Relativamente ao que escrevi a propósito do “clube de fãs” da mulher que agrediu o Papa, concedo parcialmente razão a esta crítica do Rui Botelho Rodrigues:
Quanto à esquerda caviar, parece-me que a perspectiva está trocada: não é a ideologia chique da nova esquerda que promove o relativismo moral ou faz emergir o barbarismo inerente; é o relativismo ou o barbarismo que criam e promovem o jugular e a esquerda caviar.
De facto, parece-me razoável considerar a esquerda caviar/jugular mais como produtos do barbarismo e do relativismo moral do que como os seus principais causadores (ainda que seja sempre complicado ter definições e fronteiras precisas neste tipo de questões).
Já não posso concordar de todo é com a afirmação de que “as causas neste caso são menos importantes que os meios” nem com a concentração no Estado como suposta fonte de todo o mal. Neste, como em qualquer outro problema similar, compreender as causas é essencial para poder combater (ou pelo menos perceber) a fonte do problema. Reduzir essas causas à “existência de um aparelho político coercivo” é a meu ver não só incorrecto como profundamente irrealista.
Rerum Cognoscere Causas…
Concordo plenamente…
Infelizmente existem clubes de fás para esta caso, para o caso da agressão a berlusconi e para outros mais graves e sérios: Mao Tsé Ting, Staline, Franco, Pinochet, entre outros…
Comentário por Ricardo Ferreira — Dezembro 28, 2009 @ 12:22
“Concordo plenamente…”
Ainda bem.
Comentário por André Azevedo Alves — Dezembro 28, 2009 @ 14:28