Novembro 13, 2009
13 Comentários »
RSS feed para os comentários a este artigo. TrackBack URI
RSS feed para os comentários a este artigo. TrackBack URI
| Fernando S em A estocada final a Keynes | |
| Fernando S em A estocada final a Keynes | |
| mau em A estocada final a Keynes | |
| Miguel C. em “A fortuna escondida do Opus D… | |
| Fernando S em A estocada final a Keynes | |
| Miguel Madeira em A estocada final a Keynes | |
| alice goes em Falhanço de Deivid | |
| mau em As quotas e a vitória cultural… | |
| mau em A inacção do PSD e do CDS rela… | |
| mau em A estocada final a Keynes |
Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Nenhum. Que eu saiba, o SOL não é o PGR nem o STJ.
Comentário por Clara França Martins — Novembro 13, 2009 @ 09:52
Olha, afinal a Clara Abrante já não se chama Araújo. Ou era o nome do meio?
Comentário por Miguel — Novembro 13, 2009 @ 09:59
Eu não me chamo Clara Abrante mas, se lhe interessa muito, Maria Clara Fernandes Tomaz Araújo Sá Carneiro Figueiredo França Martins. Está bem assim?
Comentário por Clara França Martins — Novembro 13, 2009 @ 10:11
Cavaaaaaaaacooo!?
“Decidi dissolver o parlamento e convocar eleições antecipadas por razões que toda a gente conhece e que se tornaria fastidioso enumerar.”
Comentário por Luís Cardoso — Novembro 13, 2009 @ 10:21
Pelo IP, já tinhamos reparado que usa muitos nomes diferentes.
Comentário por Miguel — Novembro 13, 2009 @ 10:22
Não confunda as coisas. Isso só é válido para Primeiros-Ministros chamados Santana Lopes.
Comentário por Miguel — Novembro 13, 2009 @ 10:24
“Pelo IP, já tinhamos reparado que usa muitos nomes diferentes.”
Pode ser um gabinete de propaganda com muita gente a trabalhar. Quantos mais lá estiverem mais depressa acaba a crise.
Comentário por Nuno Branco — Novembro 13, 2009 @ 11:03
È preciso é gente com “espírito corporativo”
Comentário por Miguel — Novembro 13, 2009 @ 11:07
“Quantos mais lá estiverem mais depressa acaba a crise.”
Comentário por André Azevedo Alves — Novembro 13, 2009 @ 11:19
“Pelo IP, já tinhamos reparado que usa muitos nomes diferentes.”
Às vezes trocam de IP mas regra geral nem se dão ao trabalho. O Insurgente já merecia melhores abrantes…
Comentário por André Azevedo Alves — Novembro 13, 2009 @ 11:20
Mais mentira, menos mentira,…
Um negócio disfarçado
com adereços artificiais
deixa tudo embaçado
por vapores demenciais.
A exangue qualidade
dos enfeites utilizados
desmascara a falsidade
de negócios arrevesados.
A mentira verdadeira
devidamente registada,
só pode ser brincadeira
de uma moral enquistada.
Um negócio conhecido
prontamente desmentido,
mais um caso encanecido
por tanto decoro incontido.
A verdade ocultada
em palavras falaciosas,
uma postura infestada
de aparências viciosas.
Comentário por Amêijoa Fresca — Novembro 13, 2009 @ 11:27
O mais impressionante nisso tudo é a manipulação da imprensa, o sol foi o único a mandar a bomba cá para fora.
Até não ser comprado…
Comentário por GriP — Novembro 13, 2009 @ 12:24
[...] Isto pode ter muito interesse, mas, e depois? Depois disto alguém mete as mãos no fogo por alguém? Alguém está disposto a entrar no bas-fond que é hoje a actividade política? Se ao menos houvesse lá mulheres bonitas, como noutros bas-fonds… Não confundam: sempre houve bas-fond na política. Não tenho a ideia de que ela tenha sido constituída por anjinhos até ao “caso” Freeport. A história é, aliás, longuíssima. Mas até há pouco, no nosso regime, o bas-fond, a ambiguidade moral, praticavam-se em nome de qualquer coisa que tinha um interesse superior: um projecto de sociedade, uma mudança, uma ideia. É esse interesse que agora me escapa. E como certamente escapará a muita gente, a actividade vai sendo devolvida a quem alegremente se compraz na sordidez pela sordidez. A questão continua: e agora? [...]
Pingback por Sim, e agora? « Gato do Cheshire — Novembro 13, 2009 @ 12:53