De facto, ser abrantes não é para qualquer um. Para além da manifesta falta de apego à verdade, é preciso estar disposto até à auto-contradição se o servilismo a quem manda assim o impuser: É um trabalho duro. Por João Miranda.
Em Setembro de 2009 os Abrantes citavam Pedro Adão e Silva a dizer que o fim das deduções fiscais faz parte de um programa político velho e assustador. Na altura interessava atacar o Bloco de Esquerda que defendia o fim das deduções fiscais. Por esses dias também citavam o Krugman a defender que os défices salvaram o mundo.
Agora interessa aumentar impostos, porque afinal os défices não salvam ninguém. O fim das deduções já não é um programa político velho e assustador. Por isso recorrem a um texto de Correia de Campos que defende o fim das deduções.
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Pingback por A vida difícil dos abrantes (2) « O Insurgente — Agosto 24, 2010 @ 12:54
De facto os abrantes são uns vermes servis… assim como os senhores do avental e os senhores do silicio às respectivas hierarquias…
Comentário por Ana Dias — Agosto 24, 2010 @ 20:39
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Pingback por A vida difícil dos abrantes (3) « O Insurgente — Agosto 25, 2010 @ 00:40
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