O Insurgente

Novembro 4, 2009

“Casamento” homossexual derrotado em referendo no Maine

Filed under: Cultura,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 13:00

Maine voters repeal gay-marriage law
Legislature approved same-sex weddings, but opponents got issue on ballot

Maine voters repealed a state law Tuesday that would have allowed same-sex couples to wed, dealing the gay rights movement a heartbreaking defeat in New England, the corner of the country most supportive of gay marriage.

Gay marriage has now lost in every single state — 31 in all — in which it has been put to a popular vote. Gay-rights activists had hoped to buck that trend in Maine — known for its moderate, independent-minded electorate — and mounted an energetic, well-financed campaign.

(via Helena Matos)

8 Comentários »

  1. Que sentido pode fazer referendar a Liberdade individual? Digam-me, liberais portugueses.

    Comentário por — Novembro 4, 2009 @ 14:19

  2. Por aqui se vê o perigo e a perversão que existe em colocar-se a referendo questões constitutivas de um Estado de Direito liberal, como sejam a igualdade de todos os cidadãos e a não-discriminação.

    Não duvido que, se a escravatura alguma vez tivesse sido referendada nos Estados do Sul dos EUA, também teria recebido amplo apoio popular.

    Comentário por Luís Lavoura — Novembro 4, 2009 @ 14:49

  3. [...] radical não quer ouvir o povo Arquivado em: Esta gente vota — O. Braga @ 4:46 pm “Casamento” homossexual derrotado em referendo no Maine Deixe um [...]

    Pingback por A razão porque a esquerda radical não quer ouvir o povo « perspectivas — Novembro 4, 2009 @ 15:46

  4. [...] complementar: “Casamento” homossexual derrotado em referendo no Maine; Casamento, Igreja e referendo. Deixe um [...]

    Pingback por Quem tem medo do referendo sobre o “casamento” homossexual? « O Insurgente — Novembro 4, 2009 @ 17:29

  5. A moral, o bom senso e a vontade popular prevaleceram.

    Comentário por Francisco — Novembro 4, 2009 @ 20:33

  6. Se é questão de foro íntimo, não precisa de votação,não precisa de leis que apóiem este tipo de união.
    O povo não concorda com o título “casamento”.Que os gays se unam como quiserem, mas deixem as leis e o povo em paz, com aquilo que ele ( o povo) acredita.

    Comentário por fabiomcunha — Novembro 4, 2009 @ 21:55

  7. Curiosa essa teoria tão cómoda, tão marxista-massónicocultural, onde se diz que não se devem referendar a Liberdade Individual…Se as criancinhas que são abortadas todos os dia votassem, será que a IVG tinha passado? e se quem votou sim, tivesse tido o azar de lá em casa, a mãe ter decidido que a sua existência possivelmente iria atrapalhar a progressão na carreira? sim, pq todas as senhoras desconhecem os metodos anti-concepcionais e são obrigadas por esses monstros masculinos á submissão sexual… será que tinha ganho o sim…CRESÇAM!

    Comentário por Alex — Novembro 5, 2009 @ 11:17

  8. Entendo que a liberdade de pessoas do mesmo sexo celebrarem um contrato de união, dentro de um quadro legal que estabeleça direitos e deveres, não implica que esse contrato seja designado “casamento”. Trata-se, efectivamente, de um contrato diferente do casamento entre homem e mulher, ou não seria necessário produzir legislação específica.
    Petição à AR: http://www.peticao.com.pt/pareamento

    Comentário por José B. Almeida — Novembro 12, 2009 @ 10:30


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