O Insurgente

Dezembro 22, 2010

O salário mínimo e a destruição de emprego (2)

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:20

What is seen. Por Miguel Noronha.

Um estudo do Ministério do Trabalho estima que o “salário mínimo em 500 euros terá impacto “moderado” nas empresas”. Prevê-se que uma onda de excitação afecte “abrantes” e blogs de extrema-esquerda que o irão citar ad naseam.

O que aparentemente os autores do estudo se esqueceram de avaliar (pelo menos segundo a notícia do Público) é o impacto do SMN (e do previsto aumento) como barreira à entrada no mercado de trabalho e na utilização cada vez maior de empresas de trabalho temporário pelas empresas. Com a elevada taxa de desemprego verificada (e cuja redução não se prevê para breve) imagino que não seja despiciendo.

Free or Equal?

Filed under: Economia,Política,Videos — António Costa Amaral (AA) @ 14:43


“Free or Equal” with Johan Norberg — Exclusive Preview Clip

A redução da taxa de mortalidade infantil em Portugal


(clique para aumentar)

Convém olhar para as datas para não escrever asneiras: Circa 1979. Por Vasco Campilho.

Já agora, vale a pena relembrar que, mesmo que os abrantes tivessem sido um pouquinho mais competentes a olhar para as datas, a falácia lógica post hoc ergo propter hoc é uma das mais comuns em ciências sociais.

Um apelo mais nobre que alegre

Filed under: Media,Política,Portugal,Sondagens — André Azevedo Alves @ 11:30

Declarações que – ainda que de forma possivelmente involuntária – ilustram bem o (compreensível) estado de desespero e desorientação da campanha de Manuel Alegre: Mandatário de Alegre apela ao apoio de Mário Soares

“Sendo Alegre o único candidato à esquerda que tem condições para vencer, penso que Mário Soares poderá pôr de lado alguns ressentimentos legítimos e colocar-se ao lado do candidato apoiado pelo seu próprio partido”, disse ao i o histórico do PS e mandatário por Coimbra de Manuel Alegre na candidatura à Presidência da República. António Arnaut defende que seria “uma prova de superioridade e de grandeza moral” se o antigo Presidente da República fizesse, durante a campanha eleitoral, uma declaração a favor do candidato apoiado pelo PS. Um apelo que parte do ministro dos Assuntos Sociais de um dos governos liderados por Mário Soares.

O salário mínimo e a destruição de emprego

Filed under: Double standards,Economia,Media,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:28

A ignorância económica tem um elevado custo em empregos e oportunidades de inserção social através do trabalho: Salário mínimo (outra vez). Por João Miranda.

A notícia, e o estudo subjacente, ilustram a forma ignorante como a questão do salário mínimo é tratada em Portugal. O salário mínimo é pago a trabalhadores específicos em empresas específicas, sectores específicos etc. É por isso irrelevante analisar impactos médios do aumento do salário mínimo, mesmo que se considerem médias regionais ou por classe de tamanhos de empresa. Os impactos médios são irrelevantes. Há empresas em que 90% dos trabalhadores recebem salário mínimo e outras em que nenhum trabalhador recebe o salário mínimo. Em média o impacto é pequeno. Mas o que interessa é o impacto nas empresas em que o salário mínimo é dominante.
.
Também não é muito relevante se o impacto este ano é pequeno, sobretudo porque esse argumento é usado há vários anos consecutivos. O impacto acumulado dos aumentos do salário mínimo já é muito significativo. Nos últimos 10 anos de estagnação económica o salário mínimo subiu 50%.

Salário mínimo

Filed under: Comentário,Economia,Política,Portugal — João Luís Pinto @ 10:47

Ron Paul On Congressional Oversight Of The Federal Reserve

Filed under: Economia,Internacional,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 09:00

Ron Paul On Congressional Oversight Of The Federal Reserve

Puccini

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 03:36

22 de Dezembro também é o aniversário de Giacomo Puccini (1858-1924).

22 de Dezembro

Filed under: Cultura,Internacional,Política — Carlos M. Fernandes @ 02:14

No dia 22 de Dezembro de 1808, no Teatro an der Wien, em Viena, Beethoven apresentou e dirigiu várias obras inéditas — entre elas, a Quinta e a Sexta Sinfonia — num concerto que durou quatro horas e que terminou, em jeito de apoteose, com a estreia da Fantasia Coral, op. 80. (O evento integrava-se numa estratégia do compositor que visava “o mais elevado grau de independência e de segurança possível num sistema de mecenato semifeudal”). Na última parte do espectáculo, Beethoven começou por improvisar uma introdução ao piano, e logo a Fantasia seguiu, com a orquestra, para um tema e variações que se assemelham à Ode à Alegria da Nona Sinfonia. O poema, com a sua celebração da paz, da alegria e das “harmonias da vida”, também nos remete para a famosa secção vocal e coral da última sinfonia de Beethoven. Como se sabe, depois de ser alento para socialismos e nacionalismos, depois de ser tocada em Auschwitz e de derreter o coração dos mais fervorosos humanistas, depois de ser a linha melódica do hino da Rodésia racista, a Ode à Alegria foi escolhida como hino oficial da União Europeia, numa versão com arranjo do ex-nazi Herbert von Karajan. Chegados a 22 de Dezembro de 2010, há quem diga que o episódio União Europeia será apenas mais uma nota de rodapé na longa história da Ode e da Nona Sinfonia de Ludwig van Beethoven.

2010

Filed under: Agenda,Videos — ruicarmo @ 00:47

Por Obama e Biden.

Aviso parental: eles cantam.

Piers Corbyn vs. the Met Office

Filed under: Agenda,Comentário,Economia,Educação,Energia,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 00:47

Tive o prazer de conhecer pessoalmente Piers Corbyn durante o tempo que vivi em Londres e o que mais me impressionou foi a atitude de genuína humildade científica com que Corbyn encara as suas próprias previsões e a discussão em torno dos temas subjacentes, contrariamente à histeria hiper-agressiva dos eco-alarmistas fanáticos e dos propagandistas ao serviço da poderosa indústria do aquecimento global. Um exemplo a seguir: The man who repeatedly beats the Met Office at its own game. Por Boris Johnson.

In a few brief hours, we are told, the snowy superfortresses will be above us again, bomb bays bulging with blizzard. It may be that in the next hours and days we have to step up our de-icing, our gritting and our shovelling. So let me seize this brief gap in the aerial bombardment to pose a question that is bugging me. Why did the Met Office forecast a “mild winter”?

Do you remember? They said it would be mild and damp, and between one degree and one and a half degrees warmer than average. Well, I am now 46 and that means I have seen more winters than most people on this planet, and I can tell you that this one is a corker.

Never mind the record low attained in Northern Ireland this weekend. I can’t remember a time when so much snow has lain so thickly on the ground, and we haven’t even reached Christmas. And this is the third tough winter in a row. Is it really true that no one saw this coming?

Actually, they did. Allow me to introduce readers to Piers Corbyn, meteorologist and brother of my old chum, bearded leftie MP Jeremy. Piers Corbyn works in an undistinguished office in Borough High Street. He has no telescope or supercomputer. Armed only with a laptop, huge quantities of publicly available data and a first-class degree in astrophysics, he gets it right again and again.

Back in November, when the Met Office was still doing its “mild winter” schtick, Corbyn said it would be the coldest for 100 years. Indeed, it was back in May that he first predicted a snowy December, and he put his own money on a white Christmas about a month before the Met Office made any such forecast. He said that the Met Office would be wrong about last year’s mythical “barbecue summer”, and he was vindicated. He was closer to the truth about last winter, too.

He seems to get it right about 85 per cent of the time and serious business people – notably in farming – are starting to invest in his forecasts. In the eyes of many punters, he puts the taxpayer-funded Met Office to shame. How on earth does he do it? He studies the Sun.

(…)

Is he barmy? Of course he may be just a fluke-artist. It may be just luck that he has apparently predicted recent weather patterns more accurately than government-sponsored scientists. Nothing he says, to my mind, disproves the view of the overwhelming majority of scientists, that our species is putting so much extra CO2 into the atmosphere that we must expect global warming.

The question is whether anthropogenic global warming is the exclusive or dominant fact that determines our climate, or whether Corbyn is also right to insist on the role of the Sun. Is it possible that everything we do is dwarfed by the moods of the star that gives life to the world? The Sun is incomparably vaster and more powerful than any work of man. We are forged from a few clods of solar dust. The Sun powers every plant and form of life, and one day the Sun will turn into a red giant and engulf us all. Then it will burn out. Then it will get very nippy indeed.

The Met Office and Global Warming

Filed under: Ambiente,Double standards,Economia,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 00:22

Warm Bias: How The Met Office Misleads The British Public. Por Anthony Watts.

Dezembro 21, 2010

Desvarios de uma estrela pop

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Media — ruicarmo @ 23:46

Assange é uma figura pública. Agora queixa-se do quê?

How Bono’s nonprofit ONE Campaign spends its donor’s money

Filed under: Double standards,Economia,Internacional,Justiça,Media,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Poor idea, Bono

Nothing says, “Wipe out AIDS and poverty” like Band-Aids and a black-and-white cookie.

That’s what Bono’s $15 million nonprofit the ONE Campaign — which gives only a pittance of proceeds to its hunger and health causes — bombarded New York newsrooms with last week to get press for its push for billions in African AIDS funding from President Obama.

The items were part of a pricey pile of puzzling loot, which also included a $15 bag of Starbucks coffee, a $15 Moleskine leather notebook, a $20 water bottle and a plastic ruler.

(…)

ONE gives only a pittance in direct charitable support to its causes — something Borochoff said the average donor might not realize.

The Bono nonprofit took in $14,993,873 in public donations in 2008, the latest year for which tax records are available.

Of that, $184,732 was distributed to three charities, according to the IRS filing.

Meanwhile, more than $8 million was spent on executive and employee salaries.

Ataque às pensões: a falência da segurança social estatal e a nacionalização dos fundos de pensões privados

Filed under: Double standards,Economia,Internacional,Justiça,Política — André Azevedo Alves @ 20:00

Face à falência dos sistemas de segurança social estatais, penaliza-se a poupança e aprovam-se medidas que caso fossem aplicadas por qualquer outro agente que não o estado teriam uma designação simples, directa e clara: roubo.

Hungary Follows Argentina in Pension-Fund Ultimatum, `Nightmare’ for Some

Hungary is giving its citizens an ultimatum: move your private-pension fund assets to the state or lose your state pension.

Economy Minister Gyorgy Matolcsy announced the policy yesterday, escalating a government drive to bring 3 trillion forint ($14.6 billion) of privately managed pension assets under state control to reduce the budget deficit and public debt. Workers who opt against returning to the state system stand to lose 70 percent of their pension claim.

“This is effectively a nationalization of private pension funds,” David Nemeth, an economist at ING Groep NV in Budapest, said in a phone interview. “It’s the nightmare scenario.”

Novo layout do blog do IEA

Filed under: Blogosfera,Economia,Internacional,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 18:34

O recomendável blog do Institute of Economic Affairs tem um novo e interessante layout.

Mensagem de Natal de José Sócrates

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 18:00

O Rui Carmo já recomendou o post, mas não resisto a destacar a “Mensagem de Natal” de José Sócrates:

José Sócrates – Este é um momento histórico. Pela primeira vez temos uma quadra natalícia em que a economia cresce, as exportações batem recordes e os impostos baixam. A educação já atingiu os níveis de excelência que procurámos, temos o 12º melhor sistema de saúde do mundo e o 25º melhor ministro das finanças da Europa. Temos um grande orçamento. As medidas que tomámos são mais que suficientes para que o pais regresse aos trilhos de crescimento, o controlo do défice foi conseguido e os especuladores derrotados. Com um ano de 2011 de grande crescimento económico, potenciado pelo TGV, pela novo Aeroporto, pelo Magalhães e pelas energias verdes, este será, para todos nós, um grande Natal. Obrigado.

Resumo da filosofia Prós & Contras

Filed under: Cartoons,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:02

As frases fazem parte de um artigo de Mário Soares, mas podiam muito bem ser o resumo oficial de um qualquer Prós & Prós (ou pelo menos de 95% deles), semanalmente proporcionados pelo “serviço público” da RTP:

É preciso, e urgente, portanto, criar um novo paradigma, como disse Barack Obama, no discurso do dia da sua posse. Sem ter sido capaz de ir muito longe, até agora, nesse difícil caminho… Atacar as causas para depois chegar às consequências. Ou seja: avançar no sentido de um novo modelo de desenvolvimento, orientado por princípios éticos estritos e baseado na concertação social e em regras ambientais respeitadoras dos equilíbrios ecológicos.

É tudo isso que a maioria dos dirigentes europeus – e a burocracia que os rodeia – não querem compreender nem julgar e combater. Para tanto, seria necessário rupturas e autocríticas várias, que não têm coragem de assumir.

Pôncio Monteiro (1940-2010)

Filed under: Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:07

Morreu hoje um grande portista: Faleceu Pôncio Monteiro

Pôncio Monteiro, que integrava o Conselho Superior do FC Porto e ocupou, durante anos, cargos de dirigente do clube, faleceu esta terça-feira, vítima de AVC. O corpo de Pôncio Monteiro estará em câmara ardente a partir das 16h30, na Igrejas das Carmelitas, na Foz.

O FC Porto associa-se à família de Pôncio Monteiro neste momento de dor, a quem apresenta as mais sentidas condolências.

A insustentabilidade dos incentivos à Produção em Regime Especial

Filed under: Ambiente,Economia,Energia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:57

O artigo já tem alguns dias, mas a recomendação justifica-se: Renováveis vão custar €1029 milhões

Se quer ganhar algum dinheiro extra no fim do mês instale uma microturbina eólica na sua casa ou no seu prédio e alguns painéis fotovoltaicos para produzir energia elétrica.

Por cada megawatt hora (MWh) produzido por si o sistema elétrico paga-lhe €587 euros. Um excelente negócio pois por cada MWh que você compra à rede paga apenas €72,4 euros.

A microprodução de energia renovável é atualmente a forma mais bem paga de todo o sistema eletroprodutor em Portugal (ver infografia).

Mas como não há bela sem senão, para manter a atual política de incentivos à Produção em Regime Especial (que inclui renováveis e cogeração) os consumidores de eletricidade pagam todos os anos um sobrecusto, refletido na fatura que chega a casa, que só em 2010 ascenderá aos €805 milhões. Para o próximo ano subirá acima da fasquia dos mil milhões (€1029, para sermos mais precisos). Se dividirmos este custo pelos cerca de 6 milhões de consumidores em Portugal, então cada um pagará cerca de €171 em 2011 (€14,25 por mês) para subsidiar as energias renováveis.

Mas não é tudo. Estes são os números para o atual cenário em que Portugal tem instalados 3841 MW de eólica. Só que os objetivos definidos pelo Governo apontam para cerca de 7000 MW de eólica e 1500 MW de solar fotovoltaica. “Isto é completamente surreal, não faz o mínimo sentido. Então se, com menos de metade daquele valor, já vamos pagar €805 milhões em 2010, imagine-se o que nos poderá vir a custar esta loucura das renováveis daqui a dez anos”, alerta Mira Amaral, ex-ministro da Indústria e Energia.

Ofertas de emprego em Vimioso e a desertificação do interior

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:49

Num país cada vez mais centralizado e onde as políticas públicas geram frequentemente incentivos perversos em termos de trabalho e de ocupação do território, é infelizmente bem possível que estes receios se venham a confirmar: Vimioso: Autarca teme que desertificação deixe ofertas de emprego sem resposta

O presidente da câmara de Vimioso garantiu hoje haver condições no concelho para serem criados mais de 70 novos postos de trabalho no próximo ano, mas disse temer a falta da mão de obra devido à desertificação.

Serei só eu a ver alguma incongruência nisto?

Filed under: Política,Portugal — Tomás Belchior @ 15:41

18.12.2010

O Secretário-Geral do PS, José Sócrates, diz que “aqueles que verdadeiramente têm a grandeza de pensar apenas no próximo [...] fazem-no de forma discreta” e que “não é com o exibicionismo na luta contra a pobreza, apenas a pensar em rendimentos políticos, que nos devemos comportar.

21.12.2010

O governo presidido pelo Primeiro-Ministro José Sócrates anuncia que, apesar de ter as contas públicas completamente descontroladas, desencantou um aumento de 2% para as instituições de solidariedade social, repetindo uma brincadeira que deu óptimos resultados com os funcionários públicos há 2 anos.

Tenho uma proposta: se os políticos não querem tirar dividendos políticos da pobreza, comecem por não tirar 1.251 milhões de euros aos portugueses para depois os entregarem em nosso nome a instituições de solidariedade social e misericórdias.

Pai Natal é servidor do Estado

Filed under: Diversos — Bruno Garschagen @ 13:49

Fico a saber por um telejornal brasileiro que o Pai Natal (no Brasil, Papai Noel), “recebe do governo da Lapônia uma ajuda de custo”. Era só o que me faltava como oferta de fim de ano: saber que o Pai Natal é funcionário público. Aquela roupa vermelha bolchevique sempre foi bastante suspeita.

De como a esquerda brasileira treinou os bandidos do Comando Vermelho

Filed under: Brasil — Bruno Garschagen @ 13:36

Este fime brasileiro mostra como nasceu o grupo criminoso Comando Vermelho, cujos integrantes, na convivência com terroristas de esquerda presos na Ilha Grande, aprenderam técnicas de guerrilha urbana depois utilizadas nos assaltos a bancos. O Comando Vermelho infernizou a vida da população do Rio de Janeiro a partir dos anos de 1970 e foi, durante anos, o mais perigoso e brutal grupo criminoso organizado do país.

Fruta da época

Filed under: Blogosfera — ruicarmo @ 13:00

Mensagens de Natal de José Sócrates, Paulo Campos, António Mendonça, Manuel Alegre, Edite Estrela, Julian Assange e Pedro Abrunhosa.

Gasóleo mais caro 4 cêntimos graças a agravamento fiscal

Filed under: Ambiente,Economia,Energia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:59

Porreiro, pá: Gasóleo vai subir quatro cêntimos no início de Janeiro

O gasóleo vai subir cerca de quatro cêntimos logo nos primeiros dias do novo ano. Este é o resultado do agravamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), de dois pontos percentuais, que se reflecte numa subida do preço dos combustíveis em geral na ordem dos dois cêntimos por litro. Mas os portugueses vão ter ainda de acomodar um outro aumento, que se prende com o fim da isenção fiscal parcial de imposto sobre produtos petrolíferos para o biocombustível incorporado no gasóleo rodoviário, além da subida do petróleo no mercado internacional.

(via Blasfémias: Presentes de Natal)

Two minutes’ hate – Global warming version

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Justiça,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 00:16

Warmist hate, the musical

Por cá não há iniciativas destas

Wastebook 2010: A Guide to Some of the Most Wasteful Government Spending of 2010. Recomendo vivamente a leitura deste documento.

Dezembro 20, 2010

Mais uma vitória cinematográfica

Iran has sentenced two prominent opposition filmmakers to six years in jail each on vague charges of working against the ruling system, their lawyers said on Monday.
One of the two, internationally renowned filmmaker and opposition supporter Jafar Panahi, has won awards at the Chicago, Cannes and Berlin film festivals. Several of his films have been banned in Iran.
He has also been banned from shooting films or scriptwriting for 20 years and was barred from leaving the country for the same period, his lawyer Farideh Qeirat said.
“Panahi has been sentenced to six years in jail on charges of conspiring against the (ruling) system and is denied his professional rights including shooting films and scriptwriting,” the semi-official ISNA news agency quoted Mr Qeirat as saying. “He has also been barred from leaving the country for 20 years and from doing any interviews with domestic or foreign media during this period,” she added.

Telegraph.

Campanha alegre e em tons transparentes

Filed under: Ambiente,Cultura,Política,Portugal,Presidenciais 2011 — ruicarmo @ 22:28

Bloco de Esquerda desconhecia que José Sócrates apoia e faz parte da comissão de honra do candidato presidencial Manuel Alegre.

Manuel Alegre, a Constituição e o socialismo

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:13

Email recebido do leitor Fernando Gomes da Costa no dia 17 de Dezembro:

Ontem, por distracção minha, ouvi um bocadinho de um programa de TV em que estavam a falar o Dr Manuel Alegre e, soube pela jornalista, o Dr. Defensor de Moura.
Não sei se mais alguém viu o tal programa, mas nos 2 ou 3 minutos em que olhei para lá, ouvi uma afirmação esclarecedora do Manuel Alegre: “votei sempre contra todas as revisões constitucionais”.
Quer dizer: se daqui a 5 anos Manuel Alegre fosse eleito PR, teríamos um presidente a jurar uma constituição contra a qual votou, e que, pela lógica, defenderia o que estava escrito na primeira constituição após o 25 de Abril, por exemplo (sublinhados meus):

ARTIGO 1.°
(República Portuguesa)
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na sua transformação numa sociedade sem classes.

ARTIGO 2.°
(Estado democrático e transição para o socialismo)
A República Portuguesa é um Estado democrático, baseado na soberania popular, no respeito e na garantia dos direitos e liberdades fundamentais e no pluralismo de expressão e organização política democráticas, que tem por objectivo assegurar a transição para o socialismo mediante a criação de condições para o exercício democrático do poder pelas classes trabalhadoras.

ARTIGO 3.°
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Movimento das Forças Armadas, como garante das conquistas democráticas e do processo revolucionário, participa, em aliança com o povo, no exercício da soberania, nos termos da Constituição.
3. Os partidos políticos concorrem para a organização e para a expressão da vontade popular, no respeito pelas princípios da independência nacional e da democracia política.
4. O Estado está submetido à Constituição e funda-se na legalidade democrática.

ARTIGO 9.°
(Tarefas fundamentais do Estado)
São tarefas fundamentais do Estado:
a) Garantir a independência nacional e criar as condições políticas, económicas, sociais e culturais que a promovam;
b) Assegurar a participação organizada da povo na resolução dos problemas nacionais, defender a democracia política e fazer respeitar a legalidade democrática;
c) Socializar os meios de produção e a riqueza, através de formas adequadas às características do presente período histórico, criar as condições que permitam promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo, especialmente das classes trabalhadoras, e abolir a exploração e a opressão do homem pelo homem.

ARTIGO 10.°
(Processo revolucionário)
1. A aliança entre o Movimento das Forças Armadas e os partidos e organizações democráticos assegura o desenvolvimento pacífico do processo revolucionário.
2. O desenvolvimento do processo revolucionário impõe, no plano económico, a apropriação colectiva dos principais meios de produção.

500 milhões

Filed under: Economia — Adolfo Mesquita Nunes @ 15:10

Governo injecta 500 milhões no BPN

O Estado, muito menos o Governo, não injecta dinheiro na economia, como parece sugerir o título do Público. Para injectar o que quer que seja na economia, o Estado tem antes de retirar da economia o que vai injectar na economia. Parece confuso não parece? É por isso mesmo que a coisa passa.

O Estado das Coisas

Filed under: Internacional — Carlos M. Fernandes @ 14:00

Os intolerantes são atrevidos:

Un profesor de secundaria del Instituto Menénez Tolosa, en La Línea de la Concepción (Cádiz), ha sido denunciado por la familia de un alumno musulmán por hablar de jamón en clase. En concreto, el docente impartía clase de Geografía cuando, al hacer referencia a los distintos climas de España, comentó que el frío propio de Trévelez, en Granada, favorecía la curación del jamón.

Mas ainda há quem não se vergue perante uma certa “Espanha” idealizada por Zapatero:

Fue entonces cuando aseguró que uno de sus alumnos levantó la mano y “de forma muy correcta” le pidió que por favor, no hablara de jamones, que era musulmán y que no podía oír hablar de eso. “Yo me quedé perplejo. Entonces le dije, literalmente: Mira, muchacho, en primer lugar, tú no eres quién para decirme a mí de lo que puedo o no puedo hablar en clase. En segundo lugar, lo que tú comas, o coma este otro, a mí no me importa nada. En tercer lugar, la religión que tú profeses, profese éste o aquel otro, todavía me importa menos. En cuarto lugar, aquí sois 30 alumnos, y tú te debes adecuar a los 29 restantes y no los 29 restantes a ti. Y en quinto lugar, si no estás de acuerdo con las enseñanzas y conocimientos que se imparten en este centro siempre tienes la posibilidad de elegir y marcharte a otro centro”.

Agora, vamos ver se este cordeiro não é sacrificado no altar do “diálogo de civilizações”, porque, se assim for, está na hora de deixar isto entregue aos bichos. Mas, claro, uma doutrina (progressismo) que se baseia na intolerância, na vigilância dos costumes alheios, na imposição de rigorosos códigos de conduta e de um vocabulário impoluto, na catequização dos membros desviantes, uma doutrina assim, dizia, alimenta-se de fogueiras inquisitoriais e alimenta este tipo de comportamento. Já há um leve odor a carne queimada ali para os lados da Plaza Mayor. Há alguns anos.

Paradoxo do Dia

Filed under: Double standards,Política,Portugal — Adolfo Mesquita Nunes @ 13:59

Os socialistas zelotas do Estado Social, sempre em nome dos mais pobres e carenciados contra os vilões do neoliberalismo do patronato, consideram que o tema da pobreza, sobretudo quando argumentado por quem não lhes copia o amor ao Estado, é demagogia para retirar dividendos políticos.

As temperaturas mais baixas desde que há registos no Reino Unido

Filed under: Ambiente,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 13:00

Temperatures set to hit record low of -26C in England as forecasters predict freezing countdown to Christmas

Forecasters are predicting that the lowest temperature ever recorded in England could be broken this week.

They suggest that the record low of -26.1C could be topped as the snow and bad weather caused air and road chaos across the country.

A propósito da neve e da forma como o tempo e o clima são tratados nos media (e não só…), vale a pena recordar este artigo de Março de 2000: Snowfalls are now just a thing of the past

Britain’s winter ends tomorrow with further indications of a striking environmental change: snow is starting to disappear from our lives.

Sledges, snowmen, snowballs and the excitement of waking to find that the stuff has settled outside are all a rapidly diminishing part of Britain’s culture, as warmer winters – which scientists are attributing to global climate change – produce not only fewer white Christmases, but fewer white Januaries and Februaries.

(…)

According to Dr David Viner, a senior research scientist at the climatic research unit (CRU) of the University of East Anglia,within a few years winter snowfall will become “a very rare and exciting event”.

“Children just aren’t going to know what snow is,” he said.

Natal e consumo

Filed under: Cultura,Economia,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 01:18

Um artigo do Miguel Noronha publicado em 2007, mas que mantém plena actualidade: Natal, consumo e felicidade.

Os erros de Al Gore saem muito caros à humanidade

Filed under: Diversos — André Azevedo Alves @ 01:14

Al Gore’s ‘Mistake’

Now Mr. Gore admits what economists and ecologists have been saying for years: that ethanol is often counterproductive as a “green” energy source, and that its subsidized uptake has fueled price increases and Third World food shortages. Ever since guys like Al Gore, who don’t have to worry where their next bowl of carbs is coming from, convinced each other to dump ethanol down their Lexus tanks at a discount courtesy of the American public, corn has become more precious. Department of Agriculture research shows corn prices this year are 71% higher than in 2005, versus a 55% increase in crude oil. Subsidizing the “market” for ethanol cost U.S. taxpayers more than $7 billion in 2009 alone, and Reuters reports that this year 41% of American corn, or 15% of the global crop, will be converted to ethanol.

Mr. Gore’s “mistake” wasn’t an error. It was, by his own admission, a calculated decision that no longer benefits him. The problem is that by taking so long to correct himself, he has already done astronomical damage: Corn is scarcer for those who really need it. Investors who believed the hype now might lose money. Taxpayers have been bilked for billions. The farmers who saw their product subsidized and overvalued risk the fallout of a bubble burst.

Dezembro 19, 2010

Indecente

É o mínimo que se pode dizer deste simplex municipal, protagonizado pelo Zé que faz falta.

O mês de Dezembro mais frio desde que há registos no Reino Unido

Filed under: Ambiente,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 21:00

Coldest December on record puts brakes on start of the big getaway

December 2010 is “almost certain” to be the coldest since records began in 1910, according to the Met Office.

As people trying to make an early festive getaway faced treacherously icy roads and cancelled flights, and retailers warned that up to four million parcels may not be delivered in time for Christmas, forecasters said that this month is on course to beat the previous coldest, which was December 1981.

Weathermen suggested that some parts of the south of England could see further snowfalls of up to 10 inches (25cm) today. Blizzards of heavy snow and ice are expected to bring further disruption over the next two days to roads, rail and flight services, particularly at Gatwick, as well as to retailers on the busiest shopping weekend of the calendar. Police in Northern Ireland – where conditions are said to be the worst in 25 years – and parts of Scotland were warning people against non-essential travel.

A propósito da neve e da forma como o tempo e o clima são tratados nos media (e não só…), vale a pena recordar este artigo de Março de 2000: Snowfalls are now just a thing of the past

Britain’s winter ends tomorrow with further indications of a striking environmental change: snow is starting to disappear from our lives.

Sledges, snowmen, snowballs and the excitement of waking to find that the stuff has settled outside are all a rapidly diminishing part of Britain’s culture, as warmer winters – which scientists are attributing to global climate change – produce not only fewer white Christmases, but fewer white Januaries and Februaries.

(…)

According to Dr David Viner, a senior research scientist at the climatic research unit (CRU) of the University of East Anglia,within a few years winter snowfall will become “a very rare and exciting event”.

“Children just aren’t going to know what snow is,” he said.

O apoio que faltava…

Filed under: Política,Portugal,Sondagens — André Azevedo Alves @ 20:01

Sampaio manifesta confiança nas capacidades de Alegre para Presidente

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