patrulhas contínuas das ruas juntam-se às milícias e unidades militares que lhe permanecem leais.
Libya braced for battle as protests continue throughout region
Terrified Libyans braced for battles on Saturday after Colonel Gaddafi said he was ready to arm civilian supporters, and Silvio Berlusconi says Gaddafi ‘no longer controls’ the country.
Gaddafi’s son tells journalists, “everything is calm”
Col Gaddafi’s son spoke at a news conference late on Friday where he said Tripoli was “calm” and “peace is returning to the country”.
Ambulância em serviço de urgência mandada retirar para carro de ministro passar
O caso, confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30, e indignou os vizinhos que relataram o episódio à TVI. Os homens do instituto de emergência assistiam uma idosa com suspeitas de estar a sofrer um enfarte no interior sua casa, na Rua da Quintinha, enquanto a ambulância aguardava para a transportar ao hospital. Como é norma o veículo fica ligado a assinalar a urgência enquanto os técnicos do INEM socorrem a vítima.
Enquanto a idosa era assistida, um elemento da PSP, que faz a segurança do ministro Alberto Martins, ordenou que a ambulância fosse retirada do local para o carro do ministro, que mora perto, passar.
Leitura complementar: Retrato do regime vigente; O regular funcionamento das instituições.
Mega-fraude. Por Pedro Magalhães.
Leio no Expresso que Pedro Santana Lopes, que ganhou (oficialmente) uma eleição popular na vida, que foi Primeiro-Ministro durante alguns meses em substituição de Durão Barroso, que foi sumariamente despedido da função com o aplauso de uma parte substancial do eleitorado do seu próprio partido e que classificou as sondagens que correctamente descreveram a sua subsequente derrota nas legislativas – uma das piores da história do PSD – como uma “mega-fraude”, terá dito que, com Rui Rio na liderança, o PSD teria resultados nas sondagens superiores àqueles que hoje lhe dão, em média, 12 pontos de vantagem sobre o PS.
El Gobierno que iba a ampliar derechos
(…) Aquí está prohibido fumar en los negocios privados de hostelería o fabricar hamburguesas más grandes de lo que determina el departamento ministerial competente. Hablando de comidas, si tiene hijos no puede meterles en la mochila un producto de los calificados como bollería industrial, y si tiene un medio de comunicación deberá evitar la publicidad de la llamada “comida basura” ante el riesgo de que los niños la vean y la administración le meta un multazo de mucho progreso. Si tiene un negocio abierto al público, además de vigilar constantemente a los clientes para que no enciendan un pitillo a escondidas, deberá comprobar con frecuencia el termostato para no sobrepasar los 21 grados en invierno ni los 26 en verano, que son los límites establecidos por la autoridad, “socialista por supuesto”. Ah, y si vive en Cataluña, además de todo lo anterior olvídese de ir a una corrida de toros o de intentar que su hijo se eduque en castellano, porque el gobierno de “la ampliación de derechos de ciudadanía” ha decidido que eso no es libertad sino libertinaje. El colofón es que ahora, además, no se podrá superar en las autovías y autopistas el límite de velocidad que Rubalcaba, gran experto en tráfico, ha improvisado esta mañana mientras acudía a su cita con la prensa tras el Consejo de Ministros.
Solemnicemos lo obvio en honor al presidente y dejemos sentado, una vez más, que el socialismo es una ideología totalitaria dispuesta para ser llevada a la práctica por tiranos vocacionales como ZP, un tipo que siente una tendencia irresistible hacia a la metafísica más pedante porque resulta incapaz de aportar un análisis riguroso sobre cualquier circunstancia concreta de la política, la economía o la sociedad y tomar decisiones al respecto, que es precisamente para lo que le pagamos. (…)
Embaixador líbio, demite-se e descobre a pólvora.
O embaixador da Líbia em Portugal rompe com o regime de Muammar Khadafi, um regime que classifica agora como “injusto, tirano e fascista”. (…)
Num comunicado enviado à Renascença, Ali Ibrahim Emdored começa por classificar a repressão aos opositores na Líbia: em vez da palavra genocídio diz que está em curso uma campanha de eliminação colectiva e estão a ser cometidos crimes contra a humanidade como a matança a sangue frio de jovens desarmados.
O ex-embaixador demite-se de todas as funções que o ligavam ao regime de Muammar Khadafi e pede do mundo árabe e da comunidade internacional para travar os massacres.
Um estudo sobre políticas públicas, a que O Insurgente teve acesso em primeira mão, conclui que a não tomada de decisões idiotas, baseadas em impulsos controleiros, pela parte de políticos mal preparados, mas nem por isso menos presunçosos, pode poupar milhões de euros.
Leitura complementar: Redução de 10 Km/hora tem impacto significativo no consumo
A estupidez de algumas medidas do nosso governo, como as sobre estágios ou sobre a inclusão de informação profissional no Cartão do Cidadão, é má demais para acreditar. Aqui ao lado na vizinha Espanha também não ficam atrás; acham que reduzindo em 5% o preço dos comboios e passando o limite de velocidade na auto-estrada de 120 Km/h para 110 Km/h vão reduzir o consumo de combustíveis.
Brownie points para quem identificar o denominador comum.
Presidente do Supremo ordena destruição imediata das escutas do Face Oculta
Noronha de Nascimento já notificou Carlos Alexandre da decisão para destruir as escutas que envolvem Sócrates.
Primeiro-ministro diz que não tem conhecimento de nenhuma escuta ilegal
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou não ter conhecimento de nenhuma escuta ilegal, considerando que o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, não deixará de exercer as suas competências caso isso se verifique.
TVI confirma José Alberto Carvalho como novo director de informação
A informação foi avançada esta tarde pela estação de Queluz em comunicado no qual dá também conta que a jornalista Judite de Sousa, até agora subdirectora de informação da RTP, vai integrar a futura direcção de informação na sequência do convite que a estação de televisão lhe fez.
Ainda não está na administração e Paes do Amaral já tem uma contratação que desejava para a Direcção de Informação da TVI. Nos anos em que lá passou, sempre mostrava incómodo com a independência, a acutilância e a irreverência da informação da TVI, três qualidades que foram quarta-feira defendidas como características a manter num comunicado do conselho de redacção do canal. Não só Amaral manifestou o seu desagrado com o que se tornou a ideia feita acerca do “estilo da TVI”, como agiu contra ele, por exemplo afastando Marcelo Rebelo de Sousa quando ele desagradou ao poder político.
Leitura complementar: Sócrates, Noronha do Nascimento e Carlos Alexandre.
Barómetro coloca PS a subir mas PSD está perto da maioria absoluta
PSD + CDS = 52%
PS + PCP + BE = 41%
Curiosa convergência. Por José Manuel Fernandes.
Curiosa, no mínimo, esta convergência de ódios entre o Governo e presidente do Supremo Tribunal.
DESCUBRA AS DIFERENÇAS
O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO
(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)
SEXTA-FEIRA, 25 de FEVEREIRO – 18H05
Domingo, 27 de Fevereiro – 19H05 (REDIFUSÃO)
- Revolta Árabe – Com a queda de Ben Ali e Mubarak e as convulsões na Líbia, o que é que se está a passar no mundo árabe?
- Educação – Depois de aumentar os salários dos trabalhadores da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos disse que em Portugal não há um problema salarial, mas sim de falta de mão-de-obra qualificada. Terá razão?
- Execução Orçamental – Com a divulgação dos dados positivos da execução orçamental referentes a Janeiro de 2011, será que o Governo vai conseguir cumprir com as metas estabelecidas?
- Crise Internacional – A crise não atinge apenas Portugal, mas a grande maioria dos países ocidentais. O que é que está a ser feito lá fora, que não está a ser feito cá dentro?
“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.
Emissão também disponível online em www.radioeuropa.fm ou através das boxes ZON
Rapaziada do governo, querem a profissão metida no CU (cartão único)? Acho muito bem: os cidadãos estão cá para isso mesmo.
Não se esqueçam do peso, hábitos alimentares, tipo de sangue. Saber se o cidadão é ou não fumador também me parece fundamental.
Vale a pena ler este texto do Will Wilkinson para perceber porque razão não faz sentido meter sindicatos do sector público no mesmo saco dos sindicatos do sector privado. Como o texto é longo, fiquem com um resumo:
Leituras complementares: Mais sobre o cheiro a podre, perdão, a jasmim que vem do Wisconsin, O Egipto é quando um homem quiser
Levada a esta notícia pelo Rui, é conveniente relembrar que este juiz é o mesmo que ainda detém uma cópia das escutas feitas a Armando Vara falando com Sócrates. Mas, claro, isso é apenas (mais) uma coincidência.
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