O (brutal) aumento de impostos eu vi. Quanto ao que se convencionou chamar “redução da despesa” o que eu vi foi principalmente o congelamento de transferências que terão de ser realizadas nos próximos anos sob pena da falência e/ou cessação de actividade de empresas, institutos públicos e autarquias. No Ministério da Finanças reza-se (peço desculpa à Sra. Palmira) a todos santos pelo milagre da multiplicação da receita fiscal. Da última vez que se tentou este número tudo parecia estar a correr às mil maravilhas até as receitas começarem a falhar.
Maio 20, 2010
4 Comentários »
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A não ser que, devido ao trabalho de JPP na Comissão de Inquérito, o PPC tire as devidas ilações.
Mas, esperem lá, será que quando deu a entrevista à Constança, PPC já sabia disto???
Comentário por depatasproar — Maio 20, 2010 @ 16:19
A fé em Passos Coelho é exactamente a mesma que tenho em Sócrates.
Comentário por JP — Maio 20, 2010 @ 17:10
Como?…só num país de tótós.
“Dar ao ladrão dinheiro para ele reparar a vítima”…hummm!
Comentário por Incomodado — Maio 20, 2010 @ 17:36
Bem sei que, à minha volta, tudo enlouqueceu.
Mas não me peçam que faça alguma coisa, olhem à crise!
(Será que também já enlouqueci?)
Comentário por Paspalho de Belém — Maio 20, 2010 @ 20:24