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	<title>Comentários em: Patranhas e bom senso</title>
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		<title>Por: Conservadorismo, liberdade, libertarismo e determinismo &#171; perspectivas</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61238</link>
		<dc:creator><![CDATA[Conservadorismo, liberdade, libertarismo e determinismo &#171; perspectivas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:15:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] não faz mal nenhum ― pelo contrário ― e não ofende ninguém só por isso. Este artigo no insurgente é, na minha opinião, interessante e merece, por isso, um meu [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] não faz mal nenhum ― pelo contrário ― e não ofende ninguém só por isso. Este artigo no insurgente é, na minha opinião, interessante e merece, por isso, um meu [...]</p>
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		<title>Por: AntónioCostaAmaral (AA)</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61193</link>
		<dc:creator><![CDATA[AntónioCostaAmaral (AA)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:20:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito bem CN,
Entretanto, não se consegue arranjar uma versão digital do &quot;on conservatism and libertarianism&quot; do HHH?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem CN,<br />
Entretanto, não se consegue arranjar uma versão digital do &#8220;on conservatism and libertarianism&#8221; do HHH?</p>
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		<title>Por: João Cardiga</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61187</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Cardiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:06:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;...um dia verá a luz.&quot;

E isso aparece em que parte da biblia?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;um dia verá a luz.&#8221;</p>
<p>E isso aparece em que parte da biblia?</p>
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		<title>Por: Helder</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61182</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helder]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:56:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá João

&lt;i&gt;parece que estava enganado&lt;/i&gt;

Você parece estar enganado em muita coisa. mas deixe estar, um dia verá a luz.

Cumps]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá João</p>
<p><i>parece que estava enganado</i></p>
<p>Você parece estar enganado em muita coisa. mas deixe estar, um dia verá a luz.</p>
<p>Cumps</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cardiga</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61177</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Cardiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:38:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Helder,

Não há nada que defender o Liberalismo-conservador como se tratasse de uma religião. Vão aos livros sagrados que está lá tudo...

Mas adiante. Quanto aos pontos que levantou:

1 ??? Não me parece nessa temática os cristãos se distingam dos judeus. A novidade do cristianismo parece-me ter sido outra.

2 Quer dizer laicas, correcto?

3 Antes demais essa frase só fez sentido até a era de Constantino, que estranhamente marca o inicio do cristianismo católico. So mesmo, depois de mais um milénio de força politica religiosa, nestes dois ultimos seculos que, com a força do laicissismo se começou realmente a separar a Igreja do Estado.

4 Quer maior utopia que a criada por Cristo?

5 Julgo o que defendem em termos económicos é a teoria neoclássica e continuam a confundir isso com liberalismo...

&quot;Nos “tempos interessantes” que vivemos, qualquer que seja a organização social independente do estado é uma espécie de último reduto de liberdade. Infelizmente, o que a ICAR tem feito – pelo menos em Portugal – é assumir um colaboracionismo vergonhoso com a prepotência do estado.&quot;

E desde quando é que a ICAR não fez isso? 

&quot;Ah. Já agora,sobre o casamento entre homossexuais, parece que existe o direito (deve fazer parte dos direitos humanos de 50ª geração) a actos administrativos*, é isso?&quot;

Pensava que a liberdade contratual era algo que defendia, parece que estava enganado!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Helder,</p>
<p>Não há nada que defender o Liberalismo-conservador como se tratasse de uma religião. Vão aos livros sagrados que está lá tudo&#8230;</p>
<p>Mas adiante. Quanto aos pontos que levantou:</p>
<p>1 ??? Não me parece nessa temática os cristãos se distingam dos judeus. A novidade do cristianismo parece-me ter sido outra.</p>
<p>2 Quer dizer laicas, correcto?</p>
<p>3 Antes demais essa frase só fez sentido até a era de Constantino, que estranhamente marca o inicio do cristianismo católico. So mesmo, depois de mais um milénio de força politica religiosa, nestes dois ultimos seculos que, com a força do laicissismo se começou realmente a separar a Igreja do Estado.</p>
<p>4 Quer maior utopia que a criada por Cristo?</p>
<p>5 Julgo o que defendem em termos económicos é a teoria neoclássica e continuam a confundir isso com liberalismo&#8230;</p>
<p>&#8220;Nos “tempos interessantes” que vivemos, qualquer que seja a organização social independente do estado é uma espécie de último reduto de liberdade. Infelizmente, o que a ICAR tem feito – pelo menos em Portugal – é assumir um colaboracionismo vergonhoso com a prepotência do estado.&#8221;</p>
<p>E desde quando é que a ICAR não fez isso? </p>
<p>&#8220;Ah. Já agora,sobre o casamento entre homossexuais, parece que existe o direito (deve fazer parte dos direitos humanos de 50ª geração) a actos administrativos*, é isso?&#8221;</p>
<p>Pensava que a liberdade contratual era algo que defendia, parece que estava enganado!</p>
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	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61164</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 08:29:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Pedro Marques Lopes é liberal ou de direita? Não parece nem uma coisa nem outra. De resto, como muita da direita de hoje, é acima de tudo de esquerda.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Pedro Marques Lopes é liberal ou de direita? Não parece nem uma coisa nem outra. De resto, como muita da direita de hoje, é acima de tudo de esquerda.</p>
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	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/11/09/33511/#comment-61162</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:19:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Antes de mais, o Eixo do Mal é um programa entediante. Daqueles em que os participantes não se apercebem do cliché que personificam: o de gente que se julga sofisticada e culta quando arrasa a Igreja, a Ferreira Leite, o Bush e tudo o que não seja politicamente correcto até à última vírgula. 

Em segundo lugar, o double-thinking é notório no programa: os crucifixos nas salas de aula e o casamento entre homossexuais são pasto para muita diatribe sobre a Igreja, mas ninguém naquele painel se lembra de criticar o Estado por impor a educação sexual obrigatória, violando, desse modo, a liberdade de consciência e de educação dos católicos. São todos muito laicos e muito respeitadores dos direitos, liberdades e garantias, mas só quando lhes convém à tal pose que pretendem cultivar. 

Em terceiro lugar, a falácia é evidente: se atentarmos às prioridades políticas do país (desemprego, endividamento, etc...), o casamento entre homossexuais será decerto uma das últimas coisas em que os portugueses pensarão. A oposição tem toda a razão em fazer notá-lo. Mas também tem toda a razão quando diz ser necessária uma discussão séria profunda do tema, no que também é acompanhada pelo Sócrates (não este, mas o que, há uns meses atrás, assim justificou a oposição à proposta do BE de legalização dos casametnos homossexuais na última legislatura). É que a proposta de lei do PS, parece que é preciso dizê-lo ao Pedro Marques Lopes, produz uma mudança profunda e irreversível numa das instituições que serve de base a qualquer sociedade: o casamento. O mesmo vale, óbvio será dizê-lo, para eutanásia, outro tema que não é politicamente prioritário na actual crise que o país atravessa, não deixando, por isso de ser um assunto que antes de ser legislado teria de ser precedido de outra discussão profunda.

Por último, o referendo garante tal discussão (seja ela boa ou má, com bons ou maus argumentos), o que não acontece com uma votação em AR, cujo resultado já se conhece à partida. Mais, o referendo garante que, quem quiser, poderá votar segundo a sua consciência, não sendo esse um privilégio dos deputados que, para o efeito, gozarão de liberdade de voto, dada pelos respectivos partidos. E quanto aos direitos que sejam actualmente negados aos homossexuais (direito à herança e à indemnização por morte do companheiro) eles são autónomos e separáveis do casamento, razão pela qual a realização do referendo em nada os afecta ou preclude, porquanto a AR terá quanto a tais direitos a liberdade de os garantir de forma autónoma e separada através de uma simples reforma do código civil, igual à que introduziu com a lei do divórcio ou que se presta a introduzir com a lei das uniões de facto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, o Eixo do Mal é um programa entediante. Daqueles em que os participantes não se apercebem do cliché que personificam: o de gente que se julga sofisticada e culta quando arrasa a Igreja, a Ferreira Leite, o Bush e tudo o que não seja politicamente correcto até à última vírgula. </p>
<p>Em segundo lugar, o double-thinking é notório no programa: os crucifixos nas salas de aula e o casamento entre homossexuais são pasto para muita diatribe sobre a Igreja, mas ninguém naquele painel se lembra de criticar o Estado por impor a educação sexual obrigatória, violando, desse modo, a liberdade de consciência e de educação dos católicos. São todos muito laicos e muito respeitadores dos direitos, liberdades e garantias, mas só quando lhes convém à tal pose que pretendem cultivar. </p>
<p>Em terceiro lugar, a falácia é evidente: se atentarmos às prioridades políticas do país (desemprego, endividamento, etc&#8230;), o casamento entre homossexuais será decerto uma das últimas coisas em que os portugueses pensarão. A oposição tem toda a razão em fazer notá-lo. Mas também tem toda a razão quando diz ser necessária uma discussão séria profunda do tema, no que também é acompanhada pelo Sócrates (não este, mas o que, há uns meses atrás, assim justificou a oposição à proposta do BE de legalização dos casametnos homossexuais na última legislatura). É que a proposta de lei do PS, parece que é preciso dizê-lo ao Pedro Marques Lopes, produz uma mudança profunda e irreversível numa das instituições que serve de base a qualquer sociedade: o casamento. O mesmo vale, óbvio será dizê-lo, para eutanásia, outro tema que não é politicamente prioritário na actual crise que o país atravessa, não deixando, por isso de ser um assunto que antes de ser legislado teria de ser precedido de outra discussão profunda.</p>
<p>Por último, o referendo garante tal discussão (seja ela boa ou má, com bons ou maus argumentos), o que não acontece com uma votação em AR, cujo resultado já se conhece à partida. Mais, o referendo garante que, quem quiser, poderá votar segundo a sua consciência, não sendo esse um privilégio dos deputados que, para o efeito, gozarão de liberdade de voto, dada pelos respectivos partidos. E quanto aos direitos que sejam actualmente negados aos homossexuais (direito à herança e à indemnização por morte do companheiro) eles são autónomos e separáveis do casamento, razão pela qual a realização do referendo em nada os afecta ou preclude, porquanto a AR terá quanto a tais direitos a liberdade de os garantir de forma autónoma e separada através de uma simples reforma do código civil, igual à que introduziu com a lei do divórcio ou que se presta a introduzir com a lei das uniões de facto.</p>
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