Se bem percebo, a proposta do ministro quinquenal Vieira da Silva que o Miguel refere é de que as empresas, além de andarem a desempenhar o papel de cobrador de impostos para o estado de borla, cobrando o IVA e depois entregando-o ao este (já para não falar nas situações em que ainda o financiam tendo que entregar IVA que ainda não cobraram), ainda façam a simpatia de acrescentar mais algum do seu próprio bolso, com certeza para poupar a face do dito ministro e restante governo.
É gente com muita lata, esta.
Se os membros do Governo fossem remunerados pela competência e inteligência, o dinheiro que este Governo teria que pagar ao Estado resolvia o problema das Finanças Públicas num instante.
Comentário por Joaquim Amado Lopes — Junho 30, 2010 @ 22:08