O Insurgente

Agosto 25, 2010

Da liberalização do jogo

Filed under: Economia,Política,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 08:31

Poderia ser Setúbal, Beja ou TondelaEm 1931, em pleno auge da grande depressão, o Estado do Nevada decidiu-se pela legalização do jogo, que era já na altura uma indústria com algum tamanho, mas ilegal. A legalização do jogo levou a um boom em contra-ciclo no Estado que se prolongou até ao pós segunda guerra mundial. Tendo sido pioneira nos EUA, Las Vegas foi durante muitos anos o maior centro de jogo do mundo em termos de receitas (recentemente ultrapassado por Macau cuja indústria do jogo explodiu após o fim do domínio português). A situação económica actual de Portugal, muito semelhante à de alguns estados americanos durante a grande depressão, deveria fazer-nos repensar o assunto da liberalização do jogo.
A liberalização do jogo traria benefícios ao país evidentes: crescimento das receitas do turismo, criação de postos de trabalho, aumento de receitas para pequenos lojistas e empresários de restauração, e criação de zonas de lazer em áreas mais esquecidas do país. Por outro lado, as críticas mais comuns à liberalização do jogo como os impactos sociais e económicos fazem cada vez menos sentido. Qualquer português com ligação à internet pode já fazer apostas nos jogos da liga Sagres, jogar na roleta ou entrar no mundo fascinante dos torneios de poker. Portanto, os impactos negativos, a existirem, já se deveriam fazer sentir já que para todos os efeitos, qualquer português pode legalmente jogar em qualquer parte do país, desde que em privado. A legalização dos estabelecimentos físicos apenas tornaria o jogo numa prática mais social, suportando também o desenvolvimento de actividades complementares que só podem existir se aliados a espaços físicos de jogo (hotelaria, espectáculos artísticos, etc).
A liberalização total do jogo também seria um contributo para a democratização das receitas do jogo. As restrições actuais fazem com que todas as receitas do jogo se concentrem na Estoril Sol, Solverde e Santa Casa da Misericórdia*. Pelo contrário, em Espanha, onde as regras sobre o jogo são mais fléxiveis, as slot machines representam uma receita relevante para muitos pequenos empresários da área da restauração.
Apesar do impacto positivo ser evidente, a liberalização do jogo não foi, até hoje, uma causa que interessasse a ninguém no nosso espectro político. A esquerda ainda vê o jogo como coisa de ricos, apesar de, como escrevi acima, as restrições ao jogo tenderem a prejudicar os pobres e a beneficiar um restrito número de empresários. À direita socialista, moralista e paternalista que temos também faltam motivações para avançar para a legalização. E assim se coloca no lixo toda uma indústria, uma fonte de receitas e de empregos.

* Note-se que a Santa Casa da Misericórdia, apesar de ser uma instituição que apoia os mais carenciados, financia-se através de um tipo de jogo normalmente reservado às classes baixa e média-baixa. Os lotos, lotarias e raspadinhas não são mais que um método de transferência de rendimento de pobres para muito pobres. A liberalização do jogo numa situação em que uma pequena parte dos lucros fossem redirecionados para a Santa Casa da Misericórdia faria mais pela ajuda aos mais carenciados do que a actual situação de quasi-monopólio.

O centro e a periferia

Filed under: Economia,Internacional — Carlos Guimarães Pinto @ 07:06

A lição de Domingos

Filed under: Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:02

Depois da exibição exemplar da primeira mão, o Braga superiormente orientado por Domingos Paciência consegue o que era, à partida, (quase) impensável: eliminar o Sevilha e ainda para mais ganhando também fora de casa.

Agosto 24, 2010

A vida difícil dos abrantes (3)

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:50

Miguel Abrantes debate com Miguel Abrantes. Por João Miranda.

Leitura complementar: A vida difícil dos abrantes.

Stiglitz, o comediante

Filed under: Economia,Internacional — BZ @ 22:04

Joseph Stiglitz (meu destaque):

“Cortar, quer queira quer não, nos investimentos de elevada rentabilidade, apenas para melhorar a perspectiva para o défice orçamental é realmente absurdo”, afirmou Stiglitz em entrevista à rádio irlandesa RTE, citado pela Bloomberg.

O Prémio Nobel conclui que “a Europa está em risco de entrar de novo em recessão” devido a estes cortes orçamentais.

ROTFLOL

Lei n.º 20/2010: novos critérios para classificação como “pequenas entidades” no âmbito do “Sistema de Normalização Contabilística”

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:00

Uma boa medida: Mais pequenas empresas terão regime contabilístico facilitado

De acordo com a Lei n.º 20/2010 de 23 de Agosto, publicada em “Diário da República”, é alterado o decreto Lei n.º 158/2009, e se antes um pré-requisito era o de as instituições precisarem de obter um balanço de 500.000 euros, a partir de hoje o valor sobe para os 1.500.000 euros, aumentando o número de empresas que aí se insere.

Da mesma forma, também o total de vendas líquidas e outros rendimentos é mais alargado: passa de 1 milhão de euros para 3 milhões de euros. Já uma empresa com uma média de 50 trabalhadores empregados, aliada a um dos outros limites satisfeitos, também é considerada “pequena entidade”, quando antes eram apenas aceites as que tivessem uma média de 20 funcionários.

Para que as empresas sejam consideradas “pequenas entidades”, basta não superarem dois destes critérios.

Rand Paul – Morning Joe

Filed under: Internacional,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Robert Nozick, Ayn Rand and a rabbi walk into a bar

Filed under: Blogosfera — Miguel Botelho Moniz @ 14:54

O (tendencialmente) randiano Joaquim faz uma experiência “à Nozick” e chega à conclusão que «O colectivo tem primazia sobre cada indivíduo» e que «Qualquer ética tem de respeitar este princípio, sob pena de ser contranatura, contrária à natureza humana».

Exemplo mais claro dos perigos de tentar basear a ética em lifeboat situations não há.

Não há outro caminho

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 13:35

Augusto Santos Silva deve ser imediatamente demitido.

ADENDA: Parece que afinal de contas o CEMGFA não disse bem aquilo que os “abrantes” lhe querem atribuir.

A vida difícil dos abrantes (2)

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:50

Os abrantes não têm emenda. Por José Manuel Fernandes.

Se se quisesse encontrar um exemplo de como o PSD até nem toca em disposições constitucionais que estão a mais, como esta relativa ao sistema fiscal, podia-se escolher este exemplo. Os abrantes, os socretinos e o líder máximo resolveram fuçar em direcção contrária, inventando e mentindo, mas apostando no preconceito e na intimidação. É sinal de que já perderam a cabeça e nem sequer têm esperanças de a reencontrar.

Leitura complementar: A vida difícil dos abrantes.

Dinheiro bem empregue (2)

Filed under: Comentário,Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:37

Infelizmente, temo que as conclusões do estudo referido aqui pequem por ser excessivamente optimistas. Se para além dos efeitos imediatos e directos se entrar também em linha de conta com os impactos associados à potenciação de actividades de rent-seeking, é praticamente certo que em termos dinâmicos o efeito dos subsídios será, não nulo, mas sim fortemente negativo.

A vida difícil dos abrantes

Filed under: Blogosfera,Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:35

De facto, ser abrantes não é para qualquer um. Para além da manifesta falta de apego à verdade, é preciso estar disposto até à auto-contradição se o servilismo a quem manda assim o impuser: É um trabalho duro. Por João Miranda.

Em Setembro de 2009 os Abrantes citavam Pedro Adão e Silva a dizer que o fim das deduções fiscais faz parte de um programa político velho e assustador. Na altura interessava atacar o Bloco de Esquerda que defendia o fim das deduções fiscais. Por esses dias também citavam o Krugman a defender que os défices salvaram o mundo.

Agora interessa aumentar impostos, porque afinal os défices não salvam ninguém. O fim das deduções já não é um programa político velho e assustador. Por isso recorrem a um texto de Correia de Campos que defende o fim das deduções.

Haverá um Maigret na Judiciária?

Filed under: Comentário — André Abrantes Amaral @ 10:51

A disputa por uma herança de um milionário desconhecido, com um percurso de vida invejável, esforçado e honesto, condimentada com uma secretária sua amante de longa data; uma morte a tiro no Brasil e uma filha que não gosta do pai, mas que nutre simpatia pelo seu dinheiro. Como cereja em cima do bolo, um advogado, com ligações políticas e transferências bancárias ainda por explicar.  Para quê comprar um livro do Poirot ou do Maigret?

Não consigo deixar de ler as notícias nos jornais sem imaginar o inspector Maigret a devorar o cachimbo ao mesmo tempo que  sorri irritado para elas, sempre cheias de nada e coisa nenhuma, mas a não deixarem adormecer o caso. Até a chuva de ontem parecia descrita por Simenon, anunciando o fim do Verão com os primeiros cheiros a terra molhada. Haverá algum Maigret na Judiciária para aproveitar esta oportunidade única?

O Big Brother ecologico

Filed under: Ambiente,Internacional,Nanny State Watch,Política — Miguel Noronha @ 10:31

Cleveland residents, beware: your recycling bins may be watching you. The city of Cleveland is introducing a $2.5 million Big Brother-like system next year to make sure residents are recycling.

Chips embedded in recycling carts will keep track of how often residents take the carts to the curb for recycling. If a bin hasn’t been taken to the curb in a long time, city workers will go rummaging through the trash to find recyclables. And if workers find that over 10% of the trash is made up of recyclable materials, residents could face a $100 fine.

Dinheiro bem empregue

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:22

Jornal de Negócios

Quase 855 milhões de euros foram injectados pelo Estado, durante oito anos, em 10.753 empresas do ramo manufatureiro. O objectivo claro era promover a competitividade do sector. Mas quais foram os efeitos práticos destes apoios públicos, provenientes de fundos estruturais da União Europeia ou de subsídios estatais, no início da actividade exportadora das empresas domésticas, e que reflexos tiveram na eficiência e facturação das mesmas?

Segundo o estudo feito pelo investigador Armando Silva, professor do Instituto Politécnico do Porto, intitulado “O papel dos subsídios nas exportações: o caso das empresas manufactureiras portuguesas”, a resposta é aparentemente surpreendente: “Nenhuns”.

Se fosse um orçamento familiar…

Filed under: Economia,Portugal — BZ @ 00:12

… e uma família tivesse, nos últimos 7 meses, crescido a sua dívida total em 10%, que opinião teriam das capacidades de gestão do chefe de família quando esta já deve cerca de 80% do rendimento total?

Em todas as sociedades há famílias irresponsáveis. Mas o que fazer quando determinada “família” (suponho que bem intencionada) pode impor às restantes famílias cada vez maior Dívida? É que já são 146.209.000.000 euros (pdf)!

E agora fomos aos excedentes da Alemanha nazi (2)

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — Rui Oliveira @ 00:12

O Renato parece pensar que a Vergeltungswaffe 1 reinventada dos aiatolas iranianos me troca o sono. Lamento desiludi-lo, mas o facto do Eng. Pinto de Sousa (des)governar Portugal é para mim muito mais preocupante de que uma arma do século passado reciclada para épater le bourgeois.

Só não compreendo por que é que o Renato pôs lá a fotografia do Xá da Pérsia. A dedução de quem não é pelos aiatolas então é porque apoia o regime do Xá é no mínimo errada (para não dizer mais e ser simpático). O Xá foi-se e não deixou saudades. Quando a República Islâmica desaparecer também não deixará saudades.

Mas quem quiser pode continuar a sonhar (nem que seja com um regime que lapida mulheres).

Adenda: O Renato ainda não percebeu que o Irão não me tira o sono. O Irão é uma ameaça paz, mas está longe de ser a única no mundo e, além disso, os dirigentes iranianos não são burros e conhecem bem as suas fraquezas e sabem que qualquer acção mais idiota terá graves consequências. Por isso, não há que ter pânico. No tempo da guerra fria a Europa Ocidental tinha centenas de ogivas apontadas para ela. Isso sim, era uma ameaça bem real e nem eu nem ninguém, nesse tempo, entrou em pânico. Por isso, todos os anúncios de armas de fancaria feitas por Irão são apenas para não levar muito a sério.

Quanto à lapidação, concordo que se tem que olhar para o Irão para além disso, mas o que se vê é que as eleições no ano passado foram tudo menos transparentes, a oposição é silenciada (e não me parece que esta oposição esteja ao serviço do Estados Unidos ou de Israel) e as minorias religiosas oprimidas (de modo especial os Bahá’is). Ou seja, o retrato não é bonito. Eu não espero uma mudança vinda do exterior, mas uma vinda do interior. Pode demorar é anos. Mas isso é a vida…

Agosto 23, 2010

Rand Paul – Kentucky Primary Victory Speech

Filed under: Internacional,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Rand Paul: Mandate of Our Victory Is ‘Huge’

Rand Paul sobre a construção de uma mesquita no Ground Zero

Filed under: Internacional,Media,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 18:00

Rand Paul Discusses Ground Zero Mosque With Sean Hannity 8-10-2010

E agora fomos aos excendentes da Alemanha nazi

Filed under: Médio Oriente,Política,Religião — Rui Oliveira @ 16:10

Com o devido beneplácito de conhecidos inimigos da liberdade, o Irão fez mais um dos seus extraordinários anúncios de terríveis castigos para os infiéis: agora eles têm um avião não tripulado.

É claro que o facto do referido drone parecer uma V1 de pacotilha não tem importância nenhuma. E de aquilo não ser avião não tripulado coisíssima nenhuma. O Irão, com estes seus anúncios grandiloquentes sobre armamento e de terríveis ameaças sobre os seus supostos inimigos, deveria ter mais em atenção os conselhos de Boileau:

N’allez pas dès l’abord, sur Pégase monté,
crier à vos lecteurs, d’une voix de tonerre:
«Je chante le vainqueur des vainqueurs de la terre.»
Que produira l’auteur après tous ces grands cris?
La montagne en travail enfante un souris”.

Apesar de não se poder menosprezar a ameaça que o Irão representa para a paz na região, também não há qualquer motivo para entrar em pânico, pois o Irão continua a ser, por enquanto, um tigre de papel.

De qualquer modo não deixa de ser irónico e divertido ver muitos esquerdistas comunistas aparar o jogo do Irão teocrático e defender o Irão contra o grande Satã americano.

Humor negro

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:34

Mesmo num contexto de grave crise, é de salientar o humor do Secretário de Estado das Obras Públicas: Paulo Campos: “A Estradas de Portugal nunca esteve tão saudável como está agora”

(via José Manuel Fernandes: Entregues aos bichos)

Em destaque

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 08:19

Esta semana, em destaque o Institute of Economic Affairs.

Agosto 22, 2010

Physics envy in science

Filed under: Economia,Educação,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:56

physics envy. Por António Costa Amaral.

The right not to be offended

Filed under: Internacional,Política,Religião — Helder Ferreira @ 23:31

This is all about hate and Islamaphobia. – Ron Paul

De todos os políticos vivos, Ron Paul seria o último que eu esperaria ver utilizar um termo tão pobre. Não me habituei a que usasse falácias no debate e numa frase apenas encaixa várias. Uma pena.

Um erro comum entre liberais e conservadores é desprezarem os símbolos, sendo que os primeiros tendem a racionalizar tudo e os segundos a desprezar o que não entendem. Coisa que esquerdistas e colectivistas avulsos não fazem. Os adversários de liberais e conservadores conhecem bem o valor dos símbolos e utilizam-nos sempre que podem. A simbologia das coisas é importante, é através dela que a comunicação é feita. Uma letra é um símbolo, um número é um símbolo.  Neste caso não é honesto/minimamente inteligente querer branquear a simbologia da construção de uma Mesquita no Ground Zero e reduzi-la a uma questão de “direitos de propriedade” absolutos*.

O  que está em causa é antes de mais um símbolo. O local escolhido não o foi obviamente por acaso e o contexto não é despiciendo. Não sou parte interessada e limito-me a pôr-me no lugar de uns e outros. Por um lado há que olhar a simbologia da construção da mesquita com o cuidado que merece, por outro, os direitos de propriedade de quem a quer construir são indiscutíveis e não podem ser negados pelo aparato coercivo do estado, seja da cidade do Estado ou federal.  Não é uma questão simples mas, em última análise, ou a sociedade americana/nova-iorquina resolve por si a coisa ou os promotores têm o direito de a construir. Se há uma parte da sociedade contra a construção têm uma coisa simples a fazer: pôr o dinheiro onde põem a boca. Nem precisam comprar o imóvel, basta abrirem um red light district à sua volta. Comprem a vizinhança, abram bares gays, talhos de carne de porco, um canil ou dois, uma igreja (as igrejas nunca se importaram de conviver com a devassidão, pelo contrario), uma sinagoga, um bordel, casas de penhores e de agiotagem, um casino e um supermercado sem carne halal. Se não o fizerem merecem o que a Mesquita do Ground Zero representa.

Agora não me venham com ódio e islamofobia, isso é conversa para calar quem discorda. Os festejos no dia 11 de Setembro de 2001 nos países muçulumanos foram cristianofobia, americanofobia, ocidentalofobia, newyorkofobia, foram o quê? Ha, já sei. A justa celebração pela reparação do sofrimento dos povos, essa entidade mítica.

*No Atlas Shrugged de Ayn Rand, o logotipo dos cigarros fumados pelos heróis da coisa é um cifrão. Até a Rainha dos Absolutos sabia que os símbolos são importantes e não abdicava deles.

Lou Dobbs Vs. Tom Palmer on Free Trade

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Judge Napolitano moderates a debate between Lou Dobbs and Dr. Tom Palmer over the issue of free trade.

Ron Paul sobre a construção de uma mesquita no Ground Zero

Filed under: Política,Religião — Carlos Guimarães Pinto @ 18:38

(…)“This sentiment seems to confirm that Islam itself is to be made the issue, and radical religious Islamic views were the only reasons for 9/11. If it became known that 9/11 resulted in part from a desire to retaliate against what many Muslims saw as American aggression and occupation, the need to demonize Islam would be difficult if not impossible.
There is no doubt that a small portion of radical, angry Islamists do want to kill us but the question remains, what exactly motivates this hatred?
If Islam is further discredited by making the building of the mosque the issue, then the false justification for our wars in the Middle East will continue to be acceptable.
The justification to ban the mosque is no more rational than banning a soccer field in the same place because all the suicide bombers loved to play soccer.
Conservatives are once again, unfortunately, failing to defend private property rights, a policy we claim to cherish. In addition conservatives missed a chance to challenge the hypocrisy of the left which now claims they defend property rights of Muslims, yet rarely if ever, the property rights of American private businesses.
Defending the controversial use of property should be no more difficult than defending the 1st Amendment principle of defending controversial speech. But many conservatives and liberals do not want to diminish the hatred for Islam–the driving emotion that keeps us in the wars in the Middle East and Central Asia.
It is repeatedly said that 64% of the people, after listening to the political demagogues, don’t want the mosque to be built. What would we do if 75% of the people insist that no more Catholic churches be built in New York City? The point being is that majorities can become oppressors of minority rights as well as individual dictators. Statistics of support is irrelevant when it comes to the purpose of government in a free society—protecting liberty.
The outcry over the building of the mosque, near ground zero, implies that Islam alone was responsible for the 9/11 attacks. According to those who are condemning the building of the mosque, the nineteen suicide terrorists on 9/11 spoke for all Muslims. This is like blaming all Christians for the wars of aggression and occupation because some Christians supported the neo-conservative’s aggressive wars.
The House Speaker is now treading on a slippery slope by demanding a Congressional investigation to find out just who is funding the mosque—a bold rejection of property rights, 1st Amendment rights, and the Rule of Law—in order to look tough against Islam.
This is all about hate and Islamaphobia.

(Fonte: Business Wire)

Progressistas

Filed under: Blogosfera,Double standards,Política — António Costa Amaral (AA) @ 15:10

Excertos de Progresismo. Concepto y objeto. no TodosGronchos, leitura integral recomendada:

El progresismo es la ideología adecuada para el débil de ideas, para el cansado, para el que ansía ser esclavo, para el cómodo y el culpógeno. El progresista es básicamente un cobarde cultural. Si fuera un poco más decidido sería comunista, socialista o partidario de su hermana boba, la socialdemocracia. No acepta todo el vitalismo creador/destructor del totalitarismo al que termina sirviendo.

Su debilidad se manifiesta ya en su modo de expresarse y escribir: Relativista hasta el extremo, dubitativo, buscando siempre el consenso, transmisor fiel de lo políticamente correcto. Nunca expresando lo que siente, sino lo que “está bien sentir”.

La realidad, la naturaleza, no la cambian los intelectuales sino los hombres y mujeres de acción. Ése es su mayor resentimiento. Y la justificación del fracaso económico personal y la laxitud que experimenta permitiendo que lo conduzcan políticamente gente de acción y poco basamento intelectual.

Porque bajo esa rebeldía hay un ser temeroso, obediente, sumiso. Sumiso a su amo y al patrón ideológico de turno. Y como está enfrentado con el concepto de autoridad, aun sintiéndose parte de, por ejemplo, el kirchnerismo, sabe que “le falta un poco”.

Dilma Rousseff e Lula da Silva

Filed under: Brasil,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 15:00

Dilma da Silva? Por Ricardo Arroja.

Os “spin doctors” de Lula têm procurado colar Dilma ao actual presidente: os dois pensam o mesmo, logo, a prosperidade gerada por um terá continuidade no outro. Infelizmente, não me parece que assim vá ser. No caso de Lula, o seu passado na luta sindical ter-lhe-á inculcado o espírito pragmático e conciliador – e a adaptabilidade – que tem marcado a sua presidência. Depois, aquela sua faceta de bonacheirão, dá-lhe a simpatia do povo. Dilma, pelo contrário, não revela essas facetas.

Filha de imigrantes búlgaros que prosperaram na construção no Brasil, renegou às suas origens burguesas, quando ainda estava no ensino secundário, e como é frequente nos filhos de pais ricos dedicou-se à luta revolucionária e à ideologia marxista. Da prisão, saltou, directamente, para a política. Em suma, esquerda caviar no seu esplendor. Além disso, escreveu a Economist há dias, “Ms. Rousseff (…) has a weakness for offering half-hour answers to one-line questions”, o que denota uma certa predisposição por tiques bolívares.

Sergey Larenkov

Filed under: Política — André Azevedo Alves @ 09:00

Fantasmas do comunismo. Por Elisa Lucena Martins.

Agosto 21, 2010

Obama’s Tax Hike

Filed under: Economia,Internacional,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Obama’s Tax Hike: The Movie

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 19:16

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1O destino de todos os bens
2“Those Voices Don’t Speak for the Rest of Us”
3Socialismo e sociopatia
4OMS e o lobo
5Aona ni shio

Os mamutes e as alterações climáticas

Filed under: Ambiente,Educação,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 17:12

Mais pseudo-ciência de mamutes

Resumindo, umas fogueiras dos homens das cavernas devem ter aquecido o Planeta; em função disso, os mamutes começaram a morrer (provavelmente no espeto), deixaram de comer bétulas e depois disso deixou de haver gases na atmosfera, e depois veio o arrefecimento? Não há pachorra para estes cientistas e jornalistas…

A ler

Filed under: Blogosfera — Maria João Marques @ 13:04

Ana Gabriela Silva Fernandes, desta vez no Delito de Opinião.

Descalabro

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:52

Os dados sobre a execução orçamental socialista não auguram nada de bom para o resto do ano: Estado tem mais receita, mas despesa cresce 40% acima do previsto

Nos primeiros sete meses do ano o Estado conseguiu arrecadar mais 10% em receitas do que o esperado. O problema é que está a gastar mais 40% do que o inscrito no Orçamento do Estado para 2010 (OE/2010), revelam os dados da execução orçamental ontem publicados.

A dificuldade em conter o crescimento da despesa pública explica a subida do défice orçamental para 8,9 mil milhões de euros até Julho, mais 347 milhões do que no mesmo período em 2009, ano em que Portugal registou o pior resultado orçamental desde 1975.

Este resultado – na esfera da administração pública sob controlo directo do Ministério das Finanças – confirma que a equipa do ministro Teixeira dos Santos terá de correr muito até ao final do ano para cumprir o compromisso de baixar o défice dos 9,3% do PIB atingidos em 2009 para 7,3%. Isto numa altura em que a desconfiança dos mercados financeiros face à dívida de Portugal (e dos restantes países da Europa) se mantém alta – a diferença entre a dívida portuguesa a dez anos e a alemã (referência de solidez) voltou ontem a subir acima dos 300 pontos base (mais do quádruplo face ao registado no início do ano).

Obama’s policies are anti-investment, anti-jobs, and anti-growth

Filed under: Economia,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 12:00

Grow jobs and shrink government. Por Mitt Romney.

IT’S NOT happening the way President Obama had planned. Unemployment blew past his 8 percent ceiling and hasn’t looked back. Private sector investment in new jobs and capital has languished. Even the head of the president’s Council of Economic Advisers, Christina Romer, has resigned.

Almost every action the president has taken has deepened and lengthened the downturn. The private sector has retreated, frightened by his agenda and paralyzed by the uncertainty, lack of predictability, and outright hostility he has engendered.

His policies are anti-investment, anti-jobs, and anti-growth. Raising taxes — with a 15 percent hike on certain small business corporations, new taxes to pay for ObamaCare, and an increase on the dividend tax from 15 percent to nearly 40 percent — depresses new investment throughout the economy. Promoting an open-ended cap-and-trade tax dissuades expansion by employers in the energy sector. Bowing to the demands of unions to tilt the table in their favor — with proposals for card check and mandatory arbitration as well as the installation of a labor stooge at the National Labor Relations Board — chills new hiring.

Casa de borla. Grátis. Oferecidas. Mais baratas que um pastel de nata. Ninguém quer?

Filed under: Economia,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 02:49

É aproveitar rapaziada. É tão bom, não é? No Destreza das Dúvidas

LEGALMENTE OBRIGADAS PELA CMP A MULTAS E OBRAS DE MILHARES DE EUROS, RECEBENDO RENDAS BAIXÍSSIMAS VOLTAMOS A QUERER DAR AS CASAS SITAS NO PORTO, NA R. DA CORTICEIRA, N.º 57 A 73
1.º AOS SRS. INQUILINOS
2.º À CMP / SRU / JUNTA, ETC.
3.º A INSTITUIÇÕES
4.º A QUEM AS PRETENDER
CONTACTAR MAIL: manuel.veludo.2258@adv.oa.pt
Tele/Fax 22 332 5354

Isto não é ficção. É a cópia fiel de um anúncio publicado no Jornal de Notícias a 15 de Agosto de 2010. Pode ser que alguma das pessoas que tanto defende a Lei do Arrendamento esteja interessada em alguma destas casas.

Agosto 20, 2010

Os primeiros 100 dias de Cameron

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 23:58

A solid enough start. Por Mark Littlewood.

The Liberal-Conservative administration deserves to pass its 100 day probation. It hasn’t done much yet, but it has said some of the right things and sounds like it might even get round to doing a few of these things at some point in the not-too-distant future. I’d pretty much accept that from a new staff member, so I guess I should be half-pleased that I seem to be getting this level of performance from my government.

O corolário lógico do eduquês (4)

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:43

Alunos são “cada vez mais fracos”, avisam os docentes

É o resultado da massificação do ensino superior, mas não é só isso, adverte Isabel Ferreira: “Estamos perante uma consequência de ao longo destes anos os professores do secundário terem sido pressionados a passaram os seus alunos, criando taxas de sucesso artificiais.” E no momento de entrarem na universidade, os estudantes trazem consigo todas as suas fraquezas que são “mais visíveis” no primeiro ano, embora os professores de anos mais avançados “já comecem também a fazer as mesmas queixas”. Tal qual uma “doença contagiosa” que se alastra, conta a professora do ISA.

Leitura complementar: O corolário lógico do eduquês (3); O corolário lógico do eduquês (2); O corolário lógico do eduquês.

Obama não é muçulmano

Filed under: Internacional,Media,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 22:41

President Obama Is Not Even A Muslim. Por David P. Goldman.

Today’s Google News leads with a new poll showing that 18% of Americans think that Barack Hussein Obama is a Muslim. Only 34% of Americans think he is a Christian, down from 48% a year ago. And 43% gave the correct answer: they don’t know what he is.

(…)

That Obama has a deep personal sympathy for Islam is beyond doubt. The President takes every opportunity to emphasize it. But he is not a Muslim, only the thrice-abandoned child and step-child of Muslims and an anthropologist mother who deeply sympathized with the struggle of Muslims to resist globalization. He has a deep antipathy to the American view of things, insisting that “American exceptionalism” is no different than “Greek exceptionalism.” He belongs neither to the United States, nor to the Muslim world; he is a gifted outsider with a talent for persuasion who profiled Americans the way anthropologist profile primitive tribes, and in a variant of the old adventure-movie script, made himself our king.

Ultimately he belongs nowhere. He is not even a Muslim.

The Economics of Healthcare Regulation

Filed under: Economia,Educação,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 21:00

Bracing for ObamaCare: Shirley Svorny on the Economics of Healthcare Regulation

ObamaCare expands coverage to millions of Americans, but, warns Professor Shirley Svorny, without stronger measures to expand the supply of healthcare providers and contain costs, we can expect a physician shortage and soaring premiums.

(via A Arte da Fuga: Bracing for ObamaCare)

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