Bom Natal. Por António Costa Amaral.
Pela primeira vez passo um 24 de Dezembro em Lisboa, o Ventamento Global Antropogénico proporcionou-me três horas de voo sobre o Atlântico, e umas quatro horas nos encantadores corredores do Aeroporto de Lisboa.
A propósito, para quem ainda não viu, a TAP acabou de divulgar um video de relações públicas, uma flash mob dance, ideia giríssima, embora muito estafada e verdadeiramente insultuosa — não só considerando a qualidade do serviço de atendimento ao cliente do nosso sistema aeroportuário, como também e sobretudo o custo da TAP para o bolso dos contribuintes. Por motivos de indisposição cívica, não deixo o link.
Leitura complementar: E que tal privatizar a TAP? (3); Gozar com os contribuintes (2); Gozar com os contribuintes; Para que serve a TAP?; E que tal privatizar a TAP?; Cada vez mais urgente um novo mega-aeroporto de Lisboa.
Não há razão alguma para continuar a subsidiar uma companhia de bandeira. Nenhuma. Excepto aquela que resulta da defesa, pelos próprios, dos dez mil empregos envolvidos (TAP e GroundForce).
O mesmo se diga da RTP. E de outras “empresas” públicas como, por exemplo, a farmácia Central, de Carcavelos (sim, é verdade, eu também não acreditava até ver).
Comentário por Eduardo F. — Dezembro 27, 2009 @ 01:34
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Pingback por A greve na TAP e a Ryanair « O Insurgente — Junho 3, 2011 @ 16:30
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Pingback por Mais argumentos a favor da privatização imediata da TAP « O Insurgente — Junho 23, 2011 @ 11:44
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