O Insurgente

Outubro 25, 2010

Rankings e liberdade de educação

Filed under: Educação — Tiago Loureiro @ 14:38

Fernando Adão da Fonseca fala sobre a utilidade dos rankings escolares na percepção da importância da autonomia na gestão e da liberdade de escolha na educação, no portal VER:

O que fica de um ranking depois da espuma dos primeiros dias? Uma coisa é sabida da experiência de outros países. Fosse a organização do nosso sistema de ensino diferente, com verdadeira autonomia das escolas associada a uma clara responsabilização das suas direcções e dos seus professores e liberdade de escolha da escola por parte dos pais e dos jovens, e o sentimento geral perante o ranking não seria de impotência e de inutilidade, mas de esperança.

Sócrates e o modelo chavista aplicado em Portugal

Filed under: Internacional,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:22

Notas sobre a visita de Chàvez. Por João Miranda.

4. Portugal é o segundo país em que o chavismo não funciona.

5. Alguns daqueles contratos já foram anunciados 3 ou 4 vezes nos últimos 5 anos.

6. Quando a democracia for restaurada na Venezuela, a diplomacia portuguesa vai ter muito trabalho a reparar os danos dos últimos 5 anos.

Leitura complementar: Um ferry que leve Sócrates e Chávez…; Um país na fossa.

Insurgentologia social

Filed under: Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 00:35

O registo fotográfico da mais recente AGI pode ser visto na página d’O Insurgente no Facebook.

Outubro 24, 2010

Excessos de transparência

Filed under: Double standards,Economia,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 23:50

Apesar de não ter o grau de conhecimento pessoal que tem o Rodrigo, não tenho dúvidas que Agostinho Branquinho seja competente naquilo que faz, como aliás pode ser atestado pelo seu trajecto político e profissional.

Também não entendo que haja “falta de transparência” na saída de Agostinho Branquinho do Parlamento para a Ongoing Brasil. Pelo contrário, se há algo que possa – eventualmente – ser apontado a esta e outras contratações efectuadas maioritariamente junto das fileiras do PS e do PSD por parte de grupos empresariais cujas actividades dependem em larga medida do Estado é o facto de serem excessivamente transparentes.

O que é que é a Ongoing?

(via Câmara Corporativa)

Não são separatistas, são assassinos I

Filed under: Comentário,Double standards,Media — ruicarmo @ 22:21

Os terroristas têm a intenção de causar morte, danos graves, em pessoas, destruir propriedade pública e privada, intimidar a população.A Eta é um grupo sanguinário que espalha uma mensagem de morte e opressão há 50 anos. A 28 de Junho de 1960, a Eta faz o seu primeiro atentado terrorista. É, demasiadas vezes, por demasiada gente, referida como “grupo separatista” e os terroristas que a compõem como “separatistas”. Nesta história, como noutras, não há áreas cinzentas. Pelo contrário há vítimas e assassinos. Estes últimos oprimem, ameaçam, roubam e matam inocentes.

A vítima, de todas as cores, estratos sociais e credos, é utilitária. Isto é serve na perfeição para o objectivo maior: ferir e abalar as bases da sociedade. Mas para já os terroristas ganharam uma batalha importante: a luta da terminologia: os canalhas assassinos passaram a actores de causas. Neste ponto, relembro que em Portugal entre 1974 e 1987, houve cinquenta vítimas mortais provocadas pelas FP-25 de Abril. Recordo ainda que durante e depois da vivência terrorista daquela organização de bandidos houve associações civis e políticas que defenderam e protegeram… quem praticou os actos de terror.

O governo da Venezuela (cujo chefe é tão amigo do PM português) está a servir de santuário para os terroristas da Eta. Desfrutam de um clima sub-tropical e de forte apoio governamental. Como se não chegasse, o embaixador da Venezuela em Espanha, acusa as autoridades deste país de usar a tortura para acusarem os etarras. É positivo que se regresse a algum realismo que parece afastar-se das “causas”: não são as vítimas que são “loucas”, mas os assassinos e os seus cúmplices que roubam a vida e que matam por matar e fazer número. E quantos mais, melhor. As vítimas essas, pedem justiça, dignidade e verdade. Os assassinos tiveram liberdade de escolha entre colocar a bomba, executar a tiro ou não o fazer.

Para quem mata, não pode haver amnistia.

James Cameron and Prop 23

Filed under: Ambiente,Double standards,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

James Cameron – Hypocrite

(via EcoTretas)

Imagem, quantidade e rapidez

Filed under: Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 18:12

Como bem salienta Carlos Botelho, esta é de facto uma entrevista esclarecedora sobre as linhas orientadoras das Novas Oportunidades: Entrevista Luis Capucha, director da Agência Nacional para a Qualificação – “Não há uma espécie de oferta de brindes para as pessoas virem para as Novas Oportunidades”

Um adulto pode chegar com o 6.º ano e sair, em poucos meses, com o 12.º?

Pode acontecer. Há uma ruptura com a lógica de disciplinas, das metodologias de ensino e aprendizagem para uma lógica mais abrangente de evidenciar o que o adulto sabe e integrar a sua experiência. Um autarca com o 6.º ano não tem experiência e competências que lhe permita terminar o secundário? Não tem mais do que um jovem de 18 anos que conclui o secundário? Não vou preocupar-me com o tempo que as pessoas levam a adquirir um certificado. Eu preocupo-me se o mecanismo da avaliação está a ser cumprido com rigor. Quem passar pela INO tem que passar por todos os saberes. Os nossos alunos têm que demonstrar competências.

(…)

Não se qualificam pessoas para ficar bem nas estatísticas, como dizem alguns críticos?

Que mal é que existe em o país ter uma boa imagem? Essas pessoas preferiam que apenas 20 por cento dos adultos activos possuíssem o ensino secundário? Essa era a imagem do país.

Nessa crítica está implícita a rapidez com que todo este processo é feito.

O que há a criticar é não ter sido feito antes. Foi feito com rapidez, mas nestas coisas da educação é preciso agir com rapidez. A grande diferença é que as medidas que constam da INO foram tomadas como prioridades pelo Governo e foram associados meios para atingir estes resultados. Os centros RVCC já existiam, assim como o ensino profissional, a formação de adultos… Porque é que não produziam resultados? Porque faltava a prioridade política, os meios e a massa crítica. Com aquele ritmo levaríamos 60 anos, neste momento, são precisos menos de dez anos para convergir com a Europa. Há movimentos que ocorrem numa grande velocidade.

Nessa velocidade não se perde qualidade?

O primeiro pilar da qualidade é a quantidade. Digo-o com toda a convicção.

(…)

A INO é um ensino mais caro?

Não sei.

(…)

Têm sido feitas muitas campanhas publicitárias. Gasta-se muito dinheiro?

Não sei, os resultados são claramente positivos. Sem ela não teríamos atingido tantos adultos. A marca da INO é uma boa marca, tem boa imagem, dizem os estudos de avaliação. Nem as críticas conseguem destruir a imagem positiva que tem a INO. Mas seria trágico que depois de criado o sistema, deixássemos passar a ideia que desapareceu, porque a presença pública é importante. Fazem-se campanhas a favor da qualificação, pode haver dinheiro mais bem gasto do que este?

Leitura complementar: Como funcionam as “Novas Oportunidades”; A caminho do “sucesso” estatístico; Malícia ou estupidez?; Os chumbos já acabaram; O corolário lógico do eduquês.

Um ferry que leve Sócrates e Chávez…

Filed under: Economia,Internacional,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:27

Depois de Crítias e Timeu, eis uma nova forma de diálogo socrático, agora com Chávez:

Chávez manifesta vontade em adquirir “ferry” Atlântida

À chegada aos estaleiros ao volante de uma carrinha Mercedes que ele próprio conduziu e vestido de forma informal, Hugo Chávez disse que a Venezuela necessita de um outro ferry para fazer o transporte de passageiros e que lhe disseram que este navio é “bom, bonito e barato” e que é “super rápido”.

Hugo Chávez elogia “grande contributo de Portugal” para as energias renováveis

À entrada da fábrica, frente à placa da sua inauguração, descerrada há três anos, Hugo Chávez questionou Sócrates sobre onde estarão os dois dentro de 20 anos: “Não sei se tens planos para te retirares da política entretanto”, disse, rindo-se.

“Tenho, tenho”, respondeu o primeiro ministro português, também rindo.

Surpresa e estupefacção

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Portugal,Teoria,União Europeia — André Azevedo Alves @ 16:31

Quando já não é mais possível fugir às evidências das desastrosas consequências do despesismo e do endividamento descontrolado, resta a estupefacção face a uma realidade que não se consegue compreender, como brilhantemente sintetizou António Lobo Xavier, na Quadratura do Círculo:

O primeiro ministro desconhecia por completo os mecanismos de financiamento da economia, os mecanismos de financiamento dos bancos, os mecanismos de funcionamento dos mercados financeiros, porque eu reconheço na cara dele, embora ele seja um actor consumado e um especialista de ilusões, reconheço nos últimos tempos na cara dele uma cara de surpresa. Há uma característica, não na surpresa relativamente ao que fez, mas na surpresa como lhe caem em cima os credores, as instituições europeias, as pessoas sensatas, tudo lhe cai em cima, e eu reconheço naquele olhar às vezes esbugalhado uma certa surpresa.

(via Fiel Inimigo e JCD: A surpresa do perfeito “cainesiano” tuga)

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 14:47

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1O renascimento do Chiado
2Os cúmplices (3)
3Chico Buarque toca o pandeiro para a candidata do PT
4Fisco em greve
5O problema principal não é Sócrates

“Leitura” II

Filed under: Videos — ruicarmo @ 14:15

Ayn Rand sobre Israel, via Miguel Noronha.

Leitura

Filed under: Media — ruicarmo @ 14:03

Adeus, mocidade Portuguesa. A crónica de Alberto Gonçalves, no DN.

Outubro 23, 2010

quis custodiet ipsos custodes?

Filed under: Agenda — Helder Ferreira @ 23:38

V

There is something terribly wrong with this Country, isn’t there?

Filed under: Agenda — Helder Ferreira @ 22:45

 

Remember, remember, the fifth of November…

Vieira 2011 – Discurso de Manuel João Vieira – Candidato a Presidente

Filed under: Política,Portugal,Presidenciais 2011,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Candidato Vieira 2011

Éticas republicanas, cada um tem a sua…

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 19:59

Há quem entenda que poderá haver “falta de transparência” na saída de Agostinho Branquinho do Parlamento para a Ongoing Brasil, pelo facto do deputado ter sido um dos elementos das Comissões onde elementos da Ongoing foram inquiridos, a propósito da aquisição da TVI.

Ora, das Comissões fizeram parte dezenas de deputados – alguns deles com colaborações regulares com grupos de media inquiridos; as audiências foram filmadas e transmitidas em directo. Todos, se quisermos, podemos identificar se houve ou não falta de transparência no processo.

Eu tenho opinião formada: não vejo onde houve falta de transparência, e acompanhei o tema razoavelmente. Agostinho Branquinho exerceu as suas funções com independência. Sendo Agostinho Branquinho um profissional dos media e da comunicação, sendo sua intenção abandonar a política, então é normal que siga para a Ongoing, ou para qualquer outro grupo de um sector que conhece bem, não ficando a dever nada a ninguém em termos de competência e preparação.

Disclaimer: durante cerca de um mês tive uma colaboração residual com a Comissão de Ética que avaliou o problema da TVI, ainda antes da constituição da Comissão de Inquérito. Desde 31 de Março de 2010 que não exerço funções no Parlamento. Durante alguns meses colaborei proximamente com Agostinho Branquinho, quer no Parlamento, quer na campanha de JPAB. Para um principiante como eu, foi excelente poder seguir de perto a forma de trabalhar de alguém que é um excelente profissional, competente, e que só se lamenta que vá agora para outras paragens. A Ongoing não faz nenhum frete ao contratar AB, antes pelo contrário, passa a dispor de um colaborador bem preparado e competente.

The Tea Party and intellectuals

Filed under: Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 16:00

The Tea Party Continues to Freak Out Intellectuals. Por David Boaz.

With a few rare exceptions like Rauch and John Judis, non-conservative intellectuals are just freaked out by a mass movement against big government. Jill Lepore, Sean Wilentz, E. J. Dionne, Frank Rich — they just can’t imagine that real middle-class Americans could honestly oppose President Obama’s tax-and-spend agenda and march in the streets against it — just like, you know, they did against the war and stuff. It’s got to be racism, billionaires, extreme libertarianism, extreme authoritarianism, the John Birch Society, something. And so they tell the president that the Tea Party is reminiscent of “the Know-Nothings and Father Coughlin.” Why oh why can’t we have better historians?

The Anglican path to Rome

Filed under: Internacional,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 10:00

The cracks are now showing in the Church of England – A parish in Kent is shifting allegiance to Rome and, with many more likely to follow, Anglicanism is feeling the strain.

Some are now talking openly of an “exodus” from the Anglican Communion next year, with thousands following Folkestone’s lead. The Archbishop of Canterbury, from whose back yard the revolt has sprung, can be in little doubt about the seriousness of the threat.

The defectors represent the most traditional “High Church” members of the Anglican Communion. They believe that there is no place for women bishops and are appalled by what they see as the imposition of liberal reforms by the Church hierarchy.

The Rt Rev John Broadhurst, the Bishop of Fulham, put it more strongly. He accused the General Synod of being “vindictive” and “vicious” in its treatment of Anglo-Catholic conservatives. “It has been fascist in its behaviour, marginalising those who have been opposed to women’s ordination,” he said. “We have not been given any space.”

(…)

Almost exactly a year ago, on October 20, 2009, the Vatican announced that it was prepared to establish a new structure for Anglicans who cannot reconcile themselves to the ordination of women. The Ordinariate, as the new system is known, will allow those members of the Church of England – as well as Anglicans in the United States and Australia – to enter into full communion with Rome, while retaining some of their traditions and heritage.

A high-level commission of Catholic bishops is currently at work in England, tasked with reporting back to the Vatican on how many Anglicans want to follow the path to Rome.

(…)

Two more bishops are widely expected to follow Fulham into the Ordinariate when it is established next year, and senior figures in the Catholic church in England expect the new body eventually to accommodate “thousands” of converts.

Olha…

…estes activistas devem querer auto-determinar-se e aspirar a criar um (ou mais, sabe Deus) estado, dentro da Suécia.

Outubro 22, 2010

Osama bin Laden and the Left

Filed under: Internacional,Media,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 23:32

‘I Love Your Hate’ – Osama bin Laden Seduces the Left. Por Bruce Thornton.

Al Qaeda headman Osama bin Laden recently released yet another of his promotional communiqués, and like the last decade’s worth of his propaganda, this one too is designed not so much to appeal to his fellow Muslims, but to exploit the received wisdom and political fashions of the American left and its reflexive hatred of its own culture.

For half a century now, much of the West’s intellectual class has transformed a suicidal failure of cultural nerve into an emblem of intellectual sophistication. The quality of critical consciousness, the willingness to question even one’s own way and beliefs, was indeed instrumental in the remarkable political and material progress of the West. Yet after modernity cut this mental habit loose from the non-negotiable first principles once sanctioned by religion, it became mere nihilism disguised as an idealistic striving for improvement. Now everything was to be destroyed that did not fulfill the utopian fantasies of absolute justice and equality in a world where suffering is abolished, material goods equally distributed, and happiness is a right.

As its name attests, progressivism fomented these unrealistic political ideals. The failure of the West to achieve them, despite the astonishing progress that has been made in the human condition, then became the warrant for the hatred of Western culture that oozes from progressive politics, and that is eager to make the West the arch-villain responsible for global failure and suffering. As our cultural elite wallowed in this masochistic guilt, the enemies of the West —Nazism, fascism, communism, and now jihadism — understood that this self-loathing was the sign of cultural exhaustion, the dying spasms of a civilization that no longer had faith in the goodness of its foundational beliefs, and so no longer knew what to kill and die for.

Ao que chega a justiça multicultural II

I Was Fired for Telling the Truth.

Leitura complementar: o acontecimento, visto pela Reason.

Nanny state sem limites

Filed under: Ambiente,Cultura,Nanny State Watch,Religião — ruicarmo @ 22:15

Até que ponto pode a estupidez ir?

The Fair Housing Center of West Michigan filed a housing discrimination charge against a Grand Rapids woman who advertised for a Christian roommate on her church bulletin board.

The 31-year-old woman’s attorney, who works for the Alliance Defense Fund , said this is a blatant violation of her First Amendment right to freely associate.

But Nancy Haynes of the Fair Housing Center told 24 Hour News 8 the woman has every right to seek and live with a Christian roommate — but advertising for it publicly, even on a church bulletin board, violates federal law.

“She can be a Christian and she can even use that as a criteria for who she wants to rent to. She just can’t state that. Because to state that is a violation of the Fair Housing Act,” she said. “There are certain exceptions that apply. She can actually, in practice, not rent to a non-Christian. But she can’t make the statement. The statement alone is a violation of the act. What she can do in practice she can’t make a statement about.”

Mario Vargas Llosa – Templeton Leadership Fellow at the Atlas Economic Research Foundation

Filed under: Cultura,Educação,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

A Literary Lion’s Fight for Freedom

“Prosperity or egalitarianism—you have to choose,” Vargas Llosa once famously wrote. “I favor freedom. Little wonder, then, that an intellectual of his global standing and convictions would have signed on this past summer as a Templeton Leadership Fellow at the Atlas Economic Research Foundation, a Washington-based think tank devoted to promoting the ideals of classical liberalism worldwide.

Vargas Llosa will spend the next two years as a Templeton Leadership Fellow under the Atlas Foundation’s aegis. In that role, the novelist will help bring attention to the often unheralded think tanks who have won the Templeton Freedom Awards, one of a series of annual prizes funded by the John Templeton Foundation and awarded through Atlas to idea-generating institutions working to promote prosperity through advancing economic and political liberty. Explaining his support of Atlas, the late Sir John Templeton said there are plenty of organizations devoted to addressing the effects of poverty, but relatively few working in a forward-thinking way to alleviate the structural causes of poverty by promoting freedom and the rule of law.

De barriga cheia

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Religião — ruicarmo @ 21:58

Hollywood hypocrites are saving the Earth.

Narciso Miranda sobre José Sócrates

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:13

«Ofereceram-me sete presidências de empresas públicas»

O antigo presidente da Câmara de Matosinhos revela que lhe ofereceram sete cargos de empresas públicas para se calar. «Ofereceram-me o cargo de presidente da Metro do Porto, presidente dos transportes públicos do Porto, presidente das Águas do Rio Douro e Paiva, presidente do ex-Instituto Nacional de Habitação e para uma eventual holding para gerir as infra-estruturas marítimo-portuárias…», enumera .

(…)

Considerando a influência de Sócrates no PS «muito maior do que seria aceitável», Narciso lança critica a visão de Sócrates para o país. «Acho que o país idealizado ou construído por José Sócrates é perturbador. É o país do laxismo, do facilitismo, do favor, da ficção, do discurso fantasmagórico e… das cunhas descaradas».

Vieira 2011

Filed under: Política,Portugal,Presidenciais 2011,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Manuel João Vieira Presidenciais 2011

Candidato Vieira 2011

On Going To Brazil

Filed under: Brasil,Economia,Media,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 17:03

Motorhead – Going To Brazil

Versão com legendas em Português disponível aqui.

Deputado renunciou ao mandato para assumir novas funções: Agostinho Branquinho garante “transparência” no convite para a Ongoing Brasil

Esta empresa pertence ao universo Ongoing que pretendeu comprar uma participação na TVI. Agostinho Branquinho foi, por parte do PSD, o rosto da comissão de inquérito à interferência do Governo naquela estação de televisão.

“Não resultou em nenhum benefício de qualquer grupo empresarial português, nunca me inibi de fazer as perguntas que quis fazer, mesmo quando as pessoas não gostavam”, afirmou esta manhã aos jornalistas o deputado, referindo-se à sua participação na comissão de inquérito pedida pelo PSD e pelo BE. “Não pode haver processo mais claro, mais transparente e mais ético”, sublinhou.

(via Rui A.)

Feminazis sem pasta

Filed under: Internacional,Nanny State Watch — Carlos M. Fernandes @ 15:41

El 26-11-08, la Directora de Programas del Gabinete de Relaciones Internacionales, nos escribió desde su dirección electrónica en el Ministerio de Igualdad. El motivo de su misiva fue llamarnos la atención sobre el hecho de que en nuestro consejo de redacción, formado por 5 personas, la única mujer fuera yo. Y le pregunto, Sr. Presidente, en un país como el nuestro, en plena recesión, con una tasa de paro elevadísima, donde ustedes mismos predican la necesidad de potenciar la ciencia, la innovación y la iniciativa privada, ¿no hay ningún otro ministerio que nos considere dignos de su interés? Le he de decir que ni el de Ciencia, ni el de Innovación, ni el de Tecnología ¡ni siquiera el de Cultura! se ha dirigido a nosotros. ¿Y el único que lo hace, el de Igualdad, se manifiesta para…reñirnos?

E agora? Que será de Espanha sem os vigilantes da igualdade de género, sem a estupenda Bibiana Aído a liderar uma matilha treinada para farejar qualquer suspeita de sexismo? As feminazis choram o passo atrás do governo de Zapatero, mas choram discretamente, porque não se têm feito ouvir. Há que ter respeito pelo chefe, que tanto apoiou a causa no passado, e ter esperança num futuro radioso para o feminazismo, uma doutrina de elevados valores que se levanta para herdar e transformar esta sociedade patriarcal e retrógrada. Mas agora, minhas senhoras, temos uma crise que, infelizmente, não se dá bem com causas fracturantes. Já nem sequer como manobras de distracção podem ser úteis a governos inúteis! Pensem nisto: será que, ao contrário do que diziam alguns comentadores eufóricos, a crise vai marcar o fim do neo-socialismo, e não de um mítico neo-liberalismo? Não faltaram avisos, mas andava meio mundo entusiasmado com o regresso do marxismo e a pensar com o pé que tinha mais à mão. Feminazis, lamento, mas tereis que esperar até que os Estados encham novamente os cofres com o dinheiro dos cidadãos.

Os cúmplices (3)

Filed under: Economia — Adolfo Mesquita Nunes @ 15:39

De onde vem este consenso, sobretudo entre os economistas que comentam e opinam, sobre o triste resultado, na economia nacional, das políticas públicas socialistas? De onde vem este consenso, que hoje nos entra pela televisão, jornais e rádio, que assevera a maquilhagem, durante anos, das contas públicas pelos socialistas? De onde vem este consenso, partilhado por quem há anos comenta e analisa e detalha a economia, sobre o triste estado da nossa situação orçamental?

Pode haver quem se esqueça do que a esmagadora maioria desses senhores, supostamente esclarecidos, supostamente especialistas, andou a dizer nos últimos anos. Ou do desdém com que olhavam para quem ousasse alertar para a realidade que hoje se conhece. Mas eu não me esqueço.

E é por isso com nojo, exactamente – nojo – , que os vejo hoje, com ar grave e sério, a atestar o estado de emergência orçamental. Como se o estado de emergência tivesse surgido do nada. Como se o estado de emergência não tivesse surgido com a sua activa cooperação. Como se, afinal de contas, eles não tivessem sido parte da encenação socialista que nos trouxe até aqui.

Hoje, às 18 horas, Descubra as Diferenças com Luís Silva (Repete, Domingo, às 19)

Filed under: Blogosfera,Comentário,Internacional,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 14:32

Esta semana eu a Antonieta Lopes da Costa estamos à conversa com Luís Silva, sobre alguns dos principais temas da actualidade:

1) Negociação orçamental – O PSD decidiu que aprova o orçamento de Estado, desde que reunidas certas condições. É agora a vez de Sócrates fazer bluff?

2) Sector empresarial do Estado – Com empresas deficitárias que precisam sempre de mais financiamento público, não será esta a altura certa para propor a sua privatização?

3) Presidenciais – Cavaco Silva deverá anunciar, nos próximos dias, a sua recandidatura a Belém. Como irão os candidatos posicionar-se face às agendas dos partidos, nestes tempos de crise profunda?

4) Europa e o multiculturalismo – Ângela Merkel afirmou, há dias, que o multiculturalismo falhou na Alemanha.  A nova palavra de ordem é que os imigrantes terão de se integrar no país que os recebe. Percepção da realidade ou mero eleitoralismo?

O “Descubra as Diferenças”, pode ser ouvido hoje às 18 horas e no Domingo, dia 24 de Outubro, às 19. Tem podcast disponível e é também transmitido pela Rádio Universitária de São Paulo, no Brasil. Com emissão também disponível através da powerbox da ZON TV Cabo.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Males que vêm por bem

Filed under: Economia,Internacional,Política,Portugal — Tomás Belchior @ 12:11

idade da pedra

Não percebo as pessoas que agora vêm gritar contra cortes nos salários e medidas de austeridade. O Primeiro-Ministro anda há anos a prometer-nos a salvação. Agora que finalmente cumpriu, é apedrejado.

Já se esqueceram que uma vida baseada no consumo desenfreado está errada, que o nosso materialismo magoa a Mãe Natureza, que devíamos voltar a ter hábitos “sustentáveis” como tínhamos no passado? É a isto que sabe a transição para uma vida mais simples, mais feliz. Façam bom proveito.

Mais sobre este tema: “Austerity Hypocrites Have No Right to Attack Osborne”

A acompanhar

Filed under: Blogosfera — André Abrantes Amaral @ 11:59

Propaganda. O novo blogue de João Távora e Leonardo Melo Gonçalves, dedicado às novas tendências da comunicação. De acompanhamento obrigatório.

Um título enganador

Filed under: Economia,Política,Portugal — LA @ 11:47

Governo arrisca pagar milhões se não relançar TGV até Março

Não é verdade.
Quem vai pagar são os mesmos de sempre: os contribuintes.
É para eles o peso da responsabilidade, das consequências da desgovernação socialista.
Ao contrário do que disse Almeida Santos, o “povo” contribuinte não partilha nem sofre com o governo as consequências da crise. Ao governo nada acontece.
Têm dúvidas?
Vejam os resultados das sondagens e digam-me se os eleitores (o que não é o mesmo que dizer os contribuintes) pretendem responsabilizar o governo ou não.

As ameaças às liberdades no Brasil do PT

Filed under: Brasil,Política — Bruno Garschagen @ 07:00

O Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, já merece um amplo estudo em várias áreas, da ciência política à sociologia, passando pela filosofia e terminando na psicologia. Desde o início do governo, o partido e sua cadeia de comando testa os limites da sociedade brasileira para ver até onde pode avançar. É uma estratégica tão esperta quanto ameaçadora. Se esferas da sociedade e algumas instituições não tivessem reagido teríamos hoje no Brasil toda uma coleção de violações de liberdade e ataque contra indivíduos e instituições.

Uma das ameaças mais recentes, e das mais assustadoras, foi o Plano Nacional de Direitos Humanos 3. O documento, que pretendia orientar a política do governo federal e da candidata do PT à presidência, previa não só um tipo especial de controle (social) dos media como também enfraquecia ainda mais o precário direito de propriedade no país. Houve uma reacção e o governo mudou o texto. E se não houvesse reacção? O texto e a sua aplicação seguiriam o curso normal desejado pelo PT e pelo governo, que vão tentando ampliar seus tentáculos e projecto de poder sem que a sociedade perceba.

Quando um partido aparelha a administração pública contratando exclusivamente pessoas do partido ou diretamente ligadas, em vez de profissionais competentes para exercer a mesma função, passamos da ameaça para uma situação concreta que atenta contra a sociedade. A história da violação recente dos sigilos de adversários políticos do PSDB e da filha e do genro do candidato do PSDB, José Serra, é uma das provas materiais do que se pode fazer quando o partido entranha-se na administração pública. E também expõe o grau de ameaça a que estamos submetidos por cá.

Neste sentido, alguns dados interessantes: os sindicalistas ligados ao governo ocupam 45% dos 1.219 cargos de direção e assessoramento superior do governo federal. Desse percentual, 82% é formado por gente filiada ao PT. Outra informação importante: 70% dos 6.045 servidores de carreira que se filiaram ao PT desde o início do governo Lula foram promovidos ou nomeados para cargos de chefia.

O livro A Elite Dirigente no Governo Lula, da historiadora brasileira Maria Celina de Araújo, professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um estudo extraordinário sobre esse grupo de interesse que tomou o poder com a ascenção de Lula.

Numa conversa ontem sobre o assunto, um conhecido disse-me que o fato de votar no PT e na Dilma não significava o seu desapreço pelas instituições, pelo estado democrático de direito, pelo rule of law e pela democracia, como eu afirmara. Essa perspectiva é interessante porque me faz pensar que só se sente ameaçado aqueles que não compartilham com os valores e princípios do PT. Como os socialistas portugueses que preservam um primeiro-ministro como José Sócrates, mergulhado em denúncias de fazer corar o Código Penal português.

Não se trata de uma discussão ideológica. Estamos na esfera de identificação daquilo que viola as liberdades e atenta contra as instituições formais e informais. Se comungo da estrutura de pensamento de um dado partido como sentir-me-ei ameaçado pela série de tentativas de ataques às liberdades? A noção de liberdade, de função e dimensão do Estado, de indivíduo, de propriedade, é um tanto divergente e, às vezes completamente invertida. Não conseguir ver uma ameaça não quer dizer que ela não exista. Mesmo que se apenas um indivíduo lutasse pela liberdade por considerar haver uma ameaça era o caso de atentar para as razões dessa insurgência, não ignorá-la.

Há uma crença em parte da sociedade brasileira de que o PT antigo era melhor do que o actual. Em termos ideológicos, o partido não mudou uma vírgula. Discordo de que haja um ideal antigo (bom, incorruptível) e um novo, corrompido pelas contingências. O que mudou foram as circunstâncias, mais especificamente o facto de o PT ter ascendido ao poder federal. Administrações petistas municipais e estaduais já incorriam em vícios parecidos, mas numa dimensão muito menor.

Conheci vários petistas que eram filiados porque acreditavam sinceramente que o partido faria algo na área social, de ajuda aos pobres. Muitos continuam achando a mesma coisa e continuam filiados e com isso legitimam os meios que o partido usa para realizar seus projectos, independentemente dos resultados.

É um desejo bastante legítimo e nobre querer ajudar o próximo. O problema são as pessoas se deixarem levar por essa ilusão de que o partido é moralmente superior e, por isso, pode recorrer a quaisquer expedientes para concretizar um plano de resultados pré-definidos e que exige dos indivíduos a submissão a um objetivo único a todos os membros da sociedade, que é composta por vários objetivos individuais – e assim deve ser.

Imaginar que o PT não é mais o mesmo porque se deixou corromper é ter uma visão idealizada, e até romântica, do que o partido efectivamente sempre foi.

O quem sempre tenho em mente é que não há anjos na política e o poder deve ser tão limitado e controlado pelas demais esferas (checks and balances) que impeça qualquer ímpeto ou tentativa autoritária, em maior ou menor grau. Ou nós, brasileiros, escolhemos ajudar a construir uma sociedade civilizada com o nosso trabalho, com a liberdade de escolher como aplicar a riqueza que produzimos sem intervenções ou ameaças, sem que o governo de turno seja o protagonista da vida social, política e económica, ou arriscamos nossas liberdades e nossas vidas cedendo a projectos de poder por simpatias ideológicas, servidão voluntária ou indiferença.

Eu já escolhi o meu lado.

Leitura recomendada: Os 10 piores momentos de Lula.

Pândega

Filed under: Cartoons,Comentário,Double standards — ruicarmo @ 01:46

Pode um palestiniano tornar-se um cidadão libanês?

Ao que chega a justiça multicultural

Depois de Geert Wilders, é a vez de Elisabeth Sabaditsch-Wolff ser  levada a tribunal no dia 23 de Novembro  por causa do apregoado “hate speech” – é, diga-se de passagem quase tão famoso e popular como a casa dos segredos.

O crime que a leva a julgamento está escarrapachado nestas frases:

I have received the official charges, which are a sort of pick-and-choose of whatever I said during the first two (out of three) seminars. One paragraph consists of words that I never said, but rather those of one of the participants. But I am accused of having said them (they contain the damning words “Adolf Hitler”).

Here is a sample of my evil words: “We need public awareness of the danger posed by Islam. Education needs to be state of the art, eg biology. History. Students need to be taught facts. There was a Turkish siege [in 1683], and they were badly beaten. That must remain [in the history books]. No tolerance for the glorification of violence! And that means we have to get rid of most of the Quran. We must realize that the Muslim Brotherhood is a Trojan horse. Turkey is part of that.

“Sharia is an absolute no-no. We d not want any gender apartheid, no ghettos, no social and cultural discrimination, no polygamy, no theocracy, no hate…”

This is what I’m being tried for. This is what cannot be said aloud in Austria today.

Não são activistas, são assassinos

Esta vara de assassinos continua activo e parece que aspira à matançade quem passa criação de um estado dentro das Filipinas.

Vintage

Filed under: Desporto — ruicarmo @ 00:32

Sporting de exportação.

Outubro 21, 2010

É cortar a direito

Filed under: Economia,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 23:53

Quando o PSD lançou a iniciativa Cortar Despesas, pareceu-me uma boa iniciativa. Queixamos-nos tanto de que os Partidos estão longe das pessoas e aí está uma proposta para nos ouvir.

Saiu o relatório final e dei-lhe uma vista de olhos na diagonal sendo que me parece que há muitas propostas válidas, outras nem por isso. Detive-me na página treze em duas propostas:

  • Venda de medicamentos em unidose – o Sá Peliteiro pode explicar melhor que eu mas, dadas as regras existentes, a unidose sai mais cara que venda em caixa. Basta, por exemplo, que cada medicamento vendido tenha obrigatoriamente que ser acompanhado pela respectiva bula no “respeito” pelo princípio da informação ao consumidor. Ora em muitos casos é mais caro o fabrico da bula que do comprimido! “-Ah mas nesse caso não precisa bula”, “-Então e a lei serve para quê? Para nada? Se não precisa de bula para um comprimido, precisa para seis porquê?”. Por outro lado, ainda dentro das regras, a embalagem é inviolável desde o fabrico à venda ao consumidor na tentativa de garantir a fiabilidade do anunciado. Na unidose, não há a garantia* de que o comprimido comprado é o comprimido anunciado. Entre outras questões que se levantam que outros poderão explicar melhor.
  • Limitar a 10% as derrapagens nas obras públicas – salvo excepções que aparentemente configuram nuns casos, corrupção, noutros poucos, problemas reais, a maior parte das derrapagens devem-se ou à ineficiência e incumprimento de prazos dos serviços do estado na concessão de licenças e aprovação de projectos ou à prática terceiro-mundista destas de criar dificuldades para poder vender facilidades. Os exemplos são muitos, demasiados. Em vez de focar as derrapagens, mais vale focarem-se na eficiência/eficácia dos serviços burocráticos do estado, esses sim os maiores responsáveis pelo despautério nas obras públicas.

* Não que isso me preocupe, um selo de garantia de qualquer organismo do estado ou reconhecido por este não vale o papel em que for impresso. A única garantia que me interessa é a do mercado.

O Insurgente no Facebook (3)

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 23:20

Lançada há pouco mais de dois dias, a página própria d’O Insurgente no Facebook conseguiu já reunir mais de 200 pessoas. Obrigado a todos.

O Insurgente

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