Países que têm mais despesa pública e mais receita fiscal (em relação ao PIB) na Europa: Suécia, Dinamarca, França, Finlândia, Bélgica. Países que têm menos receita mas poupam na despesa: Roménia, Bulgária, Eslováquia, Lituânia, Malta
(Daniel Oliveira, no Arrastão)
Para o Daniel Oliveira, e José Gusmão, uma pista: o crescimento do PIB em 2008 para a Suécia, Dinamarca, França, Finlândia e Bélgica foi de -0.4%, -1.2%, 0.3%, 0.9% e 1.0% respectivamente. Já para a Roménia, Bulgária, Eslováquia, Lituânia e Malta foi de 7.1%, 6.0%, 7.3%, 3.1% e 2.7%. Dá para perceber aqui um padrão?
Pelo sim pelo não, aqui fica um desenho. No gráfico em baixo encontram a relação entre crescimento do PIB e peso do estado na economia em 2008 para todos os países apresentados nesta tabela:

Para infelicidade da esquerda, não é só a economia que é de direita, também a estatística é inimiga do proletariado.
Este post é de uma maldade imensa. Não se deve questionar os frágeis dogmas da extrema-esquerda caviar.
Comentário por André Azevedo Alves — Janeiro 31, 2010 @ 20:26
Temos que meter a ONU ao barulho para legislar o padrão à medida deles: Chavez já deu o mote. Estas formas de medir o PIB são capitalistas e Bushistas. Além disso falta o R2 para ver a qualidade do ajuste.
Comentário por A. R — Janeiro 31, 2010 @ 21:22
Tento medir o crescimento do PIB como o nível do Bem-Estar Social tendo apenas por base a relação com a Despesa é, no mínimo, incoerente.
Cumprimentos.
Comentário por Vítor Soares — Janeiro 31, 2010 @ 21:59
Correcção: Tento=Tanto
Comentário por Vítor Soares — Janeiro 31, 2010 @ 22:01
A Realidade é irrelevante. Não sabias? O que interessa é o objectivo, o ideal. Pelo caminho não há alternativa a não ser moldar a realidade. E o caminho é infinito.
Não interessam as evidencias. Da mesma forma que para ti, antes da utilidade está o princípio, assim se passa na cabeça de Daniel Oliveira. A questão não é qual é o melhor solução para o objectivo de curto médio prazo (crescimento, diminuição do desemprego), interessa a melhor solução para a utopia de longo prazo (colectivismo, igualitarismo). Eles não são nem parvos nem burros nem cegos. Sabem é que pelo caminho têm de fazer de outros parvos, burros e cegos.
Comentário por Ricardo G. Francisco — Fevereiro 1, 2010 @ 09:17
Uma (cor)relação não implica uma relação de causa-efeito.
Eu diria que países num nível de desenvolvimento inferior têm, por uma lado, o potencial de exibirem maiores taxas de crescimento, e, por outro lado, níveis fiscais inferiores.
Comentário por Luís Lavoura — Fevereiro 1, 2010 @ 09:49
Portugal e Eslováquia têm mais ou menos o mesmo PIB per capita, no entanto a Eslováquia cresceu 7.3% e Portugal -0.1%.
Comentário por Carlos G. Pinto — Fevereiro 1, 2010 @ 10:07
Favor circular pelos meus assintentes:
Post economicista. Este tipo de informação não deve ser publicada na comunicação social. Pode induzir o publico em erro.
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Primeiro Ministro
Comentário por JP Ribeiro — Fevereiro 1, 2010 @ 16:03