O Insurgente

Março 8, 2010

The Catastrophic Disappearance of Say’s Law

Filed under: Economia,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 22:01

Speaking of Say’s Law. Por Steven Kates.

I have now put together a presentation titled, “Why Your Grandfather’s Economics was Better than Yours: On the Catastrophic Disappearance of Say’s Law.” It rounds up the origins of modern macroeconomics in Keynes’ discovery of Malthus, his taking up Malthus’s theme of demand deficiency as the cause of recessions, and his consequent rejection of what we now call Say’s Law, a rejection which has been accepted to this day across virtually the entire world of economics.

I, however, think Say’s Law is true. And to show how very far off the beaten track this is, for those unfamiliar with economics I will put it this way. To accept Say’s Law as valid is equivalent amongst economists to the denial of global warming amongst those who believe climate change is taking place.

What Say’s Law argues, to put it briefly, is that you can never give an economy momentum from the demand side. You can never spend your way to recovery. All expenditure must be backed by value-adding production.

2 Comentários »

  1. Acho que a lei da Say diz um pouco mais do que isso: também diz (e talvez seja o principal) não é possivel ter uma crise económica criada por uma redução da procura.

    Mas dizer “é impossível uma redução da procura criar uma crise económica” soa muito mais contra-intuitivo (e portanto mais difícil de acreditar) do que dizer “é impossível estimular a economia por um aumento da procura”.

    Já agora, se a lei de Say for verdadeira, além de refutar o keynesianismo, também não refutará a teoria austríaca dos ciclos económicos? Afinal, não tenho 100% de certeza, mas parece-me que esta também tem implicita que a dada altura há uma expansão económica provocada pela procura (a diferença face a Keynes é que acham que isso é mau em vez de bom), ou não?

    Comentário por Miguel Madeira — Março 8, 2010 @ 22:30

  2. Para já Say nunca disse “production creates its own demand”, isso é mais uma manipulação entre muitas que Keynes fez dos seus antecessores.

    Diz Rothbard que uma síntese correcta do trabalho de Say é: “A produção de um produto constitui a procura de um mais produtos.”

    E isto é uma verdade sem refutação. Quando alguém produz algo é para a utilizar para troca por outra produção, constituindo assim procura.

    O que os austríacos fazem mas que já os clássicos tinham tentado analisar é estudar as consequências da manipulação artificial da quantidade de moeda pela inflação via expansão de crédito.

    Sobre isso a minha visão pessoal é consistente com Say. Se a moeda for um bem real com reservas de 100%, a moeda em si tem lugar como troca por outro bem real (produção). Quem procura moeda, tem de vender um bem real por outro bem real (ouro ou prata físico, com um dado custo marginal de produção, com trabalhadores a isso afectos, capital, etc).

    Assim, A Lei de Say não refutada nem os clássicos ignoraram os efeitos cíclicos que podem derivar da moeda e crédito.

    Em equilíbrio, toda a produção tem procura porque se não tiver, é liquidada e convertida em outra produção.

    Os ciclos económicos agravam o problema por introduzirem o erro nessa tendência para o equilíbrio (nunca alcançado, mas tendente para…).

    Comentário por CN — Março 8, 2010 @ 23:11


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