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O governo pensa reduzir o défice de de 9,3% para 8,3% do PIB este ano, e 60% desse corte será conseguido com com receitas temporárias, segundo um parecer da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (…) [que] afirma que as previsões da despesa são optimistas”.
O objectivo do governo – reduzir o défice das contas públicas em um ponto percentual – contará com a ajuda de mil milhões em receitas extraordinárias que, segundo a UTAO, podem ser obtidas através de concessões hídricas e da venda de bens de investimento, como património.
A quatro anos (?) das próximas legislativas o PS mostra-se bastante acanhado em reduzir os gastos públicos. Quando é que pensam iniciar a necessária redução da despesa? Estarão à espera do aumento da receita como da última vez? Deu um excelente resultado, como se pode comprovar.
(*) Termo usado por Ferro Rodrigues (então Sec Geral Do PS) para criticar a redução do défice usando receitas extraordinárias durante o governo PSD/CDS.
Termo recuperado por José Sócrates para responder a MFL aquando da apresentação do Orçamento de Estado.
Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Fevereiro 10, 2010 @ 12:26