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“Que o tornem Santo imediatamente”. “Que seja nomeado Presidente da República italiana”. “Todos somos Massimo Tartaglia”. Na internet, cresce o número de elogios ao homem que ontem à tarde agrediu Silvio Berlusconi, em Milão. A recordação ficará para sempre na memória do primeiro-ministro italiano e também de todos os que presenciaram ou já assistiram às imagens e ao vídeo dois dentes partidos, o lábio aberto, o nariz partido e a cara coberta de sangue.
Poucas horas depois do ataque, multiplicavam-se os elogios e o número de fãs na página do Facebook: Massimo Tataglia tem agora 41 mil seguidores na rede social. [nota: a esta hora já são quase 50.000]
LEITURA COMPLEMENTAR: O culto da barbárie
Pois se o homem era “doente”, para quê crucificá-lo?
PS. Os “doentes” vêem mais longe do que os “normais”
Comentário por Luís Marvão — Dezembro 14, 2009 @ 12:48
Se reparares bem eu não me refiro aqui ao agressor mas aos que procuram glorificá-lo.
Estou esclarecido quanto à tua posição.
Comentário por Miguel — Dezembro 14, 2009 @ 13:00
“Estou esclarecido quanto à tua posição.”
Ainda bem!
Comentário por Luís Marvão — Dezembro 14, 2009 @ 14:50
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Pingback por O culto da barbárie (3) « O Insurgente — Dezembro 14, 2009 @ 15:03
com uma pequena réplica metálica da catedral de Milão
Comentário por Pedro Esteves — Dezembro 14, 2009 @ 16:34
Se fossem todos entreter-se a brincar aos comboios é que era de valr, cambada de fdp.
Comentário por harms — Dezembro 14, 2009 @ 19:52
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