Dados da Eurostat sobre as condições de vida na UE em 2008:
Os portugueses são os que mais se queixam do frio que passam por não conseguirem manter as suas casas adequadamente quentes (35% da população versus 10% da média da UE – inclui países do leste).
Já na percentagem de portugueses que não pode comprar um carro pessoal, Portugal consegue um match perfeito com a média europeia: ambos nuns meros 9%.
Quanto aos indicadores sobre o risco de pobreza, Portugal está acima da média europeia (0-17 anos: 23% risco versus 20% na UE; idosos: 22% para 19%).
A solução é viver o mais tempo possível dentro do carro com o aquecinmento a funcionar, o tuga adapata-se a tudo até ir pela ribanceira abaixo.
Comentário por quem sou — Janeiro 19, 2010 @ 19:30
Bom post.
Só uma nota sobre os “indicadores de pobreza”: nesse caso, apesar dos nomes e da retórica associada nos relatórios, são mais indicadores de desigualdade do que propriameente indicadores de pobreza. Não são a mesma coisa e apesar de a confusão ser comum (e por vezes fomentada deliberadamente) é uma confusão perigosa e que deve ser evitada.
Comentário por André Azevedo Alves — Janeiro 20, 2010 @ 00:57