A ler, este excelente post do Pedro Bandeira n’O Porco Capitalista sobre uma religião* com forte implantação nas nossas sociedades ocidentais, a social-democracia:
Em cada época da história, e em cada sítio do mundo, constata-se que a grande maioria das pessoas não se consegue libertar das crenças do seu tempo. Não conseguem ou não querem pôr em questão os credos religiosos, políticos e científicos do seu tempo. Estão como cegas. Apegam-se ao status quo, qualquer que ele seja. Resumindo, são homens do seu tempo. São perfeitamente capazes de ver com olhos críticos outros tempos e outras sociedades do mundo. Mas estão convencidos que a sociedade em que vivem é mais justa, mais decente, do que aquela na qual viveram os seus antepassados. Acreditam ser superiores aos demais, mesmo que não o admitam abertamente. A moderna sociedade portuguesa não difere em nada deste padrão de arrogância, de auto-confiança inapropriada, e de ignorância.
É importante insistir em que a democracia não é um “mal menor”.
O Fim do Ocidente. Morto pelo seu Romantismo :
http://wattsupwiththat.com/2009/11/07/a-tale-of-two-overkills/
“On October 31, 2009, the once largest aluminum plant in the world will shut down. With it goes another American industry and more American jobs. The Columbia Falls Aluminum Company in Montana will shut down its aluminum production because it cannot purchase the necessary electrical power to continue its operations.”
…
“European non-ferrous metals producers may move to countries where environmental legislation is less strict unless the impact of forthcoming measures is reduced, an industry spokesman said on Thursday.”
Comentário por lucklucky — Novembro 8, 2009 @ 07:04
Não percebi.
O sujeito não é “social democrata”, mas não percebi mais nada.
Acho que, pela retórica, não existiu desda a 2a guerra mundial nenhum regime que não fosse social democrata, pelo menos nos países da Nato/CEE/UE e no Japão, com as possíveis – mas não muito recomendável – excepções de Portugal, Espanha e Grécia.
Portanto o autor defende uma UTOPIA, nunca experimentada e portanto que “nunca deu maus resultados”. É como com o trotskismo.
José Simões
Comentário por js — Novembro 8, 2009 @ 08:18