O “João Magalhães”, confirma-se, é mesmo um cobardolas. Eu, todo simpático, convidei-o para almoçar; para lhe facilitar a vida, propus um restaurante mesmo ali ao lado do Largo do Rato, e não é que o pseudónimo João, com apelido de “laptop-para-crianças-subsidiado-pelo-governo-e-adjudicado-sem-concurso-público” – em vez de aceitar ou recusar – foge com o rabo à seringa afirmando que eu assino com um “pseudónimo“. É curioso, para os senhores corporativos, quando lhes dá jeito, eu sou um “pseudónimo”, mas já quando lhes interessa, conseguem saber imensas coisas sobre mim, como se pode, por exemplo, ver aqui (em post scriptum), onde denotam conhecimento até ao pormenor.
Vá, deixem-se de ser medricas, e aceitem lá o almocinho. Podem vir todos. Mas eu só pago aos cem primeiros.
este magalhães também foi
adjudicado sem concurso público
Comentário por balde-de-cal — Janeiro 19, 2010 @ 13:24
[...] Ana Matos Pires. Se lhes prometeres robalos frescos, aposto que os abrantes – mesmo os mais cobardolas – aparecem no [...]
Pingback por Os abrantes e a vocação para a peixeirada « O Insurgente — Janeiro 22, 2010 @ 00:44