Iniesta ovacionado por la afición del Espanyol 5 – 1 ( 18/12/10 )
Dezembro 19, 2010
Iniesta ovacionado por adeptos do Espanyol
Administração Obama segue Sarah Palin
Joe Biden admite que EUA estão a estudar forma de acusar Assange
O vice-Presidente dos EUA, Joe Biden, referiu-se ao fundador da WikiLeaks, Julian Assange, como um um “terrorista high-tech” e disse que o Departamento de Justiça está a estudar vias legais para o acusar.
Ana Gomes, a “rottweiler”
Rottweiler. Por PMF.
A onda da Wikileaks tem tocado Portugal. (…) soube-se, por exemplo, que um assessor diplomático de José Sócrates apelidava, em círculos privados, Ana Gomes, como “rottweiler”. Não interessa, agora, se a imagem era, ou não, apropriada. Confesso que me focalizei mais na justificação dada pelo dito assessor, quando confrontado por um repórter da rádio, com aquela aparente indelicadeza: desde logo, não se recordava de ter tido conversas em que tratava a deputada socialista daquela forma; no entanto, se o tinha, de facto, feito, isso nunca teria sido pejorativo, na medida em que ele, pessoalmente, muito apreciava aqueles canídeos. Ficamos a saber que, do ponto de vista daquele assessor apanhado nas inconfidências da Wikileaks, a palavra “rottweiler”, significa algo de delicado e sensível, sendo que, para ele, a diferença entre presentear uma senhora com flores ou interpelá-la carinhosamente como “minha querida rottweiler” (pensando, em concreto, em Ana Gomes), será ténue!
Um país aprisionado pelo corporativismo
Discordo em muitos aspectos da acção política do actual ministro da Ciência e do Ensino Superior, mas neste caso Mariano Gago deve ser elogiado, não só pelo que afirmou, mas também pela coragem que revelou ao fazê-lo: Mariano Gago critica Parlamento e faz violento ataque às ordens profissionais
Num dos pontos mais polémicos da sua intervenção, o ministro da Ciência condenou “a tolerância do Parlamento relativamente à criação e funcionamento das ordens profissionais em Portugal”, dizendo que tal gera “um condicionamento do mercado de trabalho”.
“Com toda a franqueza, este é um dos fenómenos mais extraordinários que ocorre neste país. A complacência, a cedência corporativa a quem chateia o parlamento com o argumento de que não se pretende fechar o mercado de trabalho – que ideia! – e apenas se quer fazer deontologia, é absolutamente extraordinária”, protestou Mariano Gago. Depois, o ministro da Ciência contou o que lhe acontece no quotidiano logo a seguir, quando recebe os representantes dessas ordens profissionais no seu gabinete.
“Chegam lá ao gabinete e dizem-me: ‘Senhor ministro, desculpe lá, quer proletarizar esta profissão? Arranje uma maneira de fechar estas entradas, seja como for’”, referiu, citando o estilo de conversa dos representantes das ordens profissionais.
Para Mariano Gago, “conseguir libertar o país da tutela das ordens profissionais na entrada das profissões é um elemento fundamental, sobretudo em período de crise económica”. “O que se está a passar é uma canibalização do mercado de trabalho em torno das profissões qualificadas, em que os que estão instalados criam uma fronteira para ninguém mais entrar. Ou melhor, talvez entre o filho de um deles, pronto”, declarou o ministro da Ciência.
Top posts da semana
Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:
1 – Até prova em contrário
2 – Não percebem nada
3 – «Regresso ao Amanhã que Canta», num cinema demasiado perto de si
4 – Bílis
5 – Um rebanho de ovelhas negras
Gente com pouco para fazer
Era só o que faltava e que o mundo precisa.
The United Nations is considering whether to set up an inter-governmental working group to harmonise global efforts by policy makers to regulate the internet. Establishment of such a group has the backing of several countries, spearheaded by Brazil. (…)
India, South Africa, China and Saudi Arabia appeared to favour a new possible over-arching inter-government body.
A propaganda chavista e a extrema-esquerda internacional
Convém sempre ver o material antes de o utilizar. Por Helena Matos.
Enfim o video é um produto que ilustra muito bem o que se entende por informar na Venezuela de Hugo Chavez. Como muitos dos produtos nascidos nesse tipo de contextos o video agit-prop torna-se uma peça de humor quando visto fora do desgraçado país que tem de aturar e pagar esta doideira.
Prática e teoria
Presidente do Sudão tenciona radicalizar o regime se o Sul se tornar independente
O Presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, afirmou hoje que o seu país adoptará uma Constituição islâmica se acaso o Sul se separar depois do referendo marcado para Janeiro.
“Nessa altura não haverá tempo para falar de diversidade de cultura e etnicidade”, afirmou o presidente a partidários seus durante um comício na cidade de Gedaref, no Leste do país.
“A sharia (lei islâmica) e o Islão serão a principal fonte da Constituição, o Islão a religão oficial e o árabe a língua oficial”, disse Al-Bashir, que também defendeu a polícia que foi filmada a flagelar uma mulher.
O plebiscito sobre se o Sul do Sudão, onde predominam as crenças tradicionais e o Cristianismo, se deverá tornar independente está previsto num acordo de paz que foi assinado em 2005 para se acabar com décadas de luta entre essa parte do país e o Norte, essencialmente muçulmano.
O acordo estabeleceu uma Constituição interina que limita a sharia ao Norte e reconhece “a diversidade cultural e social do povo sudanês”.
A cultura da liberdade continua a ter inimigos, e inimigos extremamente perigosos: o comunismo foi substituído pelo fundamentalismo islâmico como principal inimigo da cultura da democracia no mundo atual”, considerou o escritor, durante uma intervenção que encerrou um fórum internacional, organizado em Santiago sobre as políticas públicas.
Segundo o escritor, o extremismo islâmico “não é tão forte como foi a União soviética, mas é um desafio porque militantes fanáticos (estão) convencidos de que com a destruição da cultura ocidental e tudo o que ela representa, vão chegar ao paraíso”.
Efeitos do agravamento do arrefecimento local na Europa
Milhares de passageiros bloqueados nos aeroportos europeus
Nevões e baixas temperaturas deixaram milhares de pessoas bloqueadas nos aeroportos londrinos, muitas das quais já tinham passado aí a noite de sábado para domingo. Heathrow esteve encerrado sábado e domingo não funcionou para aterragens e foram poucas as partidas realizadas. Em Gatwick, também em Londres, muitos voos foram anulados nos dois dias.
O mau tempo está a afectar igualmente o transporte ferroviário e rodoviário no Reino Unido. Seis comboios Eurostar, que ligam o Reino Unido a França e à Bélgica, foram anulados “por causa das condições climáticas difíceis no Reino Unido”.
(…)
E mesmo na Bélgica há dois aeroportos encerrados, o de Charleroi, no sul, e o Lieja, no leste do país.
Em Frankfurt, o aeroporto mais movimentado da Europa continental, as pistas só podem ser usadas em alternância, enquanto são limpas de neve, e perto de 600 voos tiveram mesmo de ser anulados.
Os Dias Contados
Pelo Alberto Gonçalves, no DN.
Depois da “rua árabe”, a “rua grega” é o novo farol da extrema-esquerda internacional. E da indígena, cujos textos sobre o assunto, na internet e onde calha, são um portento de duplo sentido. Começam por fingir preocupação com os regulares motins de Atenas e esperam, cito, que os motins não se repitam por cá, mas todos os textos traem uma desalmada impaciência pelo facto de Lisboa e Porto ainda não se encontrarem em chamas. A sofisticação mental dos radicais leva-os a fingir tão bem quanto os membros da máfia que, enquanto preparam o cimento para os pés da vítima, pedem-lhe cautela: eles não querem que aconteça ao pobre nada de grave.
No caso, o que aborrece a extrema-esquerda é a quantidade de cimento necessária. Por muito que os seus propagandistas se esforcem, não depende só deles que dezenas de milhares de pessoas desatem a destruir propriedade alheia em protesto contra a austeridade. É preciso uma considerável epidemia de demência para que o povo ou, vá lá, um pedacinho do povo se revolte contra as consequências das políticas governamentais que esse exacto povo legitimou pelo voto. À escala individual, seria igual a um cidadão que aceita saldos crescentes para o Visa, espatifa-os ordenadamente e, quando o banco enfim reclama o dinheiro de volta, o cidadão decide incinerar o banco ou a mercearia ou o automóvel mais a jeito. À escala colectiva não é muito diferente.
Se, felizmente e para já, em Portugal e na Grécia as reacções das massas divergem perante o estertor oficioso de asneiras, alucinações e mentiras comuns, vagamente conhecidas como “Estado social”, a extrema-esquerda atribui o facto aos nossos brandos costumes. Raras vezes se vê um elogio, mesmo que discutível, feito com tanto rancor, mesmo que dissimulado.
Dezembro 18, 2010
Exemplar
O Humanismo revolucionário, habitualmente bem recebido e acarinhado pelos comunistas nacionais.
Prioridade ao AGV
Prioridade ao TGV
“Serviço público”, “coesão social”, “sustentabilidade”, “defesa do ambiente”, “combate ao aquecimento global”, “promoção dos caminhos de ferro”, “coesão territorial”, etc: Transportadora vai acabar com o serviço regional – Governo prepara desmembramento da CP que ficará reduzida ao longo curso
Este último irá acabar em 2011 nos troços Torre das Vargens-Beirã (65 km), Abrantes-Elvas (129), Beja-Funcheira (62), Ermesinde-Leça (11), Setil-Coruche (32), Pinhal Novo-Beja (138) e Casa Branca-Évora (16). Mas a estes há que somar os 144 quilómetros de linhas que já foram encerradas no primeiro mandato deste Governo, o que significa um total de 597 quilómetros sem regionais.
Desde Janeiro de 2009, os comboios deixaram de apitar entre a Figueira da Foz e Pampilhosa (51 quilómetros) e nas linhas do Tua (54), do Tâmega (13) e do Corgo (26).
A falta de segurança nessas linhas foi a razão invocada, tendo-se seguido promessas imediatas de reabilitação dessas vias, mas a única coisa que se fez foi retirar os carris e as travessas em algumas delas. A política de contenção do investimento público ditou, entretanto, que os trabalhos de modernização fossem adiados, faltando agora apenas formalizar o seu encerramento através de um processo de “desclassificação”.
(…)
Além das linhas onde o serviço regional será simplesmente suprimido, prevêem-se reduções do número de comboios nas linhas do Algarve, do Douro, do Oeste e do Minho.
A NATO e a ex-Jugoslávia
Mais um item para a longa lista de prioridades humanitárias que a intervenção da NATO na ex-Jugoslávia terá ajudado a salvaguardar: Prisioneiros sérvios eram engordados antes de serem mortos e ficarem sem os rins
Os prisioneiros sérvios até se sentiriam razoavelmente bem tratados: davam-lhes comida e deixavam-nos descansar. Mas depois, quando o negócio estava apalavrado, e as clínicas preparadas, eram levados para centros de detenção na Albânia, onde eram mortos com uma bala na cabeça e lhes eram extraídos órgãos, principalmente rins.
A importância de haver falências de bancos
Sem que sejam permitidas falências de bancos não há responsabilização possível no sistema financeiro: EUA 150 – UE 0.
O Wikileaks e os jornalistas
O terror dos jornalistas acomodados. Por João Miranda.
Dezembro 17, 2010
Umas eleições do outro mundo…

Depois de ter ouvido todos os candidatos à mui nobre instituição que é a Presidência da República, chego à triste conclusão que o nosso regime democrático está ao nível do erário público: à beira da falência. Os candidatos è esquerda estão a leste do paraíso, acho que alguns deles nem sequer sabem muito bem a que tipo de cargo se candidatam. Eu, que estou longe de considerar Cavaco Silva um role model político, dou por mim a pensar como pudemos chegar a este ponto de decadência. As eleições presidenciais estão a tornar-me num gajo crente, dou por mim a pedir aos deuses para que o eleitorado não perca de vez o juízo. Já imaginaram se dá um vipe de vez ao eleitorado, e calha de escolherem para PR um lírico como o Manuel Alegre, ou o politicamente inimputável Fernando Nobre?
Terminus Chronicles*
Estar fora” hoje é uma coisa muito relativa, esta coisa da net é ubíqua e um gajo acaba por nunca estar verdadeiramente “fora”. Seja como for, estive uns dias fora deste jardinzinho e ao regressar casa fiquei na dúvida se teria sido teletransportado para outro planeta. Se fui, espero que isto seja Marte, que sempre é um deus que dá algum jeito no meio de uma aflição. Pois parece que fomos teletransportados eu, a minha família e mais três países inteiros que atravessei a conduzir acima da velocidade máxima que a lei permite em cada um deles.
Vem isto a propósito da ideia do seguro para financiar o despedimento dos novos trabalhadores. Parece-me óbvio que mexer num detalhe – o despedimento – do código do trabalho, sem cuidar de todo o edifício regulatório do mesmo, mais da Justiça, da burocracia e, no fundo, de todos os impedimentos ao crescimento da economia e do emprego, já é imbecil quanto baste e não resolve coisa nenhuma. Agora esta ideia do tal seguro não tem ponta por onde se pegue. De há muito que se sabe que as empresas estão na generalidade subcapitalizadas. A isso soma-se agora dificuldades de liquidez, falta de crédito e tesourarias completamente desbaratadas. Pois alguém que, estou seguro, detém uma inteligência superior e a melhor das boas vontades, lembra-se de lançar mais um imposto sobre o trabalho com a declarada intenção de facilitar a contratação e a criação de emprego. Go figure.
Aqui neste planeta está um frio do caraças e é curioso que a Zon, a Vodafone, as Finanças e o condomínio conseguem enviar-me as contas na mesma.
*Ver “Foundation” de Isaac Asimov
a/c Fernando Nobre
Caro Sr. Fernando Nobre, não o conheço mas permita-me que lhe dirija algumas palavras.
No passado dia 14, o senhor, candidado à presidência da República portuguesa, defendeu a criação de um salário mínimo europeu. Dado a sua ampla experiência na Assistência Médica Internacional, porque não defender um salário mínimo mundial? As pessoas que a “sua” instituição ajuda certamente que iriam beneficiar de maiores salários – bem mais que os europeus.
Porém, tendo em conta as diferenças de produtividade entre um trabalhador médio português e outro, por exemplo, haitiano, talvez o Sr. Fernando Nobre consiga facilmente perceber o rídiculo de tal proposta. Partindo desta conclusão talvez também alcance o necessário entendimento de que, em média, um trabalhador português é menos produtivo que um trabalhador alemão ou francês e, consequentemente, terá de receber um salário mais baixo. Se aí conseguir chegar, espero de si – uma pessoa que julgo ser intelectualmente honesta – retracção à sua infundada proposta.
Constituição
Concordo em absoluto. Qualquer revisão constitucional deve começar pelo prêambulo. Textos com 36 anos não são históricos.
sobre a crendice no Estado
Why Do People Believe in Fantasies? por John Stossel:
They promise fiscal responsibility. Then they spend like drunken sailors. They promise to cure poverty. Then their programs make it worse. They promise to create jobs. But then they make life so complex and unpredictable that entrepreneurs are afraid to create jobs.Almost none of their promises come true. But few people approach government with the skepticism it deserves.
Whether you believe in God—or psychics, or global warming—that’s your business. I may think you’re stupid, but if you waste your money on, say, a “strength” bracelet, you only harm yourself.
But being gullible about government hurts everyone. Government is force. When it sells us bunk, we have to pay even if we don’t believe in or want it. If we don’t pay up, men with guns will make sure we do.
It’s good to be skeptical. It’s really good to be skeptical about government.
What’s the Biggest Threat to Free Speech?
Reason.tv: What’s the Biggest Threat to Free Speech?
É curioso que ninguém referencia a liberdade de expressão como maior ameaça à liberdade de expressão…
DESCUBRA AS DIFERENÇAS COM TOMÁS VASQUES E FRANCISCO PROENÇA DE CARVALHO
DESCUBRA AS DIFERENÇAS
O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO
(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)
SEXTA-FEIRA, 17 de DEZEMBRO – 18H05
Domingo, 19 de Dezembro – 19H05 (REDIFUSÃO)
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Tomás Vasques e Francisco Proença de Carvalho .
Juntos, analisam alguns dos principais temas da actualidade:
- Leis laborais – O governo apresentou algumas medidas que visam reduzir o custo dos despedimentos. A rigidez da lei laboral é um entrave ao crescimento económico?
- WikiLeaks – Continua o debate à volta da WikiLeaks e da liberdade de informação. Temos direito a saber tudo? E qual o papel da imprensa no meio deste furacão informativo?
- Presidenciais – Tiveram início os debates presidenciais, numa campanha que se espera morna. Que novidades poderemos esperar dos cinco candidatos?
- Sete vidas – O primeiro-ministro italiano sobreviveu a uma moção de censura proposta pela esquerda e Gianfranco Fini, mas perdeu a maioria que lhe permite governar. A Itália no seu melhor?
“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.
Bílis
Em tempos idos as colunas de opinião de Fernanda Câncio no DN serviam, entre muitas tolices avulsas sobre política e isto e aquilo e a muito ocasional e surpreendente crónica sensata, para, legitimamente, a autora defender as suas causas fracturantes. Estando o aborto liberalizado e o casamento gay legalizado, cada vez mais as crónicas de Fernanda Câncio parecem apenas servir para arejar os ódios de estimação. É triste mas não surpreende.
Alegre desespero
Misérias do Exílio, Os Últimos Meses de Humberto Delgado – Portugueses e Africanos na Argélia, por Patrícia McGowan Pinheiro. O passado de Manuel Alegre ajuda a compreender o presente. Fica a sugestão de leitura.
Taggar
Spanish Researchers Want to Tag Human Embryos With Bar Codes. É seguro e tem imensas vantagens.
Avanço civilizacional
Dezembro de 2010, no Reino Unido: The Red Cross bans Christmas.
Representative Ron Paul
Um artigo razoável sobre Ron Paul no New York Times: Rep. Ron Paul, G.O.P. Loner, Comes In From Cold
As virtually all of Washington was declaring WikiLeaks’s disclosures of secret diplomatic cables an act of treason, Representative Ron Paul was applauding the organization for exposing the United States’ “delusional foreign policy.”
For this, the conservative blog RedState dubbed him “Al Qaeda’s favorite member of Congress.”
It was hardly the first time that Mr. Paul had marched to his own beat. During his campaign for the Republican presidential nomination in 2008, he was best remembered for declaring in a debate that the 9/11 attacks were the Muslim world’s response to American military intervention around the globe. A fellow candidate, former Mayor Rudolph W. Giuliani of New York, interrupted and demanded that he take back the words — a request that Mr. Paul refused.
During his 20 years in Congress, Mr. Paul has staked out the lonely end of 434-to-1 votes against legislation that he considers unconstitutional, even on issues as ceremonial as granting Mother Teresa a Congressional Gold Medal. His colleagues have dubbed him “Dr. No,” but his wife will insist that they have the spelling wrong: he is really Dr. Know.
Now it appears others are beginning to credit him with some wisdom — or at least acknowledging his passionate following.
After years of blocking him from a leadership position, Mr. Paul’s fellow Republicans have named him chairman of the House subcommittee on domestic monetary policy, which oversees the Federal Reserve as well as the currency and the valuation of the dollar.
(…)
Many of the new Republicans in the next Congress campaigned on precisely the issues that Mr. Paul has been talking about for 40 years: forbidding Congress from any action not explicitly authorized in the Constitution, eliminating entire federal departments as unconstitutional and checking the power of the Fed.
(…)
Republicans had blocked Mr. Paul from leading the monetary policy panel once before, and banking executives reportedly urged them to do so again. But Republicans on Capitol Hill increasingly recognize that Mr. Paul has a following — among his supporters from 2008 and within the Tea Party, which helped the Republicans recapture the House majority by picking up Mr. Paul’s longstanding and highly vocal opposition to the federal debt.
(…)
Mr. Paul now views his exchange with Mr. Giuliani in 2008 as a crucial moment in his drive for more supporters. “A lot of them said, ‘I’d never heard of you, and I liked what you said and I went and checked your voting record and you’d actually voted that way,’ ” he said. “They’d see that the thing that everybody on the House floor considered a liability for 20 years, my single ‘no’ votes, they’d say, ‘He did that himself; he really must believe this.’ ”
Rand Paul’s senatorial staff
Rand Paul hires aides from his campaign and Sen. Bunning’s staff
Senator-elect Rand Paul has chosen a mix of campaign staff, conservative activists and hold-overs from out-going Sen. Jim Bunning to make up his first senatorial staff, Paul officially announced in a news release sent through his senatorial campaign.
A profecia de Ludwig Von Mises
The Von Mises Prophecy Explained
An economy that is lightly (reasonably) leveraged can handle a slowdown without imploding. An economy that is leveraged to its eyeballs cannot. A catch-22 is thus created, in which the taking on of excess leverage requires the application of even more leverage (via the authorities) to save the system from itself. This feedback loop is, of course, unsustainable, barring the economy’s ability to “grow its way out” of the problem.
(…)
The Von Mises prophecy, remember, involves panic fears of being crushed under a mountain of long-accumulated debt. As the authorities seek to alleviate presssure by monetizing that debt (turning it into paper currency), faith in the system on the whole (currency and debt) is eroded, and investor preference for holding said debt (or currency) shifts at the margins in favor of something else.
Ludwig Von Mises. Por Jorge Costa.
Dezembro 16, 2010
Sábado, às 16:30, no Porto: Qual o melhor sistema de governo?
Sábado, às 16:30, no Hotel Vila Galé Porto, defenderei (mais ou menos) conservadoramente a situação em debate com o revolucionário blasfemo Luís Rocha, no âmbito da conferência “Sistemas de Governo: o caso português”, organizada pelo Gabinete de Estudos Gonçalo Begonha: Qual o melhor sistema de governo? André Azevedo Alves e Luís Rocha respondem
Na conferência “Sistemas de Governo: o caso português” contaremos com a a presença de André Azevedo Alves e Luís Rocha, que protagonizarão um momento de debate, onde se pretendem ver discutidas as várias vantagens e desvantagens das diferentes formas de governo.
André Azevedo Alves assumir-se-á como defensor do sistema actual, enquanto Luís Rocha fará a defesa convicta do sistema presidencialista.
