Há, claramente, um espaço não socialista (ou menos socialista) a preencher no espectro político português, no discurso e nas propostas de quem se dispõe a liderar organizações partidárias. Agora, se esse espaço garante votos suficientes para assegurar a presença em soluções de governo, em tempo útil de evitar que este país desça pelo cano abaixo, já tenho mais dúvidas – embora menos que há algum tempo. Mas isto sou eu a dizer; eu que sou um pessimista que gosta de ser surpreendido.
Março 14, 2010
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