O Insurgente

Novembro 22, 2009

ClimateGate (2)

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Economia,Educação,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:06

Não neguemos as evidências.

ClimateGate (1)

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Economia,Educação,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:03

Collusion, Corruption, Manipulation and Obstruction

Vacina Pandemrix contra a gripe A interdita a crianças e grávidas na Suíça

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 18:56

Vacina contra gripe A encomendada por Portugal divide autoridades suíças

“A autoridade suíça do medicamento continua a não autorizar a utilização da Pandemrix nas crianças com menos de 18 anos”, explicou hoje à AFP o vice-director da Swissmedic, o organismo do país equivalente ao Infarmed em Portugal. Da mesma forma, Hans-Beat Jenny informou que a vacina pandémica deste laboratório britânico continua também interdita a mulheres grávidas.

Em causa está o adjuvante que é administrado juntamente com a vacina e que visa potenciar o seu efeito. A Pandemrix não foi aprovada pelos Estados Unidos devido à presença do adjuvante esqualeno na sua composição, que alegadamente poderia causar danos à saúde dos que a tomam. Mas o Infarmed já esclareceu que o esqualeno tem sido utilizado em várias vacinas e é, aliás, uma substância que está naturalmente presente no organismo.

Leitura complementar: A gripe A e a vacina Pandemrix: risco de danos ao sistema nervoso e toxicidade; A vacina contra a gripe A e as crianças e as grávidas; Vacina Pandemrix desaconselhada a grávidas e crianças na Alemanha.

Vacina Pandemrix desaconselhada a grávidas e crianças na Alemanha

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 18:06

Germans want swine flu vaccines swapped

THE GERMAN Medical Association (BAK) has advised against giving young children and pregnant women the new swine flu vaccine Pandemrix, containing an immune system-stimulating compound.

(…)

Many leading paediatricians, virus experts and medical organisations are concerned about the “adjuvant” booster compound it contains and oppose its use in high-risk groups until more long-term data are collected.

“While Pandemrix contains no components that are completely unknown to us, the more components a vaccine has, the greater the chance of side effects,” said Prof Lothar Wieler of the Institute for Microbiology and Animal (Epizootic) Diseases at Berlin’s Free University.

“Thus I think young children would be better off with non-adjuvant vaccines.”

The EMA licensed Pandemrix in September in an expedited process of “rolling review”.

A GSK spokesperson confirmed yesterday that the company would monitor the effects of the vaccine in an ongoing clinical trial.

The company says it hasn’t had the opportunity to collect a significant amount of data on the use of Pandemrix, but that it has experience with similar vaccines for seasonal flu, bird flu, as well as data on the use of adjuvants.

But Germany’s DAK opposes the vaccine’s use in risk-groups saying that, since the risks of swine flu are lower than initially feared, it would be unwise to rely exclusively on new vaccines containing adjuvants if alternatives are available.

(via Portugal Contemporâneo: alemães rejeitam Pandemrix para grávidas)

Leitura complementar: A gripe A e a vacina Pandemrix: risco de danos ao sistema nervoso e toxicidade; A vacina contra a gripe A e as crianças e as grávidas.

Entrevista de José António Saraiva ao Correio da Manhã

Filed under: Economia,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:07

José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, em entrevista ao Correio da Manhã:

Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?

José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.

– Que problemas?

– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.

– Depois houve mais alguma pressão política?

– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.

– Travou o negócio?

– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos para deixar a direcção.

(…)

– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?

– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare–se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.

Herman Von Rompuy e a cimeira de Copenhaga

Filed under: Ambiente,Internacional,Política,União Europeia — André Azevedo Alves @ 16:48

Era só o que faltava. Por Gabriel Silva.

Novembro 21, 2009

Obama continua em queda nas sondagens (2)

Filed under: Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 23:00

Obama Below 50 in Gallup, What it Means

Obama’s decline comes at an historic pace. It ranks in the lower third of modern American presidents.

Crónica de um arquivamento anunciado

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:55

Como se previa, Pinto Monteiro mandou arquivar as escutas ao senhor primeiro-ministro: Pinto Monteiro arquiva escutas a José Sócrates

Ao contrário do juiz de instrução criminal de Aveiro e do procurador titular do inquérito, João Marques Vidal, que entendiam haver indícios de um crime de atentado contra o Estado de Direito, Pinto Monteiro “considera que não existem elementos probatórios que justifiquem a instauração de procedimento criminal contra o senhor primeiro-ministro ou contra qualquer outro dos indivíduos mencionados nas certidões”.

Jorge Ferreira (1961-2009)

Filed under: Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:52

Jorge Ferreira foi líder parlamentar do CDS-PP e mais tarde fundador do PND, mas foi através das suas iniciativas no âmbito editorial que o conheci. A Espírito das Leis, uma editora que foi um projecto pessoal de Jorge Ferreira, foi quem editou em Portugal a tradução do livro Escola Austríaca – Mercado e Criatividade Empresarial, de Jesús Huerta de Soto.

Do contacto pessoal que tive no âmbito dessa iniciativa retenho a memória de uma pessoa cordial, empenhada, frontal nas divergências de opinião e com genuíno gosto pelo debate de ideias.

Num contexto como o português, em que a classe política se caracteriza frequentemente pela vulgaridade, pela ignorância e pelo desprezo pelas ideias, posso testemunhar que Jorge Ferreira constituía uma importante excepção. Será, também por isso, sentida a sua falta.

O velório realiza-se hoje, a partir das 20h00, na igreja da Penha de França, em Lisboa. E o funeral sai amanhã, às 15h00, da igreja para o cemitério de Oeiras.

Outros textos sobre Jorge Ferreira:
PEQUENA CRÓNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA – JORGE FERREIRA. Por João Gonçalves.
Na despedida do Jorge Ferreira. Por Pedro Correia.
Jorge Ferreira. Por Rui Costa Pinto.
O último post. Por Pedro Pestana Barros.
Obrigado, Jorge Ferreira! Por Leonel Vicente.
Jorge Ferreira. Por Paulo Pinto Mascarenhas.
Descanse em paz – Jorge Ferreira (1961-2009). Por Samuel de Paiva Pires.
Sempre tomou partido. Por Diogo Belford Henriques.
Morreu o Jorge Ferreira. Um lutador com e por princípios. Um bom amigo. Por Mário Nuno Neves.
Tributo a Jorge Ferreira. Por Sandro Neves.
Uma lição de vida. Por Pedro Félix.
Um adeus a Jorge Ferreira. Por Paulo Ferrero.

(post actualizado às 19:46)

Os emails do CRU e o aquecimento global

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Economia,Educação,Internacional,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:51

Já fui alertado por várias pessoas (a quem aproveito para agradecer) para estes desenvolvimentos. Como não tenho tido tempo para dedicar ao assunto, aqui ficam alguns links com mais informação para quem não quiser ficar limitado ao habitual bloqueio mediático da comunicação social portuguesa em tudo o que possa colocar em causa a poderosa indústria do “aquecimento global”:

ClimateGate
Rolo Compressor de Verdades Inconvenientes

CRU has apparently been hacked – hundreds of files released
Hadley CRU hacked with release of hundreds of docs and emails
Release of CRU files forges a new hockey stick reconstruction
Mike’s Nature trick

Porreiro, pá

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:38

Empresa de Godinho comprou sucata ao Exército esta semana

A O2 – Tratamentos Ambientais SA, empresa de Manuel José Godinho, único arguido detido no processo Face Oculta, continua a ganhar concursos públicos. O mais recente foi esta semana. E, desta vez, foi com o Exército.

Obama’s bogus stimulus (2)

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 14:00

Stimulus aid isn’t creating jobs: More evidence emerges that stimulus aid isn’t creating jobs; bad numbers shouldn’t be used to support bad policy

The Obama administration and Congress are coming under increasing fire over blunders, duplicate counts and exaggerations in the reporting of jobs created or saved by its $787-billion economic stimulus program. Newspapers in several states have discovered overstated job totals, modest real employment gains from the program and cases in which the spending protected or created no jobs at all.

While it still is early in the process, this trend suggests there’s political spin at work designed to improve on results that likely will fall well short of President Barack Obama’s declared intent to create 3.5 million jobs by the end of 2010. This only adds to skepticism about the benefits of the massive stimulus spending program. And it confirms the ineffectiveness of the government as a job creator.

A nomeação de Van Rompuy e o futuro da União Europeia

Filed under: Internacional,Política,União Europeia — André Azevedo Alves @ 13:00

Van Rompuy. Por Paulo Pinto Mascarenhas.

A nomeação de Van Rompuy é um óptimo sinal para a União Europeia precisamente por ser um low profile e um escolha fraca – é o sinal que o tratado de Lisboa não alterou o essencial da União Europeia, que vai continuar a ser uma comunidade de estados com interesses específicos.

Leitura complementar: Segunda linha; Herman Van Rompuy, o novo “Presidente da Europa”.

Obama continua em queda nas sondagens

Filed under: Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 12:25

Uma excelente notícia: Obama Job Approval Down to 49%

The latest Gallup Daily tracking results show 49% of Americans approving of the job Barack Obama is doing as president, putting him below the majority approval level for the first time in his presidency.

Although the current decline below 50% has symbolic significance, most of the recent decline in support for Obama occurred in July and August. He began July at 60% approval. The ongoing, contentious debate over national healthcare reform has likely served as a drag on his public support, as have continuing economic problems. Americans are also concerned about the Obama administration’s reliance on government spending to solve the nation’s problems and the growing federal budget deficit. Since September, Obama’s approval rating had been holding in the low 50s and, although it has reached 50% numerous times, it had never dropped below 50% until now.

Fernanda Câncio, José Sócrates e o respeito pela vida privada

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:00

Uma análise ponderada e pertinente do Luís Lavoura: Vida privada.

A jornalista Fernanda Câncio anda muito abespinhada com o facto de, nalguns meios de comunicação social, ser identificada como “namorada de José Sócrates”.

(…)

Eu como liberal tenho a defesa da vida privada em grande apreço, e abomino especialmente a prática, hoje em dia tão em voga, de as pessoas se outorgarem o direito de fotografar os seus semelhantes em qualquer ocasião sem previamente lhes pedir autorização. Estou portanto muito sensível aos problemas levantados por Fernanda Câncio. Sou no entanto da opinião que ela não tem razão, uma vez que namorar com alguém só é “vida privada” quando é feito dentro das nossas casas ou, pelo menos, com algum recato. Quando o namoro ocorre em público e, ainda para mais, quando decorre de forma razoavelmente ostensiva, então os namorados não podem dizer que esse namoro é “vida privada” – ele passou a ser vida pública.

Ora, Fernanda Câncio aparece publicamente, inclusivé em cerimónias semi-oficiais, como quando José Sócrates acompanha o primeiro-ministro de Cabo Verde a assistir a um espetáculo no CCB, a acompanhar José Sócrates como se fôra sua esposa. Isto é deveras ostensivo. É público, qualquer pessoa que esteja nessa cerimónia semi-oficial o pode ver e vê, mesmo que não faça qualquer esforço para isso. (Estou aliás convencido de que isto é feito propositadamente por José Sócrates, com o objetivo de não aparecer publicamente como um homem só.) Não pode portanto Fernanda Câncio vir alegar que se trata de “vida privada” e muito menos que a estão a “devassar”.

Respeito pela vida privada, sem dúvida. Mas quem se quer dar a esse respeito tem que ser claro em manter o recato dessa vida privada.

A aposta na economia high tech…

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 00:41

… tem como consequência: desemprego.

No debate que em Setembro contrapôs Jamais ao SIMplex, o João Galamba defendeu que o governo deveria discriminar positivamente as empresas de “valor acrescentado”, por considerar desinteressante que Portugal continue a ter empresas de mão-de-obra intensiva, ao bom estilo da “India ou da China”. Recordo-me bem daquilo que defendi nesse debate: que esta preocupação de querer fazer de Portugal uma Silicon Valley, sendo politicamente correcta, ignora o país real, e tem uma única consequência: desemprego.

Hoje, ao assistir na TV ao plenário dos trabalhadores da Fabricontex, lembrei-me desse debate, e das consequências de economias dirigistas, que sonham com um Portugal que não o é.

Ler ainda: No país dos visionários burocratas

Novembro 20, 2009

Não sabem nem lhes interessa minimamente saber

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:50

Já tínhamos dado por isso. Por José Gomes André.

Uma oportunidade

Filed under: Internacional,Política — Helder Ferreira @ 23:46

Uribe’s Third Term

A modern, democratic president with a 64% approval rating at the end of his second term has reason to be proud and wonder if he could win again. It’s at precisely such a moment, however, when he should also remember that a properly functioning democracy never depends upon one man and requires the peaceful transfer of power.

We refer to Colombian President Alvaro Uribe, whose second term expires in August. When he took office in 2002 his country was beset by guerrilla terrorism. Millions of Colombians have benefited from his policy of “democratic security,” which has restored order and confidence in government. But now his supporters are trying to win a constitutional amendment that would allow him to run for a third term, and Mr. Uribe has not told them “no.”
(…)

Mr. Uribe is supposed to be another kind of president, a reformer who understands that Colombia needs a government of laws and not of men. By strengthening the institutions that defend freedom over nearly eight years, he has built a better country. His final gift would be to preserve those gains by allowing the transition of power to a new leader.

Grandes ideias para melhorar as estatísticas dos regimes socialistas

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 23:00

Quando comparado com outros casos internacionais mais discretos (mas nem por isso necessariamente mais respeitáveis), Chávez tem, ainda assim, o mérito de assumir publicamente a sua vocação para a inovação contabilística: Chávez cambiará la forma de medir el PIB para ocultar la crisis de Venezuela

“No podemos permitir que se sigan calculando estas cosas con los viejos métodos del capitalismo (…) es perjudicial”, más ahora, cuando en Venezuela que se encuentra “en transición hacia el socialismo”, explicó Chávez.

Analistas venezolanos atribuyeron la caída económica del tercer trimestre, además de a los recortes en la producción petrolera, “a la muy incoherente política económica” basada en una supuesto exceso de regulación por parte del Estado, que ha generado una inflación galopante y la destrucción del aparato productivo. Venezuela lleva desde hace tiempos sumida en una estanflación (recesión económica más inflación) y en una dura guerra comercial con sus países vecinos.

Oliveira Martins e o Tribunal de Contas

Filed under: Comentário,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:22

Não quero deixar de assinalar que a recondução de Guilherme d’Oliveira Martins à frente do Tribunal de Contas é uma boa notícia, pela qual tanto o Presidente da República como o Governo devem ser louvados. Oliveira Martins tem sido capaz pela sua postura de atribuir à acção do Tribunal de Contas uma credibilidade que infelizmente falta a grande parte das instituições portuguesas, especialmente no domínio da regulação.

O mandato de Oliveira Martins à frente do Tribunal de Contas fica marcado por, nas últimas semanas ter recusado o visto prévio a várias obras rodoviárias lançadas pelo Governo.

Ainda hoje o Jornal de Negócios noticia que o Tribunal de Contas ‘chumbou’ mais um concurso para uma nova estrada. Desta vez, a recusa de passar o indispensável visto prévio recaiu sobre o contrato da concessão Baixo Alentejo, adjudicada ao consórcio liderado pela Edifer.

Fernanda Câncio, deplorando

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Nas páginas do bem alinhado DN (where else?), a “jornalista de causas” Fernanda Câncio lá continua, penosamente, a desempenhar o seu papel: A jornalista que não quer ser identificada como namorada do primeiro-ministro. Por Paulo Pinto Mascarenhas.

A ironia…

Filed under: Economia,Internacional — Nuno Branco @ 19:36

No mesmo dia em que se diz que “não há falências de Estados” num ladoForbes questiona se é a Ucrânia a próxima a juntar-se à lista.

Do artigo:

Ukraine’s finance minister said on Nov. 12 that the state railway was seeking to restructure a $550 million syndicated loan organised by Barclays after failing to repay a portion of it. Since then, investors and analysts have been examining the implications of the rail debt restructuring on Ukrainian sovereign debt and other quasi-state obligations.

‘The company has other external liabilities which have a sovereign guarantee. So the question then (is) are there cross default clauses back between these two separate liabilities and then back to the sovereign?’ said Tim Ash, head of CEEMEA research at RBS, in a client note released late on Thursday.

‘Will Ukraine default on its sovereign liabilities? Never say never.’

Nos mercados as coisas parecem feias o facto de ter começado na empresa de comboios do Estado poderia ser uma mensagem interessante para os portugueses.

Supresas…

Filed under: Política,Portugal — Nuno Branco @ 19:07

A ministra do trabalho ficou surpreendida com os numeros do desemprego.

O ministro das finanças ficou surpreendido com a queda da receita fiscal.

O governador do Banco de Portugal ficou surpreendido com o tamanho do défice.

Eu ficaria surpreendido se colocassem alguém que soubesse o que anda a fazer nesses lugares.

A decadência de um país

Filed under: Internacional,Política,Religião — Carlos M. Fernandes @ 16:15
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…sob o comando de um sacerdote da seita progressista.

Gibraltar: la Royal Navy practica el tiro con una bandera española

El Ejecutivo ni puede pretender convertir le humillante victoria de los piratas en un triunfo de España

Una hipótesis diabólica para el ‘caso Faisán’

Rubalcaba sufre un ataque de ira por Sitel

Estas notícias e comentários anunciam que o caminho que Espanha tem trilhado chegou a uma bifurcação e que agora enfrenta dois ramais, um que pode conduzir o país a uma situação perigosa, outro que o pode transformar numa anedota. Ou, pior ainda, podem acontecer as duas coisas simultaneamente, e teremos finalmente uma Venezuela na Europa (ou outra, dado o estado abjecto em que já se encontra a III república portuguesa), cumprindo-se assim o ideal de Mário Soares e do seu séquito de aprendizes. Esperemos que não seja tarde demais para inverter o rumo. Quanto à economia, já estamos resignados: os estragos causados pelo governo de Zapatero são irreparáveis a curto prazo.

Pensamentos do dia

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 16:15

“Talvez o facto de termos visto milhões de pessoas votarem no sentido de ficar na completa dependência de um tirano tenha feito a nossa geração entender que escolher o nosso governo não é necessariamente garantir a nossa liberdade”.

Friedrich Hayek

“A civilização é o progresso em direcção a um sociedade de privacidade. Toda a existência do selvagem é pública, governada pelas leis da sua tribo. A civilização é o processo de libertação do homem relativamente aos homens”.

Ayn Rand

(Via Crónicas do Migas, aqui e aqui)

Cúmplices

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:40

A triste realidade de um país no qual a comunicação social, a educação e a economia está cada vez mais subordinada ao poder político e à máquina do Estado: O elefante sempre esteve no meio da sala. Por João Miranda.

É longa a lista de personalidades com responsabilidades que ao longo do ano de 2009 não viram, ou fingiram que não viram, o descalabro das contas públicas. Entre elas encontram-se o primeiro-ministro, o ministro das finanças, todos os membros do governo, jornalistas especializados em economia, académicos (incluindo economistas) e analistas políticos. Há excepções? Há. Mas são muito poucas. Este ano a opinião pública esteve dominada por apparatchiks.

Hoje às 18 horas, Miguel Botelho Moniz e Manuel Pinheiro

Filed under: Economia,Política,Portugal,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 15:25

 

 

 

Esta semana eu e a Antonieta Lopes da Costa vamos estar em debate com Miguel Botelho Moniz e Manuel Pinheiro.

Para temas de conversa, temos:

1) O Fundo do Poço? - Na semana em que Portugal desceu mais uns lugares no ranking dos países menos corruptos, Mário Soares afirmou que o processo ‘Face Oculta’ é um “problema comezinho”, enquanto o Ministro da Economia sugere que se trata de espionagem política. Já chegámos ao fundo?

2) Chips nas matrículas – PSD, PCP e BE querem revogar lei dos chips nas matrículas. O CDS opôs-se à referida lei anteriormente, mas ainda não se pronunciou sobre a actual iniciativa. Vão os portugueses ver a sua privacidade defendida, ou acabará esta medida como moeda de troca numa qualquer outra iniciativa legislativa?

3) Presidente Europeu? – A União Europeia escolhe finalmente o presidente do seu Conselho Europeu. É mais um passo na unidade ou um novo foco de tensão com a Comissão?

4) Desemprego em alta – São já mais de 550 mil desempregados e a tendência é para piorar. O governo aposta no investimento público, apesar dos efeitos nefastos do défice para o emprego ainda existente. Como sair disto?

O “Descubra as Diferenças” tem podcast disponível aqui.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Só há uma solução viável

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 14:29

Podemos alegremente continuar a assobiar para o ar, mas a única solução para as interrogações do João Galamba, descritas aqui, é: diminuir a despesa.

Nenhuma família, nenhum país, sobrevive a prazo onerando recorrentemente a sua situação patrimonial: Portugal gasta por sistema mais do que produz. Admito que esta não seja a melhor altura para restringir a despesa, mas em Portugal, já se viu, nunca há alturas boas. E não tenhamos ilusões: o Estado tem de parar de gastar o que pertence às famílias, tem de parar de onerar as gerações futuras. Tudo o resto é retórica de uma linha política que, alegando defender o bem-comum, promove a cleptocracia de Estado.

26 de Novembro em Lisboa: apresentação do livro “História de Portugal”, coord. por Rui Ramos

Filed under: Agenda,Livros,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 14:12

Herman Van Rompuy, o novo “Presidente da Europa”

Filed under: Media,Política,União Europeia — André Azevedo Alves @ 13:54

Meet the President of Europe. Por Paul Belien.

The President of Europe has not been elected; he was appointed in a secret meeting of the heads of government of the 27 EU member states. They chose one of their own. Herman Van Rompuy was the Prime Minister of Belgium. I knew him when he was just setting out, reluctantly, on his political career.

(…)

In the mid-1980s, Van Rompuy, a conservative Catholic, born in 1947, was active in the youth section of the Flemish Christian-Democrat Party. He wrote books and articles about the importance of traditional values, the role of religion, the protection of the unborn life, the Christian roots of Europe and the need to preserve them. The undemocratic and immoral nature of Belgian politics repulsed him and led to a sort of crisis of conscience.

(…)

Now, Herman has moved on to lead Europe. Like Belgium, the European Union is an undemocratic institution, which needs shrewd leaders who are capable of renouncing everything they once believed in and who know how to impose decisions on the people against the will of the people. Never mind democracy, morality or the rule of law, our betters know what is good for us more than we do. And Herman is now one of our betters. He has come a long way since the days when he was disgusted with Belgian-style politics.

(via Gabriel Silva)

É hoje!

Filed under: Diversos — André Abrantes Amaral @ 12:08

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta capa não é a original, mas a para venda exclusiva nas lojas FNAC. Para os coleccionadores, é praticamente obrigatória a compra das duas edições.

Avançar Portugal (3)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 11:58

André Macedo no i

A conclusão é evidente: há um ano, quando o ministro das Finanças apresentou o Orçamento, já se sabia que o cenário era negro e as previsões catastróficas. No entanto, Teixeira dos Santos achou que o défice ia ser de apenas 2,2% – na verdade, será de 8%. O divórcio entre o ministro e a realidade é gritante. Mas o nosso problema é maior do que o ego e as previsões falhadas de Teixeira dos Santos: é o futuro do país que assusta. Os números da OCDE prometem o pior: criar emprego – emprego verdadeiro, não público – vai ser quase impossível nos próximos anos. Até 2017 o saldo real será irrelevante, o que significa que vamos ter de nos habituar a sobreviver com taxas de desemprego esmagadoras. Não se pode dizer que ontem tenhamos conhecido a face oculta da economia. Já éramos sucata antes disso. O problema é que agora não há depois. O Estado não precisa só de banda gástrica. Precisa de um colete de forças: está louco. Louco e falido.

Não há apoios grátis

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 11:15

O apoio de Luís Figo a José Sócrates nas últimas legislativas custou 75 mil euros a uma empresa pública, publica hoje o Correio da Manhã (CM).

O ex-futebolista esteve presente num pequeno-almoço no Hotel Altis Belém no último dia da campanha, onde anunciou o seu apoio a Sócrates.

Contactado pelo CM, Luís Figo disse através do seu assessor que considerava “calunioso e um absurdo” a ideia que o seu apoio tivesse sido pago. “Não há qualquer envolvimento de Figo numa operação paga”, garantiu o assessor Miguel Macedo.

No entanto, a PJ de Aveiro terá escutado uma conversa com José Sócrates como interlocutor, em que se decide que, para pagar o apoio de Figo, seria feita uma engenharia financeira numa empresa pública.

Breve nota ao editorial do i

Filed under: Economia,Media — Nuno Branco @ 10:43

O jornal i tem hoje uma edição dedicada ao buraco orçamental. Começa com o editorial e tem depois, nas páginas mais centrais um aprofundamento do assunto. Infelizmente o editorial começa logo mal com uma frase errada “Os estados não vão à falência”.

Eu espero que esta afirmação seja corrigida brevemente. Uma rápida procura na google devolve um documento da Moodys onde estão listadas 12 falências soberanas apenas entre 1998 e 2006:

1) Paquistão (98)
2) Russia (98)
3) Ucrania (98 e 2001)
4) Venezuela (98)
5) Equador (99)
6) Peru (2000)
7) Argentina (01)
8 )Moldávia (01)
9) Uruguai (03)
10) Republica Dominicana (05)
11) Belize (06)
(mais…)

Avançar Portugal (2)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 09:58

Com um curto interregno (entre Abril de 2002 e Março de 2005), o Partido Socialista está no governo desde 1995. Na última década o crescimento económico foi miserável e na próxima não se prevê que melhore. Já náo é credível atribuir a responsabilidade a terceiros. Um completo falhanço.

Avançar Portugal (1)

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:32

No i

Portugal enfrenta um longo período de estagnação económica que implicará uma incapacidade quase total para criar riqueza e emprego até 2017, apontou ontem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). No boletim ontem publicado com as previsões económicas para os 30 países membros da organização, a OCDE segue o guião adoptado nas últimas semanas pelo Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia e o Banco de Portugal sobre a evolução da economia nacional: em 2009 a crise internacional não terá um impacto tão grande como esperado, mas ao longo da maior parte da próxima década o ritmo médio de criação de riqueza não ultrapassará 1,4%, o segundo mais baixo na OCDE.

“O crescimento recomeçou no segundo trimestre de 2009, mas continuará limitado na medida em que a redução do endividamento do sector privado condiciona a retoma”, aponta o capítulo sobre Portugal, ontem publicado no “Economic Outlook”. Tal como as restantes instituições (ver tabela), a OCDE reviu em alta as previsões para Portugal: em 2009 a economia encolhe 2,8% (em vez dos 4% anteriormente previstos) e em 2010 cresce 0,8%. Para 2011, a OCDE prevê um ritmo de expansão de 1,5%.

O problema fundamental coloca-se, no entanto, a médio e longo prazo: já com a crise internacional fora do cenário, Portugal volta a confrontar-se com as suas fragilidades estruturais, como o sobreendividamento (que vai limitar o consumo privado), o peso excessivo de bens não exportáveis na economia (o sector dos serviços, na maioria não transaccionáveis, pesa 66% na riqueza criada) e a competitividade baixa de parte das suas exportações (que terão crescimento escasso). Resultado: sem as “reformas estruturais que promovem a competitividade” – e que “são a chave para um crescimento mais alto via exportações”, aponta a OCDE – Portugal acumulará mais uma década de anemia económica. Os números ontem divulgados são preocupantes: o potencial de crescimento médio anual da economia portuguesa cai para 0,4% entre 2009 e 2011, para subir para uns magros 1% entre 2012 e 2017, o segundo nível mais baixo na OCDE.

Irrevelante

Filed under: Política,União Europeia — Miguel Noronha @ 09:15

Público

o posto de Alto Representante para a Política Externa foi inesperadamente atribuído à britânica Catherine Ashton.(…) escolha de Ahston, comissária europeia responsável pela política comercial desde Outubro de 2008, foi uma surpresa total que causou alguma consternação devido à sua reduzida experiência internacional, excepção feita ao último ano em Bruxelas. A escolha da comissária britânica, que pediu para ser julgada pelas suas acções, tem para já a vantagem de permitir a presença de uma mulher nos cargos de topo da UE, em resposta aos apelos de vários governos e deputados europeus.

Confesso que não estou nada preocupado com a escolha ou sequer com o cargo. Política externa comum a nível europeu é coisa que nunca existiu e não se prevê que venha a existir no tempos mais próximos. Que o diga o irrelevante Sr. PESC.

Drinking and heart disease

Filed under: Cultura — André Azevedo Alves @ 01:23

Uma notícia com prováveis externalidades negativas no Reino Unido: Drink half a dozen beers every day and have a healthier heart

The research was conducted among 15,000 men and 26,000 women aged from 29 to 69 who were followed for 10 years.

The results showed that those who drank a little – a glass of wine or a bottle of beer every other day – had a 35 per cent lower risk of a heart attack than those who never drank. Moderate drinkers, consuming up to a couple of glasses of wine a day or a couple of pints of ordinary bitter, had a 54 per cent lower risk.

The surprise was that heavy drinkers consuming up to a bottle of wine or six pints of ordinary bitter had a similar 50 per cent reduction in risk of a heart attack to moderate drinkers. Those drinking at even higher levels were still half as likely to suffer a heart attack as the teetotallers.

O Estado e a Aerosoles

Filed under: Economia,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:59

O poder da dívida e a mão do estado. Por Miguel Camelo.

Segunda linha

Filed under: Internacional,Política,União Europeia — André Azevedo Alves @ 00:53

Na linha do que já tinha acontecido com José Manuel Durão Barroso, as escolhas para presidente do Conselho Europeu e chefe da política externa – Herman Van Rompuy e Catherine Ashton – são apostas em figuras europeias de segunda linha e com fraca projecção internacional. Nessa medida, mesmo no contexto da má notícia para a Europa que foi a aprovação do Tratado de Lisboa, estas nomeações são um sinal positivo.

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