Apesar de não ter o grau de conhecimento pessoal que tem o Rodrigo, não tenho dúvidas que Agostinho Branquinho seja competente naquilo que faz, como aliás pode ser atestado pelo seu trajecto político e profissional.
Também não entendo que haja “falta de transparência” na saída de Agostinho Branquinho do Parlamento para a Ongoing Brasil. Pelo contrário, se há algo que possa – eventualmente – ser apontado a esta e outras contratações efectuadas maioritariamente junto das fileiras do PS e do PSD por parte de grupos empresariais cujas actividades dependem em larga medida do Estado é o facto de serem excessivamente transparentes.
O que é que é a Ongoing?
(via Câmara Corporativa)
André,
A minha única questão é: tendo sido as audiências filmadas e portanto públicas e disponíveis, alguém que me diga onde houve condicionamento ou falta de independência. E, já agora, que favor a Ongoing recompensa.
À falta de argumentos, fala-se agora de um posicionamento para uma futura privatização da RTP. O newspeak socialista é patético, e custa-me ver tanta gente a ir atrás desta pouca vergonha como esta.
O PS quer fazer passar a ideia que é tudo igual, para deixar o país no desencanto: não, não é tudo igual, e a mera suspeição não pode funcionar como regra de avaliação. Se há alguma coisa a apontar, que apontem, mas não com meras bocas foleiras.
Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Outubro 25, 2010 @ 00:29
This is a joke, right? Onde o curriculum? Qual curriculum? Que experiência profissional? I rest my case…
Comentário por JNA — Novembro 4, 2010 @ 18:15
[...] complementar: Excessos de transparência; Maçonaria em Portugal: rituais, protocolos, símbolos e política; Como reconhecer um maçon (e [...]
Pingback por O PSD, os media e a(s) maçonaria(s) em Portugal « O Insurgente — Janeiro 9, 2012 @ 16:12