“PSD: o porquê do meu voto”, por Luís Melo:
(…) JPAB tem reconhecidamente a melhor moção de todas (…) Mais do que falar nas coisas que estamos fartos de ouvir (défice, dívida, crise, etc.) fala em inovação, propõe várias medidas em concreto a aplicar, e tem uma linguagem nova, diferente do habitual.
Sobre as equipas, parece-me que não há dúvida nenhuma. Ontem num debate organizado pelo Psicolaranja, ouvi com imenso gosto o mandatário de JPAB, Diogo Vasconcelos (estava presente P Pinto por PPC e ZL Arnaut por PR). Posso dizer que fiquei muito impressionado pela positiva. É aquela atitude humilde, verdadeira, inteligente, positivista, inovadora, futurista que precisamos. É aquela nova linguagem que nos chama e que nos faz acreditar. É aquela maneira de ver as coisas, e a vontade de as fazer que nos pode tirar do pântano.
Esta é que é a verdadeira “nova geração” de políticos. Estes é que podem “renovar” a classe política. Não me deixo levar por “mudanças” ou “renovações” feitas por quem já anda nisto há 30 anos, tem as mesmas caras de sempre atrás (as dos interesses, dos caciques, etc.) e mais do que isso, tem a mesma ideia do que é a política (…)
No mesmo sentido apontou ontem o José Manuel Fernandes, moderador no debate, que sem obviamente tomar partido por nenhum dos candidatos destacou a excelente performance do Diogo Vasconcelos, lamentando não ter sido possível durante a campanha que o conteúdo programático e as soluções advogadas pela candidatura de JPAB na sessão do Psicolaranja tivessem ocupado de uma forma mais adequada o espaço mediático. Já José Luís Arnaut, por mais do que uma vez, deu nota que concordava com tudo o que o Diogo Vasconcelos defendia, lamentando que JPAB não tivesse defendido as mesmas ideias durante a campanha; Arnaut anda certamente distraído, pois tudo o que o Diogo defendeu consta da Moção de Estratégia Global, disponível aqui. Aliás, Arnaut ainda vai a tempo, em congruência com o que afirmou no debate, de votar em JPAB.




Under the new law, the IRS is required to fine taxpayers thousands of dollars if they do not purchase health insurance. In order for the government to enforce compliance, tax authorities will need information, for the first time, about people’s health care. Collecting that data will require more IRS personnel.