Os alemães que paguem a crise. Por Paulo Pinto Mascarenhas.
Cereja em cima do bolo de Berlim, a fiscalização das contas nacionais pela Comissão Europeia, numa espécie de visto prévio de Bruxelas, representa o fim das amplas liberdades orçamentais. Por tudo isto, não faz qualquer sentido a encenação política montada por José Sócrates à volta do próximo Orçamento do Estado: ou cumpre as regras, ou recebe uma moção de censura europeia. Um livro de pouco mais de 100 páginas já tinha avisado. ‘Economia Portuguesa – As últimas décadas’ de Luciano Amaral não pode ser mais claro: Portugal é um país endividado a caminho de se transformar numa região subsidiada. Falta saber se os alemães estão dispostos a pagar a nossa crise.
E parece que quem empresta está a ter mais juízo do que quem pede emprestado, pois na semana passada não conseguimos colocar todos os títulos que estávamos a oferecer.
Comentário por Eduardo — Setembro 13, 2010 @ 00:15
…” Portugal é um país endividado a caminho de se transformar numa região subsidiada. Falta saber se os alemães estão dispostos a pagar a nossa crise”.
E se não estiverem para aí virados?
A quem interessa este caos económico/financeiro em que Portugal nergulhou? via “estado social” sem economia capaz. Porquê PCP e BE votaram a favor das obras faraónicas destruidoras dos restos da base financeira do País? Espera o PCP ganhar o poder com a instauração do caos? E o BE espera pelas migalhas? Pois muito se engana….
Podemos prever a Independência dos Açores, o novo estado dos EUA?
A Madeira, independente, mais um paraíso fiscal?.
A república das Berlengas? e a dos Allgarves?
O Norte litoral, Grande Porto/Galiza?
Um Presidente de Lisboa e arredores?… mas com TGV para Espanha?
O espetáculo segue dentro de momentos.
Comentário por JS — Setembro 13, 2010 @ 10:47