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	<title>Comentários em: O liberalismo e o crescimento do Estado</title>
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		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/10/o-liberalismo-e-o-crescimento-do-estado/#comment-61342</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:15:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Como cresce o estado? E como se pode impedir o seu crescimento para além dos limites naturais que o pacto social liberal concebe? A resposta a estas questões não é linear, mas também não é impossível&quot;

Como qualquer ancap que não gosta de perder uma oportunidade...quem é que agora está a ser utópico?  :)

Só vejo o direito de secessão como o último e mais eficaz dos &quot;check and balances&quot;, por outro lado...

... tenho a certeza que quando o estatismo internacionalista de esquerda (e até o de direita, já para não falar das ilusões federalistas de liberais) perceber que o direito de secessão poderá ser evocado por uns tipos com ideias liberalizantes que querem competir com dumping social... vão arranjar forma de o declarar ilegítimo, ameaçando com a intervenção das forças da Razão (estatista) via ONU, NATO e o que mais seja, não serão ocupações, serão &quot;mandatos da comunidade internacional&quot; (para restabelecer a ordem, os direitos das mulheres, do ambiente, e claro dos vários direitos sociais estabelecidos, e o que mais seja).

Existe outro ponto relevante quanto à habitual infindavel e interminavel discussão entre ancaps e minarquistas.

Excreve-se: &quot;Num mundo ideal, viveríamos sem estado e sem política. Nesse mundo, a ordenação social seria feita por via contratual, onde os directos interessados estabeleceriam as convenções e os acordos que entendessem e melhor servissem as suas necessidades e interesses.&quot;

Esse &quot;mundo ideal&quot; não é uma utopia, é uma questão de valores e vontade. Utopia é querer implementar algo que mesmo queaA generalidade das pessoas acordem em participar, conduz a um  qualquer colpaso.

Como o socialismo/comunismo. Mesmo que toda uma população o deseje (e na história em alguns pontos, até sabemos que em determinados momentos uma boa parte da população o desejava)... o colapso económico é inevitável poruqe não funciona. Sem liberdade com propriedade provada não existem contratos livres, o que conduz a que não existam preços, o que torna o planeamento impossível levando ao caos económico. È utópico.

(De resto, o facto de actualmente vivermos numa espécie de socialismo monetário é o que provoca crises que põem a economia perto do colapso - não existem verdadeiro preços do &quot;mercado da poupança/ investimento&quot; e  &quot;mercado da moeda&quot; (este e aquele são dois mercados distintos - coisa nunca percebida pela quase totalidade dos economistas).

Não se passa o mesmo nesta questão, quanto maior é a liberdade contratual baseada em honestos direitos de propriedade, melhor funciona a economia e a ordem social, em estabilidade e desenvolvimento para todos.

Consequências desta discussão para a estratégia liberaL? Não muito, esse &quot;mundo ideal&quot; assim existam pessoas que queiram viver segundo tal princípio, não é utópico.

A verdade é que existe quem aceite e até deseje que parte da sua realidade individual seja ditada por uma &quot;vontade geral&quot; ou por &quot;ditador iluminado&quot;. Mas os outros têm de aceitar tal forma de escravidão? 

A resposta: o direito de secessão, chegará a sua mera possibilidade para conter parte do inevitável crescimento do estatismo. E por vezes terá mesmo de ser evocado.


Outro ponto, a &quot;política&quot; em sentido lato nunca desaparece, nem mesmo numa Ordem Natural. Só que passaria a ser a &quot;política&quot; de levar pessoas a comportarem-se, realizar, etc. o que seja, de forma voluntária (e contratual).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Como cresce o estado? E como se pode impedir o seu crescimento para além dos limites naturais que o pacto social liberal concebe? A resposta a estas questões não é linear, mas também não é impossível&#8221;</p>
<p>Como qualquer ancap que não gosta de perder uma oportunidade&#8230;quem é que agora está a ser utópico?  <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Só vejo o direito de secessão como o último e mais eficaz dos &#8220;check and balances&#8221;, por outro lado&#8230;</p>
<p>&#8230; tenho a certeza que quando o estatismo internacionalista de esquerda (e até o de direita, já para não falar das ilusões federalistas de liberais) perceber que o direito de secessão poderá ser evocado por uns tipos com ideias liberalizantes que querem competir com dumping social&#8230; vão arranjar forma de o declarar ilegítimo, ameaçando com a intervenção das forças da Razão (estatista) via ONU, NATO e o que mais seja, não serão ocupações, serão &#8220;mandatos da comunidade internacional&#8221; (para restabelecer a ordem, os direitos das mulheres, do ambiente, e claro dos vários direitos sociais estabelecidos, e o que mais seja).</p>
<p>Existe outro ponto relevante quanto à habitual infindavel e interminavel discussão entre ancaps e minarquistas.</p>
<p>Excreve-se: &#8220;Num mundo ideal, viveríamos sem estado e sem política. Nesse mundo, a ordenação social seria feita por via contratual, onde os directos interessados estabeleceriam as convenções e os acordos que entendessem e melhor servissem as suas necessidades e interesses.&#8221;</p>
<p>Esse &#8220;mundo ideal&#8221; não é uma utopia, é uma questão de valores e vontade. Utopia é querer implementar algo que mesmo queaA generalidade das pessoas acordem em participar, conduz a um  qualquer colpaso.</p>
<p>Como o socialismo/comunismo. Mesmo que toda uma população o deseje (e na história em alguns pontos, até sabemos que em determinados momentos uma boa parte da população o desejava)&#8230; o colapso económico é inevitável poruqe não funciona. Sem liberdade com propriedade provada não existem contratos livres, o que conduz a que não existam preços, o que torna o planeamento impossível levando ao caos económico. È utópico.</p>
<p>(De resto, o facto de actualmente vivermos numa espécie de socialismo monetário é o que provoca crises que põem a economia perto do colapso &#8211; não existem verdadeiro preços do &#8220;mercado da poupança/ investimento&#8221; e  &#8220;mercado da moeda&#8221; (este e aquele são dois mercados distintos &#8211; coisa nunca percebida pela quase totalidade dos economistas).</p>
<p>Não se passa o mesmo nesta questão, quanto maior é a liberdade contratual baseada em honestos direitos de propriedade, melhor funciona a economia e a ordem social, em estabilidade e desenvolvimento para todos.</p>
<p>Consequências desta discussão para a estratégia liberaL? Não muito, esse &#8220;mundo ideal&#8221; assim existam pessoas que queiram viver segundo tal princípio, não é utópico.</p>
<p>A verdade é que existe quem aceite e até deseje que parte da sua realidade individual seja ditada por uma &#8220;vontade geral&#8221; ou por &#8220;ditador iluminado&#8221;. Mas os outros têm de aceitar tal forma de escravidão? </p>
<p>A resposta: o direito de secessão, chegará a sua mera possibilidade para conter parte do inevitável crescimento do estatismo. E por vezes terá mesmo de ser evocado.</p>
<p>Outro ponto, a &#8220;política&#8221; em sentido lato nunca desaparece, nem mesmo numa Ordem Natural. Só que passaria a ser a &#8220;política&#8221; de levar pessoas a comportarem-se, realizar, etc. o que seja, de forma voluntária (e contratual).</p>
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