Uma hipótese é utilizar apoios estratégicos do Estado para passar a Red Bull Air Race para Beja a partir de 2014: Aeroporto de Beja inicia actividade como parque de estacionamento para aviões
O investimento foi de 33 milhões de euros, os prazos derraparam e agora ficou claro que não há operadores interessados no aeroporto de Beja. Solução? Usar a estrutura para estacionar aviões inactivos. Quanto ao tráfego aéreo, talvez lá para 2014.
O aeroporto de Beja está praticamente pronto e a partir de agora o objectivo prioritário é saber que uso lhe pode ser dado. Esta é a conclusão que se pode retirar do Plano de Marketing do que passa a ser designado “Aeroporto do Alentejo”.(…)
Como não são conhecidos operadores interessados em utilizar o aeroporto, a ANA estabeleceu um programa, em três fases, que se vai prolongar até 2014. “A primeira passa por parquear” na placa de estacionamento do novo aeroporto “os aviões inactivos que estão a ocupar espaço noutros aeroportos”, anuncia Luís Taborda. Segue-se o propósito de instalar empresas de manutenção de aeronaves “e só então, lá para 2014, é que podemos pensar no tráfego de passageiros”.
Também aqui as perspectivas não são animadoras. Espera-se um fluxo de 24 mil passageiros e dois voos semanais, sem que seja possível identificar de onde virão e para onde irão.
Propaganda e realidade. Por João Miranda.
…uma das várias marcas inovadoras deste regime
Os aviões estacionados
sem poderem voar
ficarão emocionados
com o nosso perdoar.
As obras emblemáticas
destes anos apodrecidos
terão encenações temáticas
de elefantes embranquecidos.
Comentário por Amêijoa Fresca — Dezembro 20, 2009 @ 12:33
[...] ELE (o rápido crescimento económico!) ter chegado. O último “campo de sonhos” foi o aeroporto de Beja, uma clara evidência da prática, em Portugal, do culto da carga: A cargo cult is a type of [...]
Pingback por Campos de sonhos « O Insurgente — Dezembro 21, 2009 @ 21:31