Algumas previsões para 2010. Por João Miranda.
Sócrates voltará a declarar o fim da crise, ou o princípio do fim da crise, ou a inversão da terceira derivada da crise.
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Portugal sofrerá uma campanha negra por parte das agências de rating.
Os keynesianos portugueses vão defender despesa pública contra a crise até ao colapso total da credibilidade internacional do Estado português. No dia seguinte passarão a defender medidas de austeridade com a mesma convicção com que defenderam o despesismo.
José Sócrates começará a procurar emprego lá fora. Dificuldades com a língua inglesa dificultam-lhe a tarefa.
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Os abrantes de serviço começarão a procurar exemplos internacionais no Norte de África para provar que a situação portuguesa está longe de ser a pior do mundo. É apenas a 15ª pior do mundo.
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Sócrates lançará novos projectos, que terão o mesmo sucesso que o Via CTT, o parque de Ondas da Aguçadoura, o Aeroporto de Beja e a fábrica de pilhas combustível de Montemor-o-Velho.
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Novo candidato a ditador de país sul-americano fará as delícias da esquerda portuguesa.
Prós e Contras dedicado aos problemas do país diagnosticará crise de valores, exigirá mudança de paradigma e culminará com uma mostra do bom que se faz em Portugal. Erro da produção, que mete no ar programa com 4 anos, só será detectado por Eduardo Cintra Torres.