O Insurgente

Junho 13, 2010

A propósito de um certo terrorismo jornalístico

Filed under: Blogosfera,Educação,Media,Nanny State Watch,Política,Portugal — Maria João Marques @ 22:26

é interessante ler isto e isto que escreveu Paulo Pinto Mascarenhas.

O imparável sucesso estatístico do eduquês

Filed under: Double standards,Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:03

Chumbos estão a diminuir devido a limpeza nas estatísticas

“Indirectamente, induziu-se assim uma melhoria dos resultados que, infelizmente, não tem a ver com uma melhoria da qualidade do ensino ou dos alunos. Trata-se tão-só de um efeito estatístico”, frisa ao PÚBLICO Joaquim Azevedo, membro do Conselho Nacional de Educação e investigador da Universidade Católica do Porto. Muitos dos jovens que estão nas vias profissionalizantes eram alunos com dificuldades. Agora podem concluir os seus estudos sem realizar exames nacionais e com processos de avaliação interna nas escolas menos exigentes do que aqueles em vigor para os alunos do chamado ensino regular. A sua prestação deixou também de contar para o cálculo das taxas de retenção e de transição, já que estes são indicadores que apenas expressam a situação no ensino regular, onde geralmente estão os alunos que tencionam prosseguir estudos.

(…)

Já esta semana, o Ministério da Educação deu por concluída outra revolução estatística: incluiu, pela primeira vez, os adultos das Novas Oportunidades, abrangidos pelos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), entre a população inscrita no 3.º ciclo e no secundário no ano lectivo de 2008/09, que é o último de referência.

(…)

Como o número de alunos do ensino regular continua em retracção e o dos cursos profissionais se mantém em expansão, a soma dos adultos das Novas Oportunidades significa também que quase 60 por cento da população que o Ministério da Educação apresenta agora como estando no ensino secundário não precisará de realizar exames nacionais para concluir o 12.º ano ou equivalente.

A energia eólica e os subsídios

Filed under: Ambiente,Economia,Media,Política — André Azevedo Alves @ 19:16

Does money grow in wind farms?
Wind turbines are a poor way to harness energy – but a very good way to generate public subsidies, says Andrew Gilligan.

A typical commercial turbine needs a wind speed of between 6-10mph to start operating – and automatically stops when the wind is more than around 55mph, to protect its mechanisms. Even when the wind is blowing between those speeds, it – and therefore the amount of electricity generated – is variable, and usually below the turbine’s full theoretical capacity.

(…)

To cope with what’s called “intermittency”, you must do two things.

First, you have to build far more wind turbines, in far more places, than you theoretically need.

(…)

The second thing you have to do is build more conventional, carbon-emitting power stations. Unlike wind farms, these can provide electricity predictably and more or less on demand.

(…)

The Government pays an indirect subsidy, a “renewable obligation”, or RO – and putting up a wind turbine is the cheapest way to collect it. In contrast to better renewable technologies, a turbine is inexpensive to build, perhaps around £2 million, and it lasts at least 20 years.

The total RO paid to the wind industry last year was £400 million. So each of Britain’s wind turbines earned, on average, £138,000 in subsidy last year – more than Mrs Clegg’s husband makes. Add in the profits from selling the electricity they generate and after construction costs are cleared, you will be making nearly £300,000 per year per turbine, half of it courtesy of the Government.

(via Gabriel Silva)

Mahmoud Abbas e o bloqueio israelita à Faixa de Gaza

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — Bruno Gonçalves @ 14:46

No Haaretz:

Palestinian Authority President Mahmoud Abbas is opposed to lifting the naval blockade of the Gaza Strip because this would bolster Hamas, according to what he told United States President Barack Obama during their meeting at the White House Wednesday. Egypt also supports this position.

Interesse internacional II

Filed under: Agenda,Double standards,Internacional,Médio Oriente — ruicarmo @ 11:40

Arábia Saudita, Israel, Irão, Turquia e Síria.

Obama e os neoconservadores

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 10:00

Think tank: Neocons’ influence remains strong under Obama

For those who thought the end of the Bush Administration spelled doomsday for the neoconservative movement, think again.

According to a May report (pdf) from the Brookings Institution, a Washington, DC think tank, neoconservatives associated with prominent figures like former Assistant Secretary of Defense Paul Wolfowitz, Weekly Standard Editor Bill Kristol and pundit Richard Perle are still broadly active, despite policy failures associated with the 2003 invasion of Iraq.

Brookings Institution senior fellow Justin Vaisse, author of Neoconservatism: A Biography of a Movement, argues that because neocons never had the degree of influence that opponents credited them with, and also because of a general unawareness of their history, observers don’t fully understand the trajectory of the neoconservative movement that began long before the Iraq invasion and one continues today.

“Neoconservatism remains, to this day, a distinct and very significant voice of the Washington establishment,” Vaisse insists. In May he published the report Why Neoconservativism Still Matters.

Energia eólica: custos e benefícios

Filed under: Ambiente,Double standards,Economia,Internacional,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 09:00

Um livro que ainda não li mas que parece interessante: The Wind Farm Scam

The spectre of global warming and the political panic surrounding it has triggered a goldrush for renewable energy sources without an open discussion of the merits and drawbacks of each. In The Wind Farm Scam Dr Etherington argues that in the case of wind power the latter far outweigh the former. Wind turbines cannot generate enough energy to reduce global CO2 levels to a meaningful degree; what’s more wind power is by nature intermittent and cannot generate a steady output, necessitating back-up coal and gas power plants that significantly negate the saving of greenhouse gas emissions. In addition to the inefficacy of wind power there are ecological drawbacks, including damage to habitats, wildlife and the far-from-insignificant aesthetic drawback of the assault upon natural beauty and the pristine landscape, which wind turbines entail. Dr Etherington argues that wind power has been, and is being, excessively financed at the cost of consumers who have not been consulted, nor informed that this effective subsidy is being paid from their bills to support an industry that cannot be cost efficient or, ultimately, favour the cause it purports to support.

(recomendação via EcoTretas: O livro sobre a fraude eólica)

Junho 12, 2010

The Glenn Beck effect: Hayek’s The Road to Serfdom #1 @ Amazon (2)

Filed under: Economia,Educação,Livros,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 21:04

Vários dias depois do programa de Glenn Beck, The Road to Serfdom continua a ocupar o primeiro lugar das vendas na Amazon dos EUA.

O livro que todos os norte-americanos querem ler agora.
O Caminho da Servidão (tradução para português disponível online no OrdemLivre.org).
Versão condensada do The Road to Serfdom disponível em inglês e em português.

Frei Betto, Cuba e o socialismo

Filed under: Brasil,Economia,Internacional,Política,Religião,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:48

Por que o socialismo não dá certo. Por Bruno Garschagen.

Liberdade e responsabilidade na educação

Filed under: Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:00

Educação traz líder da JP nacional à Madeira

O presidente da Juventude Popular nacional e deputado na Assembleia da República, Michael Seufert, está na Região para debater assuntos relativos à área da Educação. Hoje de tarde, em conferência de imprensa, adiantou que o PP vai dar entrada de três projectos-lei que consideram “fundamentais” para o “desenvolvimento da Educação” no país.

“Os projectos que o CDS vai levar ao plenário e à comissão de Educação são projectos que têm como base a nossa ideia e a nossa convicção de que é com liberdade de escolha e com responsabilidade na escolha dos projectos educativos de cada um que conseguimos alcançar melhores resultados na Educação”, frisou.

Mais progresso

Filed under: Nanny State Watch — Carlos M. Fernandes @ 17:41

O parlamento islandês votou e aprovou uma lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Os progressistas, seguindo uma linha de causas e emoções efémeras, como efémeros são todos os fenómenos de um mundo sem cultura, manifestam-se cada vez com mais discrição. Alguns dirão que não há razão para festejar agora, pois, na Islândia, praticamente todos os direitos inerentes ao casamento entre um homem e uma mulher já estavam há muito alargados às relações homossexuais (alguns desses direitos não estão contemplados na recente lei portuguesa, mas adiante, porque o progresso — vénia — não se questiona). Outros, cínicos e reaccionários certamente, dirão que, então, o recente acto do parlamento islandês não passa de propaganda ou mera manobra de diversão. Enfim, é um detalhe que qualquer neo-moralista poderá aclarar. Mas resta saber por que razão, num país tão “liberal”, as bebidas alcoólicas continuam a ser coutada exclusiva do Estado. Resta saber por que razão, num país tão modernaço, não se pode beber uma cerveja decente no Saegreifinn, a acompanhar uma espetada de baleia ou a sublime sopa de lagostins. Resta saber por que não é esta também uma causa fracturante para um progressismo tão preocupado com as “liberdades”, desde o direito à diferença das minorias — transformado em direito à indiferença (!) — às desventuras de uma professora de Mirandela.

Tudo isto, álcool e silicone, faz-me lembrar o famoso anúncio que há pouco tempo uma televisão espanhola recordou, numa larga e emotiva peça jornalística, como um marco na luta contra a censura. Esqueceram-se, no entanto, de referir um detalhe: o mesmo anúncio não passaria hoje, livremente, em muitas televisões europeias, incluindo as espanholas; não por mostrar uma mulher aligeirada de roupa em cima de um cavalo, mas porque publicita uma bebida alcoólica. Cada época tem os seus inquisidores. Aqueles que merece.

O 10 de Junho e os maus exemplos

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:00

Quando os maus exemplos vêm de cima… Por José Manuel Fernandes.

Lembram-se do 10 de Junho de 2009? Poucos se recordarão – até porque demasiados trataram de fazer o contrário do que então lá se recomendava. António Barreto – que ontem voltou a fazer um discurso notável, só que centrado na necessidade de o país honrar os seus ex-combatentes – pregou então as virtudes do exemplo. “Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará”, disse então. “Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á. Dê-se o exemplo de trabalho, de poupança e de investimento e a economia sentirá os seus efeitos.”
Dificilmente se poderia ter ido, nos 12 meses que desde então decorreram, por caminhos mais radicalmente distintos.

(…)

Se olharmos para o que nos propomos fazer para enfrentar a crise das finanças públicas – no essencial aumentar a carga fiscal – e aquilo que países como o Reino Unido, a Alemanha e a própria Espanha se propõem fazer – no essencial reduzir a despesa pública –, verificamos como insistimos em escavar a nossa sepultura. Pela simples razão de que o nosso principal problema é a falta de competitividade da nossa economia e nenhuma economia se torna mais competitiva quando as empresas e os cidadãos pagam mais impostos mas não recebem mais e melhores serviços públicos.
Se, em contrapartida, olharmos para os serviços públicos e verificarmos que muitos deles são redundantes, agravam as distorções sociais ao introduzir rigidez e centralismo onde deveria haver imaginação, inovação e descentralização, e até poderiam desaparecer de um dia para o outro que nem daríamos por isso, então agradeceríamos todo o espaço que fosse devolvido aos portugueses.

O mártir

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 10:34

Rui Pedro Soares compara comissão de inquérito ao “caso TVI” a “julgamentos da Inquisição”

A ler: “Obrigadinho, Rui Pedro Soares” de Diogo Belford Henriques

Um assalto com um final politicamente incorrecto

Filed under: Justiça,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 10:00

Ambushed Florida Father in Shootout with Robbers

(via Lew Rockwell: Father of Four Saved by His Gun)

Junho 11, 2010

O princípio do fim da Bélgica?

Filed under: Economia,Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 23:56

Belgium separatists look set for poll boost

As Belgium heads for Sunday’s elections, separatists campaigning for a break-up of the country are set to emerge as the dominant political force.

Opinion polls show a trio of separatist parties, including the New Flemish Alliance (N-VA), garnering 45 per cent of the vote in Dutch-speaking Flanders, the largest region in Belgium. This would make the N-VA, with 26 per cent of support, the largest single party at federal level.

If the results are borne out in the election it would mark an unprecedented breakthrough for separatism in Flanders. The movement has long been confined to populist fringe parties or minority currents in established parties.

(…)

The campaign has highlighted differences between the Francophone and Dutch-speaking communities. Whereas Flemish politicians have fretted about the parlous state of public finances, the economy has barely featured in the Walloon campaign.

Belgium Faces Big Match At Home: Belgique Vs Belgie

National elections on Sunday pit the French-speaking south, Wallonia, against the Dutch-speaking north, Flanders. While regional tension isn’t new in this small kingdom of 10 million inhabitants, Europe’s sovereign debt crisis has added a critical new element.

The deep divisions within the country led to a nine-month delay in forming a new government after the last election three years ago. But such indulgence is impossible this time. The financial markets will demand decisive action to reduce accumulated public debt that broke through 100% of gross domestic product this month at around EUR340 billion and is rising rapidly.

As revoluções enchem a barriga

Tendência para a extinção dos almoços grátis em Cuba.

Este, deve andar mortinho para sair do governo

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 16:34

Luís Amado lembra bom exemplo da constitucionalização do limite do défice alemão

E agora?

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 16:27

Se a comissão de inquérito ao caso PT/TVI votar favorávelmente estas conclusões julgo que a consequência lógica será a apresentação de uma moção de censura ao governo socialista. Será impensável que após dar como provada a tentativa de condicionamento da comunicação social para fins partidários utilizando meios públicos a AR não procure punir politicamente os seus autores.

Como é que se diz “bolha” em chinês? (VII)

Filed under: Economia,Internacional — Miguel Noronha @ 15:48

No Zero Hedge:

As the Chinese economy overheats yet again (when did it ever stop?) and inflation accelerates to an annual 3.1% pace as reported earlier by Bloomberg, one unfortunate side effect, which the US will become only all too familiar with in due course, is today’s most recent failed Bill auction, as China failed to attract enough bidders to cover the total offering amount of 15 billion yuan in 91-day bills. This is now the third failed auction for China in 2010 alone. Luckily, that particular country does not have to roll $150 billion in debt every week or so. The reason for the failure: the inability of the government to compensate investors for surging inflation risk, as demand for higher yields keeps bidders away. This once again is forcing the country to reevaluate its interest rate policy – being pegged not only to the dollar but the US Fed’s monetary policy, is no longer a viable option. Of course, should a failed bill auction ever happen in the US, it is game over.

Hoje às 18 horas, Pedro Picoito e Duarte Schmidt Lino (Repetição, Domingo, às 19)

Filed under: Educação,Insurgentes nos media,Internacional,Médio Oriente,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 15:22

O ‘Descubra as Diferenças’ nunca pára, mesmo com  mais de metade do país de férias. Esta semana, eu e a Antonieta Lopes da Costa conversamos com Pedro Picoito e Duarte Schmidt Lino, sobre:

- Candidatura presidencial à direita – A promulgação do casamento homossexual continua a dar que falar entre alguma direita portuguesa, desagradada com a actuação de Cavaco Silva e a argumentação utilizada. O voto em branco ganhou novos adeptos?

- Crise em Gaza –  A abordagem dos Israelitas à auto-denominada ‘flotilha da liberdade’ parece ter sido uma armadilha bem montada contra Israel. No meio destes últimos acontecimentos, qual o papel regional de Estados como a Turquia e o Irão?

- Educação sexual e liberdade – Com a entrada em vigor da lei sobre a educação sexual, esta passa a ser obrigatória nas escolas, com uma orientação pré-determinada pelo Estado. Mas não será também a liberdade na educação os pais decidirem o que os seus filhos devem aprender?

- História esquecida – Algumas crianças do agrupamento escolar de Aveiro vão desfilar com a farda da Mocidade Portuguesa, num projecto destinado a reviver os últimos 100 anos de história e que contou com o pronto protesto do Bloco de Esquerda. Há uma parte da República que deve ser esquecida?

O “Descubra as Diferenças”, pode ser ouvido hoje às 18 horas e no Domingo, dia 13 de Junho, às 19. Tem podcast disponível e é também transmitido pela Rádio Universitária de São Paulo, no Brasil.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

As lições da crise

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,União Europeia — Miguel Noronha @ 14:19

"Hora de restringir o governo" de Michael J. Boskin (Jornal de Negócios)

As principais lições do fiasco da dívida grega não são novas: 1) os governantes eleitos ignoram, sistematicamente, os custos de longo prazo para alcançaram benefícios no curto prazo; 2) esperam para agir quando são forçados a fazê-lo; 3) as políticas governamentais não podem evitar as leis da economia; 4) os governos não podem anular as leis da aritmética; e 5) a política orçamental não é mera contabilidade.(…)

[S]erá melhor que cada país aplique sérias limitações legais à autoridade orçamental dos seus legisladores. Restrições aos défices orçamentais são um início mas não são suficientes. O imenso crescimento do estado social e a subida dos défices e das dívidas públicas tornaram-se nas maiores fontes de riscos económicos sistémicos tanto a nível nacional como global. Por isso, é preciso aplicar restrições simultâneas aos gastos, impostos e dívida para evitar crises económicas e financeiras futuras(…)

O problema não é que os governos tenham falta de recursos para gastar mas que o aumento dos gastos, impostos e da dívida pública estão a afectar negativamente o crescimento económico e os padrões de vida futuros. Este futuro parece estar no horizonte não apenas na Europa, mas em todo o lado, a não ser que os governos restrinjam os seus gastos.

Mais uma “Grécia”

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 11:30

No seu primeiro grande discurso desde que tomou posse, o primeiro-ministro japonês alertou para a possibilidade da economia japonesa "entrar em colapso" devido à elevada dívida pública. Sem uma reestruturação financeira, o Japão corre o risco de enfrentar uma crise semelhante à da Grécia, avisou Naoto Kan.(…) "Tal como a confusão que está a ter lugar na Zona Euro, alimentada pela situação grega, existe o risco de colapso se deixarmos que a dívida pública continue a aumentar", disse o responsável japonês citado pela BBC.Após anos de endividamento, a dívida do Japão é, actualmente, o dobro do produto interno bruto.

Delírios comunitários

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,União Europeia — Miguel Noronha @ 09:38

Plans to create a generation of ‘green’ jobs will involve low-skilled as well as high-skilled workers, and could therefore play a key social function in addressing Europe’s unemployment crisis, EU officials and MEPs told a Brussels conference yesterday

As crianças e o Hamas

Filed under: Médio Oriente,Media — Miguel Noronha @ 09:11

Será masoquismo da Ana Matos Pires?

Filed under: Blogosfera — Maria João Marques @ 08:09

A credibilidade pessoal e como blogger de Ana Matos Pires demonstra-se em poucas linhas. A 10 de fevereiro de 2008, Ana Matos Pires escreveu este texto sobre mim, diagnosticando-me, com a sua autoridade de psiquiatra, uma série de maleitas (originalmente no 5 Dias, onde escrevia na época AMP, tendo de lá saído o post no Verão passado depois da novela O Meu Post Não É Teu que envolveu os jugulares e seus antigos colegas de blogue). Como sei que que o texto era sobre mim? Apareceu o pingback deste post no meu texto que lhe deu origem e que AMP inicialmente linkou. Depois de ter escrito o texto com o link, AMP resolveu tirar o link (percebeu que se arriscava demais sendo tão explícita no destinatário do post), mas o pingback permaneceu no meu post linkado. Agora, vem AMP escrever, novamente, que fui eu que enfiei a carapuça, assumindo eu que o texto (que teve link para o meu e cujo pingback continua a existir) me era dirigido apenas e só devido a reconhecer-me no que lá está escrito (‘numa outra situação em que também enfiou a carapuça’). Quanto à seriedade e veracidade que podemos esperar de AMP, estamos conversados.

Quanto à credibilidade profissional, lá saberá AMP se, na tentativa frustrada de ser espirituosa, e com a falta de educação reconhecida nos jugulares, a tal da credibilidade profissional é auto-sabotada ou não ao referir familiares de bloggers de que não gosta, com formação profissional que os que a lêem não conhecem, permitindo a interpretação (por imprudência ou deliberadamente) de que sofrem de problemas mentais; e com esta mania que tem de diagnosticar levianamente, e usando como galardão a sua formação em psiquiatria, doenças da sua área a pessoas que conhece da blogosfera (o mesmo é dizer: que não conhece), correndo o risco de dar a ideia de que os seus diagnósticos clínicos carecem de espessura científica (tudo só para que meia dúzia de fieis a considerem engraçada durante meia hora); e com a forma evidente como não consegue reconhecer erros próprios (que prejudicam a imagem de outros e, também, a sua própria), como não consegue gerir a culpa da sua imprudência e esbraceja apontando para outros, não sendo tal frenesim a melhor garantia, para um potencial paciente ou um colega que ainda não conhece o seu trabalho, da serenidade e ponderação que se esperam de um psiquiatra. A AMP saberá de si, mas, se eu fosse médica, não era esta a imagem profissional que gostaria de transmitir.

(Como a AMP não tem capacidade de reconhecer erros e responsabilidades próprias e, ainda menos, desculpar-se, foi buscar um caso de há dois anos em que eu reconheci ter errado. Eu entendo que, para AMP, alguém reconhecer que errou e desculpar-se constitua a maior mortificação que exista, já que a estirpe tóxica jugular nunca erra e, apesar de questionar os outros da forma mais torpe, nunca admite ser questionada. Para mim, é sinal de boa educação, de sólida formação e não representa qualquer incómodo nem vergonha. E foi feito por mim, para estar de bem com a minha consciência, não por dever qualquer consideração a alguém que me ameaça com tribunais por ter escrito um post em que opiniava que dois textos do DN eram fretes ao governo - e isto um ano e meio antes de ver como o DN percebia de encomendas jornalísticas e de se poder avaliar a maravilhosa e portentosa prestação ministerial de Pinto Ribeiro. Da próxima vez, tente condicionar-me com outra coisa, talvez tenha mais sucesso, ainda que duvide.)

Agora, tenha uma boa vida e não mace mais (até porque apesar da bravata pública, percebeu bem que andou por terras ínvias). Há estirpes resistentes aos geles alcoólicos que se vulgarizaram com a gripe A e a única forma de nos protegermos é mesmo uma grande distância, até no mundo virtual.

Progresso

Filed under: Comentário,Internacional,Política — Carlos M. Fernandes @ 02:58

Hoje, José Luis Rodríguez Zapatero foi recebido, no Vaticano, pelo Papa Bento XVI, a quem se dirigiu com o protocolar “Su Santidad”. Logo a seguir, foi humilhado por Berlusconi numa conferência de imprensa. Foi um dia divertido; e reparámos que já passaram quase sete anos desde aquele desfile militar no qual Zapatero, ainda inchado com a arrogância própria de quem se propõe reescrever a História e moldar o mundo à sua imagem, não se levantou à passagem da bandeira norte-americana. Sete anos que custaram uma geração.

Political Dimensions of the Economic Crisis – Estoril, 24 a 26 de Junho

Filed under: Agenda,Economia,Educação,Internacional,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 00:42

XVIII ENCONTRO INTERNACIONAL DE ESTUDOS POLÍTICOS & CURSO DE VERÃO
Political Dimensions of the Economic Crisis: The Future of the Market Economy and Democracy
- 24 a 26 de Junho, Hotel Palácio Estoril

Programa para 24, 25 e 26 de Junho

(clique para aumentar)

Mais informações aqui.

Junho 10, 2010

música

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 23:52

BEACH HOUSE – Heart of Chambers

Uma epidemia nunca vem só

Filed under: Cultura,Desporto,Internacional,Media — André Azevedo Alves @ 19:11

Estudo revela: vuvuzelas podem provocar gripe

«Há muito ar a entrar e sair pelas vuvuzelas. Isso pode provocar constipações e gripes. Por motivos éticos, não foi possível testar pessoas doentes ainda. Seria preciso uma autorização especial e uma sala segura. Mas é evidente que o potencial da vuvuzela para propagar doenças existe», afirmou Ruth McNerney.

Entretantou, num estudo diferente, levado a cabo pelos professores James Hall e Dirk Koekemoer, da Universidade de Pretoria, ficou provado o perigo para os ouvidos que as vuvuzelas acarretam. Os dois responsáveis aconselham os adeptos a levarem protecções para os ouvidos para os estádios, para se precaverem de futuros problemas.

Combates Antigos

Filed under: Portugal — Tomás Belchior @ 17:28


Um dos múltiplos factos deprimentes que eu ignorava acerca deste Portugal modernaço era que os nossos antigos combatentes não desfilavam na parada militar das comemorações do 10 de Junho. Fizeram-no pela primeira vez este ano. Segundo o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, António Barreto, isso aconteceria porque os nossos antigos combatentes eram alternativamente vistos como “colonialistas”, “fascistas” ou “revolucionários”.

É penoso ver os representantes do Estado a venderem tão barato a sua dignidade e a levarem-nos a todos pelo mesmo caminho. Esta malta rasteira que, ao abrigo de uma liberdade ressentida, queria fabricar uma sociedade solidária com recurso ao Estado Social, não fez mais do que propagar a degradação moral. Também neste domínio, o ninho que nos construíram condenou-nos à miséria.

Leitura complementar: o 10 de Junho visto da fossa jugular, o João Gonçalves e o discurso do Presidente da República.

Os jornalistas portugueses e a criminalidade na África do Sul

Filed under: Internacional,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:47

E os alegados? Por Helena Matos.

Uns jornalistas foram assaltados num qualquer resort da África do Sul e a comunicação social lusa descobriu, assombrada, que existe criminalidade naquele país. Quando as vítimas são as do costume ou seja os pirosos e quiçá um pouco reaccionários emigrantes portugueses – alguns cometem o duplo pecado capital de serem simultaneamente emigrantes e retornados de Moçambique ou Angola – ou nem se refere o caso ou, quando muito, vem envolvido em muita sociologia.

O 10 de Junho visto da fossa jugular

Filed under: Blogosfera,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:43

O autoclismo. Por Rui Crull Tabosa.

Hoje é um bom dia para passar pelos blogs de esquerda. O incómodo que sentem com Portugal e os seus valores é digno de pena. Os termos que usam para disfarçar a porcaria que vai naquelas cabecinhas, esses, são confrangedores.

10 de Junho de 2010. por Helena Matos.

António Barreto critica Estado e povo português por não tratar bem dos antigos combatentes

We’re not going anywhere

Filed under: Médio Oriente,Política — Miguel Noronha @ 15:15

Sara K. Eisen responde a Helen Thomas

[T]here is nowhere left for us to go, except the eternal place Ahmadinejad wants us to go, and Haniyeh and Nasrallah, and Hitler before them, and Khmelnitsky before him, and Haman before him, and so on. And, I suspect, in her heart of hearts, perhaps Thomas and the likes of her, who, the pesky Jew Freud may have observed, seriously let her slip show.

Let me make it clear: I know that Israel has made mistakes over its 62 years, some clumsy and inept (was there no intelligence regarding the terrorists aboard the Mavi Marmara?!?), and some borderline immoral. But none worse than every other democracy on earth has also done, and most much better than the large majority of the UN rogue nations which condemn Israel daily have done…daily.

But let’s be honest: the international community’s human rights crusades on behalf of the Palestinians are just the latest Crusades, and the ones who really suffer are not the Jews or the Israelis but the poor occupants of the Third World who are ignored while the enlightened First World castigates the Jews… and yes, of course, the Palestinians, who are kept in misery by their own leadership in order to provide the polite Jew haters with a media club to beat them with.

So here’s the thing: We are not going anywhere this time, Helen. We totally get it: Ya’ll pretty much hate us. It’s just the way it is, like a natural law.

Quando o perigo vem dos livros

Filed under: Internacional,Médio Oriente — Maria João Marques @ 12:12

Este (mais que merecido) prémio para Amin Maalouf, em conjugação astral com as recentes abordagens israelitas a navios cheios de ‘pacifistas’ e subsequente produção de disparates dos lados do costume sobre a legitimidade israelita de se defender e de prevenir ataques aos seus e ao seu solo e, sobretudo, da legitimidade de Israel existir numa terra que, dizem, sempre – se for necessário até se socorrem de relatos bíblicos, essa coisa malfazeja que noutras situações só corrompe as mentes puras - foi dos muçulmanos (com uma incorrecçãozita histórica ou outra, for the sake of the argument, mas who cares?), convoca o Origens, de Amin Maalouf. Assim num ápice, Origens conta a história dô avô Maalouf de Amin, nascido no que é agora o Líbano, seguido da procura de primos Maaloufs em Cuba. Ora, muito curiosamente, e devendo iluminar este direito inalienável dos palestinianos à terra onde se situa Israel, o avô Maalouf tanto se designava como turco otomano, como sírio, como libanês (se residisse um poucochinho mais abaixo, talvez se tivesse também identificado como britânico). Mais: segundo Amin Maalouf, a pátria, para aquelas bandas, não se identificava com o local de nascimento, nem com a religião; não, a pátria identificava-se com o nome de família, com o clã, e extravasava as barreiras de fronteiras, línguas ou religião.

Algum leitor pouco endoutrinado pela esquerda europeia e por anti-semitas do mundo todo até formaria uma opinião herética, lendo Origens: a de que, no Médio e Próximo Oriente, os contornos territoriais, e os sentimentos de nacionalidade, e as lealdades patrióticas são difusas, pela própria geometria variável dos países; enfim, que a Palestina, tal como os seus vizinhos, nunca foi um estado-nação (agora ‘ocupado’).

O melhor é ler jornais, que contam (e ocultam) aquilo que é bom para nós e para andarmos devidamente uniformizados, e não ler livros, para não nos atrevermos a pensar sobre a realidade, e formar opiniões próprias (perigo!, perigo!) mais fundamentadas.

Abramos alas para as ideias

Filed under: Política,Portugal — filipeabrantes @ 09:12

O nível intelectual dos jovens, contrariamente ao discurso dos trogloditas e velhos do Restelo do costume, está muito bem e recomenda-se. Como exemplo temos a circular pelo país uma magnífica redacção sobre a crise actual (está disponível na internet, para os interessados) de uma jovem estudante, ao que parece, do ensino básico, de seu nome Inês Medeiros [será familiar da actriz e cineasta Maria de Medeiros?]. A redacção é sobre a crise, a política, as ideias, a sórdida mesquinhez do salazarismo ou sobre a esquerda do Século XXI, entre outros assuntos. Vale a pena ler pois, apesar da juventude aparente, dá uma lição a muitos ignorantes que escrevem umas coisas disparatadas sobre a presente crise. Aqui ficam uns excertos do texto da Inês:

(mais…)

A “educação sexual” estatizada e obrigatória como instrumento de engenharia social

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 09:00

O sexo dos anjos. Por Pedro Picoito.

O Governo prepara-se, sob o manto diáfano da “saúde reprodutiva”, para impor um modelo único e obrigatório de educação sexual que não respeita a liberdade dos pais. Duvido, apesar das boas intenções, que esta lei sirva os propósito anunciados com pompa e circunstância no ambicioso preâmbulo. Uma escola que não ensina gramática e aritmética dificilmente ensinará que 1+1, quando se conjugam os géneros, é mais do que 2. Mas não tenho ilusões de que esta lei dará aos engenheiros das almas da 5 de Outubro o poder de transmitir valores contrários aos de muitas famílias em questões de consciência. Uma ameaça à liberdade de educação que nos deveria preocupar a todos.

The Glenn Beck effect: Hayek’s The Road to Serfdom #1 @ Amazon

Filed under: Economia,Educação,Livros,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 00:34

Na sequência de um programa de Glenn Beck dedicado ao mais conhecido livro de F. A. Hayek, The Road to Serfdom chegou ao primeiro lugar das vendas na Amazon dos EUA.

#1 among ALL books sold at Amazon
Glenn Beck does Hayek’s _The Road to Serfdom_
Somewhere Bruce Caldwell Has to Be Smiling (I think)

Evitar lesões

Filed under: Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:14

Nani lesionou-se a fazer acrobacia na casa que o viu nascer

Na recta final do treino de Portugal, o penúltimo antes da partida para a África do Sul, Nani participou num exercício de finalização que viria a ditar o seu afastamento do Campeonato do Mundo.

«Foi num movimento de finalização, em que o Nani fez um pontapé acrobático e caiu sobre o ombro. Naquela altura, nunca pensámos que seria tão grave», começa por explicar João Pedro Ferreira, coordenador das camadas jovens do emblema lisboeta.

Entusiasmo no treino ‘tirou’ Nani do Mundial

“Acaba com o golo mais espectacular.” Foi esta a ordem que Carlos Queiroz deu na sexta-feira, no estádio do Real Sport Clube, em Massamá. Os jogadores aceitaram o desafio, com Nani a tentar ser o mais espectacular na finalização. Recebeu um centro da direita, tentou o pontapé de bicicleta e caiu sobre o ombro. Alguns minutos mais tarde acabaria por se queixar e não mais recuperou a 100%. Agora está fora do Mundial.

Junho 9, 2010

As Utopias, as Utopias…

Filed under: Diversos — Tomás Belchior @ 22:07

Será que alguém (por exemplo, o Miguel Cardina ou uma das 500.000 pessoas que assinaram a petição que ele publicita) é capaz de me explicar o que é uma “investigação independente”? Ou, pelo menos, de me explicar em que medida é que uma “investigação independente” difere de uma “investigação que prova que a minha visão do mundo está certa”?

Prémio Príncipe das Astúrias

Filed under: Cultura,Livros — ruicarmo @ 19:51

Para Amin Maalouf.

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