O Insurgente

Julho 31, 2010

O corolário lógico do eduquês (3)

Filed under: Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:00

A Boa Nova. Por Carlos Botelho.

Sim, vistes bem: não mais, não mais haverá insucesso na Escola portuguesa. Essa palavra funesta e acabrunhante desaparecerá da nossa memória. Não cabem em si de felicidade as criancinhas nos seus aviários-agrupados e os pais, enquadrados pelo incessante Albino, incessantemente concordando com o governo da Pátria, sorriem sem parar, num contentamento que só para os Velhos do Restelo é estúpido.
Insucesso. Anulando a palavra, acaba também a coisa. Salve, ó Sócrates! Ainda está para nascer um primeiro-ministro que tenha feito tanto à Escola como tu!

Leitura complementar: O corolário lógico do eduquês.

A contar (30)

Filed under: Diversos,Videos — Carlos M. Fernandes @ 21:59
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Nadar, retrato de Franz Liszt, 1886

Franz Liszt morreu há 124 anos, no dia 31 de Julho de 1886, em Bayreuth. Liszt, compositor e pianista húngaro, como é habitual dizer-se, e em Budapeste não hesitam em utilizar o seu nome como património da cidade. A convenção respeita a vontade do músico, pois este por várias vezes afirmou ser húngaro, mas, atendendo à sua biografia, quem o tome por alemão tem o “equivoco” justificado. Na faixa de terra que separa dois mundos e que vai da Polónia à Grécia — mais correctamente, de Gdansk (Danzig?) a Salónica —, Liszt está mais perto da regra do que da excepção. A Europa das nações está há muito tempo encalhada neste estorvo.

Se o socialismo real não fosse tão trágico, seria cómico

Filed under: Economia,Internacional,Justiça,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Life inside the North Korean bubble

As we arrived at Pyongyang’s airport our mobile phones were confiscated and throughout our stay in the Democratic People’s Republic of Korea there was no access to the internet.

At the hotel our government minders had booked rooms alongside ours, and on the one occasion that we tried to leave without them we were reported and reprimanded.

From exchanges with our minders, we also learned that our rooms were bugged.

But then we were not being singled out, the entire country lives in a bubble of unreality, cut off from the outside world and watched by an army of informers.

Defectors throw light on harsh realities of life in North Korea

Sue Lloyd-Roberts travels from North Korea to South Korea to talk to defectors who explain what life is really like in the North and talk about their shock at leaving a land of austerity, poverty and isolation for a land of plenty and fast-paced change.

(agradeço ao leitor Paulo Osório a indicação dos videos e a inspiração para o título do post)

Os chumbos já acabaram

Filed under: Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:56

As reacções até vão no sentido correcto, mas o problema é que na generalidade ignoram que os chumbos já praticamente acabaram de facto em nome da necessidade de garantir o sucesso estatístico do eduquês.

Leitura complementar: O corolário lógico do eduquês.

Paul, o polvo que representa a decadência ocidental

Filed under: Cultura,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 19:48

Mahmoud Ahmadinejad attacks Octopus Paul

Mahmoud Ahmadinejad, the Iranian leader, says Paul the Octopus, the sea creature that correctly predicted the outcome of World Cup games, is a symbol of all that is wrong with the western world.

(…)

Paul was mentioned by Mr Ahmadinejad on various occasions during a speech in Tehran at the weekend.

“Those who believe in this type of thing cannot be the leaders of the global nations that aspire, like Iran, to human perfection, basing themselves in the love of all sacred values,” he said.

O corolário lógico do eduquês (2)

Filed under: Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:13

Não tenho a certeza que esse efeito seja positivo, mas assumir o fim definitivo das reprovações é, de facto, mais um passo para a a descredibilização do ensino estatal: Concordo. Por João Miranda.

Leitura complementar: O corolário lógico do eduquês.

Domingos Névoa é inocente, ponto

Filed under: Diversos — filipeabrantes @ 13:51

Não é assim, senhora professora?

Leitura complementar: Um pequeno tratado de analfabetismo jurídico

O corolário lógico do eduquês

Filed under: Comentário,Economia,Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:52

No cada vez mais difícil quotidiano das escolas portuguesas, com todas as dificuldades deliberadamente impostas aos professores com vista a garantir o sucesso estatístico do eduquês, os chumbos já praticamente acabaram de facto pelo que a proposta da Ministra Isabel Alçada de acabar com as reprovações pode ter o mérito de clarificar o funcionamento do sistema.

É certo que cada vez mais alunos passarão pelo sistema de ensino sem adquirir conhecimentos e competências básicas, mas os problemas que isso poderia gerar no ensino superior podem ser facilmente resolvidos pela aplicação dos mesmos métodos de garantia de sucesso estatístico do eduquês, um processo que aliás já está em marcha nas Universidades.

Já quanto ao mercado de trabalho e à vida fora do sistema de ensino é que é será mais complicado aplicar o eduquês, mas que importa isso se o país subir uns lugares nas estatísticas internacionais e se todos tiverem os ambicionados diplomas?

Foz Côa: de 300000 visitantes planeados a 20000 visitantes reais

Filed under: Cultura,Double standards,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:52

Desculpe incomodar Vossa Excelência com tal bizarra questão. Por Helena Matos.

Milton Friedman

Filed under: Economia,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:39

Celebrando Milton Friedman. Por Bruno Garschagen.

Um pequeno tratado de analfabetismo jurídico

Filed under: Educação,Justiça,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:30

Estado de direito deve ser mesmo isso. Por João Miranda.

Não toques no meu privilégio

Filed under: Double standards — filipeabrantes @ 09:55

Muito me separa ideologicamente do Henrique Raposo, mas diverte-me ver as reacções histéricas e indignadas face a alguns dos seus posts contra a função pública e os seus privilégios. Há tempos foram os enfermeiros (ficaram chateados porque o Henrique Raposo lhes disse que não mereciam ganhar mais), agora parece que saiu da toca uma espécie de ‘grupo de amigos dos funcionários públicos’ a respeito de um – aparentemente – infame ataque à ADSE e a quem dela usufrui. Aqui, aqui, aqui, aqui, e ainda aqui, podem ler-se algumas das mais divertidas reacções à nova diatribe anti-funcionários públicos do HR. Aqueles que passam o tempo a condenar posts/textos ad hominem são os mesmos que não hesitam em atacar pessoalmente quem ouse apontar o dedo ao corpo parasita dos funcionários públicos. Independentemente da razão da crítica A ou B, é sintomático que tanta gente se sinta tocada pessoalmente com este tipo de reparos (em geral ajustados). Será isto um fenómeno associado às castas de intocáveis, típicos das sociedades mais atrasadas?

Se quer levar com um ataque pessoal  ou ser insultado, já sabe, critique a função pública (os seus privilégios, o seu peso no orçamento e a sua  imoral parasitagem da sociedade), é só esperar.

Outra lição a reter: numa sociedade socialista e decadente como a portuguesa, é de certeza bom sinal ser insultado à esquerda e à direita, é sinal de que talvez se esteja a dizer algo acertado.

Leitura complementar: A falácia do pagamento de impostos na função pública, por BZ

Julho 30, 2010

Armed Vs Unarmed Victims

Filed under: Double standards,Justiça,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00


(via A Arte da Fuga)

Frases certeiras das fontes mais inesperadas

Filed under: Blogosfera,Comentário,Justiça,Política,Portugal — João Luís Pinto @ 17:38

Como é evidente, ninguém de boa-fé pode acreditar que os procuradores titulares da investigação do processo Freeport não ouviram José Sócrates porque não tiveram tempo.

João Galamba.

Portugal encostado

Filed under: Economia,Justiça,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:46

Os encostados – nova espécie identificada no ecossistema do Estado Social (2). Por Helena Matos.

Portugal hoje é isto: um país que empobrece, que não ganha para sustentar o seu Estado e em que a única saída possível parece estar não na alteração desta forma de viver, mas sim no conseguir fazer parte dela. Ter um “encosto” é o sonho de qualquer um e mesmo no sector privado o sonho é trabalhar por encomenda dos encostados e protegido pelos encostados. A única coisa que perturba o mundo do encosto é a mudança. Os encostados, as famílias dos encostados, os privados que fazem negócios com encosto e que precisam do aval dos encostados… ou seja, os portugueses na sua quase totalidade não só querem, mas sobretudo precisam que tudo se mantenha como está. É esse o seguro de vida política de gente como José Sócrates e Alberto João.

Só faltou acrescentar “social”

Filed under: Economia,Política,Portugal — LA @ 15:25

O líder do CDS-PP, Paulo Portas acusou hoje o Governo de dar mais poder às grandes superfícies, mas esquecer-se de tomar medidas para mais «justiça» junto dos produtores que esperam mais de 120 dias pelo pagamento dos seus produtos.
«(…)a grande superfície vende rapidamente e é dinheiro em caixa, mas o agricultor só é pago 120 ou 140 dias depois»

Seguindo o raciocínio, presumo que Paulo Portas gostaria que o governo (este ou outro em que ele participasse) legislasse sobre prazos de pagamentos ou outras “injustiças” no funcionamento dos mercados.
Pequenas coisas como estas declarações dizem muito sobre quem as faz.

A contar (31)

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 14:36

Nicknamed ‘Black George’ by the Turks because of his dark hair, looks and reputation, Karageorge Petrovic [(1768-1817)] was a better-off pig breeder, an outlaw and a former commander of the native auxiliaries under the Austrians. The captains in the field were nearly all outlaws, who forced hesitant peasants into armed bands and turned ferociously against the janissaries.

Stevan K. Pavlowitch, Serbia – The History of an Idea

Belgrado, 2005

The pretense of Knowledge

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,Teoria — Miguel Noronha @ 14:10

No Monty Pelerin’s World

Hayek described the role of economics as follows:

“The curious task of economics is to demonstrate to men how little they really know about what they imagine they can design.”

Two decades earlier Hayek had dedicated his The Road to Serfdom to the socialists of all parties in hopes that they would see the error of their ways. This warning was ignored by the political class as his Nobel speech was subsequently ignored by most economists.

Só por curiosidade

Filed under: Justiça,Portugal — Maria João Marques @ 13:28

(porque a (In)justiça portuguesa só serve mesmo como objecto de curiosidade) e a propósito deste inquérito ao inquérito Freeport aberto por Pinto Monteiro, alguém me sabe dizer se o inquérito pedido, com urgência, por Jorge Sampaio a Souto de Moura ao inquérito Casa Pia já terminou?

Comparação

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 12:50

Parece-me que para um, os fins justificam os meios.

Freeport: tudo está bem quando acaba bem (2)

Filed under: Economia,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:38

Vice-PGR impede inquirição de Sócrates

Os magistrados do DCIAP queriam ouvir Sócrates no inquérito ao caso Freeport, mas não tiveram tempo. Receberam ordem para encerrar o caso até 25 de Julho, avança a edição do SOL esta sexta-feira

Freeport: «forte convicção» de que foram exigidas luvas aos ingleses

«Os autos contêm abundantes elementos de prova que sustentam a forte convicção de que aos responsáveis da Freeport foram exigidas, por diversas vezes, quantias em dinheiro, alegadamente destinadas às autoridades portuguesas e aos partidos políticos mais representativos», pode ler-se no despacho final, a que a TVI teve acesso.

Sócrates e o Freeport. Por João Miranda.

As infindáveis declarações de Cândida Almeida e de Pinto Monteiro mostram claramente que uma eventual investigação ao Primeiro-Ministro não enfrenta apenas barreiras legais. Cândida Almeida e Pinto Monteiro reconhecem quem tem o poder e confessam frequentemente que nesse poder não se pode mexer. É por isso absurdo concluir que Sócrates foi ilibado no Processo Freeport. A hipótese de investigar Sócrates nunca foi seriamente considerada. Basta rever a entrevista de Cândida Almeida em Janeiro de 2009 onde se pré-anuncia o resultado do inquérito.

Leitura complementar: The Inner Party; Um exemplo de cidadania; Sou só eu ou há mais quem note um padrão?; O poder de Centrum; Só faltou uma pergunta…; Entrevista de José António Saraiva ao Correio da Manhã; Director do jornal Sol interrogado no “Centro de Reinserção Social de Oeiras”.

Freeport: tudo está bem quando acaba bem

Filed under: Justiça,Portugal — Miguel Noronha @ 11:33

Não houve acusação de corrupção, mas não se apurou o destino do dinheiro. Se houve crime, prescreveu.

O pântano de sempre.

Hoje, às 18 horas, Helena Matos e Rui Ramos (Repetição, Domingo, às 19)

Filed under: Insurgentes nos media,Justiça,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 11:10

Esta semana, antes da partida do programa para férias, em Agosto, eu e a Antonieta Lopes da Costa convidamos Helena Matos e Rui Ramos para analisar alguns dos principais temas da actualidade:

1) Freeport – O Ministério Público deduziu acusação apenas contra dois dos suspeitos do caso Freeport, deixando de fora personalidades ligadas ao poder político, não envolvendo José Sócrates nos factos. Será caso para dizer que a verdade vem sempre ao de cima?

2) PT vs Telefonica – A Portugal Telecom e a Telefonica acordaram a venda da participação da empresa portuguesa na Brasicel que detém a brasileira Vivo. Até o interesse nacional tem um preço?

3) Revisão Constitucional – O PSD aprovou as linhas orientadoras de uma futura revisão constitucional. No entanto, alguns entendem que esta fica aquém das expectativas, pecando por timidez. Terão razão?

4) Salazar – 40 anos passados da sua morte, ainda há receio em aprofundar o que foi o Estado Novo e a personalidade do seu líder. Resultará esse receio do facto de ele ter conhecido a fundo a mentalidade portuguesa, explorando como trunfos as suas fraquezas?

O “Descubra as Diferenças”, pode ser ouvido hoje às 18 horas e no Domingo, dia 1 de Agosto, às 19. Tem podcast disponível e é também transmitido pela Rádio Universitária de São Paulo, no Brasil. Com emissão também disponível através da powerbox da ZON TV Cabo.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Doença maldita

Filed under: Portugal,Videos — Carlos Guimarães Pinto @ 10:41

The Inner Party

Filed under: Justiça,Media,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:22

O cão comeu o meu TPC. Por Sérgio dos Santos.

Num país onde até os casos de elevado mediatismo, como o da Casa Pia, que se arrasta pela Justiça há praticamente oito anos, demoram anos até que se chegue a um veredicto final, não deixa de ser curioso que a justificação dada pelos procuradores do Ministério Público para não interrogarem José Sócrates no âmbito do caso Freeport tenha sido a de “falta de tempo”. Alguns comentadores poderão afirmar que isto é ilustrativo do grau de imunidade que qualquer político português bem posicionado possui, mas a verdade é que me parece bem mais indicativo do tipo de elite que há décadas povoa as altas esferas do Estado português, a qual parece preferir negligenciar as suas devidas funções a colocar em risco o seu estatuto na hierarquia actual. E isso é infinitamente mais preocupante para o futuro do país do que a impunidade de que um qualquer primeiro-ministro temporário possa usufruir.

Freeport: Pinto Monteiro vai abrir inquérito a questões processuais

A PGR garante que Pinto Monteiro “nunca colocou qualquer limitação” à investigação do Freeport, designadamente “de tempo ou lugar, concordando inclusive com todas as deslocações ao estrangeiro” que os magistrados entenderam fazer.

Assegura ainda que “os magistrados titulares do processo procederam à investigação, com completa autonomia, inquirindo as pessoas que julgaram necessárias e realizaram todas as diligências que tiveram por oportunas”.

Nada contra o Estado (Social)

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:20

O povo do meio – nova espécie identificada no ecossistema do Estado Social. Por Helena Matos.

Quando o Estado se passou a chamar social, a mobilidade social passou a depender cada vez mais da capacidade que tivermos para nos relacionar com a sua estrutura. O povo do meio para passar a ser povo de cima não tem de trabalhar mais. Tem de aprender a mexer-se melhor no labirinto estatal. E sobretudo não esquecer que a primeira regra para conviver com o Estado social é que este não se contesta. Influencia-se.

Julho 29, 2010

Breaking news

Filed under: Justiça,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 21:32

O Insurgente divulga aqui em primeira mão que o próximo filme de Woody Allen terá o título «Everything you ever wanted to ask the prime-minister * but didn’t have time to ask».

Ludwig von Mises (7)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

What kind of man was Ludwig von Mises? As this unique film shows, Mises (1881-1973) was a man who never stopped fighting for freedom: not when the Nazis burned his books, not when the Left blackballed him at universities, not when it seemed as if statism had won. With courage and genius, he fought big government until the day he died … in 25 books, hundreds of articles, and more than 60 years of teaching.

Mises’s battles against Communists, Nazis, and other socialists, are featured in this film, as are his ideas of Liberty.

Um olhar para o futuro

Filed under: Economia,União Europeia — Nuno Branco @ 18:08

Ou uma actualização da situação grega, como preferirem:

The stand-off between striking truck drivers and authorities in Greece intensified today hours after the government issued an emergency order to force protesters back to work.

With fuel shortages stranding thousands of tourists and disrupting supplies of food and medicines nationwide, prime minister George Papandreou resorted to emergency legislation, more usually used at times of war or great natural disaster, to end the walk-out.

E o que chateia estes gregos? O fim da mama, what else?

The mayhem began on Monday when some 33,000 licensed truck drivers walked off the job in protest at government plans to open up the freight industry, one of many ‘closed–shop’ professions blamed for keeping the Greek economy isolated and uncompetitive. [...]

In the case of truckers, the first group to be tackled, it will mean that new licences will be issued at lower costs and in greater number. The sector wants the government to delay the introduction of a bill to allow for more talks with the industry.

O Estado Social ainda está longe do fim quando as reacções a uma pequena (note-se que o texto implica que continuará a haver regulação)  liberalização apenas num sector da economia são estas (tanto da parte dos “trabalhadores” como do governo). Infelizmente isto vai ter mesmo de ficar pior para poder melhorar, só aprendem quando não restar alternativa.

Via ZeroHedge.

Momento taberneiro

Filed under: Cultura,Política — Miguel Botelho Moniz @ 16:20

Várias vozes se levantam no Reino Unido em choque pelo anunciado encerramento do UK Film Council. Parece que vem aí o fim dos tempos, a queda de Roma, uma invasão de bárbaros e um levantamento de fariseus, all rolled into one. É engraçado como a habituação a subsídios funciona como uma droga. O medo da ressaca e a incapacidade de recordar como as coisas eram antes constroem uma barreira que parece intransponível. A ideia de que o desaparecimento de um instituto que só existe há dez anos põe em causa um sector vibrante e bem sucedido como o cinema britânico é cómica.

Por outro lado (no surprise, here):

“Indeed, it may be that the UKFC closure increases the amount of cash available for production. The agency had been spending 23% of the lottery funding it was getting for production funding on overhead. This compares with 13-14% at other UK screen agencies Scottish Screen and Film Agency For Wales.

And the amount paid UKFC executives is another bugbear. The government recently disclosed that four of the organisation’s executives had been earning more than £150,000 a year.”

Informem-se,

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 12:51

e não metam as Canárias nesta guerra.

En los medios taurinos del país, desde hace varios años, ha ido cobrando fuerza la inexacta idea de que las corridas de toros están prohibidas en la Comunidad Autónoma de Canarias. Tal supuesta prohibición es absolutamente inexistente, por lo que además -confesando a la par que mi afición es patológica…- me he sentido más que afectado cuando más de uno ha tratado de imputarme personalmente la inexistente prohibición sin otro argumento que hace casi veinte años el Gobierno autónomo, a la sazón presidido por mi, llevó a la Cámara regional el proyecto de Ley de Protección de los Animales. Pero tal Ley tenía y tiene como objetivo la protección de los animales “domésticos” y “de compañía” entre los que, como es obvio, no se encuentra el toro bravo, al cual no se hace la menor alusión en el texto legal.

Lorenzo Olarte Cullen fue el presidente del Gobierno de Canarias bajo cuyo mandato, en 1991, se aprobó la Ley de Protección de los Animales. En este artículo reflexiona sobre el veto al toreo en Cataluña y aclara la inexacta idea de que las corridas de toros están prohibidas en el Archipiélago.

O nosso Primeiro-Delegado-Comercial

Filed under: Política,Portugal,Videos — Miguel Noronha @ 11:46

Pegando na deixa do Tomás recordo outra brava prestação do “engº” Pinto de Sousa. Na altura, como comissionista da JP Sá Couto.

Chamem-me reaccionário mas…

Filed under: Política,Portugal — Tomás Belchior @ 10:45

É só a mim que incomoda ver o nosso Primeiro-Ministro reduzido a delegado comercial? Especialmente quando era suposto que ele fosse o nosso delegado comercial e não o delegado comercial dos donos do “interesse nacional”?

Leitura complementar: Ecossistemas

Desta vez não houve “frotas humanitárias”

Filed under: Double standards,Médio Oriente,Política — Miguel Noronha @ 10:29

“The Flotilla Farce” de Danny Ayalon (WSJ)

A couple of years ago, a Palestinian refugee camp was encircled and laid siege to by an army of tanks and Armored Personnel Carriers. Attacks initiated by Palestinian militants triggered an overwhelming response from the army that took the life of almost 500 people, including many civilians. International organizations struggled to send aid to the refugee camps, where the inhabitants were left without basic amenities like electricity and running water. During the conflict, six U.N. personnel were killed when their car was bombed.

Government ministers and spokesmen tried to explain to the international community that the Palestinian militants were backed by Syria and global jihadist elements. Al Qaeda condemned the government and the army, declaring that the attack was part of a “crusade” against their Palestinian brothers.

While most will assume that the events described above took place in the West Bank or Gaza, they actually took place in Lebanon in the summer of 2007, when Palestinian terrorists attacked the Lebanese Army, which struck back with deadly force. The scene of most of the fighting was the Nahr al-Bared refugee camp in Northern Lebanon, which was home to the Islamist Fatah al-Islam, a group that has links with al Qaeda. (mais…)

Metro do Porto pode parar

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 10:26

Mais um exemplo de sucesso da governação socialista: Metro do Porto está em ruptura financeira e pode parar se Estado não pagar

Na missiva em forma de ultimato, datada de anteontem, e a que o JN teve acesso, o cenário traçado pelo gestor da empresa não podia ser mais sombrio: ou o Estado injecta rapidamente 200 milhões de euros até ao final do ano ou as debilidades financeiras da Metro poderão “pôr em causa o cumprimento de compromissos assumidos, quer no que respeita a investimentos em curso [extensão a Gondomar e Santo Ovídio], quer no que respeita ao serviço da dívida, da qual uma parte significativa tem garantia da República”.

(…)

Basicamente, a Metro já não consegue sequer financiar-se junto da Banca. Para o corrente ano, precisa de encaixar cerca de 280 milhões de euros. Até à data, só conseguiu amealhar um total de 75 milhões.

Disparates em série do CDS sobre a PT

Filed under: Double standards,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 10:24

Coisas giras que se começam a ouvir II. Por João Miranda.

Um excelente negócio para todos

Filed under: Economia — Miguel Noronha @ 10:00

Financial Times – Lex

[I]nvestors should ignore the spin. Telefónica will give PT €7.5bn for its share of Vivo and will pay €800m to buy out minorities. Spreading payments over time reduces the total net present value to about €8.1bn. This values Vivo at 11 times expected earnings before interest, tax, depreciation and amortisation – a rich multiple. It will only justify the price if it reaps about €4bn in synergies – the top end of analysts’ estimates – by merging it with Telesp.

Portugal Telecom was right to sell. Whether its €3.7bn investment in Oi is a good use of the cash will depend on that deal’s details. Oi’s byzantine management structure (PT will buy in at four different levels) makes analysis difficult, though at first glance PT seems in the happy position of selling out of an asset at 11 times ebitda and buying into another at 6 times. Strategically, however, it is a step down: PT is trading a controlling stake in one of the country’s best mobile operators for a 22 per cent economic interest in a company where four-fifths of revenues come from fixed-line services. As Brazilian mobile tariffs get cheaper, fixed-line usage is dropping rapidly.

Golden Lula

Filed under: Brasil,Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:39

O presidente brasileiro disse hoje que não houve nenhuma influência do seu governo nas negociações para a venda da Vivo à Telefónica e que, mesmo com a entrada da PT, a Oi vai continuar a ser “brasileira da Silva”.(…) “Enquanto eu for presidente, a empresa vai continuar como empresa nacional, porque foi para isso que ela foi criada – para ser uma empresa nacional”, afiançou.

A PT prepara-se para investir uns largos milhões numa empresa cujo governo local promete interferir sempre que julgue estar em causa a sua versão do “interesse nacional”. Acham boa ideia?

PS. Quem será o Rui Pedro Soares lá do sítio?

Derivado da celeridade do processo

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:28

Freeport: Procuradores quiseram ouvir Sócrates mas não tiveram tempo

O interesse nacional per capita

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:18

João Duque no Jornal de Negócios

Dirão os detractores do Governo de Portugal que nos vendemos por um prato de lentilhas… Mas francamente meus senhores, se por via da negação anterior em Assembleia Geral, o país conseguiu mais 185 milhões de euros de valor actual líquido nas condições do negócio, então conseguimos um acréscimo de €18,5 por cada um dos 10 milhões de portugueses!

Mas o quê? O capital da PT não é português? Ai não? Ai afinal só 36% dos 185 milhões de euros é que são dos accionistas portugueses? Não faz mal. Mesmo assim ainda ficam 66,8 milhões caramba! É muito milhão!

É bom saber que o interesse nacional são €6,68 por português.

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