Desta vez, vou centrar a discussão nos casos do tratamento mediático e político do Reino Unido e da Irlanda.
Thatcher tomou medidas que “proibiram” as entrevistas com os terroristas do IRA. Antes dela já o governo da Irlanda o tinha feito, com sucesso. A ideia passou por ter um actor a “dobrar” o terrorista. Esta medida não causou danos maiores à liberdade de imprensa e revelou-se muito eficaz e simples: não aparecer de forma directa, prejudica o julgamento de credibilidade da mensagem.
A liberdade de expressão é importante mas comparativamente a esta existem direitos civis bem como a responsabilidade individual do jornalista e a corporativa da empresa de media que podem e devem ter prioridade.
A lógica das medidas repressivas baseiam-se no contexto real em que nem sempre a sua aplicação conduz ao aumento da violência: a Eta terá hoje menos meios e uma menor capacidade em levar a cabo o que deseja: campanhas de terror e extorsão. Mais, a ilegalização do Batassuna não provocou um aumento da violência. Pelo contrário, diminuíu mesmo o papel material e de mobilização para a causa terrorista. A resposta aos “militantes” pode também ela ser militantemente eficaz.
Leitura complementar: Não são separatistas, são assassinos I.
“Desta vez, vou centrar a discussão nos casos do tratamento mediático e político do Reino Unido e da Irlanda.”
Comentário por tric — Outubro 25, 2010 @ 22:42
são opiniões…poder-se-ia dizer o mesmo dos que reprimiram os bascos
não são imperialistas são torcionários
arriba españa
se habla castelano la lengua del imperio
Comentário por Obriga Tório — Outubro 26, 2010 @ 00:54
O obriga tório pode sempre fazer o exercício de substituir terrorista por violador ou incendiário. Acha que ficaria melhor?
Comentário por ruicarmo — Outubro 26, 2010 @ 01:26
[...] Leituras complementares: Não são separatistas, são assassinos I; Não são separatistas, são assassinosII. [...]
Pingback por Não são separatistas, são assassinos III « O Insurgente — Outubro 26, 2010 @ 22:20