Não fico admirado que muitos médicos queiram recusar a vacina da gripeA. Eles são os primeiros a saber que todas as drogas têm efeitos secundários. Daily Mail (via LRC):
A warning that the new swine flu jab is linked to a deadly nerve disease has been sent by the Government to senior neurologists in a confidential letter. (…)
It tells the neurologists that they must be alert for an increase in a brain disorder called Guillain-Barre Syndrome (GBS), which could be triggered by the vaccine. GBS attacks the lining of the nerves, causing paralysis and inability to breathe, and can be fatal.
Se até a vacina contra a normal gripe pode apresentar graves efeitos secundários… (via LRC):
GBS na ABC (video). No texto da notícia:
Consumers should know that under a document signed by the secretary of health and human services vaccine makers and federal officials will be immune from lawsuits that may result from the new swine flu vaccine.
Caro BZ,
Acho muito bem que os fabricantes e quem administra a vacina estejam imunes a processos.
Comentário por Carlos Duarte — Outubro 16, 2009 @ 15:40
[...] Efeitos secundários in O Insurgente [...]
Pingback por O Sono Luso | Blogorevista número 1 (16 de Outubro de 2009) — Outubro 16, 2009 @ 16:41
“Acho muito bem que os fabricantes e quem administra a vacina estejam imunes a processos.”
E acha “muito bem” a obrigatoriedade da vacina?
Comentário por BZ — Outubro 16, 2009 @ 17:12
Como é que se pode achar normal proibir que o direito civil funcione, impedindo que se recorra a tribunais? Isto é normal?
E que contraste com o produtos normais…
Portanto vamos lá resumir:
* os histéricos especialistas do costume aumentam a sensação de emergência (coisa típica de um Estado que assim se faz como “indispensável”)
* fabricam uma vacina à pressa
* encomendam epagam enormes quantidades dela
* declaram totalitariamente que não existe recurso a atribunais
* e querem obrigar as pessoas a tomá-la
Bem, existem sempre “os bem mandadinhos” do poder que gostam de o ser, por alguma razão os grandes ditadores o foram, existe sempre muita gente que gosta que lhes digam o que fazer, e quanto mais forte for o comando (pode ser militar, como pode ser pelo ambiente…saúde, etc)
Comentário por CN — Outubro 16, 2009 @ 17:26
Caro CN e BZ,
O Síndrome de Guillain-Barré é o resultado de uma reacção excessiva do sistema imunitário a antigénios. A sua ocorrência é INDEPENDENTE do antigénio. Ou seja, pode acontecer com uma vacina, com uma gripe, com uma constipação ou com uma alergia…
A probabilidade do mesmo acontecer situa-se na ordem dos 1-10 por milhão de habitantes (depende das fontes). Na grande maioria dos casos, é perfeitamente tratável após diagnóstico. Uma pequena parte (não tenho números) pode de facto ficar com mazelas a nível do sistema nervoso central.
Em resumo, é mais fácil uma pessoa morrer atropelada ou ser atingida por um raio do que sofrer mazelas (nem sequer morrer) por causa do SGB!
Mesmo esquecendo o SGB e existindo outros factores de risco – e tanto quanto sei, não são conhecidos nenhuns até ao momento – uma campanha de vacinação deve incidir SEMPRE uma avaliação do dano evitado face o dano causado. Se a probabilidade (sim, que aqui não há certezas!) de uma epidemia provocar uma morte for consideravelmente superior a probabilidade da vacina causar essa mesma morte, o Governo deve avançar para uma campanha de vacinação.
A vacinação NÃO é obrigatória, mas deve ser encorajada. Campanhas anti-vacinação – como é “moda” aqui no RU – levaram ao desaparecimento de efeitos de protecção de manada em algumas doenças (nomeadamente na papeira) o que deixou, de facto, vulneráveis aquelas pessoas que, por limitações fisiólogicas (como possuirem problemas a nível do sistema imunitário) estão impedidas de serem vacinadas.
Comentário por Carlos Duarte — Outubro 16, 2009 @ 19:10