Imprensa escrita. Por Ricardo Arroja.
Segundo, a implosão do “i”, e de toda a imprensa escrita em geral, demonstra a crise em que mergulhou o sector. Por um lado, por culpa das novas tendências, sobretudo devido à internet, mas também por culpa própria. Eu escrevo nos jornais desde 2004, colaborando ainda, de forma esporádica, com algumas revistas, por isso, tenho uma opinião formada acerca deste assunto, que, por diversas vezes, tenho repetido junto de algumas pessoas com responsabilidades no sector. E passa essencialmente pelo seguinte: os jornais portugueses são demasiado extensos, demasiado agarrados à pequena notícia que qualquer um pode consultar na net, e, em geral, não possuem colunistas originais. Além disso, continuam vinculados a tabelas de publicidade, a preços proibitivos, que, dada a crise do mercado, não fazem sentido.
Tenho pena relativamente ao fracasso do “I”. Gosto do jornal, acho-o neste momento bem melhor do que o Público, apesar de continuar a considerá-lo um pouco “levezinho” de mais. Merecia melhor sorte.
Comentário por José Barros — Março 31, 2010 @ 22:50
Fora isso há o problema de nenhum deles me ter como cronista. Mas também digo que não escrevia em jornal nenhum a não ser n’O Jogo ou n’O Diabo. Isto nos de difusão nacional, claro.
Comentário por harms — Março 31, 2010 @ 22:52
“Fora isso há o problema de nenhum deles me ter como cronista.”
Comentário por André Azevedo Alves — Março 31, 2010 @ 23:00
“Fora isso há o problema de nenhum deles me ter como cronista”
Mas quem é que quer ter como cronista gajos do PNR/Hammerskins?
Só se for o Forum Nacional. Mas até esse já fechou as portas!
Comentário por Zé Gato — Abril 1, 2010 @ 01:46
Zé, as tuas fontes andam um bocado desactualizadas, não? Vê lá isso que nem parece teu. saúde!
Comentário por harms — Abril 1, 2010 @ 20:52